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Belita, a Rainha dos Couratos

Belita, a Rainha dos Couratos

Ter | 31.07.12

piqueniques de escritório

No meu local de trabalho temos um espaço próprio para quem pretende trazer refeições de casa. Tem uns micro-ondas, mesas e cadeiras e uma máquina de café. Inicialmente era muito pouco usado, apenas por mim e mais uma ou duas colegas mas agora é bastante concorrido.

Aqui há uns dias um grupo de colegas decidiu fazer um piquenique e cada um ficou encarregue de trazer alguma coisa para a mesa.

Desde alheiras caseiras, feitas por uma colega, a azeitonas também curadas em casa, a rissóis, batatas fritas, broa e um bolo salgado de atum, não faltou nada à nossa mesa, nem o espumante para o brinde!

Eu levei esta salada.

 

Salada de Cuscuz

  

 

Cuscuz q.b.

2 rodelas grossas de mortadela com azeitonas

2 fatias grossas de queijo mozarela

1 ovo cozido

Pickles q.b.

Cornichons q.b.

1 embalagem de queijo Palhais Salada (queijo com azeitonas e orégãos)

1 mão cheia de bagas Goji

1 mão cheia de Caju

1 tomate grande

Cebolinho picado q.b.

Aipo em rodelas finas q.b.

Folhas de menta picadas q.b.

Molho a gosto

 

Preparar os cuscuz de acordo com as instruções da embalagem (usei caldo de galinha a ferver em vez de água). Deixar arrefecer.

Numa taça grande põem-se os ingredientes da salada, a mortadela e o queijo mozarela cortados em cubinhos, o ovo e os picles e cornichons cortados em pedacinhos, o conteúdo das embalagem de queijo com azeitonas escorrido, as bagas Goji (ou sultanas), o caju (podem ser amêndoas ou nozes) e o tomate em cubinhos sem sementes.

Adicionam-se também as ervas picadas e envolve-se tudo muito bem com os cuscuz.

Reserva-se no frio e na altura de servir tempera-se com um molho a gosto. Usei uma mistura de azeite, vinagre de amoras, mostarda e vinagre balsâmico.

 

Seg | 30.07.12

tzatziki

Esta foi a primeira receita que coloquei aqui no blog, no longínquo dia 9 de junho de 2006!

Agora com uma versão mais ‘arranjadinha’ esta até teve direito a foto. É uma pasta de barrar típica do Médio Oriente, Grécia, Chipre e Turquia.

Muito bom em qualquer altura, principalmente com o tempo quente.

Eu, que não gosto de pepino, adoro isto!

 

Tzatziki

 

 

½ pepino

1 dente de alho

4 colheres de sopa de iogurte grego

1 raminho de menta

1 raminho de aneto

Sal e pimenta

azeite

 

Descascar o pepino deixando umas tirinhas fininhas da casca. Ralar e deixar escorrer.

Ralar também o dente de alho e juntar ao pepino. Reservar.

Picar a menta e o aneto muito fininho e misturar ao iogurte. Temperar com sal e pimenta a gosto. Juntar o pepino e o alho ralados (espremer se ainda tiver muito líquido) e mexer bem.

Deitar um fio de azeite sobre a pasta de iogurte e servir com tostas, gressinos ou pão.

 

Sex | 27.07.12

mercados à porta de casa

No passado domingo fui a um ‘mercado de lavradores’ que há em domingos alternados perto de minha casa. Cinco ou seis bancas a vender alguns produtos caseiros (outros nem por isso) e três ou quatro pessoas a comprar. Isto não está fácil…

Eu comprei pão, ameixas e framboesas, muitas framboesas.

Gosto mesmo de framboesas e não sei porque é que não tenho um pezinho delas lá em casa.

Ah, espera! Sei. É que aquilo alastra por todo o lado e eu não quero andar a arrancar raízes de framboeseira ou lá como é que se chama no meio dos tomateiros ou dos pimentos de Padrón…

 

Sobremesa de Queijo e Framboesas

 

 

1 embalagem de 500 grs de queijo batido (fromage blanc)

½ requeijão de cabra

100 grs de açúcar

1 pacote de açúcar baunilhado

4 folhas de gelatina

12 Bolachas

250 grs de framboesas

4 colheres de sopa de açúcar

Framboesas para enfeitar

 

Levar as framboesas ao lume com as quatro colheres de sopa de açúcar por cerca de dez minutos. Mexer para formar uma espécie de compota ligeira. Passar esta compota por um passador de rede para retirar as sementes. Reservar o molho e deitar fora as sementes. Deixar arrefecer.

Demolhar as folhas de gelatina em água fria.

Bater o queijo com o requeijão e o açúcar misturado com o açúcar baunilhado.

Dissolver as folhas de gelatina em 4 colheres de sopa de água a ferver. Deitar metade da gelatina derretida na mistura de queijo e requeijão e a outra metade junta-se ao molho de framboesa.

No fundo de uma taça de vidro põe-se um pouquinho do molho de framboesa. Por cima deita-se metade do queijo batido, 6 bolachas inteiras e novamente molho. Volta-se a repetir até gastar todos os ingredientes.

Por cima deitam-se colheradas do molho e com a ponta de uma faca misturam-se ligeiramente ao queijo para fazer um efeito mármore. Ou não!!!

Enfeitar com framboesas e guardar no frio pelo menos por duas horas.

 

Nota: Usei queijo batido Fromage Blanc 0% da marca Paturages, à venda no Intermarché

 

Qui | 26.07.12

tradicional

É como digo, no verão quanto menos tempo o lume estiver aceso, melhor, menos aquece a cozinha e mais energia se poupa.

Mas se temos um frango do campo, daqueles cheios de personalidade e que precisa de estar algum tempo a estufar, então o melhor é usar a panela de pressão.

Já aqui disse que tenho uma relação de amor/ódio com a minha panela de pressão: tenho um pavor imenso que estoure mas por outro lado acho que dá um jeitaço para cozinhar algumas coisas mais durinhas.

  

Frango do campo estufado 

 

 

½ frango do campo (cerca de 1,5 kg)

1 cebola

2 alhos

6 hastes de tomilho

2 tomates picados

100 ml de polpa de tomate

½ copo de vinho branco

1 copo de água

Sal q.b.

Azeite q.b.

 

Cortar o frango em bocados.

No fundo da panela de pressão deitam-se as cebolas cortadas em meias luas e os alhos cortados em rodelas.

Por cima o tomate e a polpa, o frango, o tomilho, o vinho, a água e o sal. Verter um pouco de azeite por cima dos restantes ingredientes e tapar a panela.

Levar ao lume e quando levantar fervura e começar a chiar, baixa-se o lume e deixa-se cozer por cerca de 45 minutos.

Servir com arroz branco e salada.

 

Nota: se for frango do campo de super mercado, pode cozer apenas por 30 minutos.

 

Qua | 25.07.12

hmmm que fresquinho

Esta foi uma descoberta super agradável.

Obriga a pensar em antecipação mas depois de feito o concentrado de café, o resto faz-se num instantinho e é uma maravilha!

A receita é americana e como em tudo o que eles fazem, esta também é em grande no original, nada menos do que um galão (que são perto de quatro litros!).

Eu, para primeira impressão, fiz apenas com meio litro de água… mas merece repetição em maior quantidade, já que sai tão bem.

 

Café Gelado

  

 

½ litro de água

4 colheres de sopa de pó de café de máquina

 

Juntar o pó de café e a água, agitar e deixar no frigorífico por doze horas ou mais.

Coar o líquido e deitar fora as borras. Guardar este líquido no frigorífico para ir fazendo o café gelado, como na receita que se segue.

 

Num copo alto põe-se gelo a gosto. Põe-se a mistura de café até meio do copo. Junta-se leite e adoça-se com açúcar. Mexe-se bem e aprecia-se.

 

Ter | 24.07.12

bolo de...bánána

Este é o bolo a fazer quando na fruteira estão bananas que quando se descascam parecem meio transparentes. Ainda não estão podres [para lá caminham...], estão apenas passadas demais para se comerem à dentada. Mas num bolo, nem imaginam o bem que ficam num bolo estas bananas!

 

Bolo de Banana

  

 

3 bananas maduras

1 copo de açúcar

2 ovos

½ copo de óleo de girassol

½ copo de leite com 1 colher de chá de vinagre

1 colher de chá de baunilha

2 copos de farinha

1 colher de chá de fermento

½ colher de chá de bicarbonato de sódio

½ colher de chá de sal

3 colheres de sopa de amêndoa em lascas finas

 

Misturar a farinha com o fermento, bicarbonato e sal. Reservar.

Esmagar as bananas. Adicionar o açúcar, os ovos, o óleo e a baunilha e mexer bem.

Adicionar a farinha intercalada com o leite e vinagre. Mexer bem e deitar numa forma untada. Polvilhar com as amêndoas em lascas.

Levar ao forno por cerca de 30 minutos.

Retirar do forno e deixar repousar por cinco minutos na forma e depois desenformar para arrefecer.

 

Nota: podem ser usadas bananas congeladas. Quando estão a ficar muito maduras e não vemos perspectivas de as usar antes de se estragarem, podem-se congelar com a casca ou descascadas. Depois é só retirar do congelador uma horita antes para descongelar, retirar a casca e esmagar. O efeito é o mesmo.

 

Seg | 23.07.12

creminho

Quando não gostamos muito (ou pouco, ou mesmo nada) de algum ingrediente, o melhor é juntar-lhe outros sabores para passar despercebido.

Foi o que fiz com esta sopa onde usei couve-flor que sinceramente, não é o meu vegetal de eleição.

 

Creme de Couve-Flor e Caril

 

 

 

1 cebola

3 colheres de sopa de azeite

1 colher de chá de caril em pó

1 couve-flor pequena

2 batatas

1 curgete

1 litro de água

Sal q.b.

 

Cortar a cebola em quartos e alourar ligeiramente no azeite. Juntar o caril em pó e mexer.

Adicionar a couve-flor em raminhos, a batata descascada e cortada em quadrados e a curgete, também descascada e cortada. Mexer e acrescentar a água e temperar de sal. Deixar levantar fervura e quando estiver cozido, cerca de 20 minutos depois, passa-se com a varinha mágica e serve-se com tostas ou gressinos.

 

Nota: Pode ser servida fresca

 

Sex | 20.07.12

a sair do frigorífico

Nada como um bolo que não precisa de ir ao forno nestes dias quentes de verão.

Não se deixem enganar, ISTO NÃO É UM SALAME!

É muuuuuuuito melhor. Muito mesmo.

Mas não se fiquem pela minha opinião, comprovem. Não há bolo mais fácil de fazer.

 

Bolo do Frigorífico

 

 

 

150 grs de chocolate de leite

200 grs de chocolate negro

100 grs de manteiga

1 colher de chá de café granulado

1 pitada de sal

1 lata de leite condensado

300 grs de bolachas Digestive

 

Forrar uma forma de bolo inglês com papel vegetal (não é necessário untar).

Partir as bolachas em pedaços.

Numa caçarola põe-se a manteiga, os chocolates em pedaços e o sal. Leva-se a lume baixo e mexe-se até derreter.

Retira-se do lume e adiciona-se o leite condensado e o café. Mexe-se bem até ficar liso.

Juntam-se as bolachas ao creme e mexe-se para envolver bem. Deita-se a mistura na forma e leva-se ao frigorífico por umas horas ou até ao dia seguinte.

Para desenformar basta virar a forma e retirar o papel que envolve o bolo.

Servir em fatias finas porque é muito guloso!!!               

 

Nota: usei Becel cozinha em vez da manteiga

Qui | 19.07.12

prato típico de Cádiz

Esta receita é excelente para fazer na panela de pressão. Metem-se as coisas lá para dentro e passado um bocado, lá está, prontinho a ir para a mesa. É um prato típico de Cádiz, na nossa vizinha Espanha, uma terra bem agradável.

 

Vitela na pressão

 

 

1 kg de vitela cortada em cubos

5 alhos

Azeite q.b.

1 colher de sopa de orégãos

1 colher de sopa de pimentão doce

1 colher de café de cominhos moídos

Vinagre

Batatas

Sal

 

Salteiam-se os bocados de vitela em azeite com os alhos inteiros na panela de pressão. Mexe-se pem para dourar por todos os lados. Retira-se do lume e polvilha-se com os orégãos, o pimentão doce e os cominhos e um esguicho jeitoso de vinagre. Põe-se em lume lento e entretanto descascam-se umas batatas e cortam-se em pedaços grandes. Juntam-se as batatas à panela, tempera-se de sal e deita-se dois copos de água. Tapa-se a panela e põe-se a pipeta do vapor. Deixa-se cozer por meia hora depois de a panela começar a chiar.

 

Nota: Pode-se usar carne de porco em vez de vitela

Qua | 18.07.12

(borrowed) perishable thoughts...

 Ameixas de verão...

 

 

ripe plums are falling
now there are only five
may a fine lover come for me
while there is still time


ripe plums are falling
now there are only three
may a fine lover come for me 
while there is still time


ripe plums are falling
i gather them in a shallow basket
may a fine lover come for me 
tell me his name

 

Chinese Book of Songs, 600 A.C

 

Ter | 17.07.12

bacalhau, de novo

Eu sei que no verão ninguém quer ligar o forno mas nem sempre está tanto calor que não se possa e além disso é por pouco tempo, quaisquer vinte minutinhos bastam...

 

Bacalhau com Couve Troncha no forno

 

 

2 postas de bacalhau

6 batatas grandes

2 ovos

1 couve troncha

1 cebola grande

3 dentes de alho

Miolo de 1/3 de pão rústico

1 ramo de cebolinho

1 ramo de aneto

Pimenta

Azeite

 

Cozer o bacalhau em água abundante. Retirar do lume e retirar peles e espinhas. Reservar.

Na água de cozer o bacalhau cozem-se as batatas às rodelas, os ovos e a couve.

Faz-se uma cebolada com a cebola cortada em rodelas, os alhos picados e azeite em quantidade suficiente.

Desfaz-se o miolo do pão (se possível no moinho) e mistura-se ao cebolinho e aneto picados e a pimenta fresca acabada de moer.

Num Tabuleiro põe-se um pouco de azeite no fundo, pode ser da cebolada. Põem-se rodelas de batatas, por cima o bacalhau em lascas e por cima a couve em bocados e ovos em rodelas. Nova rodada de camadas até esgotar os ingredientes.

Por cima polvilhar com o miolo do pão. A cebolada cobre todos os ingredientes e vai ao forno apenas para alourar, cerca de 20 minutos.

 

Seg | 16.07.12

salada batata

Obviamente descuidei-me a cozer as batatas e a salada de batatas mais parece uma salada de puré de batatas. No entanto, ficou deliciosa o que me leva a querer experimentar novamente. Só que da próxima vez ou uso batatas que não se desfaçam a cozer ou então tenho que pôr um despertador ao pé do fogão. Não é que eu adormeça, mas a fazer milhentas coisas ao mesmo tempo, alguma vai falhar…

 

Salada de Batata com Aipo, Aneto e Cebolinhas 

 

 

4 batatas grandes

sal

2 cebolinhas

1 talo de aipo

1 haste de aneto (endro)

Vinagre

Azeite

Mostarda

Pimenta

 

Cozer as batatas inteiras com a pele em água com sal. Depois de cozidas, escorrem-se e deita-se uns esguichos de vinagre nas batatas dentro to tacho onde cozeram. Abana-se o tacho.

Retiram-se as batatas e cortam-se em bocados, com ou sem a pele, conforme se gostar mais, eu prefiro com a pele. Estas ficaram um bocado cozidas demais porque são novas e muito farinhentas (ter cuidado com a cozedura para isto não acontecer).

Numa taça misturam-se as batatas com o aipo, cebolinha e aneto tudo picado. Envolve-se e tempera-se com um molho feito com azeite, vinagre e mostarda. Polvilha-se com pimenta moída.

Serve-se quente ou fria. Óptima para acompanhar rissóis, churrasco, etc.

 

 

(cebolinha, aipo e aneto)

 

 

Sex | 13.07.12

elas andam aí...

Meus amigos, eu sei que é assustador quando o verão chega e as curgetes começam a dar, que nem loucas… eu sei… mas há sempre mais um bolo de curgete que se pode fazer e no fim quem se ri é quem come uma fatia (ou três...)! {#emotions_dlg.drool}

 

Bolo de Curgetes e Chocolate

  

 

4 copos de curgetes raladas com a casca (duas curgetes médias)

2 e ½ copos de farinha com fermento

½ copo de cacau em pó

2 colheres de chá de bicarbonato de sódio

½ colher de chá de sal

1 colher de chá de canela em pó

1 e ½ copos de açúcar

2 ovos

¾ de copo de óleo de girassol (ou margarina derretida)

1 colher de chá de café solúvel

½ copo de leite

 

As curgetes raladas devem escorrer num passador enquanto se prepara o bolo.

Aquecer o forno e untar duas formas de bolo inglês. Reservar.

Numa taça mistura-se a farinha com o cacau, o bicarbonato, o sal e a canela.

Noutra taça batem-se o açúcar e os ovos por um ou dois minutos. Adicionar o óleo, o leite e o café solúvel e mexer bem.

Misturar as curgetes raladas com a mistura de açúcar e ovos e adicionar a mistura da farinha em três vezes, envolvendo bem antes de adicionar a próxima.

Dividir a massa pelas duas formas e levar ao forno por cerca de 45 a 50 minutos. Verificar no meio com um palito.

Retirar do forno, deixar arrefecer por cinco minutos e depois retirar os bolos das formas e deixar arrefecer completamente.

 

Notas: adicionei o ½ copo de leite porque a massa estava demasiado grossa mas na receita original não é usado o leite.

 

Qui | 12.07.12

em modo compota #5

Ainda a gastar o restinho das cerejas deste ano.

 

Doce de Cereja

 

 

 

1 kg de cerejas

600 grs de açúcar

Sumo de um limão

 

Retirar os caroços às cerejas. Juntar o açúcar e o sumo de limão e levar ao lume numa panela. No início deve estar com o lume brando para não caramelizar o açúcar, depois de ficar líquido aumenta-se o lume e mexe-se bem para misturar as cerejas com o açúcar e deixa-se levantar fervura.

Baixar novamente o lume e deixar ganhar o ponto desejado, no meu caso e com estas quantidades demorou cerca de uma hora. Retirar a espuma que for criando.

Deitar o doce bem quente em frascos esterilizados, fechar com as tampas e deixar arrefecer. Quando frios os frascos terão criado vácuo e podem ser guardados por um ano, pelo menos, mas quem é que pode esperar???

Qua | 11.07.12

perishable thoughts

As Fisális [Physalis peruviana] são um fruto que parece um tomatinho descolorado e que traz a sua própria embalagem, género prêt-à-porter!

Também são conhecidos por tomatinhos de fole ou tomatinhos de capucho.

É uma planta que se nos distraímos pode ocupar o espaço que lhe destinámos e o que estiver ao lado… e quanto mais sol apanhar, mais docinhas são as bagas que produz.

Rica fonte de ferro, fósforo, vitaminas A e C, além de alcalóides e flavonoides, esta fruta pode ser consumida ao natural  ou utilizada para fazer doces, compotas, sobremesas, etc.

Experimentem!

 

Physalis

 

 

Ter | 10.07.12

saladas

As saladas podem muito bem substituir um prato mais pesado agora que o calor está aí (sim, ele está algures, já me disseram...).

Como tenho mesmo que gastar alfaces em dose industrial, tem sido uma aposta ganha, variando os restantes ingredientes, desta vez coube ao frango abrilhantar a festa. 

 

Salada de Frango

 

 

2 peitos de frango

1 haste de tomilho

Alface

Acelga

Rúcula

Beldroegas

Cebolinha

Aipo

1 ovo cozido

1 tomate maduro     

Sal

3 colheres de sopa de uvas passas

Pimenta

Maionese q.b.

1 limão

Azeite

 

Cozer os peitos de frango em água temperada com sal e tomilho. Quando cozidos desfiar e reservar até estar frio (em alternativa pode-se usar sobras de frango desfiado).

Numa taça misturam-se alface, acelgas, rúcula, beldroegas, a cebolinha e o aipo cortados em rodelas, o tomate cortado em quadradinhos pequenos (sem as sementes), o frango desfiado, o ovo cozido também cortado em quadradinhos e as uvas passas. Temperar com pimenta fresca moída na altura.

Numa taça juntar a maionese com sumo de limão e azeite para fazer um molho mais solto e envolver a salada com este molho.

Servir fresco.

 

Nota: Podem ser usados outros ingredientes

 

Seg | 09.07.12

tostamista

Para os jantares de domingo ou de outros dias, para quando apetece comer uma coisa bem boa mas não queremos estar de volta dos tachos, aqui vai uma bela sugestão.

 

Tosta mista de atum

 

 

4 fatias de pão rústico (alentejano, da aldeia, centeio, etc.)

1 lata de atum

1 colher de sopa de maionese

1 colher de chá de orégãos

2 fatias de requeijão

2 fatias de queijo gouda ou flamengo

Manteiga q.b.

 

Escorrer o atum e misturá-lo com a maionese e os orégãos.

Barrar duas fatias de pão com esta mistura.

Por cima colocar fatias de requeijão ou de queijo.

Tapar com a outra fatia de pão e barrar com manteiga.

Pôr as sandes na máquina de fazer tostas mistas com a temperatura no máximo e deixar tostar, por cerca de cinco a dez minutos.

Em alternativa tostar numa frigideira com algum peso em cima das tostas (uma lata de feijão por exemplo).

 

Notas:

Fiz uma tosta de requeijão e uma de queijo gouda

pode-se meter umas folhas de alface nas tostas após saírem da tostadeira

 

Sex | 06.07.12

que frescura

 

Esta foi a primeira tarte que fiz usando o método de pré-cozedura da base.

 

Ficou muito boa, parecia um biscoito gigante porque ficou muito crocante, a combinar muito bem com o recheio fresquinho.

 

Os mirtilos, esses, vieram da Feira do Mirtilo, em Sever do Vouga.

 

 

Tarte de Mirtilos

  

 

Massa da tarte

120 grs de farinha de trigo

40 grs de farinha de espelta

40 grs de amêndoa em pó

40 grs de açúcar

90 grs de manteiga

1 ovo

 

Recheio da tarte

250 grs de queijo Mascarpone (uma embalagem)

150 grs de iogurte grego

1 colher de chá de água de flor de laranjeira

3 colheres de sopa de açúcar em pó

Mirtilos para enfeitar

 

Misturar a farinha de trigo com a espelta (usei flocos de espelta moídos no moinho de café) e a amêndoa ralada e o açúcar. Misturar a manteiga bem fria com as pontas dos dedos até formar migalhas. Depois juntar o ovo e mexer bem. Reservar a massa no frio por uma hora.

 

Quando for para cozer a massa, estende-se com o rolo e põe-se na tarteira. Se for difícil de estender põe-se na tarteira e com as mãos espalha-se. Põe-se papel de ir ao forno sobre a massa e enche-se a tarteira com feijões ou grão secos. Leva-se ao forno por dez minutos, depois retiram-se os feijões ou grão e põe-se novamente a tarte a cozer por mais dez minutos. Retirar do forno e deixar arrefecer. Isto pode ser feito na véspera.

 

Juntar o queijo com o iogurte, a água de flor de laranjeira e o açúcar em pó. Espalhar sobre a massa da tarte previamente cozida e por cima enfeitar com os mirtilos. Servir bem frio.

 

Notas:

pode ser usada outra fruta em vez dos mirtilos

a farinha pode ser toda de trigo em vez de trigo e espelta

a água de flor de laranjeira pode ser substituída por raspa de limão

 

Qui | 05.07.12

outras cozinhas

Eu adoro comida indiana. Como não tenho por perto nenhum restaurante indiano, lá tenho que ser eu a fazer alguma receita que me apeteça.

Algumas receitas indianas dão um pouquinho de trabalho a fazer porque têm muitos passos mas no fim, vale mesmo a pena porque o sabor é completamente diferente daquilo a que estamos habituados na nossa cozinha.

 

Frango Biryani

 

 

 

Para o arroz:

1 copo de arroz basmati (demolhar em água por 30 minutos)

1 estrela de anis

1 folha de louro

2 vagens de cardamomo esmagadas

1 colher de sopa de óleo

Sal

2 copos de água

 

Para o frango:

2 peitos de frango (cerca de 400 grs)

1 colher de sopa de gengibre fresco ralado

1 colher de sopa de alho ralado

1 colher de sopa de garam masala

1 pau de canela

1 estrela de anis

½ copo de iogurte natural

2 colheres de sopa de óleo

 

Alguns ingredientes mais:

1 colher de chá de filamentos de açafrão

2 colheres de sopa de leite

1 cebola grande

2 colheres de sopa de azeite

 

  1. Numa taça mistura-se o frango com os restantes ingredientes listados para o frango. Deixar marinar por umas horas ou de um dia para o outro.
  2. Aquecer algum óleo de girassol numa frigideira e fritar a cebola cortada em meias luas até ficar bem castanha. Reservar.
  3. Misturar o leite o açafrão numa chávena. Reservar.
  4. Num tacho aquecer o óleo e juntar as especiarias do arroz, mexer e juntar o arroz escorrido. Mexer novamente e juntar a água. Temperar com sal e deixar cozer até a água evaporar.
  5. Numa frigideira aquecer as duas colheres de sopa de óleo do frango, juntar uma estrela de anis e um pau de canela. Juntar o frango e a marinada e mexer. Deixar cozinhar até alourar o frango mexendo para não pegar.
  6. Deitar metade do frango e molho num pyrex, por cima espalha-se metade do arroz, novamente frango e molho, por cima arroz.
  7. Salpica-se com o leite e açafrão sobre o arroz e por cima espalha-se a cebola frita.
  8. Leva-se ao forno para alourar, mais ou menos por 25 minutos.
  9. Serve-se com uma salada.

Nota: Se não tiver açafrão, pode substituir com 1/2 colher de chá de açafrãos das Índias (curcuma)

 

Qua | 04.07.12

perishable thoughts

 

Pré-cozedura/Cozedura cega

  

 

Cozer a massa de uma tarte sem o recheio.

Para que a forma da massa se mantenha, usam-se pesos como feijões, grão-de-bico, arroz, pedras, moedas, etc.

Neste caso usei grão-de-bico e foi a primeira vez que fiz uma pré-cozedura de uma tarte. Normalmente se isso é pedido faço-o sem pesos (à trapalhona, mesmo) ou quando a seguir a tarte vai ao forno com o recheio, nem sequer faço a pré-cozedura (a minha versão corta-mato…).

Neste caso portei-me bem e depois de espalhar a massa pela tarteira, tapei com papel de ir ao forno e preenchi o que seria o recheio da tarte com grão-de-bico seco.

 

Nota: As avelãs foi só para a foto {#emotions_dlg.sarcastic}

 

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