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Belita, a Rainha dos Couratos

Belita, a Rainha dos Couratos

Sex | 28.08.15

volto já...

 

A entrar em modo repouso, não vos posso deixar sem uma receita de biscoitos.

O outono está aí à espreita e nada melhor do que umas bolachinhas e uma caneca de chá para um reconforto imediato.

Fiquem bem.

 

Biscoitos de Coco e Farinha de Espelta

 

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1 copo de flocos de aveia

1 copo de farinha de espelta

½ copo de açúcar amarelo

¾ de copo de coco ralado

½  copo de óleo de coco (pode ser substituído por manteiga)

2 colheres de sopa de Golden Syrup (pode ser substituído por mel)

1 colher de chá de bicarbonato de sódio

 

Numa taça juntar os flocos de aveia, a farinha, o açúcar e o coco.

Numa caçarola levar ao lume o óleo de coco (ou manteiga) e o Golden Syrup (ou mel) até derreter. Adicionar o bicarbonato de sódio (vai fazer espuma) e juntar à mistura da aveia. Mexer bem até estar completamente incorporado.

Com as mãos formar bolas achatadas e pôr num tabuleiro forrado com papel vegetal. Levar a forno quente por 15 a 20 minutos (até estarem bem dourados). Retirar do forno e deixar repousar por cinco minutos no tabuleiro. Depois passar para uma rede para que arrefeçam completamente.

Guardar os sobrantes numa lata ou frasco hermético (Ha!)

Qui | 27.08.15

¡Ay caramba!

É preciso ter coragem para chamar paelha a este prato. Felizmente estamos do lado de cá e o mais certo é não haver nenhum ‘nuestro hermano’ a ler isto, senão era capaz de ser apedrejada pela heresia 

É que em Espanha, principalmente em Valência, chamar paelha a um prato obedece a critérios tão rigorosos que uma pessoa até podia pensar que as piores paelhas que já comeu não foram servidas em Espanha…

Ó amigos, atinem!

 

Paelha Mista

 

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1 cebola picada

1 febra de porco (cerca de 150 grs)

15 gambas

Azeite q.b.

1 tomate bem grande, maduro

¼ de pimento vermelho

1 copo de arroz agulha

Água de cozer as gambas

150 grs de vagens

1 envelope de estames de açafrão (se não tiverem pode ser usada 1 colher de chá de açafrão das Índias)

 

Descascar as gambas. Cozer as cabeças e as cascas em água (cerca de um litro) e reservar a água.

Numa paella ou tacho largo alourar a cebola picada no azeite. juntar a febra cortada em quadradinhos e fritar. Adicionar o tomate e o pimento picados. Mexer e deixar refogar uns minutos.

Juntar o arroz e mexer para envolver no tomate. Temperar com sal a gosto e adicionar a água de cozer as gambas e os estames de açafrão e mexer (não voltar a mexer, se necessário abanar o tacho ao longo da cozedura).

Por cima espalhar as vagens cortadas em pedaços de dois cms e as gambas descascadas. Deixar cozer sem tapar e ver se é necessário acrescentar mais um pouco de água. Deve ficar seco e o arroz do fundo até um pouquinho agarrado ao tacho (é o chamado ‘socarrat’ das paelhas).

 

Nota: O arroz utilizado em Espanha para fazer paelhas é de uma variedade chamada ‘bomba’ mas como não tinha utilizei arroz agulha

 

Qua | 26.08.15

quem gosta

 

Mais uma daquelas favoritas.

Mistura-se tudo antes de ir dormir e acorda-se para esta maravilha!

 

Aveia com Cacau

  

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½ banana esmagada

1 colher de chá de manteiga de amendoim

1 colher de chá de cacau

1 colher de chá de mel

3 colheres de sopa de flocos de aveia

125 ml de leite

1 colher de chá de coco ralado para polvilhar

 

Pôr todos os ingredientes numa taça e mexer (excepto o coco ralado).

Pôr no frigorífico atá ao dia seguinte.

Polvilhar com coco ralado.

Comer.

 

Ter | 25.08.15

da horta

Gosto de preparar receitas em que a maioria dos ingredientes sejam da minha horta.

Algumas vezes, têm que se gastar quer se queira ou não queira porque são muitos, dão quase todos ao mesmo tempo e também se estragam todos com rapidez.

Foi aí que vi esta receita e assim nasceu este crumble de vegetais apanhados da horta. Ficou mesmo bom e foi o suficiente para acompanhar umas tirinhas de porco. Nada de arroz, massa, batatas. Apenas isto.

  

Crumble de Vegetais

 

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2 curgetes médias

2 beringelas pequenas

1 cebola roxa

1 dente de alho ralado

2 tomates chucha vermelhos

2 tomates pera amarelos (novidade deste verão!)

½ pimento vermelho

Sal e pimenta q.b.

3 colheres de sopa de azeite

 

Cobertura:

1 copo de farinha

50 grs de manteiga fria cortada em cubos

1 raminho de tomilho

Sal e pimenta q.b.

1 colher de sopa de água fria

 

Cortar os vegetais em pedaços pequenos e uniformes. Misturar com o azeite e temperar com sal e pimenta a gosto e pôr num pyrex ou tabuleiro refractário.

Fazer a cobertura misturando a farinha com a manteiga. Esfarelar com as mãos de modo a parecer migalhas. Adicionar o sal e pimenta e as folhinhas de tomilho (pode ser com orégãos). Salpicar a água por cima e misturar com um garfo.

Deitar estas migalhas sobre os vegetais e levar o tabuleiro ao forno até estar bem dourado, cerca de uma hora.

É bom quente ou frio.

 

Nota: Pode-se substituir metade da farinha por flocos de aveia

 

Seg | 24.08.15

orientações importantes

 

Em caso de fim de semana chuvoso, fazer panquecas…

  

Panquecas de Chocolate

 

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½  copo de farinha de trigo

¼ de copo de farinha de trigo integral

2 colheres de sopa de cacau em pó

2 colheres de sopa de açúcar amarelo

1 colher de café de fermento em pó

1 colher de café de bicarbonato de sódio

1 pitada de sal

2 colheres de sopa de manteiga derretida (ou óleo)

1 colher de café de extracto de baunilha

200 ml de leite

 

Numa taça mistura-se as farinhas, o cacau, o açúcar, o fermento, o bicarbonato e o sal. Adiciona-se a manteiga derretida, a baunilha e o leite e mexe-se.

Aquece-se uma frigideira antiaderente e unta-se com uma colher de óleo retirando o excesso com papel de cozinha, pretende-se que a frigideira fique apenas untada.

Deita-se colheradas de massa de forma a fazer as panquecas (usei uma colher de servir para fazer panquecas pequenas).

Deixa-se cozinhar em lume brando até que forme umas bolhinhas, cerca de dois minutos, vira-se para o outro lado por mais um minuto e retira-se para um prato. Estas panquecas ficam com uma textura parecida com a dos brownies. Repetir até acabar a massa e servir polvilhado com mel ou xarope de ácer (maple syrup) e açúcar em pó.

 

Sex | 21.08.15

Nada a declarar...

 

Mas nada mesmo!

 

Camadas de Oreo

 

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1 embalagem de bolachas Oreo (16 bolachas)

1 embalagem de queijo-creme

250 ml de iogurte grego

Açúcar, mel ou xarope de ácer para adoçar

Compota de morango

 

Triturar as bolachas até parecerem terra 

Bater o queijo-creme com o iogurte e o adoçante escolhido. Não precisa ser muito porque as bolachas e a compota já são bem doces.

Numa taça ou copo pôr primeiro bolachas esmagadas, a seguir a mistura de queijo-creme e por cima uma colherada de compota. Repetir. (deu para quatro copos).

Levar ao frigorífico para refrescar.

 

Nota: Fiz dois com compota de morango e dois com geleia de amora

 

Qua | 19.08.15

che cosa fare...

 

Há ingredientes em certas receitas que nos lembram logo outros países. (…a sério? Sou só eu???)

No caso da Grécia, quando alguma coisa leva orégãos (e queijo Feta, vá) penso logo em comida grega. Se algum prato levar estragão, por exemplo, penso logo em comida francesa. Se leva tomate e manjericão, penso logo em comida italiana.

Conclusão: estou sempre a pensar em comida!!!

 

Frango à Italiana

 

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1 peito de frango do campo cortado em bifinhos pequenos

Sal, pimenta e sumo de limão q.b.

2 dentes de alho

4 tomates bem maduros picados

1 malagueta pequena

¼ de pimento vermelho em tirinhas

1 curgete pequena em rodelas

1 beringela pequena em quadrados

¼ de copo de vinho branco

3 raminhos de manjericão

Azeite q.b.

 

Temperar o frango com o sal, a pimenta, o sumo de limão e os dentes de alho bem picados.

No fundo de uma frigideira põe-se azeite e por cima os restantes ingredientes. Leva-se ao lume e tapa-se a frigideira com uma tampa deixando refogar em lume brando por cerca de 25 a 30 minutos.

Verificar o molho, se necessário pôr um pouco de água e rectificar os temperos (no meu caso não foi preciso, o tomate largou bastante suco).

 

Ter | 18.08.15

para variar...

 

Toda a gente já fez filetes. Toda a gente já fez salada de grão. Isto não é uma receita original.

E foi o almoço um destes dias 

 

Salada de Grão com Douradinhos

 

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Salada:

1 lata de gão-de-bico

1 tomate maduro em quadrados pequenos

1 cebola roxa pequena em rodelas

1 mão-cheia de folhas de rúcula

Azeitonas pretas

Sal, pimenta, azeite e sumo de limão q.b.

 

Douradinhos:

2 filetes de pescada cortados em bocados pequenos

Sal e pimenta q.b.

Sumo de um limão pequeno

4 colheres de sopa de farinha

1 ovo batido

Óleo para fritar

 

Misturar todos os ingredientes da salada e reservar para apurarem sabores.

Temperar os filetes com sal, pimenta e sumo de limão.

Passar por farinha e ovo batido e fritar em óleo de girassol.

Escorrer em papel de cozinha.

Servir com a salada de grão-de-bico.

 

Seg | 17.08.15

do que é bom

 

Sempre que vou à Galiza tenho que comer empanadas. Sejam de atum, de bacalhau com passas, de ‘berberechos’ (berbigão) ou de carne, tem mesmo que ser!

Vi esta receita e a massa pareceu-me bem fácil de fazer. Pareceu e é, não me lembro de fazer uma massa tão rápido e tê-la logo pronta a usar. Daí a uma mega empanada, foi o tempo de a cozer.

Bom apetite!

 

Empanada de Atum

 

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Massa:

500 grs de farinha de trigo

150 grs de óleo de girassol

150 grs de leite

1 ovo

1 pitada de sal

Recheio:

2 cebolas

100 ml de massa de tomate

1 colher de chá de pimentão doce em pó

3 latas de atum escorrido

6 tirinhas de pimento vermelho

1 pitada de sal

Azeite q.b.

Gema de ovo para pincelar

 

Numa bacia põe-se a farinha e faz-se um buraco no meio. Aí deitar os restantes ingredientes da massa. Segurar a bacia com uma mão e com a outra amassar, é muito rápido a massa fica logo numa bola. Tapar com um pano por uns 15 minutos.

 

Pôr o atum a escorrer (se for em azeite, pode-se aproveitar algum do azeite para refogar a cebola).

Picar a cebola e refogar num pouco de azeite até ficar translúcida. Adicionar o tomate o sal e o pimentão doce. Deixar refogar por uns minutos e adicionar o atum e as tirinhas de pimento. Mais dois ou três minutos ao lume e desligar. Deixar arrefecer.

 

Dividir a massa em duas partes (uma ligeiramente maior). Estender metade da massa e forrar um tabuleiro rectangular ou redondo. Por cima espalha-se o refogado de atum. Estende-se a restante massa e tapa-se o refogado. Fazer um rolinho para pôr à volta do tabuleiro. Com alguma massa que tenha sobrado pode-se fazer algo para enfeitar (eu fiz um arremesso de folhas  ). [E esqueci-me mas deve-se pincelar a massa com uma gema batida]

No meio da empanada abre-se um buraco para servir de chaminé e sair o vapor quando estiver a cozer.

Leva-se ao forno por uns 45 minutos ou até estar bem douradinha.

Deixar arrefecer ligeiramente e servir, como entrada ou com uma salada para uma refeição mais completa.

Pode-se congelar o que sobrar e depois aquecer no forno ou no micro-ondas.

 

Sex | 14.08.15

nomes e tal...

 

Tenho uma pereira. O meu último nome é Pereira. Não é por isso que a tenho mas acaba por combinar.

Este ano deu muitas peras, grandes e com aspecto de sãs quando se viam na árvore. Mais ao perto, via-se que tinham hóspedes e que se não fossem rapidamente gastas os ditos hóspedes eram capazes de dar cabo delas. E eu não ando a sustentar uma pereira o ano inteiro para depois não poder comer as peras que dá!

Por isso já fiz uma data de coisas com elas. Já se guardaram, já se deram e também já se fizeram experiências que saíram muito bem. Como esta receita.

 

Cobbler de Pera e Amoras

 

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5 peras

1 mão-cheia de amoras pretas

¼ de copo de açúcar amarelo

1 colher de chá de sumo de limão

2 colheres de chá de farinha Maizena

½ colher de chá de canela em pó

1 pitada de noz-moscada

 

Cobertura:

¼ de copo de açúcar amarelo

2 colheres de sopa de açúcar granulado

1 colher de chá de fermento em pó

1 pitada de sal

1 copo de farinha

75 grs de manteiga fria cortada em cubos

¼ de copo de água a ferver

 

Descascar as peras e cortar em quartos. Salpicar com o sumo de limão e envolver no açúcar amarelo, na farinha Maizena, canela e noz-moscada. Pôr num pyrex ou outra forma sem ser de metal. Espalhar as amoras sobre as peras.

Numa taça misturar a farinha, os açúcares, o sal e o fermento em pó. Adicionar a manteiga e com as mãos esfarelar de modo a ficar parecido com migalhas. Adicionar a água a ferver e misturar com uma colher ou garfo. Deitar às colheradas sobre as peras e amoras.

Levar ao forno médio por cerca de 30 minutos ou até estar a borbulhar e o topo dourado.

Servir morno ou frio. Excelente com uma bola de gelado de natas ou baunilha.

 

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Notas:

Receita inspirada nesta

 

O Cobbler é uma sobremesa típica do sul dos Estados Unidos da América

 

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 peras apanhadas com a 'ladra' 

Qui | 13.08.15

no talho

 

Quando vou ao talho da praça e peço febras, costumo dizer sempre que são para panar que é para escolherem as fininhas e mais bem cortadas. Se não disser nada mandam-me umas trancas de carne que depois nem sei bem para que servem…

Da última vez lá pedi as febras e recomendei que eram para panar. Escolheram umas tão direitinhas que em casa achei que tinha que fazer jus ao pedido e optei por fazer uns panados, embora não seja muito costume fazer fritos do género.

Mas de vez em quando lá calha e desta vez calhou mesmo bem!

 

Febras Panadas com Salva

 

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4 febras de porco pequenas

1 raminho de salva

1 colher de chá de piripiri

Sumo de limão q.b.

Sal q.b.

Pão de centeio seco para ralar

1 colher de sopa de sementes de linhaça raladas (opcional)

1 ovo

Óleo de girassol para fritar

 

Temperar as febras com o piripiri, o sal, o sumo de limão e a salva picada.

Ralar o pão seco num moinho de café (em alternativa usar pão ralado de compra mas garanto que o pão ralado em casa faz toda a diferença!). Adicionar ao pão as sementes de linhaça raladas.

Bater o ovo e passar as febras no ovo e seguidamente no pão ralado.

Aquecer o óleo numa frigideira e fritar os panados em lume brando (para não esturricar o pão ralado mas fritar bem a carne por dentro).

Escorrer em papel de cozinha e servir com mais limão.

 

Ter | 11.08.15

Siga!

Costuma-se dizer que na perfeição não se mexe mas sinceramente, com tantas acelgas tão coloridas para gastar, tive que as acrescentar a uma ‘espécie’ de Shakshuka, já que a original leva muito mais pimento.

Adoro este prato, é tão simples e no entanto é do mais reconfortante que há.

Shakshuka forever!!!

 

Shakshuka de Acelgas Coloridas

 

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1 cebola picada

2 colheres de sopa de azeite

2 tomates bem maduros

¼ de pimento vermelho

1 mão-cheia de talos de acelgas

1 colher de chá de piripiri

1 pitada de sal

3 ovos

Pimenta q.b.

 

Picar a cebola e alourar no azeite. Adicionar o pimento picado, os talos de acelgas cortados em rodelas e o tomate picado sem pele. Temperar com sal e piripiri.

Deixar refogar em lume brando até engrossar um pouco. Se necessário adicionar um pouquinho de água.

Quando estiver com um molho grossinho, adicionar os ovos, um de cada vez e tapar a frigideira com um testo grande. Deixar cozer os ovos de acordo com a preferência (mais ou menos líquidos), polvilhar com pimenta e servir com bastante pão estaladiço e um copo de vinho!

 

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(acelgas coloridas)

 

Seg | 10.08.15

cenas da vida da horta

 

As minhas acelgas são bastante produtivas. O problema é que há quem na horta goste mesmo muito delas e se consiga antecipar a mim na sua recolha. Falo dos caracóis, não sei se é o cheiro ou o que é mas não há folha de acelga que resista às suas investidas, ficam a parecer uma renda daquelas de bilros.

Nada que me incomode já que ponho na horta coisas suficientes para todos, até para dar, e arranjo sempre maneira de gastar o que sobra, que neste caso são os talos das acelgas.

Não digam nada aos caracóis, que é para mantermos esta harmonia, mas prefiro os talos às folhas 

 

Fitada de Acelgas

 

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1 cebola pequena

1 mão cheia de talos de acelgas

4 ovos

Salsa picada

Sal e pimenta q.b.

2 colheres de sopa de azeite

 

Picar a cebola e alourar no azeite. Adicionar os talos de acelga cortados em rodelas finas e temperar com o sal e a pimenta. Saltear até estar tenro, uns cinco minutos. Entretanto bater os ovos com uma pitada de sal e deitar sobre os talos de acelgas. Por cima polvilhar com salsa picada e tapar com um testo grande, deixando cozinhar em lume brando.

Verificar se parte de cima já não está líquida e retirar do lume.

Servir de imediato com uma salada de tomate bem maduro.

 

Sex | 07.08.15

isto promete

 

Imagino que por esse país fora estejam belíssimas temperaturas, a pedir mergulhos e muito protector solar.

Mas aqui, na zona onde vivo, as máximas para hoje são de 22ºC, com nortada... Yey!!!!

Por isso bolo 

 

(outro) Bolo de Banana

 

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2 ovos

100 ml de leite

1 colher de chá de vinagre

100 ml de óleo de girassol

2 a 3 bananas esmagadas

1 copo de açúcar amarelo

1 colher de chá de extracto de baunilha

2 copos de farinha

1 colher de chá de bicarbonato de sódio

1 pitada de sal

 

Numa tigela misturar o leite e o vinagre.

Aquecer o forno e untar uma forma de bolo inglês.

Numa taça bater os ovos com a mistura de leite e vinagre, e o óleo.

Adicionar as bananas esmagadas, o açúcar e a baunilha. Mexer bem.

Seguidamente adicionar a farinha com o bicarbonato e o sal. Envolver sem mexer demais.

Deitar na forma untada e levar ao forno por cerca de 50 minutos. Verificar com um palito se sai seco. Retirar do forno e deixar arrefecer sobre uma rede.

 

Qui | 06.08.15

às vezes

Há comidas que são mais dos dias frios mas de vez em quando, em pleno verão, apetecem.

Foi o caso deste coelho que me deram e que por vir já a descongelar, teve que ter destino rápido.

 

Coelho com Molho de Alho

 

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1 coelho

5 dentes de alho

Farinha

Sal e pimenta

Azeite

200 ml de vinho branco

200 ml de água

1 ramo de carqueja

1 ramo de tomilho

Sumo de ½ limão

100 ml de natas (usei de soja)

1 colher de sopa de mostarda

 

Temperar o coelho cortado em pedaços com sal e pimenta. Passar pela farinha e sacudir o excesso.

Num tacho largo aquece-se azeite e aloura-se o coelho. Adicionam-se os dentes de alho picados e o vinho. Deixa-se evaporar e junta-se a água, a carqueja e o tomilho e rectificam-se os temperos.

Deixa-se estufar com o tacho tapado até o coelho estar tenrinho, se necessário acrescenta-se mais um pouco de água.

Quando estiver cozido salpica-se o sumo de limão por cima. Misturam-se as natas com a mostarda e junta-se ao molho do coelho, mexendo para dissolver.

Servir com arroz frito e espinafres salteados.

 

Ter | 04.08.15

novas oportunidades

 

Não sou muito fã de alguma cozinha asiática, nomeadamente da que vem do Japão e da Tailândia. Não é que as conheça muito bem mas assim à primeira vista não me agradam e pronto.

Mas de vez em quando é preciso dar novas oportunidades aos nossos preconceitos e por isso aqui está um prato ao estilo japonês que ficou mesmo bom.

 

Salmão Teriyaki

 

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2 tranches de salmão

2 colheres de sopa de molho de soja

2 colheres de sopa de vinho de arroz

1 colher de chá de mel

1 colher de sopa de óleo de sésamo (opcional)

1 colher de sopa de gengibre ralado

1 colher de sopa de azeite

Sementes de sésamo q.b.

 

 

Misturar o molho de soja com o vinho de arroz, o óleo de sésamo, o mel e o gengibre ralado. Envolver nas tranches de salmão e deixar tomar gosto por uns 20 minutos.

Numa frigideira aquecer o azeite e fritar o salmão em lume brando para não queimar (como tem mel tem tendência a ficar logo bastante escuro). Quando estiver de um lado vira-se para o outro e deixa-se estar mais um ou dois minutos.

Servir com batata e feijão verde cozidos polvilhado com sementes de sésamo.

 

Nota: se não tiver vinho de arroz pode ser usado vinho branco

 

Seg | 03.08.15

o supra-sumo

 

Um melão a cair de maduro, e tão doce que até enjoava (nunca se está bem, se não é doce é porque parece uma cabaça…)

 

Sumo de melão

 

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No liquidificador põe-se pedaços de melão bem fresco e um pouco de água ou chá verde.

Triturar e adicionar mais água ou gelo para ficar com a consistência desejada.