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Belita, a Rainha dos Couratos

Belita, a Rainha dos Couratos

Qui | 31.10.19

Feijoa da Boa!

 

Nem toda a gente sabe o que são feijoas embora já se vejam por esses mercados e até em hipermercados (nestes a um preço proibitivo!).

Eu tenho uma feijoeira e em alguns anos quase nem se dá por ela, tão poucas frutas produz mas noutros é um ver-se-te-avias de fruta.

Este é um ano sim e tenho andado a gastá-las de várias maneiras, até já fiz em calda e compota para guardar. Vou também experimentar um chutney mas para já deixo aqui a receita deste bolo que saiu muito bem.

Para quem não tem feijoas e quiser fazer o bolo na mesma, pode substituir por pera madura ou mesmo quivi.

 

Bolo de Feijoas

 

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100 grs de manteiga amolecida

1 copo de açúcar amarelo

150 grs de queijo Quark

2 ovos

2 copos de farinha

1 colher de chá de fermento em pó

1 colher de chá de bicarbonato de sódio

1 colher de chá de gengibre em pó

250 grs de feijoas descascadas e cortadas em pedaços

 

Aquecer o forno e untar a forma.

Numa taça bater a manteiga com o açúcar e juntar o queijo Quark e os ovos.

Adicionar a farinha juntamente com o fermento, bicarbonato e gengibre e mexer. Juntar as feijoas e envolver.

Deitar a massa numa forma de bolo Inglês ou numa forma redonda com buraco. Levar ao forno por cerca de 45 minutos ou até que um m palito espetado no meio saia seco.

 

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Qua | 30.10.19

Cool Gadgets... Hotel de Insectos

 

Quando penso em insectos, na maioria das vezes penso em formas de me livrar deles.

Mosquitos, melgas, moscas, varejas e um sem número deles que a maioria das vezes só me incomoda. Mas na verdade há insectos que até são bem vindos e quem tem hortas sabe que as joaninhas, as crisopas e as abelhas nunca são demais. O problema é que durante o inverno esses bichinhos se dispersam muito pois têm necessidade de se abrigar.

Daí até aparecerem os Hotéis de Insectos, foi um passinho! E claro, há quem os venda mas são tão fáceis de fazer e tão a custo zero que é um disparate comprar.

Hoje deixo aqui a sugestão para fazerem um.

 

Hotel de Insectos

 

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O meu abrigo foi feito usando uma caixa velha de madeira, daquelas onde são vendidos os morangos, rolos de papel de cozinha, que enchi de pauzinhos e de cascas de eucalipto. Também usei uma flor de hortência seca, mais cascas de árvores, paus, pinhas, folhas, etc.

Os insectos gostam de diferentes tipos de abrigo por isso quanto mais variados forem os materiais usados, melhor. E se houver flores silvestres por perto, ainda ajuda mais a atrair os bichinhos.

O hotel deve ficar virado a sul e abrigado sob uma árvore ou telheiro para não ficar encharcado com as chuvas. E quanto mais próximo da horta melhor que é para os insectos não terem que ‘andar’ tanto para irem à caça de comida.

Por mim, o alvo a abater são os pulgões por isso espero que o Hotel de Insectos que fiz seja uma boa ajuda.

E o que é que isso tem a ver com comida, perguntam vocês? 

É que se as minhas hortaliças estiverem felizes, eu estou feliz 

 

Ter | 29.10.19

olhómetro

 

Receitas a olho… a maioria das que faço no ímpeto do momento são dessas. E ficam boas como as que têm milhentas instruções 

 

Quiche de Legumes

 

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Alho-francês

Batata-doce

Chuchu

Curgete

Espargos

Couve Roxa

Acelgas

Cenoura

Orégãos

100 ml de natas

100 ml de leite

4 ovos

Sal e pimenta q.b.

Azeite q.b.

1 base de massa quebrada

 

Cortar todos os vegetais em rodelas, tiras ou quadrados, conforme for mais prático. Aquecer azeite numa frigideira e saltear todos os vegetais por uns dez minutos. temperar a gosto com sal e pimenta.

Pôr a base da massa na tarteira e por cima espalhar os vegetais salteados. Numa taça bater as natas com o leite e os ovos, temperar com sal e pimenta a gosto (não esquecer que os vegetais já foram temperados) e deitar sobre os vegetais.

Levar ao forno por cerca de 30 minutos e servir.

 

Seg | 28.10.19

dos neurónios...

 

Dizem que o intestino é o segundo cérebro e que este contém cerca de 100 milhões de neurónios.

São muito neurónios que precisam de nutrição e podem ser ajudados quando ingerimos alimentos probióticos, normalmente alimentos fermentados que criam bactérias das boas que nos ajudam a digerir a comida e a absorver os nutrientes de que necessitamos para o nosso bem-estar.

Existem várias comidas fermentadas nas prateleiras dos supermercados, desde a chucrute ao kefir passando pelo vinagre de cidra mas o mais certo é que passemos por elas sem lhes dar o devido crédito.

Alguns destes alimentos fermentados podem ser feitos em casa, assim podemos controlar melhor a qualidade dos ingredientes e no meu caso ajuda também a gastar alguma produção da horta.

Já costumava fazer Kefir, Picles e mesmo Kombucha (este vai dar um post um destes dias) e agora experimentei outra variante de chucrute. Não custam nada a fazer e trazem imensos benefícios para a nossa saúde, entre os quais:

 

  • Ajudam ao funcionamento da flora intestinal;
  • Promovem uma melhor absorção dos nutrientes;
  • Ajudam a reduzir as inflamações intestinais;
  • São fáceis de digerir;
  • Ajudam a regular o transito intestinal;

 

A receita para esta couve encontrei-a no Green Kitchen Stories, que é um blog que promove uma alimentação saudável com receitas cheias de cor e muito apelativas, como é o caso desta.

 

Couve Fermentada com Curcuma

 

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2 couves coração-de-boi

3 cenouras

1 colher de sopa de gengibre fresco ralado

1 colher de sopa de curcuma em pó (açafrão das Índias)

1 colher de chá de sementes de cominho negro (Nigella sativa)

1 colher de chá de sementes de erva-doce

2 colheres de sopa rasas de sal dos Himalaias (ou sal marinho)

 

Retirar duas folhas da couve e reservar.

O restante corta-se em tiras com a largura de um dedo. As cenouras lavam-se e ralam-se. Misturam-se os ingredientes numa taça e com as mãos mexem-se e massajam-se por uns dez minutos de modo a que larguem bastante líquido (umas luvas descartáveis dão jeito para que as mãos não fiquem todas amarelas, ou então junta-se a curcuma apenas no fim).

Põe-se a mistura numa frasco grande esterilizado carregando de modo a que fique bem compacto e com o líquido formado a tapar os vegetais. Por cima põem-se as folhas inteiras, estas vão prevenir a oxidação.

Tapa-se o frasco com uma tampa e deixa-se em lugar seco por duas a quatro semanas. Os vegetais têm tendência a expandir e criar gás pelo que de quando em quando convém abrir o frasco e com uma colher de pau empurrar os vegetais para baixo de modo a que fiquem novamente submersos. O cheiro desta mistura deve ser agradável (não cheia a azedo).

Quando for para usar, retiram-se as folhas que estão a tapar e descartam-se. O frasco guarda-se então no frigorífico e vai-se tirando a couve fermentada à medida que for necessária para acompanhamento de refeições.

 

Notas:

os vegetais utilizados devem ser de agricultura biológica e sem pesticidas

podem ser usadas outras misturas: bolbos de funcho, beterraba, nabos, couve-roxa, etc.

 

Sex | 25.10.19

energia

 

No outro dia embrulhei batatas-doces em papel de alumínio e atirei para dentro do forno para aproveitar a boleia de um assado que estava a fazer.

Gastei uma das batatas a acompanhar um caril de frango e a outra foi ficando ali pelo frigorífico sem ter destino.

Quando já tinham passado uns dias e achei que ou a gastava ou teria que a deitar fora (vade retro!) pensei que se calhar até não ficava mal em bolinhas energéticas. Aqui está uma variação de uma receita que encontrei aqui.

 

Bolinhas de Batata-Doce

 

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1 batata-doce pequena, assada, sem a pele

1 colher de sopa bem cheia de manteiga de amendoim

2 colheres de sopa de coco ralado

2 colheres de sopa de xarope de tâmaras (ou 3 tâmaras demolhadas)

3 colheres de sopa de flocos de aveia

Cacau em pó para enrolar

 

Põem-se todos os ingredientes (excepto o cacau em pó) no robot de cozinha e tritura-se até ficar uma pasta grossa. Retirar com uma colher de chá bocadinhos da massa, enrolar entre as mãos para formar bolinhas e passar pelo cacau em pó.

Guardar no frigorífico. Duram até uma semana.

 

Seg | 21.10.19

às camadas

 

Quando faço pudim de chia (que é basicamente sementes de chia misturadas com um líquido qualquer) faço numa quantidade que dê para ir usando ao longo da semana, ou para o pequeno-almoço em casa ou para levar para o trabalho.

A quantidade que fiz na receita abaixo deu para três vezes, uma assim e as outras com outros complementos, outras frutas e/ou compotas, para variar e fazer com que as minhas manhãs sejam mais coloridas (e menos custosas, vá…)

 

Chia & Pera

 

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½ copo de sementes de chia

250 ml de leite de coco

Pera cozida

Iogurte natural

Fruta a gosto (usei mirtilos e bagos de romã)

 

Deitar numa taça as sementes de chia e o leite de coco. Mexer e deixar repousar por uns minutos voltando a mexer de vez em quando para que as sementes não aglomerem num bloco.

Reservar no frigorífico até ser necessário.

Deitar uma porção do pudim de chia numa taça ou frasco, por cima pôr iogurte, pera cozida e algumas frutas. Servir de imediato.

 

Nota: Cozi peras da minha pereira sem adicionar mais nada, apenas um bocadinho de água. Triturei e congelei em pequenas porções que vou usando à medida das necessidades

 

Sex | 18.10.19

em modo compota #23

 

Tenho uma videira de uvas americanas (também conhecidas por uvas morangueiras). Dá que se farta mas não é uma fruta que eu aprecie muito para comer ao natural por isso penso sempre em a usar de maneira que possa tirar mais partido.

Às vezes até as dou a um vizinho que as usa para fazer vinho (detesto vinho americano!) mas este ano ele não fez por isso andei a magicar…

Além de sumos feitos na hora (por vezes congelo para mais tarde…) também fiz geleia. Encontrei esta receita e adaptei para ser ainda mais fácil.

Ficou tão boa que até mete impressão 

 

Geleia de Uvas Americanas

 

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1,5 kg de bagos de uvas

Sumo de um limão

Água

Açúcar

 

Pôr os bagos de uva lavados num tacho e cobrir com água. Levar ao lume e deixar levantar fervura. Baixar o lume e cozer por meia hora.

Passar por um passe-vite ou por um coador de modo a passar líquido e alguma polpa, sem sementes.

Medir e adicionar 500 grs de açúcar e o sumo de limão.

Levar ao lume e deixar fervilhar em lume brando até formar uma espuma sobre a geleia (cerca de 1 hora ao lume).

Se preferirem, podem fazer o teste do prato frio. Põe-se um prato no congelador por uns minutos e de seguida põe-se uma colher de geleia no prato. Passa-se o dedo pelo meio da geleia esse ficar separado já está pronta.

Deitar de imediato em frascos esterilizados, tapar e deixar arrefecer. Verificar se ficaram em vácuo (a tampa não oscila quando se carrega) e guardar até um ano, se conseguirem .

 

Qua | 16.10.19

dia mundial da alimentação 2019

 

Costumo dizer na brincadeira que as minhas maçãs não são vegan.

Mas são aproveitáveis e dão para fazer as melhores receitas, nem que seja apenas maçã cozida. Nisto da abundância ou da falta dela, o que importa é aproveitar, não estragar.

Deviamos ter como mantra nas nossas vidas: não desperdiçar, não desperdiçar, não desperdiçar! 

De que vale pôr 'likes' nas publicações da Grteta Thunberg se depois na nossa vida, no nosso dia-a-dia, não vivemos de acordo? O ambiente também passa por não estragar comida, por aproveitar, por partilhar.

Hoje é o dia mundial da alimentação. Mas para grande parte da população mundial é mais  um dia como os outros... de fome.

 

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Ter | 08.10.19

Sai um Indiano!

 

Quando vi esta receita da Meera Shoda achei que era uma excelente oportunidade para variar a forma como costumo cozinhar as acelgas. Gosto muito de acelgas mas normalmente não sei muito bem como as usar e por isso acabo por salteá-las em azeite e alho... Não é muito criativo mas fazem um acompanhamento mesmo bom.

Esta receita é considerada vegan embora não seja por isso que a tenha feito. Costumo fazer pratos sem carne e/ou peixe desde há muitos anos, não por uma questão de moda mas apenas porque gosto mesmo muito de comer e de variar e de descobrir novas receitas.

 

Caril de Batatas e Acelgas

 

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1 colher de chá de sementes de cominhos

2,5 cms de gengibre picado grosseiramente

3 dentes de alho

30 grs de coco ralado

400 ml de leite de coco

3 colheres de sopa de óleo de girassol

1 cebola grande cortada em meias luas finas

600 grs de batatas descascadas, cortadas em pedaços

1 e ½ colher de chá de garam masala

½ colher de chá de curcuma (açafrão das Índias)

1 pitada de sal

300 grs de acelgas, talos e folhas cortados em pedaços (pode ser substituído por espinafres)

Coentros (opcional)

 

No robot de cozinha (ou com a varinha mágica) pôr os cominhos, gengibre, alho, coco e um bocado do leite de coco. Triturar bem até ficar uma pasta e depois adicionar o restante leite de coco triturando mais uma vez para juntar tudo.

Numa frigideira ou tacho largo alourar a cebola no óleo até estar translucida. Juntar as batatas e cozer por uns minutos. De seguida juntar as especiarias e o sal, mexer e adicionar o creme de coco. Deixar levantar fervura e adicionar as acelgas. Cozer até que as batatas estejam tenras e polvilhar com coentros frescos picados. Servir com arroz basmati.

 

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(acelgas)

Seg | 07.10.19

do conforto...

 

Quando temos tempo para embelezar as manhãs.

 

Galão com Xarope de Ácer

 

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250 ml de leite (ou bebida vegetal)

1 colher de sopa de café solúvel

1 colher de sopa de xarope de ácer (maple syrup)

 

Aquecer o  leite até estar a escaldar. Deitar 200 ml numa caneca e reservar 50 ml para fazer espuma.

Juntar o café solúvel ao leite na caneca e mexer bem.

Com um aparelho próprio ou com a varinha mágica, fazer espuma com os 50 ml de leite que ficou de parte. Deitar a espuma sobre o galão e por cima deitar o xarope de ácer em fio.

Servir de imediato.

 

Sex | 04.10.19

siga...

 

Porque este é um desses dias. E para não lhe chamar crumble ‘limpa a fruteira’ fica de Outono 

 

Crumble de Outono

 

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Base:

4 peras maduras

3 pêssegos pequenos

1 maçã

1 mão-cheia de mirtilos ou amoras

2 colheres de sopa de açúcar amarelo

1 colher de chá de farinha Maizena

1 colher de chá de extracto de baunilha

Topo:

1 copo de flocos de aveia

1 copo de farinha integral de espelta

½ copo de açúcar amarelo

100 grs de manteiga

 

Pôr as frutas descascadas e cortadas em fatias grossas e os mirtilos numa taça e envolver com o açúcar, a Maizena e a baunilha. Pôr na base de um pyrex.

Numa taça misturar com as mãos todos os ingredientes do topo até ficar uma mistura esfarelada e deitar sobre as frutas.

Levar ao forno por 30 minutos.

Retirar e servir morno ou frio simples ou com gelado de baunilha.

 

Qui | 03.10.19

todóano!

 

Raramente como sopa fora de casa mas em casa é ponto assente ao longo de todo o ano, até quando o tempo está quente (por isso é que também há sopas que se comem frias).

Esta dá para os dois lados, tanto pode ser servida fria como quente. É deliciosa!

E tem uma cor… 

 

Creme de Beterraba

 

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1 cebola roxa grande

1 beterraba 

1 cenoura grande

1 batata-doce grande

1 tomate coração-de-boi grande

Azeite q.b.

Sal q.b.

750 ml de água a ferver

Queijo fresco de cabra

 

Cortar a cebola em meias luas e pôr numa panela com o azeite. Alourar muito ligeiramente e adicionar os restantes ingredientes descascados e cortados em pedaços (o tomate também sem as sementes). Deixar amolecer por uns minutos e juntar a água a ferver. Temperar com sal a gosto e deixar cozer por vinte minutos.

Triturar com a varinha mágica e servir com fatias de queijo fresco.

 

Nota: caso os ingredientes sejam para o pequeno, usar duas unidades em vez de uma...

 

Qua | 02.10.19

Tesourinhos #19

 

Ao longo do ano faço batidos, principalmente ao fim de semana que é quando dá mais para ‘inventar’. E desde que dei com estas sugestões tenho feito misturas ainda mais estrambólicas! E todas boas.

Aqui ficam as sugestões de batidos coloridos. Os posts originais podem ser encontrados aqui e aqui.  

 

Batidos

Amarelo:

O que usei: sumo de laranja, banana, diospiro, fisálias, maracujá, maçã, cenoura, alperces secos, sementes de linhaça, açafrão das Índias e água.

 

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Nos amarelos/laranja podemos também usar:  uvas brancas, limão, papaia, tangerina, manga, abóbora, meloa, gengibre, ananás, pêssegos, amêndoas, e outras de que agora não me lembro.

 

Vermelho:

O que usei: sumo de toranja, beterraba, mirtilos, amoras, maçã, uvas vermelhas, bagas goji e água.

 

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Para os vermelhos/violeta podemos também usar: morangos, uvas vermelhas, couve-rábano, pimento vermelho, framboesas, couve roxa, romãs, ameixas, groselhas, melancias, rabanetes, etc.

 

Verde

O que usei: ananás, banana, sumo de uma lima, abacate, espinafres, quivi, capuchinhas, coco, hortelã, sementes de linhaça e sementes de abóbora.

 

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Para os verde podemos também usar: pistachos, menta, feijoas, limão, couve, aipo, brócolos, figos, pepino, etc.

 

Liquidificador com eles e ACORDA!!!

 

Ter | 01.10.19

queriam!

 

Atum e massa são um duo imbatível quer em saladas quer em pratos quentes. Esta receita é muito simples mas tem um sabor que tomara muitas! 

 

Massa com Atum e Alcaparras

 

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250 grs de macarrão (usei tricolor)

Sal q.b para cozer a massa

3 colheres de sopa de azeite

1 cebola picada

2 dentes de alho picados

1 colher de chá de piripiri

1 lata de atum em azeite

2 tomates maduros esmagados

¼ de copos de azeitonas descaroçadas e cortadas em rodelas

1 colher de sopa de alcaparras

Salsa picada

Sal e pimenta preta q.b.

 

Cozer o macarrão em água temperada com sal.

Alourar a cebola e o alho no azeite (usei do da lata do atum). Juntar os flocos de piripiri e o atum desfiado. Adicionar os tomates, as azeitonas, as alcaparras e temperar com sal e pimenta preta. Deixar levantar fervura e juntar um pouco da água de cozer a massa (uma ou duas conchas de água). Mexer e adicionar a massa e deixar levantar fervura novamente. Deitar numa taça e polvilhar com salsa picada.

 

Nota: a receita veio daqui.