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Belita, a Rainha dos Couratos

Belita, a Rainha dos Couratos

Qui | 28.02.13

da tradição

Este prato até pode dar um bocado de trabalho a fazer mas, vão por mim, vale mesmo a pena!!!

 

Arroz de Pato 

 

 

1 pato

6 bagas de Pimenta da Jamaica
6  bagas de pimenta preta
1 cenoura pequena
salsa

½ folha de louro
sal q.b.

50 grs de toucinho fumado

1 chouriço corrente

1 cebola

Azeite q.b.
2 copos de arroz agulha ou estufado

1 ovo batido

 

Cozer o pato em água temperada com sal com as bagas das pimentas, a cenoura inteira, o louro e a salsa.

À parte cozer o toucinho e o chouriço. Reservar.

Quando o pato estiver cozido, deixa-se arrefecer, de preferência de um dia para o outro, no frigorífico para que a gordura solidifique ao de cima. Retirar essa gordura e descartar.

Desfiar o pato, retirando peles e ossos. Cortar a cenoura em rodelas bem como o chouriço e o toucinho em fatias.

Coar o caldo de cozer o pato e levar ao lume para aquecer novamente.

Fazer um refogado com a cebola picada e azeite. Fritar o arroz e adicionar a água de cozer o pato, em volume suficiente para a quantidade de arroz, 4 a 6 copos. Rectificar o sal e deixar cozer por cerca de 15 minutos, o arroz deve ficar ainda durinho pois acaba de cozer no forno.

Num tabuleiro deita-se metade do arroz, espalha-se a carne do pato desfiada e e cenoura cortada em rodelas e cobre-se com o restante arroz.

Pincela-se com o ovo batido e por cima enfeita-se com as rodelas de chouriço e o bacon.

Vai ao forno até alourar.

Servir com uma salada.

 

Qua | 27.02.13

experiências

Eu não trabalho em nada que se relacione com comida. Esta parte da minha vida é pura paixão mesmo.

Eu trabalho em telecomunicações, nada a ver, embora se possa comunicar através da comida (as pessoas podem ser todas muito diferentes mas todas têm que comer, é universal).

Aqui há uns tempos, numa iniciativa de ‘fortalecer o espírito de equipa’ a empresa onde trabalho surpreendeu-nos com uma acção que juntava pessoas de vários pontos do país, muitos nem se conheciam, e fomos cozinhar, numa cozinha profissional, com um formador a orientar e a ver se nos desenrascávamos com pouco equipamento, alguns ingredientes, muita gente e sobretudo, muita confusão: "Preciso de uma faca, uma faca, alguém tem uma faca que empreste?! Como é que se liga o forno? Onde é que está a salsa?"

A equipa de que fazia parte tinha a cargo as receitas de Petiscos Portugueses.

Este foi um dos que fizemos, e estava muito bom mesmo!!!

Viva o trabalho de equipa!

 

Bolinhas de Farinheira Panadas

 

 

1 farinheira

100 grs de farinha

100 grs de Panko (pão ralado japonês)

2 ovos batidos

Óleo q.b. para fritar

Doce de Abóbora para servir

 

Retirar a pele à farinheira, espalmar e levar a forno quente por cerca de 5 minutos.

Retirar do forno e moldar bolinhas do tamanho de berlindes grandes.

Passar as bolinhas de farinheira por farinha, de seguida por ovo batido e no fim pelo pão ralado.

Fritar em óleo bem quente, rapidamente, até ficarem bem lourinhas.

Servir com o doce de abóbora.

 

Nota: Pode ser usado outro pão ralado, a diferença é que este é mais crocante

 

Ter | 26.02.13

ah cowboy!

Já cá faltavam!!! Ainda bem que descobri esta receita porque já não sabia o que havia de fazer…

 

Biscoitos à Vaqueiro (Cowboy Cookies)

 

 

2 copos de farinha

2 copos de flocos de aveia

1 colher de chá de bicarbonato de sódio

½ colher de chá de fermento em pó

1 pitada de sal

½ copo de açúcar granulado

½ copo de açúcar amarelo

1 copo de manteiga (usei Becel cozinha)

2 ovos

1 colher de chá de baunilha

1/3 de copo de pepitas de chocolate

½ copo de sultanas douradas

½ copo de coco ralado

 

Aquecer o forno. Forrar o tabuleiro com papel de ir ao forno.

Numa taça misturar a farinha, aveia, bicarbonato de sódio, fermento em pó e sal. Reservar.

Numa taça maior bater a manteiga com os açúcares. Juntar os ovos e a baunilha e mexer bem. Juntar a mistura de farinha, aveia, etc. até estar bem envolvido e depois adicionam-se as pepitas, sultanas e coco.

Moldar bolas achatadas e colocar no tabuleiro, não muito juntas porque vão crescer um bocadinho.

Levar ao forno por oito a dez minutos até estarem cozidos. Retirar do forno e deixar arrefecer numa rede.

 

Nota: Esta receita deu 52 biscoitos.

 

Seg | 25.02.13

outra variante

Gosto muito de caju e embora não seja o fruto seco que mais aprecio (talvez seja a avelã, a amêndoa, não sei…) é sempre bem vindo. Desta vez usei um pouco de cajus numa receita recorrente de cogumelos, apenas para variar e porque estavam mesmo à mão.

 

Cogumelos com Caju 

  

 

1 embalagem de cogumelos brancos

1 cebola fatiada em meias luas

2 dentes de alho picados

3 colheres de sopa de azeite

½ cubo de caldo de galinha

½ copo de água a ferver

100 ml de natas de soja

3 colheres de sopa de cajus picados

 

Cortar os cogumelos em fatias grossas.

Saltear a cebola e o alho no azeite numa frigideira larga. Juntar os cogumelos e mexer.

Dissolver o caldo de galinha na água a ferver e adicionar aos cogumelos. Deixar ferver por uns cinco minutos e adicionar as natas envolvendo bem. Rectificar os temperos (atenção ao sal porque o caldo de galinha já tem sal) e juntar os cajus picados.

Servir com massa ou arroz branco.

 

Sex | 22.02.13

potinhos

Eu nunca comi seda mas cada colherada deste creme parece uma colherada da seda mais macia e saborosa que pode existir ao cimo da terra!!!

Ou então sou eu que sou gulosa…

 

Potes de Creme de Chocolate e Sésamo 

 

 

500 ml de leite de coco*

1 colher de chá de extracto de baunilha

1 ovo grande

2 gemas de ovo

50 grs de açúcar

2 colheres de sopa de tahini (pasta de sésamo)

50 grs de chocolate de leite

75 grs de chocolate negro

Sementes de sésamo tostadas para servir

 

*usei 400 ml de leite de coco (1 lata) e 100 ml de leite meio gordo

 

Aquecer o forno.

Numa caçarola junta-se o leite de coco com o leite e a baunilha e leva-se ao lume até começar a ferver. Retira-se do lume de juntam-se os chocolates partidos em bocados. Deixar repousar um minuto e depois mexer bem para derreter os pedaços de chocolate.

Entretanto numa taça bate-se o açúcar com o ovo e as gemas e a pasta de sésamo. Junta-se o chocolate derretido no leite mexendo sempre para não cozer os ovos.

Deita-se o preparado em tacinhas ou ramequins que se põem num tabuleiro com um litro de água a ferver (a água deve ficar a meio das tacinhas para cozer bem).

Levar ao forno por 40 minutos ou até estarem cozidos no centro.

Retirar e deixar arrefecer. Polvilhar com sementes de sésamo tostadas.

 

Nota: as sementes de sésamo podem ser tostadas numa frigideira ao lume, por dois ou três minutos. Cuidado que podem saltar!

Receita adaptada desta.

 

Qua | 20.02.13

perishable thoughts...

 

As Especiarias… sou fã destes pozinhos e sementes que abrilhantam os pratos mais molengões, mais sem jeito.

Por agora fiz a selecção de algumas que uso com mais assiduidade, numa outra altura falarei de outras e também de algumas ervas.

Embora já usadas por Gregos e Romanos há muito tempo, o uso das especiarias começou a ser vulgarizado na Europa na época dos Descobrimentos e durante algum tempo, cerca de 100 anos, Portugal dominou o seu comércio, a par com os Espanhóis.

As especiarias eram usadas para preservar comida, dar sabor, fazer medicamentos e perfumes, para usar metidas nas bainhas da roupa para esconder os maus odores, etc.

De um modo geral, mantêm-se os seus usos, à excepção das que eram escondidas nas bainhas {#emotions_dlg.sarcastic}

 

 

 

 

Gengibre (Zingiber officinale)

  • É um rizoma e pode ser usado fresco, em pó e cristalizado;
  • Como planta medicinal, o gengibre é uma das mais antigas e populares;
  • É um analgésico eficaz para inflamações e constipações, actua também no combate a náuseas e indigestões;
  • É indicado contra a impotência sexual masculina;
  • Na culinária pode ser usado em pães, bolos, molhos, caris, carne, peixe, etc.
  • Ingrediente do famoso Ginger Ale

 

Colorau (Capsicum annuum)

  • Também conhecido por Pimentão, existe nas variedades doce e picante;
  • Obtido a partir de pimentos vermelhos, secos ao sol e reduzidos a pó;
  • Na Hungria também existe uma variedade a que chamam Paprika;
  • No Brasil, há uma variedade de colorau feita a partir de sementes de Urucu;
  • Muito usado no fabrico de enchidos, a que dá cor e aroma;
  • Pode ser usado em marinadas, molhos, caldeiradas, tempero de carne de porco, etc;

 

Açafrão das Índias (Curcuma longa,)

  • É um rizoma e é normalmente usado em pó, utilizado como condimento ou corante;
  • Conhecido também como Açafrão dos Pobres, Curcuma ou Turmerico;
  • É ingrediente essencial para acentuar cor e sabor de muitos pratos da cozinha indiana;
  • Na medicina, tem ação anti-inflamatória e antioxidante, ajuda em tratamentos de demência e também existem estudos que comprovam que tem capacidade de destruir células cancerígenas,

 

Cardamomo (Elettaria cardamomum )

  • As sementes são usadas em condimentos para temperar pratos, chá e café;
  • Aromatiza pães, carnes, pastéis, doces, salada de frutas e licores;
  • Tóxico em altas doses;
  • Tem propriedades anti-sépticas, digestivas, diuréticas, expectorantes e laxantes;
  • Usado em tratamentos de dentes e gengivas
  • Antídoto para venenos de cobra e escorpião

 

Pimenta da Jamaica (Pimenta dioica)

  • Nativa da Jamaica
  • Também conhecida por Allspice pois o seu aroma conjuga uma mistura de várias especiarias (canela, cravinho e noz moscada);
  • Utilizada em doçaria (biscoitos de especiarias) e enchidos;
  • Ingrediente do perfume de homem Old Spice;

 

Noz Moscada (Myristica fragrans )

  • Fruto semelhante à azeitona de pele dura e estriada;
  • Usada em molhos e no tempero de muitas preparações culinárias doces e salgadas (puré, molho bechamel, etc.);
  • Muito usada para curar problemas hepáticos;
  • Utilizado como droga em vez de ecstasy

 

Nota: ter em conta que sou apenas curiosa relativamente a estas coisas, nada disto advém de qualquer estudo científico feito por mim...

 

Ter | 19.02.13

tento na língua...

Arranjar uma língua deste tamanho dá um bocado de trabalho. Tirar-lhe a ‘gola’, como se chama, requer alguma força e bastante água a ferver.

Esta foi a minha Mãe que me ajudou a arranjar, ela consegue tirar a dita ‘gola’ quase de uma vez, como se fosse uma película, ao contrário do que eu faço que acaba por sair aos bocados e requer muita raspagem.

Uma canseira, acabo por ficar com a língua de fora…

 

Língua de vitela estufada 

 

 

1 língua de vitela (1,5 kg)

5 alhos

1 copo de vinho tinto

1 malagueta

Sal q.b.

1 colher de café de colorau

1 colher de chá de orégãos

2 cebolas

4 tomates

1 copo de água

¼ de copo de azeite

1 cenoura grande

1 copo de ervilhas

 

Marinar a língua de vitela, depois de limpa, numa mistura de vinho tinto, malagueta picada, alhos picados, sal, colorau e orégãos. Deixar a tomar gosto pelo menos durante uma ou duas horas ou de um dia para o outro.

No fundo da panela de pressão dispõem-se as cebolas picadas, os tomates pelados e cortados em bocados (pode ser tomate de lata), a língua e a marinada, a água e por fim o azeite.

Fechar bem a panela, colocar a válvula da panela e levar ao lume. Depois de ferver deixar cozinhar por cerca de 45 minutos. Deixar sair o vapor e abrir a panela.

Adicionar a cenoura cortada em rodelas grossas e as ervilhas e rectificar os temperos se necessário. Voltar a levar ao lume bem tapado e com a válvula da panela e deixar ferver por mais uns 10 minutos.

Retirar do lume e servir com puré de batata e uma salada.

 

Nota: Pode ser feito numa panela normal mas vai levar mais tempo até ficar tenrinha.

 

Seg | 18.02.13

alecrim aos molhos

À falta de outro nome, chamei-lhe piza branca. Para diferenciar das pizas que normalmente levam molho de tomate e ficam com a base vermelha.

Esta ficou muito saborosa, com o toque do alecrim, um pouco invulgar numa pizza mas muito agradável.

 

Pizza Branca de Alecrim

 

 

Base

1 e ¼ copos de água

1 pitada de sal

2 colheres de sopa de azeite

1,5 copos de farinha de trigo integral

1,5 copos de farinha de trigo

2,5 colheres de chá de fermento de padeiro granulado

 

Cobertura

¼ de copo de azeite

Sumo de um limão

1 colher de sopa de mostarda

2 dentes de alho ralados

1 colher de sopa de folhas de alecrim picadas

25 grs de queijo parmesão ralado

75 grs de queijo mozarela ralado

 

Para a base, colocar os ingredientes na máquina do pão e escolher o programa das massas.

 

Quando a massa estiver pronta, retirar da máquina e dividir em duas. Guardar uma para outra altura (eu congelei) e com a metade a usar estende-se com o rolo ou com as mãos. Quando estiver no tamanho desejado colocar num tabuleiro forrado com papel de ir ao forno.

 

Numa taça misturam-se o azeite, sumo de limão, mostarda e alho ralado. Pincelar sobre a base da piza e por cima espalhar bocadinhos de folha de alecrim.

Espalhar os queijos ralados na massa e levar ao forno até derreter e alourar o queijo, cerca de 20 minutos.

 

Sex | 15.02.13

oh my...

Mais um bolo daqueles que se pode pôr na forma em cinco ou dez minutos. Depois é o tempo de cozer, no forno, enquanto se prepara o jantar.

É bom para comer com uma chávena de chá ou caneca de leite, ao serão…

 

Bolo de Compota de Laranja 

 

 

125 grs de iogurte grego natural

50 ml de óleo de girassol

Raspa de uma laranja

2 ovos

125 grs de açúcar

200 grs de farinha

2 colheres de chá de fermento em pó

50 grs de compota de laranja

 

Numa taça juntar o açúcar, a farinha e o fermento em pó.

Numa taça maior bater o iogurte com o óleo, a raspa de laranja e os ovos.

Adicionar a farinha e açúcar e mexer. A esta massa juntar a compota de laranja.

Deitar numa forma de bolo inglês untada com manteiga.

Levar a forno quente por cerca de 40 minutos. Verificar com um palito.

Deixar arrefecer por 10 minutos e desenformar.

 

Nota: Para a próxima uso apenas 100 grs de açúcar, é suficiente

 

Qui | 14.02.13

xau ou chow?

Com esta receita nem é preciso ir ao Chinês, fica tal e qual e neste caso sabemos mesmo que estamos a comer porco e cogumelos (que mazinha…) {#emotions_dlg.angel}

A massa chinesa encontra-se em qualquer supermercado, ao pé das massas.

 

Chow Mein de Porco e Camarão 

 

 

1 embalagem de massa chinesa

2 febras de porco pequenas cortadas em tirinhas

100 grs de camarão descascado (congelado)

3 dentes de alho picados

1 alho francês

1 cenoura

2 colher de sopa de molho de soja

1 colher de sopa de molho de ostras

1 colher de sopa de molho de peixe

1 pitada de açúcar

2 colheres de sopa de água

2 colheres de sopa de óleo

Sal q.b.

 

Cozer a massa em água a ferver (3 ou 4 minutos é suficiente). Reservar.

Numa tacinha misturar o molho de soja, o molho de ostras, o molho de peixe, o açúcar e a água.

Cortar o alho francês em tiras com 5 cms de comprimento.

Cortar a cenoura em fatias finas (com o descascador é fácil, fazer como se se estivesse a descascar a cenoura e depois cortar essas fatias ao meio).

No wok aquecer o óleo (usei de girassol e de sésamo) e alourar a carne de porco com o alho picado. Juntar a cenoura e alho francês e continuar a mexer. Depois adicionam-se os camarões que fritam por um ou dois minutos.

Junta-se a massa entretanto cozida e por cima põe-se o molho que está reservado. Dá-se mais uma mexedela para misturar bem todos os ingredientes e verificar se é necessário temperar com sal.

Serve-se com mais molho de soja à disposição para quem gostar de um sabor mais apurado.

 

Nota: a embalagem de massa que comprei tinha três placas, para esta receita foram necessárias apenas duas

 

Qua | 13.02.13

perishable thoughts

Os mirtilos já não são um fruto (baga) desconhecido para a maioria de nós. De há uns anos para cá podem encontrar-se em qualquer supermercado se bem que às vezes a preços ainda muito pouco apetecíveis, ao contrário do fruto.

A produção de mirtilos (há quem lhes chame mirtilios ou mesmo mirtilhos) em Portugal está quase toda na zona de Sever do Vouga e 80% é para exportar para países como Holanda, Bélgica e França.

Mas os mirtilos, apesar de novos entre nós, já eram usados pelo nativos americanos há centenas de anos. E mantém-se o seu elevado consumo na América do Norte, quer em doces quer em salgados.

As primeiras receitas que vi, há anos, que usavam mirtilos como ingrediente, eram mesmo estranhas porque eu nem sequer imaginava o que era um mirtilo (blueberry – baga azul).

Existem muitas razões para se consumirem mirtilos, a principal é que são excelentes anti-oxidantes, têm flavonoides e taninos e são igualmente excelentes fontes de fibra, vitaminas C e K o que lhes confere um enorme potencial anti-envelhecimento.

Ajudam a neutralizar os radicais livres (essas pestes!); ajudam a reduzir a gordura abdominal (eh lá, isto interessa-me!!!); é excelente para manter a boa visão por causa das antocianinas (que lhes conferem a tonalidade azulada) e são um verdadeiro ‘alimento para o cérebro’ pois mantêm os neurónios felizes da vida e são anti depressivos, entre outras coisas mesmo boas e benéficas.

Pronto, são carotes, mas prefiro gastar em mirtilos do que na farmácia!!!

 

 

 

Estes vieram da Feira do Mirtilo de Sever do Vouga, aconselho a visita e a compra até porque lá são muito mais baratos!

 

 

 

 

Ter | 12.02.13

batatas

Estas batatas são mais uma das razões pelas quais eu não era capaz de embarcar em dietas livres de hidratos de carbono…!

É que são boas demais e embora sejam acompanhamento, por mim podiam ser o prato principal, são assim tão boas!!!

Adaptadas de uma receita que se chama "Batatas Hasselback". O nome é o do restaurante, em Estocolmo, na Suécia, onde primeiro apareceram, lá para os anos de 1700!!!

 

Batatas no Forno (Hasselback) 

 

 

8 batatas pequenas

1/3 de copo de azeite

Sumo de um limão

1 colher de sopa de mostarda

2 dentes de alho ralados

sal

Pimenta moída de fresco

 

Descascam-se e cortam-se as batatas (de preferência que sejam compridas, ovais). Para cortar as batatas com este efeito, corta-se um bocadinho para fazer uma base e depois põem-se duas colheres de pau, uma de cada lado da batata, e cortam-se em fatias. As colheres de pau impedem que se corte até ao fim e assim as batatas ficam inteirinhas.

Numa taça misturam-se o azeite, sumo de limão, mostarda, alho e sal.

Põem-se as batatas num tabuleiro e por cima deitam-se colheradas do molho e polvilha-se com pimenta. Levam-se ao forno até estarem bem douradinhas e cozidas (talvez uma hora, dependendo do tamanho das batatas). A meio pode-se pôr mais algum molho, se ainda houver de sobra, sobre as batatas.

 

Sex | 08.02.13

estilo tropical

Este bolo foi uma grande surpresa. Bem fácil de preparar e com ingredientes que normalmente temos na despensa.

As limas, essas, são das que caíram com o vendaval. A sorte é que a fruta caseira aguenta muito mais tempo do que a comprada e ainda vou ter que inventar maneiras de gastar mais algumas limas antes de se estragarem.

Caipirinha parece uma boa sugestão, agora com o carnaval e isso…

 

Bolo de Lima e Coco 

 

 

2/3 de copo de coco ralado

1 e ½ copos de farinha

2 colheres de chá de fermento em pó

1 pitada de sal

1 copo de iogurte natural (grego)

1 copo de açúcar (a dividir)

3 ovos

Raspa e sumo de uma lima

½ colher de chá de extracto de baunilha

½ copo de óleo

 

Aquecer o forno. Untar uma forma de bolo inglês.

Tostar o coco ligeiramente numa frigideira pequena. Retirar 3 colheres de sopa e reservar.

Numa taça misturar a farinha com o fermento em pó e o sal.

Noutra taça bater ¾ de copo de açúcar, ovos, iogurte, baunilha, óleo e raspa da lima. Misturar com a farinha e envolver bem. Adicionar o coco (excepto as 3 colheres de sopa) e deitar a massa na forma.

Vai ao forno até estar cozido, cerca de 45 minutos. Confirmar com um palito.

Entretanto leva-se ao lume ¼ de copo de açúcar com o sumo da lima apenas até dissolver o açúcar.

Quando o bolo estiver pronto deixa-se arrefecer por 10 minutos e retira-se da forma para uma rede. Fazem-se uns furos com um palito e deita-se a mistura de sumo de lima e açúcar sobre o bolo. Por cima polvilha-se com o restante coco tostado.

 

Nota: Receita adaptada desta.

 

Qui | 07.02.13

esse lombinho...

O lombinho de porco (por estes lados também conhecido como coelho de porco) é uma carne bem tenrinha e rápida de cozinhar.

Para além disso tem uma vantagem em relação ao lombo de porco: não é tão seca e para mim é muito mais saborosa.

Ora vejam!

 

Lombinho de Porco com Alho e Gengibre

 

 

1 lombinho de porco

2 dentes de alho

1 pedaço de gengibre fresco

Sumo de uma lima (ou limão)

½ copo de vinho rosé

1 colher de chá de ervas da Provença

Sal q.b.

1 colher de sopa de azeite de piri-piri (ou uma malagueta)

2 colheres de sopa de azeite

100 ml de natas de soja

 

Cortar o lombinho de porco em rodelas grossas e temperar com sal e ervas de Provença, os alhos ralados e o gengibre também ralado, o sumo de lima e o vinho (pode ser branco). Deixar marinar por 30 minutos ou uma hora.

Numa frigideira aquece-se o azeite juntamente com o azeite de piri-piri (ou a malagueta bem picadinha) e alouram-se os bocados de lombinho, dos dois lados. Junta-se a restante marinada e deixa-se cozinhar em lume brando. Seguidamente adicionam-se as natas, deixa-se levantar fervura e serve-se com arroz de açafrão e salada de beterraba.

 

Qua | 06.02.13

perishable thoughts - Paleo

 

 

 

Paleo? Que paleio é esse acerca do Paleo?

Para quem ainda não ouviu falar do Paleo, é uma dieta que está muito em voga nos Estados Unidos (onde mais poderia ser?) e que também se pode chamar dieta do Homem das Cavernas ou dieta do Caçador-Colector.

Assim muito por alto, consiste em fazer uma alimentação baseada em carnes magras, peixe, frutos secos, bagas e frutos, raízes e vegetais e evitar grãos, lacticínios, etc, à semelhança do que acontecia no Paleolítico, onde ainda não se cultivavam batatas nem leguminosas e não se tinham ainda domesticado os animais pelo que não havia leite e seus derivados.

Na realidade, o que esta dieta muito rica em proteínas faz é afastar lacticínios e hidratos de carbono da alimentação.

Os seus seguidores juram a pés juntos que desde que praticam esta dieta se sentem muito melhor a nível físico e mental.

Eu nunca poderia seguir esta dieta (a não ser que a minha vida dependesse disso) porque quem me tira o pão, tira-me tudo!!!

 

 

 

(imagens retiradas da net)

 

Ter | 05.02.13

É mesmo cozinha rápida

Em vez de ir ao ‘técauei’ no regresso a casa porque não fazer uma coisinha destas?

Em menos de meia horita está a comida na mesa!

E as embalagens de tortellinis que há nos supermercados são bastante em conta e mesmo as frescas têm um prazo de validade muito alargado.

Vá lá, toca a poupar!

Ou não, mas façam na mesma que isto fica muito bom…

 

Tortellini com molho de tomate 

 

 

1 embalagem de tortellini com recheio de queijo e espinafres

1 cebola picada

2 alhos picados

Azeite q.b.

4 tomates maduros (ou enlatados)

1 esguicho de vinho branco

Sal q.b.

1 pitada de açúcar

Queijo parmesão (opcional)

 

Cozer os tortellini e escorrer. Reservar

Numa frigideira aloura-se a cebola e os alhos no azeite, junta-se o tomate bem picadinho e salpica-se com o vinho branco. Tempera-se com sal e uma pitada de açúcar para retirar a acidez do tomate.

Deixa-se cozer até borbulhar. Junta-se a massa cozida e serve-se polvilhado com queijo parmesão ralado de fresco.

 

Nota: Existem outros recheios mas este, de queijo e espinafres, é o meu favorito

 

Seg | 04.02.13

parecem rissois

Descobri esta massa para empanadillas (empadinhas) em Espanha e sempre que por lá ando, tento trazer um ou dois pacotes (depois congelo) para usar mais tarde.

São baratuchas (à volta de 1 €) e dão para fazer umas entradas rapidinho. Tradicionalmente são para fritar mas optei por fazer antes no forno, menos gorduras, mais saúde…

 

Meias-Luas de Atum 

 

 

1 embalagem de massa para empadinhas La Cocinera

1 lata de atum

1 cebola

1 tomate pelado

Sal e pimenta q.b.

Salsa picada

1 ovo batido

 

Escorrer um pouco do óleo ou azeite do atum para uma frigideira e aquecer. Alourar a cebola picada e juntar o tomate também em bocadinhos e o atum. Temperar com sal e pimenta e deixar apurar por dois ou três minutos.

Deixar arrefecer um pouco e colocar uma colher de sopa deste preparado numa rodela de massa. Fechar com a metade livre (fica com o feitio de um rissol) e com um garfo pressionar a toda a volta. Pincelar as empadinhas com o ovo batido e levar ao forno por 20 minutos até dourarem.

Servir com uma salada ou como petisco.

 

Nota: A massa para empadinhas La Cocinera encontra-se à venda cá, no Supercor ou El Corte Inglês, ou em Espanha em qualquer supermercado, comprei as minhas no Dia de Tui

 

Sex | 01.02.13

a crush on ginger...

Esta receita é neozelandesa e foi-me dada por uma amiga de lá. Diz que é tão popular por aqueles lados como por cá é por exemplo o pão de ló.

Toda a gente tem a sua receita. Esta é a da Ann.

 

Fatias de Gengibre (Ginger Crush) 

 

 

Base:

125 grs de manteiga

100 grs de açúcar

225 grs de farinha

1 colher de chá de fermento em pó

1 e ½ colheres de chá de gengibre em pó

 

Cobertura:

75 grs de manteiga

2 colheres de sopa de Golden Syrup (ou mel)

80 grs de açúcar em pó

1 colher de sopa de gengibre em pó

 

Aquecer o forno. Untar uma forma de tarte. Reservar.

Para a base: Bater a manteiga com o açúcar até ficar cremoso, em seguida misturar a farinha, o fermento e o gengibre e mexer até formar uma bola de massa. Se necessário molhar as mãos para amassar.

Espalhar a massa na tarteira com as mão (é mais fácil do que com o rolo, esta massa trabalha-se bem sem pegar, apesar de mole). Levar ao forno por 20 minutos, até estar dourada.

Entretanto faz-se a cobertura. Numa caçarola derrete-se a manteiga, o golden syrup (ou mel) e logo que derretidos junta-se o gengibre.

Quando a base da tarte estiver cozida, retira-se do forno e enche-se com a cobertura. Deixar arrefecer até estar morno, retirar da tarteira e cortar em fatias.

 

Notas: usei manteiga meio sal; o Golden Syrup pode ser encontrado em alguns hipermercados ou El Corte Inglês