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Belita, a Rainha dos Couratos

Belita, a Rainha dos Couratos

Sex | 27.12.19

Venha o Ano Novo

 

Quem precisar de levar uma sobremesa para as festas de fim de ano e não quiser estar à última da hora a fazer alguma coisa que se veja, podem fazer esta receita. Pode ser feita com um ou dois dias de antecedência (até ganha com isso) e é bastante fácil de fazer.

Já para não dizer que é gulosa até mais não, mas o que interessa isso se temos um ano inteirinho à porta para fazer as dietas que quisermos? (ou não… )

 

Tiramisu

 

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1 copo de café forte

2 colheres de sopa de açúcar

2 colheres de sopa de licor de café

3 gemas de ovo

70 grs de açúcar granulado

3 colheres de sopa de rum

200 ml de natas

340 grs de queijo Mascarpone

200 grs de Biscoitos de Champanhe

Cacau para polvilhar

 

Num prato fundo juntar o café quente, o açúcar e o licor de café. Mexer bem e reservar.

Pôr as gemas, o açúcar e o rum numa taça que possa ir a banho-maria. Levar ao lume sobre uma caçarola com água a fervilhar mas sem tocar na base da taça. Com a batedeira bater a mistura das gemas, sempre em banho-maria, até duplicar de volume e estar bem cremoso e com espuma. Retira do lume e deixar arrefecer ligeiramente.

Entretanto bater as natas até ficarem tipo chantilly e reservar. Bater também o queijo Mascarpone para ficar macio e juntar à mistura das gemas com a batedeira no mínimo. Juntar também as natas batidas mas envolver sem bater.

Passar metade dos biscoitos pela mistura do café e pôr numa taça, por cima pôr metade do creme de gemas e queijo. Passar os restantes biscoitos para mais uma camada e terminar com o restante creme. Polvilhar com cacau em pó e reservar no frigorífico até servir, de preferência no dia seguinte.

 

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Nota: a receita veio daqui

 

Qui | 26.12.19

para a festa

 

Esta é uma receita para fazer nas calmas, ao fim de semana. Não é que dê trabalho a fazer até porque é bastante fácil, mas porque é do género comida de domingo (claro que isso não dá para ver pela foto mas confiem em mim).

E pode ser preparada com alguma antecedência e pôr ao forno quando for precisa. Fica aqui a sugestão para os dias atarefados que se adivinham por altura do fim do ano.

 

Lombinho de porco recheado com espinafres e alheira

 

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1 lombinho de porco

1 alheira

300 grs de espinafres congelados

5 dentes de alho

1 malagueta

100 ml de azeite

250 ml de cerveja

250 ml de água

Sal q.b.

 

Pedir no talho para abrirem o lombinho de porco de modo a que possa ser recheado.

Descongelar e espremer a maioria da água dos espinafres. Retirar o invólucro da alheira.

Espalhar os espinafres sobre o lombinho e no meio pôr a alheira ao comprido. Fechar o lombinho e com um fio atar para que não se desmanche e pôr num tabuleiro.

Numa taça juntar os alhos finamente picados, a malagueta em rodelas, o sal e o azeite e deitar sobre o lombinho. À volta deitar a cerveja e a água e tapar o tabuleiro com papel de alumínio e levar ao forno por cerca de uma hora. Verificar a meio se ainda tem líquido, senão adicionar mais um pouco de água.

Retirar o papel de alumínio e deixar alourar por mais 15 a 20 minutos. Retirar do forno e deixar repousar uns minutos. Descartar o fio e cortar em fatias.

Servir com uma salada e um puré.

 

Seg | 23.12.19

Boas Festas!

 

Para todos os que vão estar por casa nesta época, alguns a tratarem das comidas, outros apenas de férias, outros até a estorvar, os meus votos de Boas Festas.

Deixo aqui uma sugestão que não é de comer mas cheira muito bem.

 

Potpourri

 

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Numa caçarola pôr especiarias a gosto (usei estrela de anis, canela em pau, cardamomo e cravinho), rodelas de gengibre, raminhos de pinheiro e citrinos desidratados (ou, à falta dos citrinos desidratados, podemos usar uma tangerina ou uma laranja inteira).

Pomos cerca de um litro de água e levamos ao lume até levantar fervura. Baixamos o lume e deixamos fervilhar enquanto andamos a fazer coisas pela casa ou apenas a descansar. Se for necessário acrescentamos mais água já que se vai evaporando com a fervura.

Podemos voltar a usar nos dias seguintes juntando mais água e enquanto as especiarias deitarem cheiro.

Boas Festas!

 

Ter | 17.12.19

scoby doo

 

No outro dia deram-me um ‘scoby’. E o que é isso, perguntam vocês???

Eu também não sabia mas andei a pesquisar e descobri que é uma colónia de bactérias (Cultura Simbiótica de Bactérias e Leveduras) que faz a Kombucha, que é uma bebida probiótica e da qual eu já tinha ouvido falar mas não sabia o que era.

Como já sou fã de kefir e de chucrute, que são ambos alimentos probióticos , e porque dizem que fazem bem à flora intestinal, quis experimentar. Principalmente porque me disseram que era muito complicado e eu gosto de um bom desafio! Mas afinal não é nada complicado, só é preciso saber esperar.

A Kombucha já existe há milhares de anos e como muitas outras coisas de que começamos a ouvir falar recentemente, apareceu na Ásia mais propriamente na China e até vem mencionada na Bíblia. É rica em vitaminas e ácidos e dizem que dá energia e promove a saúde no geral.

Quanto a isso não sei mas tenho andado a consumir deste ‘bicho’ já há dois ou três meses e doente não fiquei por isso deve ser como o Melhoral: não faz bem nem faz mal 

Quem não tiver quem lhe dê a colónia para fazer a sua própria Kombucha, pode sempre fazê-la de raiz a partir da bebida que actualmente já se pode comprar nos hipermercados (pelo menos no Jumbo tem à venda). Consultem o São Google que não falta lá informação acerca desta bebida.

 

Kombucha

 

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(chá preto com scoby)

 

1 litro de chá (verde ou preto)

75 grs de açúcar

1 colónia de bactérias (‘scoby’).

 

Adoçar e deixar arrefecer o chá. Adicionar o ‘scoby’ e deixar repousar durante uma semana apenas tapado com um papel de cozinha para não entrar pó.

Ao fim desse tempo retirar o líquido, deixando apenas um bocado que juntamente com o ‘scoby’ vai fazer a próxima rodada de Kombucha.

 

Podemos fazer uma segunda fermentação colocando o líquido que esteve a fermentar numa garrafa daquelas com a tampa que tem arames ou mesmo uma garrafa de plástico. Juntamos fruta ou gengibre, ou açafrão das índias ou sumo e isso fará uma segunda fermentação que vai dar o sabor que escolhermos à bebida. Deixamos estar um ou dois dias, com o cuidado de uma ou outra vez retirar o gás que se acumula.

De seguida vai para o frigorífico e consome-se!

 

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(kombucha pronta a beber)

 

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(kombucha com dupla fermentação)

Sex | 13.12.19

confere

 

Gosto muito dos trabalhos da actiz Gwyneth Paltrow e quando soube que também tem livros de receitas decidi experimentar uma das receitas de um dos livros que lançou.

É que além de fazer excelentes papeis, pelos visto também cozinha bem (embora seja tão elegante que parece nem comer!).

 

Barrinhas da Gwyneth

 

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Barrinhas:

1 e ½ copos de caju cru

1 e ½ copos de tâmaras

½ copo de manteiga de amêndoa

½ copo de xarope de ácer

½ copo de farinha de coco

½ copo de coco ralado

½ colher de chá de extracto de amêndoa

½ colher de chá de extracto de baunilha

 

Cobertura:

100 grs de chocolate negro

1 colher de sopa de óleo de coco

 

No robot de cozinha triturar os cajus até ficar uma espécie de farinha. Adicionar os restantes ingredientes das barrinhas e triturar até ficar uma pasta homogénea.

Forrar um tabuleiro com papel vegetal e espalhar a pasta com as mãos de modo a ficar com uma altura de menos de um centímetro. Levar ao frigorífico por umas horas até ficar bem rijo.

Derreter o chocolate com o óleo de coco (pode ser no micro-ondas) e espalhar sobre as barrinhas. Deixar secar e cortar em rectângulos. Guardar numa caixa no frigorífico até 2 semanas.

 

Qui | 12.12.19

quem diria

 

Antes das Licenciaturas, já Bolonha era muito conhecida pelo seu famoso molho à bolonhesa. Mas desiluda-se quem pensa que o verdadeiro é o que lhe servem nos  restaurante italianos que por aí pululam.

Até há bem pouco tempo também eu pensava que sabia fazer a verdadeira bolonhesa. Mas não, só agora aprendi.

 

Molho à Bolonhesa

 

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2 cebolas

2 hastes de aipo

2 cenouras

350 grs de carne de porco, picada 

250 grs de carne de vaca, picada 

150 grs de barriga de porco defumada, picada 

40 grs de manteiga

½ copo de vinho branco

½ copo de leite

600 grs de molho de tomate ‘passata’

2 colheres de sopa de pasta de tomate

4 colheres de sopa de azeite

Sal e pimenta q.b.

 

Picar cebolas, aipo e cenouras (pode ser no robot de cozinha).

Numa caçarola com o azeite e a manteiga amolecer a mistura de verduras.

Quando a cebola estiver translúcida adicionam-se as carnes picadas em lume forte e mexe-se de modo a que percam a cor de cru. De seguida adiciona-se o vinho e deixa-se evaporar. Quando já não cheirar a álcool, adiciona-se o leite, em lume brando e mexe-se. Tempera-se com sal e pimenta a gosto.

Junta-se o molho e a pasta de tomate e deixa-se em lume muito brando até duas horas, controlando de modo a que não perca o molho.

 

Nota: a receita veio daqui.

Qua | 11.12.19

Tesourinhos #20

 

Esta semana temos um tesourinho de presente 

Já sabe, quem me conhece, que os presentes desta época saem da minha cozinha.

E como se costuma dizer: para quem não quer há muito!

Podem encontrar o original aqui.

 

Licor tipo Baileys Irish Cream 

 

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1 lata de leite condensado
1 medida da lata de whiskey
1 colher de chá de café solúvel
1 colher de chá de chocolate em pó
1 colher de chá de extracto de baunilha (opcional)

Misturar muito bem todos os ingredientes usando uma batedeira em velocidade baixa (ou bater à mão).

Deitar a mistura em garrafinhas.

 

Nota: esta receita dá cerca de 500 ml.

 

Ter | 10.12.19

à escolha

 

Para começar o dia bem cedo, nada como aproveitar a fruta da época, com cores vibrantes e que acordam qualquer um!

Tanto pode servir de pequeno-almoço como de sobremesa. Daquelas! 

 

Parfait de Chia e Dióspiro

 

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Pudim de Chia:

½ copo de sementes de chia

1 copo de bebida vegetal (usei de amêndoa)

½ colher de chá de extracto de baunilha

 

Parfait:

Granola

Iogurte natural

Pudim de chia

Dióspiro

Bagos de romã

 

Na véspera preparar o pudim de chia: misturar as sementes com a bebida escolhida (pode ser leite) e o extracto de baunilha. Mexer bem e deixar repousar. Verifico que se nos primeiros 30 minutos mexer de vez em quando a mistura fica mais homogénea do que se mexer apenas uma vez.

Guardar no frio por umas horas ou até ao dia seguinte. Costumo fazer uma quantidade maior do que a que vou precisar e assim já tenho para várias utilizações.

De manhã prepare o parfait: numa taça ou frasco pôr a granola, seguida de iogurte, dióspiro, pudim de chia, novamente iogurte, dióspiro e finaliza-se com bagos de romã. Esta foi a minha combinação, podem fazer outra completamente diferente, basta que a fruta usada seja outra.

 

Seg | 09.12.19

estou por tudo

 

Cada vez que comento que uso urtigas para fazer sopas ou esparregados, toda a gente fica    

Por isso não me canso de aqui explicar que sim, utilizo urtigas como quem usa espinafres e ao contrário destes, com as urtigas nem tenho o trabalho de as semear pois as ‘pestes’ crescem por todo o lado, quer queira quer não queira.

Se não os podes vencer, junta-te a eles, é o que digo.

 

Creme de Urtigas

 

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Azeite q.b.

1 alho-francês

1 batata

1 batata doce

1 curgete

1 chuchu

1 nabo

Sal q.b.

Cerca de 1 litro de água a ferver

1 mão-cheia de folhas de urtigas

 

Amolecer o alho-francês no azeite. Adicionar os restantes ingredientes (excepto as urtigas) e mexer.

Juntar a água a ferver e deixar levantar fervura. Adicionar as urtigas e deixar cozer por vinte minutos.

Passar tudo com a varinha mágica até ficar um creme liso.

Servir com broa frita.

 

Sex | 06.12.19

ena tantos

 

Adoro biscoitos. De aveia ainda mais.

Os ANZAC são, de entre os de aveia, os meus favoritos e já experimentei imensas receitas, algumas das quais deixei aqui.

No outro dia decidi modificar a mais recente (e uma das minhas favoritas) e substituí os flocos de aveia por flocos de espelta e a farinha de trigo por farinha de espelta.

Sabem aquela altura em que acham que é impossível fazer algo que já é muito bom ainda melhor e descobrem que afinal não há impossíveis? Foi esta 

 

Biscoitos Anzac de Espelta

 

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100 grs de manteiga sem sal

100 grs de açúcar amarelo

2 colheres de sopa de Golden Syrup (ou mel)

½ colher de chá de bicarbonato de sódio

2 colheres de sopa de água a ferver

175 grs de farinha de espelta

100 grs de flocos de espelta

50 grs de coco ralado

25 grs de sementes de linhaça

25 grs de sementes de girassol

25 grs de sementes de sésamo

 

Aquecer o forno a 180ºC.

Numa taça misturar farinha, flocos, coco e sementes.

Levar uma caçarola ao lume e derreter a manteiga com o açúcar e o Golden Syrup (ou mel).

Numa chávena dissolver o bicarbonato de sódio na água a ferver. Adicionar à caçarola e mexer. Vai fazer muita espuma mas é mesmo assim.

Deitar esta mistura na taça com os restantes ingredientes, mexer bem e moldar bolinhas um pouco maiores do que nozes. Espalmar e pôr em tabuleiros forrados com papel de ir ao forno.

Levar ao forno por cerca de 10 a 15 minutos (no meu forno, que não tem termómetro e é a gás, levou cerca de 12 minutos a ficar bem tostadinho como eu prefiro).

Retirar os tabuleiros do forno e deixar arrefecer por cinco minutos, depois retirar os biscoitos para uma rede para acabarem de arrefecer. Quando ficam frios ficam mais crocantes.

 

Qui | 05.12.19

das revistas

 

Quando pego nas revistas de receitas que me dão e as folheio, há sempre receitas que ficam logo em fila de espera para fazer logo que haja oportunidade. Esta foi uma delas, fácil de fazer e com um resultado que agradou e prevê repetição, embora a foto não lhe faça justiça.

Sim, eu sei que a última receita também foi de massa, mas não podiam ser mais diferentes!

 

Pork Noodle stir-fry

 

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3 colheres de sopa de óleo de sésamo

250 grs de carne de porco magra cortada em bocadinhos

350 grs de massa chinesa

1 pedaço de gengibre ralado

3 dentes de alho ralados

1 malagueta

350 grs de mistura chinesa de vegetais

4 colheres de sopa de molho de soja

2 colheres de chá de farinha Maizena

4 colheres de sopa de água

 

Preparar a massa de acordo com as indicações da embalagem. Numa taça misturar a farinha Maizena com a água. Reservar.

Aquecer o óleo de sésamo no wok e fritar a carne até perder a cor de cru. Adicionar o gengibre e alhos ralados e a malagueta em rodelas e a mistura de vegetais, mexendo para misturar bem.

Adicionar o molho de soja e deixar cozinhar por cerca de cinco minutos. Juntar a massa à mistura do wok e adicionar a água com farinha Maizena de modo a envolver bem. Deixar ao lume mais um ou dois minutos e servir.

 

Nota: receita adaptada da revista Good Food, Novembro 2018

Ter | 03.12.19

esparguete ao quadrado

 

Recentemente comecei a ter alergia ao marisco (camarões, gambas, etc.) que se traduz em fortes dores no abdómen quando como esses alimentos. Sinceramente, não me faz grande diferença porque não mooooooorro de amores por marisco.

Mas ameijoas! Sim, ameijoas já me faria muita diferença não poder comer. E não estou a falar daquela espécie [ameijoa vietnamita] que invadiu todos os supermercados e que é só casca, não, estou a falar de ameijoas à séria, de casca escura.

Estas eram congeladas e embora não tivessem sido as melhores que já comi, não estavam nada mal. A receita é de origem napolitana, Spaghetti alle Vongole, com o acréscimo das algas só porque tinha e com coentros em vez de salsa

 

Esparguete com Ameijoas

 

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200 grs de esparguete

20 grs de algas ‘esparguete do mar’

350 grs de ameijoas

2 dentes de alho

1 raminho de coentros

1 colher de chá de piripiri

Azeite q.b.

 

Pôr as algas de molho em água morna por 20 minutos ou conforme instruções da embalagem.

Cozer o esparguete até ficar ‘al dente’.

Numa sertã grande alourar os dentes de alho esmagados no azeite. Adicionar as algas e as ameijoas e deixar abrir. Juntar o esparguete cozido e escorrido e temperar com sal e piripiri a gosto. Polvilhar com coentros picados e servir.

 

Seg | 02.12.19

ton sur ton

 

Para combater o frio nada como uma sopa bem quente.

Eu sou apologista dos cremes grossos e mesmo que a cor desta sopa não seja a mais apelativa, o sabor compensa em grande!

 

Creme de Cogumelos e Castanhas

 

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1 cebola roxa

1 chuchu

1 curgete

1 batata

1 batata-doce

1 mão cheia de castanhas cozidas

150 grs de cogumelos marron

Azeite q.b.

1 colher de chá de sementes de funcho

750 ml de água a ferver

Sal q.b.

 

Numa panela por o azeite e restantes ingredientes (sem a água). Levar ao lume por um ou dois minutos e adicionar a água a ferver e o sal.

Deixar levantar fervura e baixar o lume. Cozer por cerca de 20 minutos e passar com a varinha mágica. Se necessário acrescentar mais um pouco de água.

Servir com algumas castanhas cozidas em pedacinhos e pão de centeio.