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Belita, a Rainha dos Couratos

Belita, a Rainha dos Couratos

Sex | 30.01.15

atrevam-se!

 

Mais uma sobremesa rápida e saudável.

Gosto muito de ter estas belezuras para os ataques nocturnos ao frigorífico. Sempre fazem melhor do que um pacote de batatas fritas!

 

Mousse de Chia

 

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1 copo de leite (de vaca, de aveia, de soja ou outro)

¼ de copo de sementes de chia

1 colher de sopa de cacau em pó

Adoçante a gosto (mel ou açúcar)

200 ml de leite de coco

2 colheres de sopa de mel

 

Misturar o leite com as sementes de chia e o cacau. Adoçar a gosto com mel ou outro adoçante à escolha.

Deixar engrossar por cerca de uma hora no frigorífico.

Deitar em taças às colheradas.

Por cima põe-se um creme feito com o leite de coco batido com mel.

 

Nota: Pôr uma lata de leite de coco no frigorífico por umas horas. Normalmente fica com o creme na parte de cima e o líquido em baixo. Retirar apenas o creme para fazer uma espécie de chantilly.

 

Qui | 29.01.15

das memórias...

 

Há muitos muitos anos era uma princesa e estava num palácio…

Não, a parte de ser uma princesa nem por isso mas trabalhei num palácio.

Claro que na altura não dei nenhuma importância ao facto de trabalhar num sítio tão bonito e com tanta História mas é assim, quando somos ‘teenagers inconscientes’ tendemos a não dar valor ao momento que estamos a viver.

Isto para dizer que trabalhei com pessoas muito interessantes (a maioria nunca se cruzaria na minha vida noutras circunstâncias) e uma dessas pessoas deu-me esta receita.

Está aqui, tal e qual como está no cartãozinho que me deu.

 

Galinha Corada

 

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Cortar meia galinha caseira (ou de compra) aos bocados.

Vai ao lume em água abundante temperada com sal até estar cozida.

Retirar da água e temperar com alho, sal, pimenta, colorau e vinho branco.

Põe-se num tabuleiro e por cima põem-se bocadinhos de manteiga. Vai ao forno até alourar.

 

Nota: com a água de cozer a galinha pode-se fazer um arroz

 

Qua | 28.01.15

perishable thoughts...

 

As couves-de-bruxelas são uma espécie de repolho em miniatura e normalmente só as encontremos à venda congeladas (ou frescas - muito raramente).

Se calhar há por aí muita gente que não sabe como é que elas crescem… eu pelo menos, até ver umas que plantei ganharem forma, não fazia ideia que era assim que cresciam.

Vão nascendo estes mini repolhinhos ao longo do pé da couve, logo acima de uma folha de tamanho normal. Mesmo estranho, nunca tinha visto.

Agora as couves… as que se compram congeladas não são o melhor petisco que se possa imaginar, não são… mas a versão fresca, pelo menos a versão fresca que saiu da minha horta, é mesmo boa.

E porque é que se chamam couves-de-bruxelas, perguntam vocês. Pois chamam-se assim porque é exactamente de Bruxelas que são oriundas, quem diria? Ele há com cada coincidência… E já são conhecidas por lá desde o século XIII.

Como todas as verduras da família das Brassica olerácea, as couves-de-bruxelas são ricas em fibras e antioxidantes, são anti-inflamatórias, ajudam na digestão e além de outros benefícios protegem os olhos contra as cataratas e degeneração macular.

 

Couves-de-bruxelas

 

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Quem tiver uma horta já sabe: toca a plantar couves-de-bruxelas, além disso ocupam muito menos espaço do que os ‘outros’ repolhos!

 

Ter | 27.01.15

almoços portáteis #11

 

As saladas não têm que significar comida gelada, cheia de maionese e a pedir um copo com uma bebida fria. Não. Também há saladas para dias frios que, embora à temperatura ambiente, são bem agradáveis e não nos fazem confundir as estações.

Estamos no Inverno…

 

Salada de Arroz Selvagem

 

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Arroz selvagem cozido

Folhas de alface cortadas em tiras

Nozes tostadas

Bagos de romã

Queijo Feta

 

Azeite, vinagre e molho de soja

 

Juntar os ingredientes para a salada e temperar com a mistura de azeite, vinagre e molho de soja.

Servir à temperatura ambiente.

 

Nota: Em vez de arroz selvagem pode ser usado arroz de outro tipo, cuscuz, massa, etc.

Seg | 26.01.15

brrrr

 

Para quem aprecia uma comida retemperadora para estes dias de gelo, nada melhor do que uma tigela disto com um belo naco de pão.

Não é preciso mais nada! Ah, talvez um copo de vinho tinto venha a calhar…

 

Feijão à Pássaro (Fagioli all’uccelletto)

 

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1 lata pequena de feijão branco

1 lata pequena de tomate em pedaços

3 dentes de alho

1 raminho de sálvia

1 pitada de sal

Azeite q.b.

 

Numa sertã alouram-se os dentes de alho com a sálvia no azeite. Junta-se o tomate em pedaços e o sal e deixa-se refogar até ficar um molho grosso. Juntar os feijões escorridos e deixar apurar por mais uns minutos, mexendo de vez em quando.

 

Nota: esta receita típica da Toscânia, Itália, veio daqui.

 

Sex | 23.01.15

Nhack!

 

Ainda anda toda a gente a tentar seguir as resoluções de fim de ano, sem descarrilar?

Eu não tive resoluções de fim de ano, espero cada dia como ele se oferecer, sol ou chuva. Mas mesmo depois do choque calórico que foram as festas, não quero deixar de comer coisas boas por isso procurei (e encontrei) uma receita descomplicada e carregadinha de coisas saudáveis, seja para uma merendinha nocturna, lanche a meio da manhã ou após exercício, para quem o faz.

 

Barrinhas de Aveia

 

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1 copo de tâmaras

¼ de copo de mel

¼ de copo de manteiga de amendoim

1 copo de amêndoas tostadas e grosseiramente picadas (com pele)

1 e ½ copos de flocos de aveia

2 colheres de sopa de arandos secos (cranberries) - opcional

 

Tostar as amêndoas no forno ou numa frigideira. Atenção para não queimar.

Retirar os caroços às tâmaras e cortar em pedaços. Pôr de molho num bocadinho de água por dez minutos para amolecerem. Escorrer e pôr as tâmaras no copo do robot e picar até ficar uma pasta (se necessário juntar uma colher de sopa desta água).

Num tachinho derreter a manteiga de amendoim juntamente com o mel.

Retirar as tâmaras do robot, pôr numa taça e juntar a aveia, as amêndoas e os arandos secos. Adicionar a mistura de mel e manteiga de amendoim e mexer bem com uma colher de pau.

Forrar um tabuleiro com papel vegetal e deitar a massa no tabuleiro. Espalhar bem e pressionar muito bem para que não fique solta.

Levar ao frigorífico por uma a duas horas e retirar, cortando barrinhas do tamanho desejado (cortei 15).

 

Nota: Podem ser utilizados outros ingredientes em substituição: nozes, passas, pepitas de chocolate, cajus, sementes de abóbora, girassol, chia, etc.

 

Qui | 22.01.15

conforto à mesa

 

Uma receita em que as instruções são fáceis de seguir e os ingredientes são dos que normalmente há à mão. Experimentem, fica uma carne muito suculenta e deliciosa.

A receita foi copiada desta, a única diferença foi que fiz apenas metade.

A repetir!

 

Lombinho de Porco

 

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1 lombinho de porco

2 copos de vinho branco

Sumo de uma laranja

2 colheres de sopa de molho Inglês

2 dentes de alho

1 folha de louro

1 colher de sobremesa de massa de pimentão

2 cebolas roxas

Sal, azeite e coentros q.b.

 

Põe-se o lombinho num tabuleiro para ir ao forno. Tempera-se com sal, vinho, sumo de laranja e molho Inglês. De seguida os dentes de alho esmagados e a folha de louro cortada em dois.

Depois barra-se a massa de pimentão na carne e por cima deitam-se umas goladas de azeite e os coentros picados.

Leva-se ao forno 40 minutos. Retira-se, corta-se a carne em fatias do tamanho desejado, rega-se com o molho e acrescentam-se as cebolas cortadas em quartos. Vai novamente ao forno por mais uns 20 minutos.

Retira-se e serve-se com arroz ou batatas e uma salada ou verduras cozidas.

  

Qua | 21.01.15

perishable thoughts...

 

Vulgarmente conhecida por couve-galega (Brassica oleracea var. acephala) a couve do caldo verde é muito comum no nosso país e além de utilizada para fazer esta sopa tradicional, também é usada noutros pratos como a feijoada e até no cozido, dependendo da zona do país.

Quem já comeu a famosa feijoada à brasileira, sabe que esta couve salteada é um dos acompanhamentos que não pode faltar.

Muito rica em vitaminas A e C, betacaroteno, ácido fólico, ferro e cálcio, o seu consumo ajuda a manter um sistema imunitário saudável e crê-se que a ingestão de couves de folha escura, como é o caso da couve-galega, pode ajudar a reduzir o risco de cancro no estômago, intestinos, cólon e mesmo o cancro da mama.

Esta couve, que não se apanha toda mas sim as folhas consoante a necessidade, pode durar anos e atingir altura superior a dois metros, e não é preciso ir ao Entroncamento para  encontrar destas 

 

Couve-galega

 

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Estas folhas que aqui mostro, são as duas de couve-galega, só que uma é rendilhada por natureza e a outra foi rendilhada com a ajuda dos caracóis 

 

Ter | 20.01.15

diz que sim...

O bacalhau pode querer alho mas no meu entender, quer é azeite. Muito!

E se também houver broa caseira para finalizar, quem não quer?

Esta receita tem vários passos mas não é nada complicada de fazer.

Experimentem.

 

Bacalhau com Espargos

 

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20 batatinhas pequenas

2 postas altas de bacalhau

1 molho de espargos

1 cebola bem grande

2 dentes de alho

Azeite

Sal e pimenta q.b.

50 grs de broa ralada ou esfarelada

 

Lavar e retirar alguma impureza das batatas mas sem as descascar, dar-lhes um golpe e cozer num tacho juntamente com as postas de bacalhau e sal, se necessário.

Como o bacalhau coze mais rápido, retirar mal esteja pronto e continuar a cozer as batatas que por estarem inteiras demoram um pouco mais.

Uns cinco minutos antes de as batatas estarem cozidas, juntar os espargos e deixar cozer.

Entretanto lasca-se o bacalhau, retirando peles e espinhas.

Cortar a cebola às rodelas e levar ao lume com bastante azeite para fazer uma cebolada. Quase no fim juntar o alho também em rodelas. Reservar.

Retirar os espargos do tacho. Retirar também as batatas, dar um murro em cada uma e colocar no fundo de um tabuleiro de cerâmica.

Por cima espalhar as lascas do bacalhau e sobre as lascas os espargos cortados ao meio no sentido do comprimento.

Deitar a cebolada sobre os espargos e polvilhar com a broa ralada e pimenta fresca.

Levar ao forno por cerca de meia hora a alourar.

 

Nota: em vez de espargos podem-se usar grelos

 

Seg | 19.01.15

começar bem

 

Não sei se este é detox como os sumos que estão na moda agora.

Sei que é bom, muito bom, e que é uma maneira excelente de começar o dia!

 

Sumo de Beterraba e Mirtilos

 

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1 rodela de beterraba cozida

1 mão-cheia de mirtilos (usei congelados)

1 colher de chá de gengibre fresco ralado

250 ml de sumo de tangerina (ou laranja)

3 colheres de sopa de iogurte grego

 

No liquidificador juntar todos os ingredientes e liquidificar até ficar um sumo espesso.

 

Nota: a beterraba também pode ser crua

Sex | 16.01.15

é isso...

 

Não sei se com vocês é assim mas para mim Janeiro é um mês muito grande e não posso passá-lo sem biscoitos. É que não posso, pronto!

 

Biscoitos de Aveia e Chocolate

 

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100 grs de manteiga amolecida

100 grs de açúcar amarelo

1 ovo grande, batido

1 colher de chá de essência de baunilha

150 grs de farinha

½ colher de chá de fermento em pó

100 grs de flocos de aveia

100 grs de chocolate preto cortado em quadradinhos

 

Bater a manteiga com o açúcar, adicionar o ovo e baunilha e mexer. Juntar a farinha com o fermento e mexer bem para envolver tudo. Adicionar a aveia e o chocolate (podem ser usadas pepitas).

Retirar colheradas da massa e enrolar com as mãos. Achatar e pôr em tabuleiros forrados com papel vegetal e levar ao forno, 180ºC, por cerca de 15 minutos ou até estarem bem dourados.

 

Qui | 15.01.15

assados

Um dia destes comprei uma coxa de peru, daquelas grandes, com a intenção de lhe retirar o osso em casa. Não é nada complicado, apenas temos que ter uma faca bem afiada.

Foi a primeira vez que desossei qualquer coisa e realmente é tão fácil como parece quando se vê na televisão ou no talho. Apenas demora mais pela falta de prática.

 

Coxa de Peru enrolada

 

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(cozer os ossos do peru em água para aproveitar o caldo para o molho)

 

1 coxa de peru desossada

Raminhos de tomilho

Sementes de funcho (erva-doce)

1 cabeça de alho

Sal e pimenta q.b.

1 batata grande com pele

1 mandioca descascada (opcional)

Azeite q.b.

Vinho branco q.b.

Caldo de cozer os ossos q.b.

1 tangerina

 

Estender a coxa de peru numa tábua de cozinha e temperar com sal, pimenta, folhas de tomilho e sementes de funcho esmagadas. Enrolar e atar com fio de cozinha (pode ser com fio dental).

Temperar do mesmo modo por fora e pôr num tabuleiro para ir ao forno juntamente com os dentes de alho inteiros e a batata e a mandioca cortadas em quartos.

Pôr vinho branco, caldo e azeite no fundo do tabuleiro. Por cima do rolo de peru espreme-se uma tangerina cortada em duas e põem-se as duas metades sobre o rolo, para dar gosto.

Leva-se ao forno por cerca de duas horas, a primeira hora coberto com papel de alumínio e o restante tempo sem nada por cima para tostar. Verificar se mantém molho, senão acrescenta-se caldo de cozer os ossos, pouco a pouco.

Retirar do forno e remover o fio, cortar em fatias finas e servir.

Excelente acompanhado de esparregado.

 

Nota: As sobras dão umas sandes top!

 

 

Qua | 14.01.15

perishable thoughts...

 

O nabo (Brassica napus L.) é talvez a verdura que mais detesto comer. Só lhe gosto da cor...

Não acho piada nenhuma ao sabor do dito apesar de o usar em sopas, bem trituradinho e misturado com outros ingredientes que é para nem se dar por ele.

Bastante rico em cálcio, potássio e vitamina C, tem apenas 35 calorias por 100 gramas.

Mas porque é que o chocolate não é assim???

É o verdadeiro alimento de inverno pois é em baixas temperaturas que melhor cresce, e as suas folhas são excelentes preparadas de várias formas, embora a mais tradicional seja  em sopa. Em Gondomar têm até um Festival Gastronómico intitulado “Hoje há Caldo de Nabos”.

Nabos há muitos, uns são redondos, outros mais afunilados e depois há os que não se sabe bem porque saíram assim, cheios de brotoejas 

 

Nabos

 

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Ter | 13.01.15

ligeirinho

Enquanto a massa coze, faz-se isto.

Rápido.

Eficaz.

Saboroso.

 

Camarão Scampi

 

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1 colher de sopa de manteiga

2 colheres de sopa de azeite

250 grs de camarão grande descascado

3 dentes de alho

1 pitada de piripiri

¼ de copo de vinho branco

¼ de copo de sumo de limão

Sal q.b.

1 colher de chá de raspa de limão

1 colher de sopa de salsa picada

Massa à escolha (usei esparguete colorido)

 

Enquanto a massa coze em água abundante temperada com sal, põe-se o azeite e manteiga numa sertã e quando derretido junta-se o camarão, os dentes de alho picados e o piripiri.

Cozinhar até os camarões ficarem rosados e juntar o vinho e o sumo de limão. Deixar evaporar por uns minutos e temperar com sal a gosto.

Envolver com o esparguete escorrido e salpicar com salsa e raspa de limão.

Servir de imediato.

 

Seg | 12.01.15

bela piza

É raro fazer pizas e quando faço confesso que não perco tempo a fazer a massa, até porque quando apetece de repente uma piza, não dá para estar à espera que a massa levede.

Por norma compro no supermercado e até agora não me dei mal.

 

Piza de cebola roxa e nozes

 

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2 cebolas roxas

50 ml de azeite

1 bola de queijo mozarela

30 grs de queijo cheddar ralado

75 grs grs de queijo ralado (usei flamengo)

2 colheres de sopa de nozes picadas

Pimenta moída

1 base de pizza (usei de compra)

 

Alourar a cebola em azeite, cortada em rodelas finas até estar escura e quase caramelizada, mais de quinze minutos, mexendo para não pegar.

Deitar a cebola caramelizada sobre a base da piza. Por cima pôr bocados do queijo mozarela fresco e os restantes queijos ralados. Polvilhar com as nozes picadas e temperar com pimenta preta moída de fresco.

Levar ao forno até derreter os queijos.

 

Nota: podem usar-se outros queijos

 

 

 

 

Sex | 09.01.15

ahhhhhhhhhhhh

Gosto muito de coisas doces. Mas não podem ser muito doces, por exemplo: não gosto muito de pão de ló com pito, de ovos moles, nem das nossas tão tradicionais receitas conventuais que levam açúcar às carradas.

Mas gosto de doces. Se forem ácidos também, ainda melhor.

Como este bolo, copiado de um que uma colega uma vez levou para um almoço. Apenas substituí uma embalagem de queijo-creme por uma de queijo Quark, que é muito mais magro.

 

Cheesecake com calda de mirtilos

 

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Base:

8 bolachas digestivas

1 ½ colher de sopa de manteiga

 

Recheio:

250 grs queijo-creme para barrar (tipo Philadelphia)

250 grs de queijo Quark

½ chávena de açúcar

1 ½ colher de sopa de farinha

1 colher de chá de extracto de baunilha

2 ovos

100 grs de iogurte grego natural

 

Cobertura:

200 grs de mirtilos

50 grs de açúcar

Água q.b.

 

Reduzir a bolacha a pó e misturar a manteiga até formar uma pasta. Forrar o fundo da forma com a mistura da bolacha. Levar ao frigorífico enquanto se prepara o recheio.

Numa taça misturar os queijos, o iogurte, açúcar, farinha e baunilha até que a mistura esteja leve e fofa. Adicionar um ovo de cada vez, misturando bem.

Deitar sobre a base de bolacha e levar ao forno durante mais ou menos 1 hora. Retirar e deixar arrefecer.

Entretanto levar um tachinho ao lume com os mirtilos, o açúcar e um pouquinho de água. Deixar levantar fervura e apurar por uns cinco minutos.

Arrefecer e pôr sobre o bolo quando também estiver frio.

Servir fresco.

 

Nota: encontra-se o queijo Quark no Lidl, uma embalagem de 250 grs custa cerca de 0,59€

 

Qui | 08.01.15

das sobras...

Quando sobra uma coxa de coelho assado e pouco mais, que é que se faz? Um pastelão? Uma sandes? Deita-se fora?

Não, faz-se um caril de aproveitamentos. E pensa-se que para a próxima até se vai assar coelho a mais para poder fazer isto outra vez!

 

Caril de Coelho

 

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1 cebola pequena picada

1 dente de alho picado

2 colheres de sopa de óleo de girassol

1 colher de chá de caril em pó

1 malagueta (opcional)

150 grs de coelho desfiado

½ copo de água (cerca de 120 ml)

3 colheres de sopa de natas (usei de soja)

1 colher de sopa de salsa picada

1 colher de sopa de pistachos

1 colher de sopa de passas

 

Alourar a cebola e o alho no óleo. Juntar o caril em pó e a malagueta e mexer. Juntar também a carne de coelho desfiada e deixar aquecer e apurar juntando golinhos de água de quando em quando.

Adicionar as natas, a salsa, os pistachos e as passas. Deixar levantar fervura e servir de imediato com arroz.

 

Nota: pode ser usada qualquer carne desfiada em vez de coelho

 

Qua | 07.01.15

perishable thoughts...

A Tângera é, ao que parece, a mistura de uma tangerina e de uma laranja (C. reticulata × C. sinensis).

Não é fruto que se encontre por aí à venda, a não ser em mercados de lavradores.

Adoro o cheiro da tângera embora seja daqueles que se pega às mãos e dura todo o dia.

Outra das suas características é ter montes de pevides, mesmo muitas!

Como os restantes citrinos, é uma excelente fonte de vitamina C e tem muita fibra, principalmente na membrana que é outra das suas características: tem uma membrana branca que quando se descasca tem a tendência a ficar agarrada aos gomos. Mas não é amarga.

O sabor é diferente do dos outros citrinos, se puderem provem, em sumo é uma maravilha!

 

Tângeras

 

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 (estas foram-me dadas pela minha vizinha)

 

Ter | 06.01.15

entrar nos eixos...

O alabote é um peixe magro, de carne muito branca e textura muito suave.

Vende-se em supermercados ou casas de peixe congelado.

Uma boa alternativa aos filetes de pescada. A receita veio daqui.

 

Filetes de Alabote

 

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4 filetes de alabote

3 colheres de sopa de manteiga

¾ de copo de pão de véspera ralado

1 dente de alho ralado

1 colher de sopa de salsa picada

1 colher de sopa de azeite

Sal e pimenta preta q.b.

 

Numa pequena caçarola ou frigideira derrete-se a manteiga em lume brando. Após ter derretido começa a formar uma espuma, continua ao lume até que a parte sólida da manteiga fique no fundo da frigideira e a parte líquida esteja bem dourada.

Vira-se a parte líquida para uma taça e reserva-se (a parte castanha deita-se fora).

Limpa-se a frigideira com um papel de cozinha e vai novamente ao lume com o pão ralado e o alho ralado. Vai-se mexendo até estar tostado, cerca de 5 minutos. Adiciona-se a salsa picada, retira-se do lume e adiciona-se a manteiga derretida. Reserva-se.

Temperam-se os filetes com sal e pimenta preta e fritam-se no azeite por dois ou três minutos de cada lado, dependendo da grossura dos filetes.

Põe-se a mistura de pão ralado tostado e manteiga por cima dos filetes e servem-se com batata cozida e verduras.

 

Nota: esta receita pode ser feita com outro tipo de filetes

 

 

 

Seg | 05.01.15

a abir as hostilidades :)

Adoro sopa de lentilhas. Se forem das vermelhas então, ainda melhor. Estão descascadas, não necessitam de ser demolhadas e cozem super rápido. Além disso dão uma cor muito bonita a qualquer sopa, como esta que vos apresento e que foi adaptada desta receita.

 

Creme de Lentilhas Vermelhas e Caril

 

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2 colheres de sopa de azeite

1 cebola

1 alho-francês

1 nabo pequeno

2 cenouras

1 batata

100 grs de lentilhas vermelhas

1 colher de chá de caril em pó

Sal q.b.

750 ml de água a ferver

 

Passar as lentilhas por água, escorrer e reservar.

Alourar a cebola e o alho-francês no azeite. Adicionar o caril e mexer.

Juntar os restantes ingredientes cortados em pedaços, envolver e adicionar a água a ferver. Deixar cozer tudo por cerca de 25 minutos e depois passar com a varinha mágica.

Servir com queijo Feta e coentros picados.

 

Nota: se preferirem uma sopa mais líquida, pôr até um litro de água