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Belita, a Rainha dos Couratos

Belita, a Rainha dos Couratos

Sex | 30.08.13

ai tantas!

Peras, peras e mais peras. Gastar o máximo possível, aproveitando as que caíram com o vento, as tocadas e as bichadas.

Esta receita veio mesmo a calhar!

Com ela me vou, a banhos.

Até breve!

 

Bolo de Pera e Pedacinhos de Chocolate

 

 

 

2 copos de farinha

2 colheres de chá de fermento em pó

1 pitada de sal

100 grs de manteiga amolecida

¾ de copo de açúcar amarelo

2 ovos grandes

½ copo de puré de pera

2 colheres de chá de extracto de baunilha

2 peras grandes descascadas e cortadas em quadradinhos

100 grs de chocolate negro cortado grosseiramente

 

Aquecer o forno e untar uma forma de bolo inglês.

Numa taça misturam-se a farinha, o fermento em pó e o sal.

Bater a manteiga com o açúcar até obter um creme.

Juntar os ovos, um de cada vez e mexer. Adicionar o puré de pera e o extracto de baunilha e ir juntando a farinha mexendo bem para não ganhar grumos.

Envolver as peras e o chocolate na massa. Deitar na forma e levar ao forno por cerca de 45 minutos, verificar com um palito.

Retirar do forno, deixar arrefecer por dez minutos e retirar da forma.

 

Nota: O puré de pera faz-se cozendo uma pera descascada num pouquinho de água e esmagando depois com um garfo. A receita original diz para usar puré de maçã mas as peras são tantas, tenho mesmo que gastar à farta!

 

Qui | 29.08.13

e para acompanhar...

Este prato foi feito quase sem pensar e ficou tão bom que tive que fazer novamente no dia seguinte para ver se ainda me lembrava de como tinha feito e tomar nota da receita.

Faz um acompanhamento bestial para grelhados e não dá mesmo trabalho nenhum a fazer.

Ah, e dá para praticarmos aquela coisa de pegar na frigideira e fazer saltar os legumes no ar como os verdadeiros Chef’s!

Lindo!

 

Legumes Salteados

 

(antes de ir ao lume) 

 

1 cebola

1 dente de alho

1 talo de aipo

1 malagueta verde

¼ de pimento vermelho

2 tomates médios

1 curgete

250 grs de cogumelos

1 raminho de tomilho

Sal

Azeite

 

Cortar a cebola em meias luas e o  dente de alho, o aipo e a malagueta em rodelas finas.

Cortar o pimento em tiras muito finas, o tomate em meias luas e a curgete e os cogumelos em quartos.

Pôr tudo numa frigideira larga, temperar com sal e espalhar o tomilho sobre os legumes. Pôr um pouco de azeite sobre tudo e levar ao lume.

Abanar a frigideira de vez em quando para misturar os ingredientes e retirar do lume enquanto estiver ainda rijinho (não se pretende espapaçar esta mistura).

 

Nota: acrescentei alguns tomatinhos pequeninos cortados ao meio.

 

Qua | 28.08.13

perishable thoughts...

Quando sou convidada para ir a casa de alguém para passar uns dias, não gosto de ir de ‘mãos a abanar’, como se costuma dizer.

Por norma levo algum bolo já cortado numa lata, ou biscoitos, compotas, queijos, vinho, etc.

Posso também levar uns pacotes de chá (mas é por mim, que sou aficionada) e chocolates ou bombons. Não levo tudo ao mesmo tempo, atenção, mas gosto de fazer esses mimos a quem me convida.

Normalmente ofereço-me para cozinhar embora também goste de ficar apenas à espera do que vão pôr na mesa.

Quando me ofereço para cozinhar acabo por ficar em êxtase por não ter à mão os utensílios e condimentos com que estou habituada a cozinhar mas acaba por ser sempre uma maneira criativa de fazer coisas que não faríamos habitualmente.

Isto a propósito de um artigo que li no blogue do David Lebovitz onde diz que quando vai a casa de familiares ou amigos (ele vive em Paris) costuma ir carregado com coisas que vão desde a cafeteira a sal (!!!), passando por facas e frigideiras.

Obviamente houve logo comentários a dizer que isso era muito desagradável, que dava a ideia de que os anfitriões não tinham coisas em condições para receber as visitas e outros que louvavam a sua atenção e simpatia por levar as tais coisas.

Por mim, se um Chef que já escreveu uma data de livros de cozinha viesse como convidado a minha casa, ele até podia trazer a sua cozinha completa que eu não me importava nadinha!

 

 

 

Ter | 27.08.13

para reis e rainhas

Há receitas que apareceram por necessidade, outras têm uma história e outras ainda têm um propósito.

Esta receita, Poulet Reine Elizabeth também conhecida por Coronation Chicken, foi servida a 300 convidados no almoço que se seguiu à coroação da Rainha Isabel II, em 1953. Bem antiga!

Para ser servida a convidados tão diferentes, teria que ser algo que fosse do agrado de todos e por isso a escolha recaiu no frango e, embora leve um pouco de caril, o seu sabor é muito subtil e exótico.

Obviamente na receita original não foram usadas sobras (o país estava em recuperação da guerra mas mesmo assim era a coroação da rainha!!!) mas é uma receita que se presta mesmo ao uso de sobras de frango, seja cozido, assado, de churrasco ou mesmo de espetadas, que foi o que usei.

 

Frango da Coroação

 

 

300 grs de frango cozinhado

1 cebola pequena picada muito finamente

1 colher de sopa de óleo de girassol

1 colher de sopa de tomate concentrado (pasta de tomate)

1 colher de sobremesa de caril em pó

¼ de copo de vinho (usei tinto)

Sumo de meio limão

1 a 2 colheres de sopa de compota de nectarinas

4 colheres de sopa de maionese

2 colheres de sopa de amêndoas laminadas tostadas

 

Fatias de pão de forma de cereais e sementes

Rúcula

 

Alourar a cebola no óleo. Juntar o tomate concentrado e mexer. Adicionar também o caril e o vinho e deixar fervilhar até reduzir para metade. Deixar arrefecer.

Numa taça mistura-se a maionese com a compota e o sumo de limão. Adiciona-se a mistura da cebola e caril que entretanto arrefeceu e mexe-se para misturar bem. Junta-se o frango desfiado e cortado em bocadinhos e também as amêndoas.

Fazem-se as sanduiches com esta mistura e também com umas folhas de rúcula ou outra verdura.

 

Notas:

Receita adaptada. A receita original leva compota de damascos mas usei de nectarinas que era o que tinha.

Pode ser servido com arroz e uma salada, em vez de recheio de sanduiches.

 

Seg | 26.08.13

agora no forno

Para aproveitar o forno aceso num dia de verão temos que fazer uso dele ao máximo.

Já que vai aquecer ainda mais a casa, que seja por razões válidas!

 

Mistura de tomatinhos assados

 

 

1 mão cheia de tomates cereja, uva, etc.

1 pitada de sal

Azeite q.b.

Vinagre balsâmico q.b.

 

Forrar um tabuleiro de ir ao forno com papel vegetal. Espalhar os tomatinhos e salpicar com o sal. Verter um pouco de azeite sobre os tomates e levar ao forno por 20 a 30 minutos.

Retirar do forno e salpicar com vinagre balsâmico.

Servir como acompanhamento a carnes grelhadas.

 

Sex | 23.08.13

para o fim de semana

Passada a fase dos pêssegos-careca, foi a vez dos pêssegos ditos normais chegarem com toda a força.

Comidos de muitas maneiras, esta foi uma das melhores.

 

Tarte de Pêssego e Amêndoa

 

 

1 base de massa quebrada

5 pêssegos maduros

2 ovos

1 dl de natas

1 colher de chá extracto de baunilha (opcional)

5 colheres de sopa de açúcar

3 colheres de sopa de amêndoa ralada

1 colher de sopa de sementes de linhaça raladas

 

Estender a massa numa forma de tarte.

Descascar os pêssegos e cortar em fatias finas.

Bater os ovos com o açúcar, as natas, a baunilha, a amêndoa e a linhaça raladas.

Dispor as fatias de pêssego sobre a massa da tarte. Por cima deitar o creme de ovos.

Levar ao forno até estar dourado, cerca de 25 minutos.

Servir frio.

Qui | 22.08.13

enroladinho

Não dá trabalho nenhum a fazer e fica excelente, um mimo!

 

Rolinhos de Frango Recheados

 

 

100 grs de queijo fundido (tipo Philadelphia)

4 folhas de manjericão

4 hastes de cebolinho

1 alho ralado

Pimenta

2 bifes de frango

2 fatias de presunto largas

Sal q.b.

Folhas de espinafre

2 colheres de sopa de azeite

1 colher de sopa de manteiga

 

Picar as folhas de manjericão e o cebolinho. Misturar no queijo e adicionar o alho ralado. Temperar com pimenta preta moída na hora. Reservar.

Temperar os bifes de frango com umas pedrinhas de sal.

Numa tábua põe-se as fatias de presunto (separadas) e por cima de cada um bife de frango.

Por cima dos bifes espalha-se a mistura de queijo (sobra alguma e é óptima para barrar em tostas).

Por cima do queijo põem-se as folhas de espinafre (usei umas 30 ou 40). Enrolam-se os bifes com o presunto e prende-se com palitos ou ata-se com fio.

Leva-se ao lume numa frigideira com o azeite e manteiga (ou margarina) e vai-se virando para fritar por todos os lados.

Servir com puré de batata e ervilhas tortas ou feijão verde.

 

Qua | 21.08.13

perishable thoughts...

Sou daquelas pessoas que quando vê uma semente de alguma coisa estranha, exótica, diferente, quer semear isso na horta a ver o que dá.

Sou talvez o pesadelo para companhias como a Monsanto, que pretende ter o domínio e a tutela de tudo o que são sementes ao cimo da terra e que cada semente exista e seja criada apenas no lugar de onde é proveniente.

Não concordo com isso, acho que as sementes devem ser livres como o vento (aliás, algumas aparecem em sítios estranhíssimos e longe do seu habitat natural exactamente levadas pelo vento ou por cursos de água ou mesmo nas fezes dos animais). A natureza é assim, e nós podemos dar uma ajudinha!

Já sabem: se eu for presa, como não fumo, podem levar bolos!

 

Das coisas ‘esquisitas’ que já tenho semeado contam-se:

Ruibarbo, cujas sementes vieram de Inglaterra;

Feijões ‘a metro’ cujas sementes vieram da Grécia;

Tomatinhos-uva cujas sementes vieram do Estados Unidos;

Cebolinhas cujas sementes vieram do Brasil;

Pimentos de Padrón e de Arnoia, cujos pés vieram dessas mesmas localidades;

E a última ‘esquisitice’:

Tomatinhos chocolate, cujas sementes vieram da Suécia.

 

E já fiz chegar a muitos sítios por esse mundo fora, via carta de correio, muitas destas sementes e de outras que só nós temos, ou tínhamos, algumas agora estão a dar na Nova Zelândia {#emotions_dlg.sarcastic}

 

Tomates da horta

 

 

 Nota: na foto não se nota bem mas os mais escurinhos, ao natural, são quase castanhos. São os tais chocolate...

 

Ter | 20.08.13

uma fritada

Que dizer? É a época e apesar de este ano as minhas ‘curgeteiras’ terem dado uma miséria, ainda assim deu para gastar e guardar.

Para o ano há mais…

 

Fritada de Curgete

 

 

1 curgete

2 dentes de alho

Tomilho limão

3 ovos

50 grs de queijo Feta

Sal e pimenta q.b.

 

Levar os alhos ao lume em azeite até alourar. Juntar a curgete cortada em quartos e saltear. Temperar com sal e pimenta e o tomilho em pedaços (atenção ao sal que o queijo Feta também é salgado).

Salpicar com o queijo esfarelado.

Bater os ovos e deitar sobre as curgetes. Deixar fritar de um lado, virar para um prato e depois novamente para a frigideira para fritar do outro lado.

Servir com salada de tomate e orégãos.

 

Seg | 19.08.13

cakewish?

Quando vi esta receita de Smörgåstårta achei logo que teria de fazer qualquer coisa do género.

Mas sem os quilos de seja lá o que for que puseram a barrar o bolo e também com uns recheios mais comedidos.

Ficou MA.RA.VIL.HO.SO!!!!

(tenho testemunhas)

 

Bolo de Pão de Forma

 

 

15 fatias de pão de forma integral sem côdea

3 fatias de salmão defumado

100 grs de queijo de barrar

1 colher de sopa de sumo de limão

1 raminho de aneto (endro) picado

3 ovos cozidos

3 colheres de sopa de mostarda

1 talo de aipo picado

1 lata de atum

3 colheres de sopa de maionese

1 raminho de salsa picado

Alface q.b.

 

Para enfeitar:

1 ovo cozido

Maionese q.b.

Azeitonas

Tomatinhos mini

Folhas de aneto

Cebolinho

 

Picar o salmão e misturar numa taça com queijo de barrar, com o sumo de limão e com o aneto picado.

Picar os ovos e misturar numa taça com a mostarda e o aipo.

Noutra taça misturar o atum escorrido com a salsa e a maionese.

Num prato de torta põem-se 3 fatias de pão de forma. Barram-se com metade da mistura de salmão, por cima põe-se alface aos pedaços e tapam-se com mais três fatias de pão. Estas barram-se com a mistura dos ovos, mais alface e tapam-se com mais três fatias de pão. Sobre estas fatias barra-se a mistura de atum, alface e voltam-se a tapar com mais pão. Finalmente o restante salmão e as restantes fatias de pão de forma.

Barra-se o ‘bolo’ com maionese e enfeita-se com ovo cozido, azeitonas, tomate, etc.

Levar ao frigorífico por umas horas, o ideal é servir no dia seguinte.

Servir cortado em fatias, acompanhado de uma salada.

 

Sex | 16.08.13

cá coisas...

Quando tenho tempo gosto de fazer as receitas de base, com tudo aquilo a que se tem direito. Nem sempre é possível, é a vida…

Nessas vezes em que não há tempo para fazer uma massa de tarte, para fazer um leite-creme a sério, usamos atalhos que não desrespeitem o nosso gosto pela cozinha e pelas boas receitas.

Ou seja, a minha ideia é: não é por nunca ter comido num restaurante com estrelas Michelin que tenho comido mal, longe disso!

Vou ali num instante para fim-de-semana que parece que me está a fazer falta {#emotions_dlg.sarcastic}

 

Tarteletes de Ruibarbo

 

 

1 embalagem de massa quebrada

300 grs de ruibarbo

3 colheres de sopa de açúcar

0,5 litro de leite

3 colheres de sopa de custarda em pó

3 colheres de sopa de açúcar

1 colher de chá de extracto de baunilha

100 grs de iogurte grego

100 grs de queijo de barrar

Mel ou açúcar qb para adoçar

 

Dividir a massa pelas quatro formas de tartelete. Picar o fundo com um garfo e levar ao forno por uns 20 minutos até estar cozida e alourada.

Cortar o ruibarbo em rodelas e levar ao lume com o açúcar por uns cinco minutos, até amolecer. Reservar.

Fazer um creme com o leite, o pó de custarda, o açúcar e o extracto de baunilha. Em alternativa pode-se usar uma embalagem de leite-creme instantâneo. Deixar arrefecer.

Pôr o creme já frio nas tartes também frias.

Misturar numa taça o iogurte grego com o queijo de barrar e adoçar a gosto com mel ou açúcar. Pôr esta mistura sobre o creme de custarda e por cima dividir o ruibarbo. Levar ao frigorífico até servir.

 

Nota: o ruibarbo pode ser substituído por amoras, framboesas ou mirtilos

 

Qua | 14.08.13

perishable thoughts...

 

 Ruibarbo

 

 

Ao contrario do que se possa pensar, dado que é mais utilizado para fazer doces do que salgados, o ruibarbo (Rheum rhabarbarum) é um vegetal. Sim! Verdade (e o tomate é um fruto, já agora…).

Originário da China, usado principalmente na medicina mas também na culinária, nomeadamente em Inglaterra onde é sobejamente utilizado para fazer tartes, compotas, etc. tem ainda outra particularidade que é a de as suas folhas não serem comestíveis por terem grande quantidade de ácido oxálico, que actua como um veneno para os humanos (para os caracóis não deve ter esse efeito porque eles comem alegremente as folhas do meu ruibarbo).

Os talos podem-se comer à vontade, até há quem os coma crus envoltos em açúcar (!). Eu gosto de os usar para fazer bolos, compotas e tartes. Este é da minha horta e apesar de não ter aquela cor carmesim de que tanto gosto e que dá uma cor fabulosa aos doces, é muito saboroso.

Este serviu para umas tarteletes, receita para breve.

 

Nota: Nunca vi ruibarbo à venda por cá embora me tenham dito que por vezes há na makro e em mercados biológicos.

As plantas podem ser encontradas já em alguns hortos por esse país fora. Já as vi à venda num horto em Ovar.

 

Ter | 13.08.13

não é maçada nenhuma

Fico mesmo contente quando descubro estas receitas! E penso, como é que ninguém se lembrou antes? É tão fácil!

Vai-se a ver e parece que alguém se lembrou antes.

Aliás, antes que os puristas da verdadeira Pasta Italiana comecem a hiperventilar, o segredo desta receita é italiano, da zona da Púglia, e tem muito muito tempo e ao que parece também há uma versão parecida na zona da Ligúria.

Experimentei e só posso dizer que vai rodar muitas vezes no fogão lá de casa!!!

 

One Pot Pasta

 

 

180 grs de esparguete

160 grs de tomates maduros

½ cebola grande cortada em meias luas

1 dente de alho grande

2 ou três raminhos de manjericão

2 colheres de sopa de azeite

1 colher de chá de orégãos

1 pitada de piripiri

Sal e pimenta

2 copos de água

 

Colocar todos os ingredientes num tacho (talvez seja melhor partir a massa ao meio).

Tapar o tacho e levar ao lume até levantar fervura. Mexer e baixar o lume e deixar cozer por cinco minutos. Destapar o tacho e deixar acabar a cozedura mexendo de vez em quando para misturar bem todos os ingredientes. O líquido acaba por evaporar ficando uma mistura cremosa.

Servir com queijo parmesão ralado (opcional).

 

Nota: A receita diz para usar dois copos de água mas ao longo da cozedura tive que acrescentar mais um, aos poucos (usei água a ferver) para ficar ao meu gosto.

 

Seg | 12.08.13

chás

Experiências que valem o que valem {#emotions_dlg.sarcastic}

Ouvi falar num chá a que dão o nome de Sun Tea. Pelos vistos é muito usado nos Estados Unidos da América, nomeadamente na zonas mais a sul, onde o calor é sufocante.

É um chá que é feito ao sol, ou seja, põem-se as saquetas de chá em água num jarro e levam-se ao sol por duas a quatro horas. Depois bebe-se com muito gelo e açúcar a gosto.

Quando pesquisava acerca do assunto, descobri que havia quem preferisse esse chá feito no frigorífico - Refrigerator Tea, em vez de ao sol (até porque ao sol podem-se desenvolver bactérias e no frio em princípio as temperaturas são baixas de mais para elas proliferarem).

A ideia neste tipo de chás é que, como a água não é fervida e vertida quente sobre as saquetas (ou sobre chá solto), há óleos essenciais do chá que se manterão inalterados ao passo que com a água a ferver perdem-se alguns no caminho. Além de que se estamos a morrer por um chá gelado, então o melhor é não começar o processo com água a ferver…

Vesti a bata de cientista, experimentei as duas versões e a do frigorífico sabe melhor (e fica logo gelada, que é a ideia inicial da coisa!).

 

Chá de Sol

 

  

1 litro de água engarrafada 

1 saco de chá verde

2 sacos de chá de frutos vermelhos

 

Pôr a água e os pacotes de chá num jarro e levar ao sol por duas a quatro horas.

Adoçar se desejar e servir com bastante gelo.

 

Chá de Frigorífico

1 litro de água engarrafada 

1 saco de chá verde

2 sacos de chá de frutos vermelhos

 

Pôr a água e os pacotes de chá num jarro e levar ao frigorífico por duas a quatro horas (ou durante a noite).

Adoçar se desejar e servir.

 

Nota: Pode-se usar qualquer tipo de chá, preto, verde, de frutos, etc.

 

Sex | 09.08.13

ma che dolcezza!

 

Sem Palavras!

 

Tiramisù de Limão 

 

 

2 copos de água

1 copo de açúcar

Sumo de um limão grande

1 cálice de licor Triple Sec

250 grs de queijo mascarpone

250 grs de natas espessas

4 colheres de sopa de açúcar em pó

150 grs de lemon curd (coalhada de limão)

2 embalagens de palitos de champanhe

 

Numa caçarola levar a água com o açúcar ao lume. Deixar ferver por cinco minutos e desligar o lume. Adicionar o sumo de limão e o licor.

Bater o queijo com as natas e o açúcar em pó.

Deitar o xarope de limão numa taça e passar nesse líquido os biscoitos. Pôr no fundo de um pyrex, barrar metade do lemon curd nos biscoitos e cobrir com metade do creme de queijo. Novamente os restantes palitos, lemon curd e tapar tudo com o creme.

Enfeitar se desejar (usei cristais de açúcar azuis que a minha afilhada me ofereceu!) e levar ao frio por umas horas.

 

Nota: Pode ser feito sem o lemon curd, fiz as duas versões e ambas são deliciosas, a diferença é que o que leva o lemon curd sabe muito mais a limão.

Usei lemon curd que me trouxeram de Inglaterra (lá até no Lidl há à venda!) mas quem preferir pode fazer usando esta receita:

 

Lemon Curd/Coalhada de Limão

3 limões (raspa e sumo)

75 grs de manteiga

150 grs de açúcar

3 ovos

 

Levar ao lume num tachinho o sumo e raspa dos limões, a manteiga em pedaços e o açúcar. Mexer até dissolver e retirar do lume. Entretanto batem-se muito bem os ovos e juntam-se ao preparado anterior. Leva-se novamente ao lume brando mexendo sempre com uma vara de arames até engrossar.

Deixar arrefecer e guardar num frasco, no frigorífico.

 

Qui | 08.08.13

malandro!

Não é um risotto mas é um arroz malandrinho pleno de sabor. Também pode ser feito com frango ou peru.

 

Arroz de coelho e tomilho, malandrinho

 

 

 

½ coelho cortado em pedaços pequenos

1 cebola picada

2 dentes de alho picados

Azeite q.b.

1 dl de vinho branco

Sal

1 raminho de tomilho

1 copo de arroz carolino

4 copos de água a ferver (um pouco mais se necessário)

 

Alourar a cebola e o alho no azeite. Adicionar o coelho e mexer. Juntar o tomilho e temperar com sal a gosto. Borrifar com o vinho, mexer e deixar evaporar.

Refogar juntando bocadinhos de água por uns 20 minutos.

Juntar o arroz mexendo para não pegar. Deitar a água a ferver sobre o arroz e rectificar os temperos se for necessário.

Deixar cozer até que o arroz esteja no ponto e com molho. Se for necessário adiciona-se mais água a ferver (ou caldo de galinha).

 

Qua | 07.08.13

rápido e bem...

Uma receita rapidinha de por na mesa, saudável e muito apetitosa.

 

Filetes de Pescada de cebolada 

 

 

1 cebola cortada em meias luas

1 alho cortado em rodelas

1 colher de café de mostarda em pó

1 colher de café de coentros em pó

1 colher de café de açafrão das Índias

Filetes de Pescada

Sal q.b.

Azeite

Vinho

Água

 

Colocar os ingredientes num tacho pela ordem indicada.

Levar ao lume até ferver, depois baixar o lume e deixar cozinhar por 20 a 30 minutos, dependendo da grossura dos filetes (usei filetes ainda congelados).

Servir com batata cozida e feijão verde.

 

Seg | 05.08.13

outras sandes

É tempo de comer ao ar livre, coisas fáceis e ligeiras.

Aqui está uma sugestão que além do mais, tem um belo aspecto!

 

Baguete Recheada

 

 

 

1 baguete redonda

50 grs de queijo de barrar (tipo Philadelphia)

25 grs de queijo Feta

10 azeitonas picadas

1 tira de pimento vermelho picado

1 lata pequena de atum

Orégãos frescos

Sal q.b.

Pimenta q.b.

 

Numa taça misturar todos os ingredientes (menos o pão).

Cortar as pontas da baguete e retirar a maioria do miolo. Rechear com o creme de queijos e atum. Envolver em película aderente e levar ao frigorífico por umas horas.

Quando for para servir, cortar em fatias do tamanho desejado.

 

Sex | 02.08.13

trifle

Esta sobremesa é excelente para gastar sobras de bolo que com o calor ficou seco demais para comer à fatia.

É fácil de fazer apesar de ter vários passos que têm que ser feitos com alguma antecedência mas não demora muito porque uma gelatina não dá trabalho nenhum a fazer e um creme de custarda ou leite-creme instantâneo fazem-se em dez minutos.

 

Trifle de Framboesas Pretas

 

 

0.5 lt de leite

3 colheres de sopa de custarda em pó

3 colheres de sopa de açúcar

1 gelatina de framboesas (ou morango)

200 grs de natas

1 iogurte natural (ou grego natural)

Açúcar a gosto (ou mel)

Pão de ló (caseiro ou de compra)

1 cálice de Triple Sec

200 grs de framboesas

 

Fazer o creme de custarda com o leite, o pó de custarda e o açúcar (em alternativa pode-se fazer um leite-creme instantâneo). Deixar esfriar.

Fazer uma gelatina e deixar solidificar.

Bater as natas com o iogurte natural e adoçar com açúcar ou mel.

Numa taça põem-se fatias de bolo e salpicam-se com o licor (ou sumo de laranja).

Por cima põe-se a gelatina em cubinhos e também as framboesas.

Sobre as framboesas, deita-se o creme de custarda e por cima de tudo as natas.

Levar ao frigorífico, de preferência até ao dia seguinte.

 

Qui | 01.08.13

mais uma salada!

Não é que esteja assim calor, calor, calor, mas uma saladinha cai sempre bem!

 

Salada de Macarrão com Tomate Seco

 

 

Macarrão cozido, frio

Fiambre de frango em tiras

Queijo em tiras

Queijo de Burgos em cubinhos

Azeitonas descaroçadas

Tomate seco (6 metades) picados

Ovos cozidos cortados em quartos

Cebolinho picado

Menta vietnamita picada

 

As quantidades são a gosto. Esta é apenas uma sugestão para uma salada a consumir fresquinha.

Numa taça misturam-se todos os ingredientes e enfeitam-se com os ovos. Tempera-se com um molho a gosto (usei uma mistura de azeite, mostarda, vinagre e pimenta) e serve-se frio.