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Belita, a Rainha dos Couratos

Belita, a Rainha dos Couratos

Seg | 29.02.16

dias azuis

 

Este pequeno-almoço é uma delícia. Pode ser feito de véspera (aliás, é mesmo melhor que seja) e apreciado logo de manhã cedo, de preferência a uma segunda-feira que por norma é o dia menos amado da semana. E a segunda-feira também merece ser apaparicada!

 

Aveia com Cacau e Banana Caramelizada

 

aveia banana.jpg

  

½ copo de flocos de aveia

1 colher de chá de cacau em pó

½ copo de leite

1 colher de sopa de sementes de chia

Mel q.b.

Nozes tostadas

1 banana

1 colher de sopa de açúcar amarelo

 

Misturar os flocos de aveia com o cacau em pó, o leite e as sementes de chia. Adoçar com mel e reservar por umas horas ou até ao dia seguinte.

Pôr a banana em rodelas numa frigideira com o açúcar a amarelo e deixar caramelizar. Reservar.

Para servir põe-se a banana caramelizada sobre a mistura de aveia e algumas nozes tostadas.

 

Qui | 25.02.16

simples e bom

 

Na altura em que os espargos estavam a bom preço, acabei por comprar alguns para congelar e ir gastando quando apetecesse.

Eu sei que cada época tem os seus produtos mas gosto muito de guardar alguns para ir gastando ao longo do ano. No caso dos espargos, que normalmente estão ‘pela hora da morte’, de vez em quando baixam de preço e consegue-se um bom negócio. Ou então trazem-se de Espanha, em podendo, já que por lá costumam estar bem mais em conta.

 

Massa com Espargos, Pinhões e Chouriço Crocante

 

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150 grs de massa a gosto

1 cebola picada

Azeite q.b.

150 grs de espargos (usei congelados)

1 colher de sopa de pinhões

50 grs de chouriço picante

Sal e pimenta q.b.

 

Cozer a massa juntamente com os espargos. Escorrer e reservar, bem como um pouco da água de cozer.

Numa sertã fritar o chouriço cortado em rodelas finas mas sem adicionar qualquer gordura de modo a que derretam a que têm e fiquem crocantes. Reservar.

Na mesma sertã aquecer o azeite e alourar a cebola. Adicionar os pinhões, deixar alourar e juntar também a massa e os espargos e um pouco da água de cozer. Temperar com sal e pimenta a gosto e servir com as rodelas de chouriço crocante.

 

Ter | 23.02.16

naan? mas naan o quê?

 

Adoro comida indiana. O problema é que por perto não existem restaurantes indianos e tenho que ser eu a fazer aquilo que me apetece no momento. E nem sempre sei se ficou bom ou não, segundo os cânones indianos… para mim fica bom, mas se alguém com maior conhecimento de causa provasse provavelmente diria que aquilo de indiano não tem nada…

Seja como for, aqui há uns dias decidi experimentar o pão naan, que embora indiano serve para acompanhar muitas outras comidas. E acabei por experimentar duas versões, uma mais lenta em que a massa tem que levedar e outra mais rápida em que a massa está pronta a usar num instante.

Gostei das duas versões e embora estejam a anos luz do aspecto dos das receitas que usei (esta mais lenta e esta mais rápida) vou voltar a fazer até conseguir que fique igual.

Este pão é excelente para acompanhar um caril e também para besuntar com o chutney de coentros de ontem.

 

Pão Naan #1

 

naan1.jpg

 

2 copos de farinha de trigo

2 copos de farinha de trigo integral

1 pitada de sal

1 ½ colheres de chá de fermento em pó

1 colher de chá de bicarbonato de sódio

1 pitada de açúcar

¼ de copo de água quente (sem ser a ferver)

¾ de colher de fermento de padeiro

¾ de copo de leite morno

1 copo de iogurte grego natural

Azeite para pincelar

Sementes de sésamo e de nigela (opcional)

 

Numa taça com a água quente dissolver o açúcar e o fermento de padeiro. Deixar repousar por dez minutos. Passado esse tempo, adicionar o leite e o iogurte.

Numa taça grande misturar a farinha, sal, fermento em pó e bicarbonato e fazer um buraco no meio. Deitar os ingredientes líquidos no meio da farinha e mexer com uma colher de pau. Mal misture, amassar com as mãos apenas até formar uma bola de massa, sem amassar demais. A massa estará meia peganhenta mas é normal. Tapar com um pano limpo e reservar por uma hora em temperatura ambiente ou até ao dia seguinte no frigorífico.

Quando for para fazer os pães naan, dividir a massa em 8 ou 10 pedaços, estender cada um com o rolo da massa, deve ficar com um formato oval e pode-se polvilhar com as sementes passando o rolo por cima para aderirem à massa. Pincelar com o azeite e levar a uma frigideira quente. Tapar e deixar cozer por um minuto até ficar com bolhas, virar do outro lado e cozer por mais um a dois minutos.

Logo que estejam prontos põem-se num prato com um pano e tapa-se enquanto de fazem os outros. Podem-se polvilhar com ervas frescas (coentros, por exemplo) e com mais sal e/ou especiarias a gosto.

 

Nota: Fiz apenas metade desta receita

 

Pão Naan #2

 

naan.jpg

 

1 copo de farinha de trigo

1 copo de farinha de trigo integral

1 colher de chá de bicarbonato de sódio

1 colher de sopa de óleo

1 copo de iogurte natural

Água q.b. (se necessário)

1 pitada de sal

Sementes de sésamo e de nigela (opcional)

 

Numa taça põe-se a farinha misturada com o bicarbonato e o sal. Faz-se um buraco no meio e adiciona-se o óleo e o iogurte e começa-se a mexer, se estiver muito seco, adiciona-se uma ou duas colheres de sopa de água. A massa deve-se despegar das mãos. Tapar com um pano limpo e repousar por 15 minutos (a massa, nós continuamos a fazer coisas  )

Dividir a massa em oito pedaços e estender com o rolo da massa. Enfarinhar a bancada e o rolo se necessário. Polvilhar com sementes passar o rolo por cima para aderir à massa.

Pincelar com água de um lado e levar a uma frigideira bem quente. Tapar com um testo e deixar estar por uns 40 segundos. Verificar e se estiver a formar bolhas, pincelar com azeite e virar para o outro lado. Deixar cozer por um minuto mais ou menos.

Logo que estejam prontos põem-se num prato com um pano e tapa-se enquanto de fazem os outros. Podem-se polvilhar com ervas frescas (coentros, por exemplo) e com mais sal e/ou especiarias a gosto.

 

Seg | 22.02.16

começar bem

 

Em vez da manteiga, aqui está uma boa opção para barrar numas tostas ou em pão estaladiço.

Só para quem goste de sabores fortes, como diz o outro: não é para meninos 

 

Chutney de Coentros

 

chutney.jpg

  

1 molhinho de coentros (só as folhas)

1 raminho mais pequeno de hortelã pimenta (só as folhas)

1 malagueta verde

1 dente de alho

1 pedaço de gengibre

¼ de copo de iogurte natural

Sumo de 1 lima ou limão

Sal q.b.

 

Pôr todos os ingredientes no liquidificador ou triturar com a varinha mágica (foi o que fiz).

Servir como acompanhamento ou para barrar em tostas ou pão.

 

Nota: a receita veio daqui

Sex | 19.02.16

lailailai...

 

Eu acostumo fugir de longas listas de ingredientes mas de vez em quando acontece que a lista parece longa mas os ingredientes acabam por ser repetidos, como nesta receita, e valem a pena o ‘esforço’.

Depois percebemos que afinal não custa nada a fazer e se calhar já deixámos passar muitas que valiam a pena.

Mas não interessa. Esta valeu e é para repetir!

 

Mousse com Caramelo e Baileys

 

mousse.JPG

 

Mousse:

100 grs de chocolate negro

4 claras de ovo

50 grs de açúcar

1 pitada de sal

Caramelo:

2 colheres de sopa de manteiga

35 grs de açúcar mascavado/amarelo

1 colher de sopa de natas

1 colher de sopa de licor Baileys

Creme:         

100 ml de natas

1 colher de sopa de açúcar em pó

1 colher de sopa de licor Baileys

 

Partir o chocolate em pedaços e levar ao micro-ondas numa taça por 40 segundos. Mexer e voltar a levar ao micro-ondas por mais 20 segundos. Mexer até estar completamente dissolvido (se necessário, levar mais uns segundos ao micro-ondas). Em alternativa, pode-se derreter o chocolate ao lume, em banho–maria.

Bater as claras em castelo bem firme e adicionar açúcar e uma pitada de sal. Devem ficar mesmo espessas. Envolver o chocolate derretido e dividir a mousse por quatro taças.

Levar a manteiga ao lume com o açúcar, deixar derreter e adicionar a colher de sopa de natas. Ferve em lume brando até ganhar uma corzinha de caramelo. Retirar do lume, adicionar o licor e reservar.

Bater as natas com o açúcar em pó até ficar um creme denso e adicionar o licor. Reservar no frio.

Quando for para servir, põe-se um pouco de natas batidas sobre a mousse e por cima um pouco de caramelo.

 

Nota: pode-se usar outro licor ou mesmo whiskey

 

Qui | 18.02.16

minham...

 

Um prato com poucos ingredientes mas de sabor intenso!

Quem costuma ir para ‘a neve’ lá para os lados dos Alpes já se deve ter cruzado com este prato que é tradicional dessas regiões.

Eu nunca fui, não gosto de neve mas ‘deiam-me’ um prato disto que não me ouvem mais 

 

Tartiflette

 

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400 grs de batatas

100 grs de carne defumada (bacon)

1 cebola picada

200 grs de queijo Reblochon (usei de queijo de Raclette)

4 colheres de sopa de vinho branco

4 colheres de sopa de natas

Sal & Pimenta q.b.

 

Cozer as batatas inteiras com a pele. Deixar arrefecer até poder retirar a pele e cortar as batatas em quadrados pequenos (eu deixei ficar a pele).

Numa sertã saltear a carne defumada cortada em quadradinhos. Quando estiver lourinha, adicionar a cebola picada e deixar também alourar. Juntar o vinho, mexer e deixar evaporar.

Pôr metade das batatas cortadas num tabuleiro pyrex, por cima espalhar metade da carne defumada e cebola e metade do queijo. De seguida volta a fazer-se o mesmo com os restantes ingredientes e espalhar as natas sobre tudo. Temperar a gosto com sal e pimenta e levar ao forno por 20 a 25 minutos, até o queijo estar completamente derretido.

Servir com verduras cozidas ou uma salada.

 

Ter | 16.02.16

de outras paragens

 

Quando vi esta receita decidi logo que a ía experimentar. Só fui uma vez à Noélia (em Cabanas de Tavira), já foi há uns anos valentes e do que me lembro é de um arroz de coentros como nunca tinha comido.

Além disso, tenho encontrado na praça uns belos robalos do mar e nada melhor para esta receita do que um robalo a sério.

Pedi à peixeira para separar os filetes e após algumas explicações (é como se estivesse a escalar o peixe, só que é dos dois lados… é para separar os lombos da espinha…) lá fui ao resto das compras passando novamente na banca do peixe à saída para pagar e levar a minha encomenda.

Quando cheguei a casa ia-me dando um treco porque ela tinha deitado fora as espinhas!!!! Oh minha senhora, desse peixe só não quero as escamas e as tripas! O resto levo tudo, logo vejo o que lhe faço!!! Vou ter que ter uma conversinha com ela 

Mas pronto, lá me safei com a cabeça, o rabo e a parte da barriga para fazer um caldo.

Experimentem, nem que seja com um robalito de ‘aviário’. Esta receita vale mesmo a pena!

 

Arroz de Limão com Robalo

 

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6 colheres de sopa de azeite

1 ou 2 dentes de alho picados

1 cebola picada

1 copo de arroz carolino

3 copos de caldo de cozer o peixe

1 limão

1 vagem de cardamomo

1 molho de coentros

1 robalo

 

Pedir na peixaria para retirarem os filetes ao robalo e aproveitar a cabeça e espinhas para fazer um bom caldo (com 1 folha de louro, sal). Cortar os filetes em bocados grandes e temperar com umas pedras de sal.

Aquecer o azeite num tacho e adicionar os alhos picados, deixar alourar, juntar a cebola e continuar a  estrugir. Adicionar o arroz, mexer para não pegar e juntar também o caldo de peixe, o sumo do limão, um bocado da casca do limão e o cardamomo. Deixar levantar fervura e baixar o lume, mexendo de vez em quando para ir envolvendo bem o azeite no arroz.

Quando já faltar pouco, adicionam-se os bocados de peixe (eu pus com a pele) e uma mão-cheia de coentros picados grosseiramente. Mexe-se e deixa-se acabar de cozinhar. Deve ficar um arroz caldoso. Serve-se com mais coentros.

 

Nota: A receita original também leva ameijoas e com certeza fica ainda melhor com elas mas eu não tinha e recuso-me a usar daquela praga vietnamita que anda por aí…

 

Seg | 15.02.16

para começar

 

Brrrrr. Está um vento gélido e hoje, desculpem lá, mas não quero nada frio!

 

Papas de Aveia com leite de Coco

 

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½ copo de flocos de aveia

200 ml de leite de coco

200 ml de água

1 colher de sopa de sementes de chia

1 colher de chá de extracto de baunilha

Mel q.b.

Para cobertura usei: banana, diospiro, amêndoas, passas e sementes de linhaça moídas

 

Numa caçarola mistura-se a aveia, o leite de coco, a água e as sementes de chia. Leva-se a lume baixo e coze por cerca de dez minutos. Se engrossar muito, acrescenta-se mais um pouco de água.

Servir quente ou frio adoçado com mel e com frutas, sementes, frutos secos, etc. por cima.

 

Sex | 12.02.16

rapidinho

 

Demora quase mais tempo a ir lá fora à laranjeira e escolher uma laranja de casca fina do que a fazer este bolo!

Um, dois, já está!

 

Bolo de Laranja

 

bolo.jpg

 

1 laranja de casca fina, lavada

4 ovos

½ copo de óleo de girassol

1 copo de açúcar

2 copos de farinha com fermento

 

Pôr a farinha numa taça, reservar.

Cortar os topos da laranja e de seguida cortá-la em bocados pequenos. Pôr no copo do liquidificador juntamente com os ovos, o óleo e o açúcar. Triturar por um minutos (ou até estar tudo bem líquido) e deitar esta mistura no meio da farinha. Envolver sem mexer demais e pôr numa forma untada (usei um tabuleiro de pyrex).

Levar ao forno por cerca de 30 a 40 minutos. Verificar com um palito se está cozido no meio.

 

Nota: a laranja deve ter casca fina pois as que têm a casca mais grossa têm muita daquela pele branca que se torna amarga

 

Qui | 11.02.16

hoje temos

 

Fast food da boa? Também há.

 

Hambúrguer de Peru

 

hamb.jpg

 

 

1 pão pequeno (ou 1 fatia de pão)

½ copo de leite + 1 colher de chá de vinagre

400 grs de carne de peru picada

1 cebola picada

1 raminho de salsa picada

1 colher de café de mostarda em pó (ou 1 colher de chá de mostarda)

1 colher de café de chilli em pó (ou piripiri)

1 colher de chá de molho inglês

Sal q.b.

Azeite q.b.

 

Pôr o pão de molho no leite e vinagre por dez minutos.

Misturar todos os ingredientes numa taça e adicionar o pão escorrido. Envolver com um garfo.

Moldar os hambúrgueres à mão ou com um molde. Fritar numa frigideira untada de azeite e com uma tampa para não salpicar e ficar menos seco.

Servir em pão de hambúrguer com agriões, coentros, mostarda, etc. ou acompanhar com arroz e um ovo estrelado.

 

Ter | 09.02.16

eh gorda!

 

As panquecas na terça-feira gorda não são uma tradição nossa, nada que se pareça! Nós somos mais cozido à portuguesa.

As panquecas em véspera da Quaresma são uma tradição dos países anglo-saxónicos. À terça-feira gorda chamam Shrove Tuesday ou Pancake day. É hoje!

À falta de um cozido, aqui ficam umas panquecas.

 

Panquecas de Banana e Aveia

 

panquecas.jpg

 

1 banana madura, esmagada

1 colher de chá de manteiga de amendoim

1 ovo

2 colheres de sopa de flocos de aveia

2 colheres de sopa de farinha integral

¼ de copo de leite

 

Esmagar a banana com a manteiga de amendoim e misturar o ovo. Adicionar os flocos de aveia e a farinha e o leite e mexer.

Aquecer uma frigideira untada com óleo ou manteiga e deitar duas colheradas da massa de modo a fazer uma panqueca média. Deixar fritar de um lado, quando começar a borbulhar vira-se para o outro e deixa-se mais um minuto. Retira-se para um prato e faz-se o mesmo com a restante massa.

Servem-se polvilhadas com açúcar em pó e regadas com xarope de ácer ou mel, ou molho de chocolate, etc…

 

Seg | 08.02.16

a aquecer

 

Para aquecer o corpo daqueles que não vão em desfiles carnavalescos, aqui está uma bela sopa para dias chuvosos.

 

Creme de Couve-Flor e Açafrão das Índias

 

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1 cebola

1 couve-flor pequena

1 cenoura

1 batata doce

1 nabo pequeno

3 batatas

1 colher de chá de açafrão das Índias

Sal a gosto

2 colheres de sopa de azeite

1 litro de água a ferver

 

No fundo de uma panela põe-se o azeite, a cebola, a couve flor cortada em pedaços, a cenoura, a batata doce, o nabo e as batatas também cortados em pedaços. Polvilha-se com o açafrão das Índias e tempera-se com sal. Leva-se ao lume por dois minutos mexendo uma vez e depois adiciona-se a água a ferver. Deixa-se cozinhar por 20 minutos e tritura-se com a varinha mágica até ficar um creme espesso e aveludado.

Serve-se bem quente.

 

Sex | 05.02.16

resolve-se já!

 

Nenhuma receita de bolo de maçã este ano que já vai no segundo mês????

Não pode ser!

 

Bolo de Maçã e Canela

 

bolmac.jpg

 

1 copo de farinha de trigo

1 copo de farinha de trigo integral

1 copo de açúcar amarelo

1 colher de chá de fermento em pó

2 colheres de chá de canela

1 ovo

1 copo de leite

½ copo de óleo

1 maçã grande ralada (ou duas médias)

 

Numa taça misturar as farinhas com o açúcar, o fermento e a canela.

Noutra taça bater o ovo com o copo de leite e o óleo. Juntar à farinha, envolver e adicionar a maçã ralada, sem bater muito.

Deitar numa forma untada (usei uma de cartão, não necessita ser untada) e levar ao forno a cozer por uns 40 minutos. Verificar com um palito no meio, deve sair seco.

 

Qui | 04.02.16

party!!!!

 

Tenho uma amiga que deve ser a maior admiradora/campeã/divulgadora/vendedora da Bimby. Da Bimby, não das imitações. Mas, por melhores amigas que sejamos, e somos, não me consegue convencer a querer uma. Não consegue, sabe disso, e gosta de mim na mesma 

Mas de vez em quando, insidiosa, lá me oferece um livro de receitas da Bimby. E não é que algumas receitas são mesmo boas? E melhor, porque antes de haver essas máquinas já há milénios se dominava a arte de cozinhar, essas receitas dão para fazer de forma convencional.

Esta é uma das melhores receitas que pude experimentar nos últimos tempos. Tem um nome que lhe cai mesmo a jeito, é verdadeiramente de Festa!

É do livro ‘Velocidade Colher’, da autora do blogue No soup for you e deixou-me rendida. À receita!

 

Pescada de Festa

 

pescada.JPG

 

Cobertura:
2 fatias de pão integral seco
1 mão-cheia de coentros
2 dentes de alho
raspa de 1/2 limão
Recheio:
4 lombos de pescada (usei congelada)
sumo de 1 limão
sal e pimenta preta  q.b.

2 cebolas
2 dentes de alho
1 raminho de salsa
3 cenouras
azeite q.b.
200 grs de batata frita palha (usei de compra)
Molho Béchamel:
600 ml de leite
2 colheres de sopa de farinha de trigo
2 colheres de sopa de manteiga (usei Becel Cozinha)
sal e noz moscada q.b.

 

Temperar o peixe com sumo de limão, sal e pimenta. Reservar

No robot de cozinha ou picadora triturar o pão com os coentros, o dente de alho e a raspa de meio limão. Reservar.

Fazer o molho bechamel derretendo a manteiga numa caçarola e adicionando a farinha. Mexer com uma vara de arames e adicionar o leite tendo o cuidado de continuar a mexer para não fazer grumos. Quando começar a engrossar, tempera-se com sal e noz-moscada a gosto. Reservar.

Num tacho largo alourar no azeite a cebola cortada em meias-luas, os alhos picados e a cenoura ralada. Deixar amolecer um pouco e acrescentar os lombos de pescada. Tapar e deixar cozinhar uns minutos. Com a colher de pau partir grosseiramente os lombos de pescada e adicionar a batata palha e a salsa picada. Envolver com mais de metade do molho bechamel. Deitar esta mistura num tabuleiro, cobrir com o restante molho bechamel e polvilhar com a mistura de pão que se triturou.

Levar ao forno até estar lourinho, cerca de 25 minutos.

Servir com verduras cozidas.

 

Notas:

Adaptei ligeiramente a receita original;

Atenção ao sal porque as batatas palha já são salgadas;

Não usei mas penso que pode ser usado molho bechamel de compra;

A receita original refere que este prato pode ser feito com carne, bacalhau ou outros tipos de peixe

 

Ter | 02.02.16

cá ideias...

 

Descobri esta receita e achei que era uma das boas para os jantares das sextas-feiras. O único senão, para mim, era pimento a mais. Muito pimento a mais.

Mas como isto das receitas é como os conselhos que os outros nos dão, nós registamos mas depois escolhemos apenas o que nos convém (até porque se os conselhos servissem para alguma coisa, não os davam, vendiam-nos!), escolhi alterar esta de modo a ficar ao meu agrado.

E muito ao meu agrado!

  

Massa com Queijo no Forno

 

massa.png

 

200 grs de esparguete fino

5 colheres de sopa de azeite

1 dente de alho grande ralado

1 colher de sopa de orégãos

1 raminho de salsa picada

1 colher de sopa de piripiri

12 azeitonas

5 metades de tomate seco em azeite

½ pimento vermelho

100 grs de queijo mozarela ralado

25 grs de queijo parmesão em lascas ou ralado

 

Cozer o esparguete em água temperada com sal até estar quase cozido. Escorrer (reservar um pouco da água)

No fundo de um pyrex ou outro tipo de tabuleiro de ir ao forno e à mesa põe-se azeite, até cobrir o fundo. Juntar o dente de alho ralado e os orégãos, salsa e o piripiri.

Retirar os caroços às azeitonas e picar, cortar o pimento e os tomates secos em quadradinhos. Pôr as azeitonas, tomates, pimento e queijo mozarela no tabuleiro e adicionar a massa cozida e um pouco da água de cozer, duas ou três colheres. Com dois garfos envolver tudo muito bem e polvilhar com o queijo parmesão.

Levar ao forno por 20 minutos, até o queijo estar derretido. Servir com pão estaladiço e vinho tinto ou cerveja fresca.

 

Nota: pode acrescentar-se quadrados de salpicão, bacon, frango, etc. para uma versão não vegetariana.

 

Seg | 01.02.16

recomecemos

 

Esta sopa é boa mesmo para os que dizem que não gostam de peixe. Eu sei, eu também costumava sofrer desse mal 

 

Sopa de Peixe com Ovo e Coentros

 

sopapeixe.png

 

1 cebola picada

¼ de pimento vermelho

3 tomates

2 colheres de sopa de massa de tomate (daquela que vem numa bisnaga)

1 posta de maruca

1 posta de tintureira

Sal q.b.

1 colher de chá de colorau

1 colher de chá de açafrão da Índias

1 colher de chá de chilli em pó

½ copo de vinho branco

2 colheres de sopa de azeite

 

1 litro de água

100 grs de cotovelinhos

1 ovo cozido

Coentros frescos

 

Numa panela larga põem-se a cebola grosseiramente picada, o pimento, os tomates em pedaços, a massa de tomate e o peixe. Tempera-se com sal, colorau, açafrão das Índias e chilli em pó (ou piripiri) e por cima deita-se o vinho e o azeite.

Leva-se ao lume e quando ferver põe-se em lume brando e deixa-se refogar por 20 minutos.

Retiram-se as postas de peixe e passa-se o restante com a varinha mágica.

Desfia-se o peixe, retirando peles e espinhas.

Volta-se a pôr a panela ao lume, junta-se água e deixa-se levantar fervura. Adiciona-se o peixe desfiado e a massa. Rectificam-se os temperos e deixa-se fervilhar até a massa estar cozida (cerca de 12 a 15 minutos).

Serve-se com o ovo e os coentros picados.