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Belita, a Rainha dos Couratos

Belita, a Rainha dos Couratos

Ter | 29.06.10

mais festas populares

Desde que me lembro que conheço esta receita. Não sei de onde veio, talvez alguém a tenha dado à minha Mãe e nunca a vi escrita em lado nenhum.

Era costume fazê-la em aniversários lá em casa pois como éramos muitos este bolo dava para todos.

Já não a fazia há mesmo muito tempo. Desta vez foi para uma festa de S. João.

 

Bolo de Batata

 

 

 

400 grs de açúcar

5 ovos

250 grs de batata cozida e passada no passe-vite

Raspa de um limão

250 grs de farinha

1 colher de chá de fermento

 

Batem-se as gemas com o açúcar até ficar um creme bem volumoso e esbranquiçado. Mistura-se o puré de batata e a raspa do limão.

Batem-se as claras em castelo e misturam-se alternadamente com a farinha e o fermento no resto da massa.

Vai ao forno em foram redonda, sem buraco, untada e enfarinhada. Coze cerca de 40 a 50 minutos em forno médio. Verificar com um palito.

Desenforma-se e deixa-se arrefecer numa rede. Corta-se em duas rodelas, recheia-se com um creme a gosto, barra-se e enfeita-se.

Para este usei natas batidas e morangos.

 

 

Seg | 28.06.10

verduras

Uma das verduras que prefiro e de que gosto desde que me lembro, é o feijão-verde. Na minha terra até é mais conhecido como vagem e na realidade é o que é.

Costumo plantar vários tipos e neste momento já estão a produzir em grande estilo, à excepção de uma variedade que dá umas vagens muito compridas (no ano passado a maioria tinha mais de 50 cms, algumas mesmo com 70 cms, dei-me ao trabalho de medir).

Estas são aquelas conhecidas por feijão-verde francês, pequenas e redondinhas que nascem em feijoeiros que não crescem em altura e que por isso não necessitam de estacas para se enrolarem.

Isto nem sequer é bem uma receita, é mais uma sugestão.

 

Feijão-verde com amêndoa tostada

 

 

500 grs de feijão-verde

sal q.b.

1 colheres de sopa de manteiga

2 colheres de sopa de amêndoa laminada

 

Cozer o feijão-verde em água temperada com sal. Deixar ainda estaladiço, não cozer demais.

Numa pequena frigideira, salteiam-se as amêndoas em lume brando, para as tostar. Retiram-se da frigideira.

Na mesma frigideira derrete-se a colher da manteiga, adicionam-se as vagens e as amêndoas e envolve-se bem.

Óptimo para acompanhar carnes grelhadas.

 

Qui | 24.06.10

'tis the time...

Estamos novamente naquela época... das courgetes...

FUJAM!!!

 

Esta receita foi-me dada há anos por uma 'amiga virtual' da Carolina do Norte - EUA.

Já tem 84 anos e deu-me várias receitas que guardo como preciosas pois são excelentes. 

 

Flan Salgado de Courgetes

 

 

2 copos de courgete ralada (1 courgete mais ou menos)

1/2 copo de óleo

3 ovos batidos

1 cebola ralada

1 cenoura ralada

1 dente de alho grande ralado

1 raminho de salsa picada

1 copo de farinha com fermento

sal e pimenta a gosto

 

Numa taça misturam-se todos os ingredientes. Estes podem-se ralar numa picadora ou mesmo num daqueles utensílios de ralar à mão.

Unta-se com manteiga um pyrex e deita-se aí a massa.

Vai a forno médio por 25 minutos, mais ou menos.

Serve-se quente ou frio, como acompanhamento ou apenas para petiscar.

É muito bom porque embora estejamos a comer 'verduras', até parece uma sobremesa {#emotions_dlg.drool}

Salgada, é certo...

  

 

Ter | 22.06.10

retratar

Quando cozinhamos para comer, ao invés de para fotografar, mas mesmo assim queremos registar o petisco, nem sempre as fotos saem bem até porque o interesse primário é que as coisas cheguem à mesa ainda quentes.

Por isso, muitas vezes é pegar na máquina, apontar e tirar sem aquela 'mise en scène' que vemos em livros ou sites mais profissionais.

Pelo menos esta é a minha desculpa para esta foto... {#emotions_dlg.sarcastic}

 

Lombinho de Porco

 

 

1 lombinho de porco cortado em fatias grossas

1/2 copo de vinho do Porto

1 colher de sopa de molho de soja

1 colher de chá de óleo de sésamo

2 dentes de alho

1 bocado de gengibre (2 cms)

3 colheres de sopa de azeite

100 ml de natas de soja

 

Numa taça misturar o vinho do Porto, o molho de soja e o óleo de sésamo. Pôr nesta marinada as fatias de lombinho durante uma a duas horas, virando de vez em quando para ganhar gosto.

Numa frigideira aquece-se o azeite e alouram-se os dentes de alho esmagados e rodelas de gengibre.

Adiciona-se o lombinho e deixa-se fritar por cinco minutos. Viram-se as fatias para fritar também do outro lado mais uns 5 minutos e depois retiram-se da frigideira.

Ao molho adicionam-se as natas e deixam-se começar a ferver lentamente. Voltam a pôr-se as fatias de lombinho sobre o molho, deixa-se aquecer bem e serve-se com arroz basmati.

 

Seg | 21.06.10

Kefir

Há alguns anos deram-me grãos de kefir, também conhecido por ‘flor do iogurte’.

Desde aí consumo regularmente essa bebida e tenho conseguido manter os grãos vivos, apesar de por vezes fazer um descanso.

Quando isso acontece, congelo os grãos e quando quero voltar a usar basta juntar leite, esperar um ou dois dias e lá estão eles activos novamente.

 

 

A bebida consome-se como se fosse iogurte, seja para comer seja para utilizar na confecção de bolos, pão, tartes, etc. A diferença é que tem colónias de bactérias probióticas, daquelas que, segundo dizem, fazem bem à saúde.

Dependendo do tempo que deixamos os grãos actuar, a bebida fica mais líquida ou mais sólida. Normalmente deixo cerca de 36 horas mas a partir das 12 horas já se pode consumir. Não devem ser usados utensílios metálicos no seu manuseamento (o coador deve ser plástico, a colher de plástico ou madeira).

 

 

Como são um organismo vivo, continuam a crescer pelo que de vez em quando têm que ser divididos. De preferência dá-se o excedente a alguém já que estes grãos não se compram, embora já se possa comprar a bebida em lojas de produtos naturais.

 

 

Como acontece com alguns alimentos, este também tem uma lenda associada.

Reza a lenda que Alá teria dado a Maomé esses grãos que ele deveria distribuir pelas tribos que o acompanhavam.

Diz-se que os habitantes do Cáucaso consomem kefir há mais de 4000 anos…

 

Dom | 20.06.10

teve que ser

Não podia deixar de experimentar. Tão bonitos estes biscoitos, pelo aspecto tinham todo o ar de também serem bons.

Mas onde é que arranjava os botões de rosa, pequeninos, como estavam na receita?

Lembrei-me de um chá que me trouxeram de Taiwan, chá das montanhas, que vinha com muitos botõezinhos de rosa. Não sendo dos meus chás favoritos, está mais ou menos condenado a demorar muito a ser consumido por isso achei que se lhe roubasse umas rosinhas, não fazia mal nenhum.

E cá estão eles, ligeiramente modificados do original...

 

Biscoitos de arandos e botões de rosa

 

 

50 grs de açúcar em pó

100 grs de manteiga gelada

180 grs de farinha

1/4 de colher de chá de bicarbonato de sódio

2 colheres de sopa bem cheias de botões secos de pétalas de rosa

1 colher de sopa de água

1/3 de copo de arandos secos (cranberries)

 

Retirar os pés aos botões de rosa, desfazê-los e colocar numa tigela com a colher de sopa de água.

Bater o açúcar com a manteiga.

Misturar a farinha e o bicarbonato ao creme de manteiga. Fica uma massa um pouco seca. Adiciona-se a água com as pétalas de rosa e os arandos bem picadinhos e mexe-se bem. Se necessário usar as mãos porque é mais fácil.

Pôr a massa no frigorífico por 20 minutos para que seja mais fácil de estender, quanto mais fria estiver, melhor.

Estender a massa com um rolo e cortar biscoitos do feitio que se preferir. O cortador que usei era um bocadinho grande e fiz 17 biscoitos com esta massa.

Vão ao forno em tabuleiro forrado com papel de ir ao forno. Cozem por cerca de 15 a 20 minutos em forno médio.

Deixar arrefecer.

Guardar. Comer.

 

botões de rosa roubados ao chá

 

massa pronta a estender

Sex | 18.06.10

ervas

Está na altura de começar a gastar algumas das ervas aromáticas que plantei. O manjericão está em grande (qualidades roxo e verde) e o aneto também já está a dar um ar da sua graça.

É pena é a duração destas ervas ser tão pequena pois rapidamente espigam para dar sementes para o ano seguinte.

Mas enquanto há, toca a usar.

 

Tarte folhada de tomate, manjericão e queijo feta

 

 

1 base de tarte folhada

4 tomates bem maduros

100 grs de queijo feta

2 ovos

1 dl de natas

1 dl de leite

folhas de manjericão

pimenta fresca

 

Dispõe-se a massa folhada numa tarteira.

Por cima põem-se as rodelas de tomate. Sobre as rodelas de tomate esfarela-se o queijo feta.

Numa taça batem-se os ovos, natas e leite. Verte-se esta mistura sobre as rodelas de tomate.

Por cima espalham-se as folhas de manjericão e polvilha-se com pimenta. Optei por não usar sal já que o queijo feta é bastante salgado e quanto a mim é suficiente.

Vai a forno médio por cerca de 25 minutos.

 

Qui | 17.06.10

wabbit...

Não falo aqui tantas vezes de coelho quantas gostaria. Até porque como coelho muitas vezes e consigo arranjar de produção caseira. Aliás, acho que nunca comprei coelho em talhos ou supermercados.

Quando era pequena a minha mãe criava coelhos e eu até a ajudava a, enfim, enviá-los para o ‘céu dos coelhos’.

Hoje já não era capaz. Um bocadinho hipócrita, considerando que os como com prazer…

Além disso têm uma carne extremamente magra e super saborosa.

 

Coelho no Churrasco

 

 

 

1 coelho pequeno (cerca de 1 kg)

Marinada:

½ copo de vinho branco

Sal q.b.

1 colher de sopa de mostarda

Raminhos de tomilho limão

Raminhos de carqueja

 

Misturam-se os ingredientes da marinada numa taça e põem-se aí os bocados de coelho a tomar o gosto por cerca de duas horas.

Assa-se num fogareiro tendo o cuidado de ir pincelado com o resto da marinada para que a carne não seque.

 

Qua | 16.06.10

favoritas de hoje

Gosto muito de batatas. Fritas então!!! Só que não frito em casa, o cheiro a fritos, a gordura em excesso, etc... ná, se é para isso não me convidem.

Mas, quem não tem cão caça com gato por isso 'inventei' estas belezuras. Super saborosas, não dão muito trabalho a fazer (condição 'sine qua non') e com ar de quem está mesmo a pedir que as comam {#emotions_dlg.drool}

 

Batatas alouradas

 

 

4 batatas médias

água q.b.

sal q.b.

4 dentes de alho

2 colheres de sopa de azeite

orégãos

 

Lavam-se bem as batatas e cortam-se em rodelas de cerca de 1 cm (com casca e tudo).

Levam-se ao lume num tacho com água temperada com sal. Deixa-se levantar fervura e cozer por cerca de 12 minutos após ferver.

Escorrem-se da água.

Numa frigideira larga alouram-se os dentes de alho esmagados no azeite e juntam-se as rodelas de batatas. Deixam-se alourar e viram-se para alourar também do outro lado. Manusear com cuidado para ficarem direitinhas.

Depois de retirar da frigideira polvilham-se com orégãos ou outra aromática, ou mistura, à escolha.

 

Ter | 15.06.10

experiências

Gosto muito de usar gengibre nos meus cozinhados. Li algures que produz muito bem em casa e decidi experimentar.

De uma das raizes que comprei, retirei uma ponta que estava já a criar um brotozinho. Coloquei num vaso e em cerca de 15 dias ficou com cerca de 30 cms.

Agora já está maior, até tenho que mudar o vaso pois não tem muito espaço livre.

 

 

 

p.s. não liguem ao tomateiro que apareceu no vaso sem ser 'convidado'...

 

Seg | 14.06.10

ervilhas

As ervilhas tortas (ou de quebrar) são muito adocicadas e tenrinhas. Tanto que até se podem comer cruas em saladas.

Eu gosto muito delas no arroz mas ontem experimentei saltear uma mão-cheia para ver como ficavam.

Ficaram muito crocantes e foram um belo acompanhamento para o almoço, além de terem uma cor muito estival.

Espero que continuem a produzir por muito tempo pois estou mesmo fã.

 

Ervilhas tortas salteadas

 

 

250 grs de ervilhas de quebrar

2 colheres de sopa de azeite

2 dentes de alho grandes

Sal e pimenta fresca

 

Numa frigideira aquece-se o azeite e alouram-se os alhos esmagados.

Adicionam-se as ervilhas lavadas e às quais se retiraram os fios. Embora tenras têm sempre uns fios de lado que se devem retirar.

Temperam-se com sal e pimenta fresca moída. Cozinhar apenas por 5 a 8 minutos em lume brando.

Abana-se a frigideira para irem mudando de posição ou então mexem-se com um garfo. 

Servir quente ou frio.

 

Dom | 13.06.10

que nome...

Já tenho esta receita há mais de dez anos e nunca experimentei fazê-la. Foi desta e embora haja por aí muitas mais receitas para experimentar, tenho a certeza que esta, pelos ingredientes envolvidos, vai cair no goto do pessoal.

E o nome é muito apelativo... Pelo que dizem, tem este nome porque a tarte se parece com as margens lamacentas do rio Mississippi, no sul dos Estados Unidos, de onde a receita é originária.

 

Tarte de Lama do Mississippi

 

 

Base

1 pacote 100 grs de bolachas Oreo ou idênticas

2 colheres de sopa de manteiga

 

Recheio

500 grs de gelado de chocolate

2 colheres de sopa de café instantâneo granulado

2 colheres de sopa de brandy

2 colheres de sopa de kahlua (licor de café)

2 colheres de sopa de natas firmes

 

Triturar as bolachas e misturar com a manteiga derretida. Forrar uma forma de tarte com este preparado.

Bater o gelado de chocolate com o café, o brandy, o licor de café e as natas. Deitar esta mistura sobre a base de bolachas. Levar ao congelador.

Para servir retirar do congelador uma hora antes. Enfeitar com chantilly e raspas de chocolate.

Qua | 09.06.10

são fases...

A minha cozinha rege-se por fases… esta parece ser a fase das peras. A explicação é que me custa muito deitar fruta fora (ou outra comida qualquer) e quando vejo que as peças já não estão nada apetecíveis para tirar da fruteira e comer, em vez de pensar no óbvio, uma salada de frutas ou mesmo sumos por exemplo, vou pesquisar as receitas que se adequam à fruta em questão.

Normalmente acaba sempre com qualquer coisa feita no forno…

Esta foi adaptada daqui.

 

Queques de Peras e Nozes

 

 

 

2 peras, descascadas e cortadas em quadradinhos

1/3 de copo de açúcar granulado

1/3 de copo de açúcar amarelo

 

1/3 de copo de óleo

2 bananas maduras esmagadas

2 ovos

2 copos de farinha

2 colheres de chá de fermento

1 colher de chá de canela

¼ de colher de chá de gengibre em pó

¼ de colher de chá de sal

2/3 de copos de nozes picadas grosseiramente

 

Aquecer o forno e preparar as formas de queques com forminhas de papel plissadas.

Numa taça misturam-se as peras com os açúcares e reservam-se.

Numa outra taça, misturam-se a farinha, fermento, canela, gengibre e sal. Reserva-se.

Batem-se os ovos com as bananas esmagadas e o óleo até estar uma mistura homogénea. Junta-se a esta mistura a farinha e restantes ingredientes secos. Mexe-se bem e adicionam-se as peras e as nozes.

Deita-se a massa nas formas e leva-se ao forno médio cerca de 20 a 25 minutos.

Dá 12 queques bem grandinhos. 

 

Dom | 06.06.10

enrolado

O rolo de carne já não se vê tanto como antigamente, parece que passou de moda. Sim, que isto das comidas também tem modas mas de vez em quando apetece ir buscar uma daquelas comidinhas de conforto e dar-lhe uma cara nova. Foi o que fiz com esta receita. As sobras deste rolo são excelentes numas sandes para um jantar ligeiro ou para levar para o almoço em dia de trabalho.

 

Rolo de carne recheado com queijo e espinafres

 

 

 

200 grs de carne de vaca picada

200 grs de carne de porco picada

200 grs de carne de peru picada

1 colher de chá de sal

1 cenoura ralada

1 batata pequena ralada

1/2 curgete ralada

pimenta fresca

50 grs de espinafres

1 dente de alho

1 colher de sopa de azeite

4 fatias de queijo Gouda

4 tiras de bacon

 

Começamos por saltear os espinafres numa frigideira onde está já o azeite e o dente de alho picado. Salteiam-se por dois ou três minutos e reservam-se.

 

Numa taça grande misturamos as carnes com o sal, a cenoura, a batata e a curgete raladas. A adição destes ingredientes vai fazer com que o rolo fique com uma textura mais húmida depois de cozido. Tempera-se com pimenta fresca e amassa-se bem.

Estende-se na banca um bocado de folha aderente. Por cima estende-se com as mãos a mistura da carne até formar um rectangulo aí com 2 cms de altura e que dê para enrolar.

Por cima da carne põem-se os espinafres e sobre os espinafres dispõem-se as fatias de queijo.

Com a ajuda da folha aderente enrola-se a carne de modo a ficar parecido com uma torta recheada. Põe-se este rolo num tabuleiro e por cima enfeita-se com as fatias de bacon.

Vai ao forno médio por cerca de 45 minutos.

Servir com arroz de limão e salada.

 

Sab | 05.06.10

arroz

Experimentem este arroz, é mesmo saboroso!

 

Arroz de Limão

 

 

 

 

1 cebola picada

azeite q.b.

1 colher de chá de açafrão das Índias

1 copo de arroz estufado

2 copos de água a ferver

raspa de 1 limão

sal q.b.

 

 

Num tachinho aloura-se a cebola no azeite. Junta-se o pó de açafrão, mexe-se e adiciona-se o arroz, mexendo sempre para não pegar.

Deixa-se fritar bem o arroz e junta-se a água a ferver.

Raspa-se a casca de um limão pequeno para dentro do tacho e mexe-se bem.

Tempera-se de sal a gosto e deixa-se cozer, com o tacho tapado, por 20 minutos até absorver  a água.

Qua | 02.06.10

desconstrução de um cheesecake

O cheesecake é uma sobremesa que não é difícil de fazer e costuma sempre gerar muitos ahhs e oohs de satisfação. Mas às vezes, até o que não é difícil de fazer pode ser ainda mais simplificado. Foi o que fiz, inspirada nesta receita.

Ficou excelente e será testada novamente daqui a muito pouco tempo. Só para que não restem dúvidas {#emotions_dlg.sarcastic}

 

Taças de Cheesecake de Morangos

 

(receita para 4 taças)

 

8 bolachas digestive

250 grs de natas espessas*

4 colheres de sopa de açúcar

8 morangos grandes

1 colher de sopa de açúcar amarelo

1 colher de chá de vinagre balsâmico

 

Cortar os morangos em quadradinhos, salpicar com o açúcar amarelo e o vinagre balsâmico e reservar.

Bater as natas com as 4 colheres de sopa de açúcar na batedeira.

Ralar as bolachas de modo a ficarem parecidas com pão ralado (pode-se fazer colocando as bolachas dentro de um saco de plástico e bater-lhes com o rolo da massa. Parece muito violento mas para esta pequena quantidade não é necessário estar a desarrumar a picadora…)

Pode-se montar o doce numa taça grande ou em pequenas taças. Eu optei por umas taças de champanhe antigas que não são usadas para mais nada e permitiram um efeito visual muito giro.

Na base da taça põe-se bolacha ralada. Por cima as natas, sobre as natas os morangos e assim sucessivamente até terminar os ingredientes. Finaliza-se com natas e para enfeitar uns raminhos de menta.

 

* usei natas ‘crème fraîche epaisse’, marca Paturages

Ter | 01.06.10

acompanhante ligeiro

Nem sempre apetece uma salada de alface ou tomate para acompanhar alguns pratos. Por vezes queremos uma verdura cozinhada mas também que não dê muito trabalho a fazer.

Para estas curgetes, optei por tiras finas em vez das rodelas pois estas tendem a colar-se todas umas às outras e obrigam a estar ao pé do fogão a separá-las.

Com esta versão, é só o tempo de as cortar e os descascadores de legumes ajudam imenso a fazer estas tirinhas. Nada mais simples.

 

Curgetes Salteadas 

 

 

2 dentes de alho grandes

3 colheres de sopa de azeite

1 curgete

4 raminhos de tomilho fresco

sal

pimenta

 

Lavar e cortar as pontas da curgete.

Com um descascador de batatas, cortam-se tiras fininhas, ao alto (fazemos como se estivéssemos a descascar a curgete, sempre do mesmo lado). 

Numa frigideira salteiam-se os alhos e os raminhos de tomilho em azeite, juntam-se as tirinhas de curgete, temperam-se de sal e pimenta e deixam-se amolecer, aí cerca de uns 5 minutos.

Excelente para acompanhamento de pratos de carne ou para servir para o recheio de uma quiche.