Sexta-feira, 13 de Janeiro de 2017

porque sim

 

Uma versão de arroz doce que não leva ovos nem manteiga. Leva leite de vaca, por isso não é vegan mas quem quiser fazer com leite de soja, de aveia ou de amêndoa pode experimentar.

Também não leva ovos mas nem por isso deixa de ter uma cor vibrante! O açafrão das Índias é o maior 

 

Arroz Doce

 

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125 grs de arroz carolino

200 ml de água

1 pitadinha de sal

1 litro de leite

1 pau de canela

1 casca de limão

5 vagens de cardamomo

1 colher de sopa bem cheia de farinha Maizena

1 colher de chá de açafrão das Índias

200 grs de açúcar

Cinco especiarias chinesas ou canela em pó q.b.

 

Num tacho cozer o arroz com a água e sal até evaporar a água. Entretanto retirar 100 ml do leite para uma tacinha e reservar. Aquecer o restante com a canela, limão e cardamomo até levantar fervura (cuidado para não verter!). Adiciona-se o arroz meio cozido ao leite e deixa-se fervilhar em lume brando por cerca de 30 minutos. Juntar o açúcar e retirar o pau de canela, a casca de limão e as vagens de cardamomo.

Dissolver a farinha Maizena e o açafrão das Índias no leite frio reservado e juntar ao arroz mexendo sempre até engrossar.

Deitar em taças e polvilhar com cinco especiarias chinesas ou canela em pó.

 

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Terça-feira, 22 de Novembro de 2016

se tudo fosse assim tão fácil

 

Perco algum tempo a olhar para dentro do frigorífico como se me fosse resolver os problemas… e depois vejo lá uma sobra de arroz cozido e penso: problema do jantar resolvido!

Tão fácil como isso 

 

Arroz Frito

 

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Arroz cozido q.b. (usei Basmati)

2 ovos

3 colheres de sopa de molho de soja

½ cenoura picada

30 grs de ervilhas congeladas

Fiambre de peru

Aipo q.b.

Pimento vermelho q.b.

Cebolinho

1 colher de sopa de óleo de girassol

1 colher de sopa de óleo de sésamo

 

Primeiro coze-se a cenoura picada com as ervilhas por cerca de cinco minutos. Escorrem-se e reservam-se.

Bater os ovos com uma colher de sopa de molho de soja e fritar no wok ou numa frigideira com uma colher de sopa de óleo de girassol de modo a fazer uma omelete. Cortar em tirinhas e reservar.

No mesmo wok põe-se acolher de sopa de óleo de sésamo (ou de girassol se não houver de sésamo) e salteia-se o aipo e o pimento picados. Junta-se o arroz cozido, as cenouras e ervilhas cozidas e o fiambre de peru e a omelete cortados em tirinhas. Junta-se mais duas colheres de sopa de molho de soja, mexe-se e polvilha-se com o cebolinho picado.

 

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Segunda-feira, 20 de Junho de 2016

Almoços portáteis #14

 

Já apetece, seja para almoçar ao ar livre ou mesmo no refeitório do trabalho. E não pensem que lá por ser uma salada é comida de grilo, não senhor! Ora façam e confirmem.

 

Salada de Arroz

 

salarroz1.jpg

 

Arroz basmati (ou outro arroz solto) cozido

2 fatias de fiambre de frango ou peru

1 ovo mal cozido

1 colher de sopa de nozes picadas

2 colheres de sopa de queijo Feta esfarelado

Sementes de nigela ou de sésamo

Folhas de rúcula ou alface

Tomate em quadradinhos

 

Pimenta, azeite e vinagre balsâmico

 

Enrolar as fatias de peru e cortar em rodelas fininhas. Misturar todos os ingredientes da salada e temperar com a pimenta, o vinagre e o azeite a gosto.

Servir frio.

 

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Terça-feira, 17 de Maio de 2016

vai um arrozinho

 

As novidades, como chamam na praça às coisas da estação (por agora favas, ervilhas tortas, etc) começam a estar na época, bastante atrasadas para o que é costume mas ainda a tempo de as podermos aproveitar em diversas preparações.

As primeiras favas deste ano serviram para fazer um arroz, para acompanhamento de peixe frito.

Muito bom!

 

Arroz de Favas

 

arrozdefavas.jpg

 

1 cebola picada

1 alho picado

1 fatia de presunto (fina) picada

¼ de copo de vinho branco

1 copo de arroz agulha

3 copos de água

1 copo de favas descascadas e descamisadas

Sal q.b

Coentros q.b.

Azeite q.b.

 

Num tachinho alourar a cebola e o alho picados em azeite.

Juntar o presunto e o vinho e mexer. Deixar evaporar e adicionar o arroz, mexendo para não pegar.

Juntar a água a ferver e as favas e temperar com sal a gosto.

Deixar cozer o arroz (se necessário adicionar mais água para que fique cremoso) e no fim juntar os coentros.

 

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Segunda-feira, 11 de Abril de 2016

almoços portáteis #13

 

Quando olhamos para o frigorífico e só há lá uma sobra de arroz, o cenário para o almoço a levar para o trabalho no dia seguinte perece tenebroso… depois é olhar com olhos de ver para as coisitas que por lá andam e olhem, sai uma salada, que embora o tempo não esteja de feição, Abril vai quase a meio!

 

Salada de arroz

 

salada.jpg

 

Arroz basmati cozido

Folhas de rúcula

Tomate sem sementes picado

Abacate em pedaços

Pistachos

Funcho em rodelas

Ovo cozido em rodelas

Queijo Feta esfarelado

Azeitonas picadas

Damascos secos picados

Sumagre ou pimenta para polvilhar

Molho de mostarda, vinagre e azeite

 

Misturar todos os ingredientes da salada e temperar com a o sumagre ou a pimenta e por cima deitar o molho de mostarda, vinagre e azeite.

 

Nota: para o molho juntar uma colher de mostarda, duas de vinagre e quatro de azeite e agitar num frasco

 

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Terça-feira, 29 de Março de 2016

nem tudo o que parece...

 

Sou pouco apreciadora de marisco, não corro atrás de um arroz de marisco nem de uma mariscada. Gosto de camarões mas a maior parte das vezes até os dispenso só por ter de os descascar.

Gosto de ameijoas, daquelas malhadas que há na Ria de Aveiro e que são muito difíceis de encontrar. Não me apanham a comer ameijoas vietnamitas e muito menos sou vista perto daquele sucedâneo de marisco que dá pelo enganador nome de delícias do mar.

Não sou fundamentalista, apenas há coisas que aprecio, e outras não 

E este arroz? Uma maravilha!

 

Arroz de Peixe e Marisco

 

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Azeite q.b.

1 cebola

1 dente de alho

3 tomates (usei congelados, podem ser de lata)

¼ de pimento vermelho

1 malagueta ou piripiri

1 filete de pescada médio

1 raminho de salsa picada

1 medida de arroz carolino

3 a 4 medidas de água ou caldo de peixe

Sal q.b.

100 grs de camarão congelado, descascado

100 grs de ameijoas (usei congeladas)

Coentros picados q.b.

 

Cortar o peixe em pedaços. Reservar.

Num tacho alourar a cebola e alho picados em azeite. Adicionar o tomate pelado e cortado em pedacinhos, o pimento também cortado e a malagueta ou piripiri e deixar refogar. Juntar o peixe, mexer e juntar também o arroz e a água a ferver (apenas 3 medidas, se necessário junta-se mais um pouco, mais tarde).

Deixar levantar fervura, baixar o lume e deixar cozer por uns 15 minutos. Adicionar o camarão e as ameijoas, se necessário acrescentar mais água a ferver para se manter malandrinho, e rectificar os temperos.

Logo que o arroz esteja cozido, servir salpicado com coentros picados.

 

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Quinta-feira, 10 de Março de 2016

quem não tem cão...

 

É raríssimo ir a um restaurante Chinês. Também sei que se fosse, não era este tipo de comida que lá serviriam pois têm tendência a europeizar as receitas para ficarem mais ao nosso gosto e acho-as, também, muito gordurosas.

Este tipo de comida é super rápido de fazer, não leva muitos ingredientes tem bastante sabor devido ao uso do molho de soja e também do gengibre.

 

Carne Oriental com Brócolos

 

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2 bifes de novilho finos

1 colher de sopa de amido de milho (Maizena)

2 colheres de sopa de óleo de girassol

1 colher de chá de alho ralado

1 colher de chá de gengibre ralado

1 talo de erva-príncipe cortado em rodelas finas

¼ copo de molho de soja

¼ de copo de água

1 mão-cheia de brócolos finos cozidos

 

Cortar os bifes em tiras e passar pela farinha.

Aquecer o óleo num wok ou frigideira e fritar o alho e gengibre ralados e as rodelas de erva-príncipe. Adicionar as tiras de bife e saltear.

Juntar o molho de soja e a água (o molho vai engrossar devido à farinha Maizena) e fritar por 3 ou quatro minutos. Se necessário acrescentar um pouco mais de água. Envolver os brócolos na carne e servir com arroz branco.

 

 

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Terça-feira, 16 de Fevereiro de 2016

de outras paragens

 

Quando vi esta receita decidi logo que a ía experimentar. Só fui uma vez à Noélia (em Cabanas de Tavira), já foi há uns anos valentes e do que me lembro é de um arroz de coentros como nunca tinha comido.

Além disso, tenho encontrado na praça uns belos robalos do mar e nada melhor para esta receita do que um robalo a sério.

Pedi à peixeira para separar os filetes e após algumas explicações (é como se estivesse a escalar o peixe, só que é dos dois lados… é para separar os lombos da espinha…) lá fui ao resto das compras passando novamente na banca do peixe à saída para pagar e levar a minha encomenda.

Quando cheguei a casa ia-me dando um treco porque ela tinha deitado fora as espinhas!!!! Oh minha senhora, desse peixe só não quero as escamas e as tripas! O resto levo tudo, logo vejo o que lhe faço!!! Vou ter que ter uma conversinha com ela 

Mas pronto, lá me safei com a cabeça, o rabo e a parte da barriga para fazer um caldo.

Experimentem, nem que seja com um robalito de ‘aviário’. Esta receita vale mesmo a pena!

 

Arroz de Limão com Robalo

 

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6 colheres de sopa de azeite

1 ou 2 dentes de alho picados

1 cebola picada

1 copo de arroz carolino

3 copos de caldo de cozer o peixe

1 limão

1 vagem de cardamomo

1 molho de coentros

1 robalo

 

Pedir na peixaria para retirarem os filetes ao robalo e aproveitar a cabeça e espinhas para fazer um bom caldo (com 1 folha de louro, sal). Cortar os filetes em bocados grandes e temperar com umas pedras de sal.

Aquecer o azeite num tacho e adicionar os alhos picados, deixar alourar, juntar a cebola e continuar a  estrugir. Adicionar o arroz, mexer para não pegar e juntar também o caldo de peixe, o sumo do limão, um bocado da casca do limão e o cardamomo. Deixar levantar fervura e baixar o lume, mexendo de vez em quando para ir envolvendo bem o azeite no arroz.

Quando já faltar pouco, adicionam-se os bocados de peixe (eu pus com a pele) e uma mão-cheia de coentros picados grosseiramente. Mexe-se e deixa-se acabar de cozinhar. Deve ficar um arroz caldoso. Serve-se com mais coentros.

 

Nota: A receita original também leva ameijoas e com certeza fica ainda melhor com elas mas eu não tinha e recuso-me a usar daquela praga vietnamita que anda por aí…

 

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Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2016

alimenta uns quantos...

 

Para quem ainda tem sobras das festas ou para quem quiser fazer a preceito.

Este prato não é difícil de fazer e dá para uma multidão! Sim, deu para andar três ou quatro dias a alimentar alguns por altura do fim de ano. E ainda bem, que o ânimo para andar à volta dos tachos no pós-festas não era lá muito 

 

Arroz de Peru no Forno

 

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Para a carne:

1 perna e coxa de peru

150 grs de toucinho defumado

1 chouriço de vinho, picante

1 cebola

1 raminho de salsa

6 bagas de pimenta da Jamaica

Sal q.b.

 

Levar uma panela com água ao lume e cozer a perna e coxa de peru juntamente com os restantes ingredientes. Depois de bem cozido, retirar, deixar arrefecer e desfiar a carne e reservar o toucinho e o chouriço. Levar a água ao frigorífico por umas horas para solidificar a gordura ao de cima. Descartar a gordura.

 

Para o arroz:

Azeite q.b.

1 cebola

2 chávenas de arroz estufado

4 a 5 copos de água de cozer o peru aquecida

Noz-moscada q.b.

 

Fazer um estrugido com a cebola bem picadinha e azeite num tacho largo.

Adicionar o arroz para fritar ligeiramente e de seguida a água de cozer o peru a ferver. Mexer e temperar com umas raspas de noz-moscada e deixar cozer por cerca de dez minutos, até os bagos começarem a encher.

Pôr metade do arroz num tabuleiro, por cima espalhar a  carne desfiada e o toucinho defumado cortado em tiras. Tapar com o restante arroz, pôr o chouriço em rodelas por cima e levar ao forno até estar dourado e ter finalizado a cozedura.

 

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Quarta-feira, 23 de Dezembro de 2015

sem tempo a perder

 

Eu sou pela simplicidade. A sério.

 

Arroz de Frango no Forno

 

arroz.JPG

 

½ frango do campo

1 cebola

1 cenoura

2 pés de salsa

4 cravinhos

4 bagas de pimenta da Jamaica

Sal q.b.

 

1 cebola

1 copo de arroz

2 colheres de sopa de passas

3 colheres de sopa de amêndoas palitadas

2 e ½ copo de água de cozer o frango

 

Pôr o frango cortado em pedaços numa panela com uma cebola descascada inteira, uma cenoura descascada inteira, a salsa, o cravinho, a pimenta da Jamaica e o sal. Cobrir com água e deixar cozer até a carne estar tenra.

Retirar a carne da panela e deixar arrefecer até se poder desfiar. Cortar a cenoura em rodelas finas.

No fundo de um tabuleiro ou pyrex põe-se a outra cebola cortada em meias luas. Por cima a carne do frango desfiada, o arroz, a cenoura em rodelas, as passas e as amêndoas.

Põe-se a água de cozer o frango sobre tudo, remexe-se um pouco com um garfo para que tudo fique envolvido pela água e leva-se ao forno por cerca de 45 minutos.

 

Nota: Com a restante água de cozer o frango pode-se fazer uma canja

 

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Quinta-feira, 19 de Novembro de 2015

O Jack...

 

O Jack é o pai de uma das minhas cunhadas. É americano, vive no Massachussets e gosta de cozinhar.

A única vez que fui aos Estados Unidos gostei muito de um prato feito pela minha cunhada e cuja receita lhe tinha sido dada pelo pai.

Mais de vinte anos depois, encontrei o cartãozinho onde estava a receita e tive que a fazer. Cá está mais ou menos como explicado.

 

Costeletas no forno à moda do Jack

 

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2 costeletas de porco, grossas

Sal e pimenta q.b.

Sumo de 1 limão pequeno

Azeite q.b.

1 copo de arroz (usei vaporizado)

2 copos de água ou caldo de carne

1 cebola roxa (ou branca)

3 dentes de alho

¼ de pimento vermelho

Brócolos a gosto (usei congelados)

 

Aquecer o forno.

Temperar as costeletas com sal, pimenta e sumo de limão e alourar em azeite, numa frigideira.

Num tabuleiro de ir ao forno, ou pyrex, põe-se o arroz no fundo e por cima põe-se a água ou caldo de carne. Se se usar água deve-se temperar o arroz com uma pitada de sal, com o caldo de carne não será necessário pois já tem sal.

Espalha-se a cebola cortada em meias-luas, os dentes de alho picados, o pimento cortado em tirinhas e os brócolos sobre o arroz e ajeitam-se as costeletas sobre tudo bem como o líquido que está nas frigideira de as alourar.

Leva-se ao forno até o arroz estar cozido, não tomei nota do tempo mas penso que rondou os 40 minutos.

 

Nota: A receita original levava milho, ervilhas e calda de tomate. Usei o que tinha à mão por isso fiz antes com brócolos. Isto para dizer que este prato é do mais versátil que há e pode ser feito com imensas alterações, cogumelos, cenouras, curgetes, frango, etc.

 

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Quinta-feira, 8 de Outubro de 2015

dos significados

 

Já alguma vez pensaram no termo ‘malandrinho’ associado ao arroz? Porque será que lhe chamamos isso?

Ao que parece, o arroz é malandrinho por ser fugidio como os malandros, ladrões e assim… o arroz escapa por entre o molho, bagos soltos.

Por isso se chama malandro. E eu gosto 

 

Arroz Malandrinho de Coelho

 

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½ coelho partido em bocados pequenos

1 cebola picada

2 dentes de alho picados

10 tomates cherry (ou 2 tomates médios)

1 raminho de q.b. de carqueja

1 raminho de salsa

Piripiri q.b.

1 colher de sopa de molho Inglês

3 colheres de sopa de azeite

1 copo de arroz agulha

3 copos de água a ferver

Sal q.b.

Vinho branco q.b.

 

Passar os bocados de coelho pelo vinho branco e escorrer.

Num tacho põe-se o azeite, a cebola, o alho, os tomates, a carqueja e salsa, o piripiri e o coelho. Estufar até o coelho estar praticamente cozido verificando se é necessário ir acrescentando algum líquido para não pegar (vinho branco ou água).

Adicionar o arroz, mexer e juntar a água a ferver. Rectificar os temperos e juntar a colher de molho Inglês. Deixar cozer o arroz de modo a ficar com molho.

Servir de imediato.

 

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Quinta-feira, 27 de Agosto de 2015

¡Ay caramba!

É preciso ter coragem para chamar paelha a este prato. Felizmente estamos do lado de cá e o mais certo é não haver nenhum ‘nuestro hermano’ a ler isto, senão era capaz de ser apedrejada pela heresia 

É que em Espanha, principalmente em Valência, chamar paelha a um prato obedece a critérios tão rigorosos que uma pessoa até podia pensar que as piores paelhas que já comeu não foram servidas em Espanha…

Ó amigos, atinem!

 

Paelha Mista

 

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1 cebola picada

1 febra de porco (cerca de 150 grs)

15 gambas

Azeite q.b.

1 tomate bem grande, maduro

¼ de pimento vermelho

1 copo de arroz agulha

Água de cozer as gambas

150 grs de vagens

1 envelope de estames de açafrão (se não tiverem pode ser usada 1 colher de chá de açafrão das Índias)

 

Descascar as gambas. Cozer as cabeças e as cascas em água (cerca de um litro) e reservar a água.

Numa paella ou tacho largo alourar a cebola picada no azeite. juntar a febra cortada em quadradinhos e fritar. Adicionar o tomate e o pimento picados. Mexer e deixar refogar uns minutos.

Juntar o arroz e mexer para envolver no tomate. Temperar com sal a gosto e adicionar a água de cozer as gambas e os estames de açafrão e mexer (não voltar a mexer, se necessário abanar o tacho ao longo da cozedura).

Por cima espalhar as vagens cortadas em pedaços de dois cms e as gambas descascadas. Deixar cozer sem tapar e ver se é necessário acrescentar mais um pouco de água. Deve ficar seco e o arroz do fundo até um pouquinho agarrado ao tacho (é o chamado ‘socarrat’ das paelhas).

 

Nota: O arroz utilizado em Espanha para fazer paelhas é de uma variedade chamada ‘bomba’ mas como não tinha utilizei arroz agulha

 

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Terça-feira, 26 de Maio de 2015

ingredientes menos comuns

 

Hoje em dia é fácil ter acesso a alguns ingredientes que ainda há bem poucos anos não fazíamos ideia do que eram e para que serviam (e algumas pessoas nem hoje sabem!).

Com a facilidade da internet, dos programas de culinária nas televisões por cabo e até das viagens, alguns ingredientes passaram rapidamente a fazer parte do nosso dia-a-dia.

O molho de soja é um deles. E outros de cariz asiático como o óleo de sésamo, o molho de ostras, e o molho de peixe. Todos entram nesta receita e são eles, apesar de entrarem em pequenas quantidades, que transformam um ‘monte de hortaliças’ num prato de sabor invulgar.

Para quem tem dificuldade em encontrá-los, a maioria existe à venda esporadicamente no Lidl e também em hipermercadoscomo o Jumbo. Podem parecer carotes mas se pensarmos que a sua utilização se resume a uma ou duas colheres de sopa por receita, valem o custo pois rendem bastante.

  

Mistura de Vegetais com Molho Asiático

 

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1 cebola

8 cogumelos

1 couve bok choy (ou meia couve chinesa)

1 cenoura

¼ de pimento vermelho

½ alho francês

1 pedaço de gengibre

1 colher de sopa de óleo de sésamo

1 colher de sopa de óleo de girassol

2 colheres de sopa de molho de soja

 

Molho:

1 colher de sopa de óleo de sésamo

2 colher de sopa de molho de soja

1 colher de sopa de molho de ostras

1 colher de sopa de molho de peixe

 

Cortar a cebola em meias luas e os restantes ingredientes (os cogumelos, o alho francês, o pimento, a cenoura e o gengibre) em fatias finas e a couve em quartos.

Aquecer no wok ou frigideira larga os óleos de sésamo e de girassol. Alourar a cebola e juntar o gengibre, restantes vegetais e molho de soja. Deixar cozinhar por uns cinco minutos (não é para ficar cozido demais)

Numa taça misturar os ingredientes para o molho. Deitar sobre os vegetais e mexer, deixar apurar mais uns dois minutos.

Servir com arroz basmati.

 

Nota: em tempos falei de alguns destes ingredientes menos conhecidos, aqui.

 

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Quinta-feira, 14 de Maio de 2015

almoços portáteis #12

 

Como é que, tendo sempre tantos limões, ainda me dá para fazer limão em conserva? Pois, nem sei explicar. O que é certo é que uns não têm nada a ver com os outros, em termos de sabor.

Se por acaso tiverem alguns limões à mão, nem que seja só três ou quatro, experimentem fazer esta conserva que nem sequer implica usar o fogão. É só lavar e cortar os limões (pode ser em rodelas, quartos, metades, etc.) e pôr num frasco com sal, muito sal e sumo de mais limão. Deixa-se estar sossegadito (ou vai-se abanando de vez em quando) e ao fim de três semanas já se pode ir usando.

Vale a pena! Eu uso quer o limão (apenas a casca, normalmente deito fora a polpa) quer o líquido da salmoura para temperar carne ou peixe. Fica mesmo saboroso, diferente.

Não tendo, podem temperar estes bifes com raspa e sumo de limão, como de costume.

 

Bife de peru grelhado

 

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2 bifes de peru

1 malagueta

¼ de limão em conserva (ou sumo e raspa de um limão)

1 colher de chá do líquido da conserva (ou 1 colher de chá de sal)

 

Temperar os bifes de peru com o limão em conserva e a salmoura (ou com raspa e sumo de um limão e sal).

Deixar apurar por uma ou duas horas.

Grelhar no grelhador ou numa frigideira sem gordura.

Servir com molho de iogurte e hortelã, acompanhado de arroz de açafrão, beterraba e couve frita. Ou com outra coisa qualquer…

 

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Terça-feira, 21 de Abril de 2015

Uau!

 

Esta salada bem podia chamar-se salada de ‘o que é que há no frigorífico?’.

Porque pode ser feita com sobras (usei sobras de arroz, sobras de grão-de-bico), com quaisquer verduras (usei folhas de beterraba e rúcula da horta mas pode ser com alface, espinafres, etc). Até pode ser com sobras de frango, uma lata de atum e por aí fora. É mesmo ao gosto do freguês.

E num frasco, só porque fica mais bonitinha (e porque o Pinterest é uma grande fonte de inspiração ).

 

Salada em Frasco

 

salada.png

  

Arroz 

Rabanetes

Folhas de beterraba

Rúcula

Coentros

Aipo

Queijo Feta

Grão-de-bico

Sementes de girassol tostadas

Ovo cozido

Sal e pimenta

Molho vinagrete

 

Pôr em camadas num frasco largo.

Temperar com sal e pimenta e o molho vinagrete (fiz com azeite e vinagre e molho de soja).

 

Nota: usei arroz com açafrão das Índias

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Quinta-feira, 12 de Março de 2015

em dia de trabalho

 

Uma receita fácil e rápida para fazer ao jantar de um dia de semana atarefado. Não leva mais de 30 minutos e fica muito apetitosa.

 

Porco Frito com Laranja

 

IMG_4092.JPG

 

1 colher de sopa de óleo de girassol

3 dentes de alho

1 cebola

¼ de colher de chá de piripiri

2 febras de porco cortadas em tiras finas

1 mão-cheia de brócolos finos (usei dos roxos)

½ pimento vermelho cortado em tiras finas

1 cenoura cortada em tiras finas

 

Para o molho:

½ copo de sumo de laranja

¼ de copo de molho de soja

¼ de copo de água

1 colher de chá de óleo de sésamo

1 colher de chá de raspa de laranja

1 colher de sopa de farinha Maizena

 

Num wok ou frigideira larga aquecer o óleo de girassol e fritar ligeiramente o alho e a cebola cortada em meias luas juntamente com o piripiri. Juntar as tiras de febras e fritar até perder a cor de carne crua.

Adicionar os brócolos, a cenoura e o pimento e mexer, fritando por mais uns cinco minutos.

Misturar numa taça os ingredientes do molho e adicionar à carne e vegetais. Mexer e deixar engrossar. Se necessário acrescentar um pouco mais de água.

Servir com arroz basmati.

 

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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2015

almoços portáteis #11

 

As saladas não têm que significar comida gelada, cheia de maionese e a pedir um copo com uma bebida fria. Não. Também há saladas para dias frios que, embora à temperatura ambiente, são bem agradáveis e não nos fazem confundir as estações.

Estamos no Inverno…

 

Salada de Arroz Selvagem

 

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Arroz selvagem cozido

Folhas de alface cortadas em tiras

Nozes tostadas

Bagos de romã

Queijo Feta

 

Azeite, vinagre e molho de soja

 

Juntar os ingredientes para a salada e temperar com a mistura de azeite, vinagre e molho de soja.

Servir à temperatura ambiente.

 

Nota: Em vez de arroz selvagem pode ser usado arroz de outro tipo, cuscuz, massa, etc.

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Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2014

com... fusão

É isto que se chama fusão? Sabores nortenhos em receita italiana?

Não sei, mas lá que estava bom…

 

Espécie de Risotto de Alheira e Nabiças

 

IMG_3824.JPG

 

1 cebola

2 dentes de alho

1 copo de arroz para risotto

½ copo de vinho branco

1 alheira de frango

1 mão-cheia de nabiças

1 litro de água a ferver ou mais se necessário

 

Primeiro escaldar as nabiças em água a ferver. Escorrer e reservar a água para o risotto. Cortar as nabiças em três.

Num tacho alourar a cebola em azeite, juntar o alho picado e deixar ganhar um pouco de cor. Adicionar o arroz e envolver para que fique com gordura por todo.

Juntar o vinho de uma vez e mexer deixando evaporar. A seguir junta-se a alheira sem pele e cortada em pedaços. Com as mexedelas vai acabar por se desfazer mas não faz mal. Depois juntam-se as nabiças.

A partir daqui vai-se juntando água a  ferver (usar a de cozer as nabiças) aos poucos, uma concha de cada vez, mexer, deixar evaporar e juntar mais água. Sempre de barriga colada ao fogão a mexer o tacho e com poucas evasivas ou aquilo pega num instante!

Verificar os temperos. Não precisei juntar sal porque a alheira era bem apetitosa.

Quando o arroz estiver no ponto de cozedura deve haver molho, não deve estar seco.

Servir de imediato.

 

 

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Terça-feira, 4 de Novembro de 2014

estrangeirices

Quem consegue dizer Molho Worcestershire? Difícil, não é?

Ainda bem que também há uma maneira fácil de dizer: Molho Inglês! Facílimo!

Nesta receita misturam-se dois ingredientes improváveis, o tal molho inglês, de Inglaterra, e o arroz carolino da zona de Salreu.

A receita fui buscá-la aqui onde costumo encontrar excelentes sugestões, quer para o estômago quer para a alma.

 

Arroz de Molho Inglês

 

IMG_3731.JPG

 

3 colheres de sopa de azeite

3 dentes de alho

3 colheres de sopa de molho Inglês

1 copo de arroz carolino

2 copos de água

Sal a gosto

 

Fritar ligeiramente os alhos no azeite, sem deixar alourar e juntar o molho Inglês. Mexer e adicionar o arroz carolino envolvendo bem. Adicionar a água a ferver e temperar com sal. Deixar cozer até a água desaparecer. Com um garfo soltar os bagos de modo a ficar soltinho.

 

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Quinta-feira, 13 de Março de 2014

está frito!

Embora não seja muito apreciadora de doces misturados com salgados, e ainda por cima não ser a fã número um de abacaxi, esta mistura saiu muito bem.

A receita original encontrei-a aqui e dei-lhe uns toques para ficar mais ao meu gosto.

Façam a vossa versão, experimentem que fica muito bom!

 

Arroz Frito com Porco e Ananás

 

 

50 grs de arroz selvagem

100 grs de arroz basmati

350 grs de carne de porco cortada em cubinhos

2 colheres de sopa de molho de soja

1 colher de sopa de azeite picante

1 alho ralado

2 colheres de sopa de azeite

1 alho francês fino em rodelas

2 ovos batidos

1 colher de chá de óleo de amendoim (usei de sésamo)

¼ de copo de molho de soja

1 copo de abacaxi em pedaços

1 mão-cheia de castanha de caju

Salsa picada

 

1 - Numa taça mistura-se a carne de porco com 2 colheres de sopa de molho de soja, azeite picante e alho ralado. Reservar.

2 - Pôr o arroz selvagem a cozer em água abundante temperada com sal. Deve cozer por 30 minutos e depois junta-se o arroz basmati à cozedura (demora muito menos a cozer) e deixa-se cozer por mais dez minutos. Coar a água da cozedura e reservar.

3 - Num wok ou frigideira larga, saltear a carne de porco numa colher de sopa de azeite. Deixar cozer, mexendo, por uns dez minutos, mais se os pedaços de carne forem grandes. Retirar a carne frita do wok para uma taça, adicionar ao wok a restante colher de sopa de azeite e saltear o alho francês, quando estiver alourado juntar os ovos batidos e remexer para não pegar até os ovos estarem cozinhados. Retirar do wok e juntar à carne de porco.

4 – No mesmo wok, pôr a colher de chá de óleo de amendoim, o restante molho de soja e o abacaxi. Mexer e adicionar o arroz cozido, a carne de porco com os ovos mexidos e os cajus. Mexer bem para que tudo fique misturado e polvilhar com salsa picada.

 

Nota: pode ser feito com qualquer arroz cozido que tenha sobrado. Como tive que cozer propositadamente, optei por misturar o arroz selvagem com arroz basmati

 

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Quinta-feira, 6 de Fevereiro de 2014

Sí, cómo no?

Ainda bem que não sou espanhola senão era capaz de ser crucificada por chamar Paella a esta receita.

Sim, que em Espanha, nomeadamente em Valencia, eles levam muito a sério o que é uma receita de paella. Por exemplo: se levar ervilhas é considerado crime lesa majestade! Vá-se lá entender.

E se for feita ao lume, fogueira mesmo, é que é a sério. Mas as achas da lenha têm que ser de laranjeira (e se calhar quem as põe na fogueira tem que estar a fazer o pino ou vestido de azul…).

E também tem que queimar o fundo, criando uma crosta a que chamam ‘socarrat’. Ainda falam dos preciosistas {#emotions_dlg.blink}

Esta receita pareceu-me bem. Gosto de coelho, não gosto muito de favas, dei a minha volta à receita e no conjunto ficou excelente. Paella ou não…

 

Paella de Coelho e Favas

 

 

½ coelho cortado em bocados pequenos

3 dentes de alho inteiros e com casca

1 copo de arroz

1 litro de água ou caldo de carne quente

2 tomates pequenos

½ pimento vermelho

150 grs de favas pequenas descamisadas

Azeite

Sal

Pimentão doce

1 malagueta

Orégãos

Açafrão das Índias

1 ramo de alecrim

 

Numa paella ou tacho largo aquece-se o azeite e aloura-se o coelho com os dentes de alho. Corta-se o pimento e o tomate em quadrados e adiciona-se ao coelho juntamente com as favas, mexendo. Deixa-se refogar um pouco e tempera-se com sal, uma colherita de chá de pimentão doce, uma de orégãos e uma malagueta inteira. Deita-se a água ou calde de carne, mexe-se e deixa-se cozer por uns 20 minutos.

Ao fim desse tempo, adiciona-se o arroz e o açafrão das Índias, mexe-se e deixa-se cozer por cerca de 20 minutos.

Convém ter mais água a ferver e se repararmos que começa a secar antes de o arroz estar cozido, vai-se acrescentando um pouco de água. No fim deve ficar sem molho.

Quando pronto, põe-se o ramo de alecrim sobre o arroz e cobre-se com um pano de cozinha ou um jornal e deixa-se repousar por cinco minutos antes de servir.

 

Nota: usei um arroz chamado ‘bomba’ que em Espanha é muito usado em paellas. Se não tivesse deste arroz, teria usado arroz agulha.

 

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Terça-feira, 21 de Janeiro de 2014

conforto às garfadas

Um prato vegetariano mas muito satisfatório, pelo menos para mim que adoro cogumelos de toda a maneira.

Aqui usei cogumelos brancos mas podem usar os que mais vos agradarem.

 

Arroz de Cogumelos

 

 

2 copos de arroz cozido (usei basmati)

1 cebola cortada em meias luas

1 talo de aipo cortado em rodelas finas

¼ de pimento vermelho

1 embalagem de cogumelos cortados em fatias

3 colheres de sopa de óleo de girassol

Grãos de cominhos e de coentros

Sal q.b.

1 pitada de caril

1 pitada de açafrão das Índias

1 raminho de salsa picada

 

Saltear a cebola no óleo e juntar os grãos de coentros e cominhos (uns dez de cada). Adicionar os cogumelos e o pimento cortado em quadradinhos. Saltear até estarem cozinhados, cerca de 4 minutos. Temperar com sal, caril e açafrão. Adicionar o arroz e envolver deixando que o arroz aqueça. Salpicar com a salsa e servir.

 

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Segunda-feira, 6 de Janeiro de 2014

arroz caldoso

No outro dia uma amiga disse que arroz de morcela com couve-flor era um manjar.

Factos: não gosto muito de couve-flor e de morcela também não morro de amores. Eu sei que se não gosto, não é obrigatório fazer mas na senda da diversidade, lá saiu esta ‘a modos que’ comparação.

 

Arroz de alheira com brócolos 

 

 

1 alho francês

Azeite q.b.

1 tira de pimento vermelho picada

1 golada de vinho branco

1 alheira de caça

1 copo de arroz carolino

1 mão-cheia de brócolos

Água a ferver

Sal q.b.

 

Alourar o alho francês no azeite sem queimar e juntar o vinho. Deixar evaporar e adicionar a alheira sem a pele, aos pedaços e a tira de pimento vermelho. Mexer e adicionar o arroz, sempre a mexer para que não agarre ao fundo do tacho. Juntar água a ferver (cerca de 3 copos) e temperar com sal a gosto.

Deixar levantar fervura e juntar os brócolos (usei congelados). Quando ferver novamente, deixar em lume brando até o arroz estar bem cozido e ainda com molho (se necessário, pode-se ir juntando mais água a ferver). Rectificar os temperos e servir.

 

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Terça-feira, 26 de Novembro de 2013

com os arrozes

Quando dantes me falavam em tâmaras eu costumava: blhaaaaaacccckkkkkk

Mas depois fiquei mais velha e aprendi a apreciar as coisas boas da vida, como as tâmaras {#emotions_dlg.blink}

 

Arroz de Tâmaras

 

 

1 cebola picada

2 colheres de sopa de óleo de girassol

8 tâmaras

3 vagens de cardamomo

Raspa de 1 laranja

1 copo de arroz basmati

2 copos de água a ferver

Sal q.b.

 

Picar a cebola finamente e saltear no óleo com as vagens de cardamomo esmagadas. Juntar o arroz e as tâmaras também muito picadinhas e mexer. Adicionar a água a ferver e a raspa de laranja e temperar de sal. Tapar o tacho e deixar cozer até evaporar a água.

 

Nota: receita adaptada desta

 

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Terça-feira, 15 de Outubro de 2013

hmmm...

Lá porque o verão acabou, não quer dizer que as saladas tenham sido banidas da nossa alimentação, nada disso!

Só que agora sabem melhor se forem quentinhas e com ingredientes mais outonais.

 

Salada Quente de Arroz

  

 

Arroz basmati cozido

4 cogumelos

½ cebola

1 colher de sopa de pinhões

1 colher de sopa de passas

1 omelete feita com um ovo

2 colheres de sopa de molho de soja

1 colher de sopa de vinagre de arroz (ou de cidra)

2 colheres de sopa de molho de peixe (opcional)

2 colheres de sopa de óleo de sésamo ou de girassol

 

Fazer a omelete com um ovo e cortar em tirinhas. Reservar.

Saltear a cebola e os cogumelos no óleo até amolecerem, adicionar os pinhões e as passas e mexer. Juntar o arroz e envolver mexendo até o arroz estar quente. Temperar com o molho de soja, com o vinagre de arroz e com o molho de peixe, juntar as tirinhas de omelete e servir.

 

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Quinta-feira, 18 de Julho de 2013

uma Revelação

 

Desde que ouvi falar do livro ‘Jerusalem – A Cookbook’, de Yotam Ottolenghi e Sami Tamimi, fiquei seriamente agarrada à necessidade de ter aquele livro.

Nem me perguntem porquê, até porque até essa altura não conhecia sequer os senhores nem as suas receitas. Mas sim, fiquei enamorada.

Lá o mandei vir de Inglaterra por um portador que não se importou de vir carregado, é um livro grande e um grande livro!

As histórias associadas às receitas, ali naquela cidade onde várias culturas se cruzam; a particularidade de, apesar de serem os dois de Jerusalém (actualmente a viver em Londres), um ser Judeu e outro Árabe, as receitas das famílias de cada um, de cada cultura, de cada religião, e que afinal são as mesmas, com pouquíssimas variantes.

É uma delícia de livro!

E prova de que a comida é mais do que apenas a soma dos ingredientes…

E esta receita, a primeira, a minha escolhida para estrear o livro, é um hino a ingredientes simples mas que, em conjunto, formam um prato maravilhoso.

Uma Revelação.

 

 

200 grs de lentilhas verdes

2 cebolas grandes

2 colheres de sopa de farinha

250 ml de óleo de girassol para fritar

1 colher de chá de sementes de cominhos

1 colher de chá de sementes de coentros

200 grs de arroz basmati

2 colheres de sopa de azeite

½ colher de chá de açafrão das Índias

4 bagas de Pimenta da Jamaica

1 pitada de canela

1 pitada de açúcar

Sal e pimenta preta q.b.

350 ml de água

 

Numa caçarola cozem-se as lentilhas em água por cerca de 15 minutos. Escorrer e reservar.

Cortam-se as cebolas ao meio e depois em meias luas. Separam-se os aros e polvilha-se com farinha para envolver.

Aquecer o óleo num tacho e fritar as cebolas, metade de cada vez, até ficarem tostadinhas e douradas, cerca de 6 a 7 minutos. Escorrer, polvilhar com um pouco de sal e reservar.

No mesmo tacho, sem o óleo, aquece-se o azeite e juntam-se as sementes de cominhos e coentros deixando fritar por um ou dois minutos. Adiciona-se o arroz, o açafrão das índias, a pimenta da Jamaica, a canela, o açúcar e sal e pimenta.

Mexer e adicionar também as lentilhas e a água. Deixar ferver, baixar o lume e cozer por 15 minutos com o tacho tapado.

Desligar o lume, retirar o testo ao tacho e tapar com um pano da louça lavado (ou papel de cozinha) e voltar a tapar com o testo. Deixar estar por dez minutos.

Finalmente pôr o arroz numa travessa e misturar metade das cebolas fritas.

Servir em taças com as restantes cebolas fritas por cima.

         

Nota: adaptei ligeiramente as quantidades da receita original

 

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Segunda-feira, 15 de Julho de 2013

para dias quentes

Abrir a porta do frigorífico e aproveitar o fresquinho.

Nah, estava a brincar… {#emotions_dlg.sarcastic}

Escolher coisas avulso que por lá andam, umas a acabar, outras a abrir, outras da despensa, outras do quintal e fazer esta saladinha.

 

Salada de Arroz

  

 

Arroz cozido

Fiambre

Queijo

Pinhões

Tâmaras

Espargos

Tomate

Salsa

Cebolinho

Sementes de sésamo

Azeite

Vinagre

 

As quantidades são a gosto. Usei arroz basmati.

Numa taça põe-se o arroz frio, fiambre cortado em pedacinhos, queijo cortado em dados, pinhões, tâmaras (bastam cinco) cortadas em pedacinhos, espargos brancos de conserva (usei quatro) cortados em pedaços, tomate maduro sem sementes cortado em dados e salsa e cebolinho picados. Misturar bem.

Temperar com um molho feito com azeite e vinagre e salpicar com sementes de sésamo pretas.

 

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Terça-feira, 18 de Junho de 2013

o arroz é nosso

O nosso arroz carolino é mesmo bom. A sério! Se puderem usem e verifiquem.

Existe à venda nas grandes superfícies arroz carolino proveniente das zonas do Mondego, Ribatejo e Sado.

O que eu uso, na maioria das vezes, é de produção local, das marinhas de arroz de Salreu e Canelas (Vouga), mas esse não se encontra em supermercados, compramos a quem produz ou a quem conhece quem produz.

 

Arroz Caldoso de Camarão e Ervilhas Tortas 

 

 

1 cebola

2 colheres de sopa de azeite

¼ de copo de vinho branco

1 copo de arroz carolino

Sal

Água a ferver q.b. *

6 estames de açafrão

100 grs de camarões descascados

1 mão-cheia de ervilhas tortas (retirar os fios)

1 colher de sopa de manteiga

Pimenta

 

Descascar os camarões e com as cascas e cabeças fazer um caldo que se mantém sempre a ferver para ir acrescentando ao arroz.

Alourar a cebola no azeite. Quando estiver dourada, juntar o arroz e mexer. Temperar com sal e adicionar o vinho e deixar evaporar.

Juntar o açafrão e meio copo de água de cozer as cascas do camarão. Deixar evaporar mexendo e repetir esta operação até gastar metade da água.

Adicionar o camarão e também as ervilhas. Continuar a adicionar água de cozer as cascas (ou água simples bem quente) até o arroz estar cozido e caldoso. Juntar a manteiga e a pimenta.

Servir de imediato.

 

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Quinta-feira, 9 de Maio de 2013

rapidinho

Rápido de fazer e suja apenas um recipiente. Esta é a solução ideal para refeições à semana, quando há menos tempo mas mesmo assim queremos coisas boas e saborosas.

 

Biryani de Peru

 

 

3 colheres de sopa de óleo de girassol

1 cebola picada

1 dente de alho picado

250 grs de peru cortado em tirinhas

1 colher de chá de coentros em pó

1 colher de chá de açafrão das Índias

1 mão-cheia de sultanas

1 mão-cheia de ervilhas (congeladas)

1 copo de arroz

3 copos de água a ferver (ou caldo de galinha)

Sal e pimenta q.b.

Coentros picados (opcional)

 

Numa frigideira ou tacho largo aquecer o óleo e alourar a cebola e o alho. Juntar o peru e as especiarias e mexer até o peru perder o aspecto cru.

Juntar as sultanas, as ervilhas e o arroz e mexer para não pegar. Adicionar a água e temperar com sal e pimenta. Baixar o lume e deixar cozer até a água evaporar.

Servir com coentros picados.

 

Nota: O arroz pode ser vaporizado ou basmati.

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Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2013

da tradição

Este prato até pode dar um bocado de trabalho a fazer mas, vão por mim, vale mesmo a pena!!!

 

Arroz de Pato 

 

 

1 pato

6 bagas de Pimenta da Jamaica
6  bagas de pimenta preta
1 cenoura pequena
salsa

½ folha de louro
sal q.b.

50 grs de toucinho fumado

1 chouriço corrente

1 cebola

Azeite q.b.
2 copos de arroz agulha ou estufado

1 ovo batido

 

Cozer o pato em água temperada com sal com as bagas das pimentas, a cenoura inteira, o louro e a salsa.

À parte cozer o toucinho e o chouriço. Reservar.

Quando o pato estiver cozido, deixa-se arrefecer, de preferência de um dia para o outro, no frigorífico para que a gordura solidifique ao de cima. Retirar essa gordura e descartar.

Desfiar o pato, retirando peles e ossos. Cortar a cenoura em rodelas bem como o chouriço e o toucinho em fatias.

Coar o caldo de cozer o pato e levar ao lume para aquecer novamente.

Fazer um refogado com a cebola picada e azeite. Fritar o arroz e adicionar a água de cozer o pato, em volume suficiente para a quantidade de arroz, 4 a 6 copos. Rectificar o sal e deixar cozer por cerca de 15 minutos, o arroz deve ficar ainda durinho pois acaba de cozer no forno.

Num tabuleiro deita-se metade do arroz, espalha-se a carne do pato desfiada e e cenoura cortada em rodelas e cobre-se com o restante arroz.

Pincela-se com o ovo batido e por cima enfeita-se com as rodelas de chouriço e o bacon.

Vai ao forno até alourar.

Servir com uma salada.

 

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Terça-feira, 9 de Outubro de 2012

à minha moda

Eu acho que não sou esquisita com as comidas mas há algumas de que não gosto mesmo. Ou não gostava.

Arroz de bacalhau é uma delas, sempre que me falavam disso eu pensava blhackkkk, detesto (e bacalhau à espanhola também)!

Mas, não sei por que motivo, no outro dia decidi experimentar arroz de bacalhau. E adorei! O que vem confirmar que apuramos o gosto à medida que… crescemos…

 

Arroz de Bacalhau

 

 

1 cebola picada

1 dente de alho picado

2 colheres de sopa de azeite

1 malagueta

1 fatia de presunto picado

2 tomates

½ copo de vinho branco

Sal q.b.

1 copo de arroz carolino

1 posta grande de bacalhau

Coentros picados

 

Desfiar a posta de bacalhau e com a pele e espinhas fazer um caldo. Reservar.

Refogar a cebola, alho, malagueta e presunto no azeite. Quando a cebola estiver estalada, juntar o vinho e deixar evaporar.

Adicionar o  tomate aos bocados e o arroz e mexer bem. Ajustar os temperos e ir adicionando água (de cozer a pele e as espinhas).

Quando o arroz estiver quase cozido (cinco minutos antes de finalizar) adicionam-se as lascas do bacalhau cru, mais água a ferver se necessário para o arroz ficar cremoso e malandrinho e deixa-se acabar de cozer.

Servir salpicado com coentros picados.

 

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Terça-feira, 2 de Outubro de 2012

outras paragens

Nas férias, para além do descanso, aprendem-se novas coisas, lugares, histórias e gentes.

Quando temos a sorte de visitar outro país, nem que seja a Espanha aqui ao lado, podemos provar iguarias diferentes. Se forem como eu, depois tentam reproduzi-las em casa.

É o caso desta salada, que comi algures em Santiago de Compostela e que me soube tão bem que depois quis experimentar. A de lá tinha também arroz selvagem (que eu não tinha) e em vez das passas eram pedaços de ananás.

 

Salada tépida de Arroz com Cogumelos

 

 

2 copos de arroz Basmati cozido

1 embalagem de cogumelos pleutotus

4 dentes de alho em palitos

Azeite q.b.

Tempero a gosto

2 colheres de sopa de uvas passas

 

Saltear os cogumelos com os dentes de alho em azeite. Temperar a gosto, com sal e pimenta ou com alguma mistura de sal aromatizado. Quando estiverem prontos (cerca de 8 minutos é suficiente) junta-se o arroz cozido e as passas e envolve-se bem até aquecer um pouco.

 

Nota: Pode ser usado outro arroz de grão longo

 

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Quinta-feira, 5 de Julho de 2012

outras cozinhas

Eu adoro comida indiana. Como não tenho por perto nenhum restaurante indiano, lá tenho que ser eu a fazer alguma receita que me apeteça.

Algumas receitas indianas dão um pouquinho de trabalho a fazer porque têm muitos passos mas no fim, vale mesmo a pena porque o sabor é completamente diferente daquilo a que estamos habituados na nossa cozinha.

 

Frango Biryani

 

 

 

Para o arroz:

1 copo de arroz basmati (demolhar em água por 30 minutos)

1 estrela de anis

1 folha de louro

2 vagens de cardamomo esmagadas

1 colher de sopa de óleo

Sal

2 copos de água

 

Para o frango:

2 peitos de frango (cerca de 400 grs)

1 colher de sopa de gengibre fresco ralado

1 colher de sopa de alho ralado

1 colher de sopa de garam masala

1 pau de canela

1 estrela de anis

½ copo de iogurte natural

2 colheres de sopa de óleo

 

Alguns ingredientes mais:

1 colher de chá de filamentos de açafrão

2 colheres de sopa de leite

1 cebola grande

2 colheres de sopa de azeite

 

  1. Numa taça mistura-se o frango com os restantes ingredientes listados para o frango. Deixar marinar por umas horas ou de um dia para o outro.
  2. Aquecer algum óleo de girassol numa frigideira e fritar a cebola cortada em meias luas até ficar bem castanha. Reservar.
  3. Misturar o leite o açafrão numa chávena. Reservar.
  4. Num tacho aquecer o óleo e juntar as especiarias do arroz, mexer e juntar o arroz escorrido. Mexer novamente e juntar a água. Temperar com sal e deixar cozer até a água evaporar.
  5. Numa frigideira aquecer as duas colheres de sopa de óleo do frango, juntar uma estrela de anis e um pau de canela. Juntar o frango e a marinada e mexer. Deixar cozinhar até alourar o frango mexendo para não pegar.
  6. Deitar metade do frango e molho num pyrex, por cima espalha-se metade do arroz, novamente frango e molho, por cima arroz.
  7. Salpica-se com o leite e açafrão sobre o arroz e por cima espalha-se a cebola frita.
  8. Leva-se ao forno para alourar, mais ou menos por 25 minutos.
  9. Serve-se com uma salada.

Nota: Se não tiver açafrão, pode substituir com 1/2 colher de chá de açafrãos das Índias (curcuma)

 

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Terça-feira, 3 de Julho de 2012

arroz festeiro

Este arroz é muito bom para acompanhar pratos como caril, strogonoff ou outros com molho.

É muito fácil de fazer e normalmente temos os ingredientes em casa, além de que podem sempre ser substituídos por outros, pinhões em vez de amêndoas, por exemplo e alperces secos a substituir as passas são outra opção.

Experimentem e vistam o vosso arroz branco com roupa nova {#emotions_dlg.blink}

 

Arroz de Passas e Amêndoas

 

 

 

1 cebola picada

2 colheres de sopa de azeite

1 copo de arroz

2 colheres de sopa de passas

2 colheres de sopa de amêndoas laminadas

Sal q.b.

2 copos de água a ferver

 

Alourar a cebola no azeite. Juntar o arroz, as passas e as amêndoas e mexer. Temperar com sal a gosto. Deitar a água a ferver sobre o arroz, mexer e deixar cozer por cerca de 20 minutos.

 

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Segunda-feira, 25 de Junho de 2012

almoços portáteis #9

Esta é mesmo uma salada de aproveitamento mas que ficou tão boa que não me importava de passar a vida a comer disto. E não sou arrozeira!!!

O ovo, que quase não se nota, é caseiro como os outros que normalmente uso e que são tão amarelos que até ferem a vista. O que me leva a crer, numa quase científica certeza, que os ovos também podem ser albinos… digo eu…

 

Salada de Arroz Frito 

 

 

 

1 ovo

1 colher de sopa de azeite

1 copo de arroz cozido

3 fatias de fiambre de frango

2 colheres de sopa de queijo Feta esfarelado

4 hastes de cebolinho

 

Aquecer o azeite numa frigideira. Juntar o ovo e mexer para ficar ovo mexido. Adicionar o arroz cozido e o fiambre cortado em quadradinhos e mexer. Juntar o queijo esfarelado e o cebolinho em rodelinhas fininhas e envolver.

Servir quente ou frio.

 

Nota: Usei arroz basmati

 

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Segunda-feira, 18 de Junho de 2012

vá, mais uma

Eu sei que há pessoas que não gostam de atum (a minha Mãe, por exemplo) mas que não consigo compreender, lá isso, não consigo…

O que é que há para não gostar em atum? Para mim é o frango do mar. Dá para fazer de tudo!!!

 

Arroz de Atum e Alho Francês

 

 

1 cebola pequena

1 alho francês

2 colheres de sopa de azeite

1 colher de chá de piri-piri

1 tomate grande pelado (ou de lata, 200 grs)

1 lata de atum

1 copo de arroz

Sal

Coentros picados

Água a ferver, q.b.

 

Cortar a cebola em meias luas e o alho francês em rodelas.

Alourar a cebola e o alho francês no azeite com um pouco do azeite ou óleo da lata do atum. Adicionar o arroz e mexer. Juntar o atum e o tomate, temperar com um pouquinho de sal e mexer para não pegar. Ir acrescentando água a ferver, aos poucos, mexendo sempre e à medida que vai evaporando vai-se juntando mais, cerca de um litro no total para que o arroz fique com um molho cremoso.

Polvilhar com coentros picados e servir malandrinho.

 

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Quinta-feira, 24 de Maio de 2012

parece arroz de chocolate...

Este é um dos clássicos da cozinha tradicional portuguesa (e dos menos fotogénicos…). Se tivesse que escolher a minha última refeição, este era sem dúvida o prato principal.

A maneira como o faço é a maneira como vi ao longo de anos este prato ser preparado pela minha Mãe, sempre com frangos, galos ou galinhas criados lá em casa e que eu tinha que ajudar a ‘preparar’, ou seja, assistir à matança e depenar os bichos.

Actualmente é muito raro conseguir galo caseiro e quando acontece é um festim! Agradeço à minha vizinha que faz o favor de o ‘preparar’ e o entrega prontinho a usar e com a malguinha de sangue a acompanhar.

 

Cabidela de Galo Caseiro

 

 

750 grs de galo caseiro cortado em pedaços

1 cebola grande

Azeite q.b.

3 dentes de alho

1 folha de louro

1 ramo de salsa

150 ml de vinho branco

Caldo de aves ou água

Sal

Arroz carolino

2 dl de sangue misturado com vinagre

 

Amolecer a cebola picadinha no azeite e quando estiver transparente junta-se o dente de alhos picados e a folha de louro (retirar o veio central). Juntar a carne cortada em bocados pequenos e deixar alourar, virando para que aloure de todos os lados. Adicionar o vinho branco e deixar evaporar. Juntar a salsa num ramo, temperar com sal e ir juntando caldo ou água aos poucos para que a carne coza sem estar mergulhada em líquido.

Ao fim de perto de uma hora (atenção que o verdadeiro galo do campo tem a carne rija, não é igual ao que se compra no supermercado) a refogar, sempre a juntar líquido de quando em quando, junta-se o líquido para cozer o arroz, normalmente num rácio de três a quatro copos de líquido para um de arroz carolino. Previamente pode retirar-se o louro e a salsa.

Quando ferver mistura-se o arroz e mexe-se. Deixa-se cozer até estar no ponto desejado tendo o cuidado de ter sempre algum líquido para não secar. Quando o arroz estiver cozido, mistura-se o sangue e mexe-se rapidamente. Não se deve deixar ferver novamente após se ter adicionado o sangue.

Servir de imediato e verificar se é necessário mais vinagre no prato. Há quem não goste deste arroz muito avinagrado, outros pelo contrário preferem-no tão ácido que até faz lágrimas.

 

Notas:

Usei como líquido para este arroz uma água onde cozi os miúdos do frango (patas, moela, fígado, coração e pontas das asas)

O sangue foi misturado com vinagre e vinho branco para não ser tão ácido

 

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Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012

o desenrasca...

Quando estou na cozinha, sem saber o que hei-de cozinhar, a olhar para as coisas que tenho na despensa, acabo por pegar numa lata de atum e dali há-de sair qualquer coisa.

Uma das vantagens do atum é que é muito versátil e vai bem com massa, salada russa, arroz, frio, quente, acho que só não fica lá grande coisa em sobremesas porque de resto é um ingrediente maravilha!

 

Arroz Malandrinho de Atum 

 

 

1 cebola picada

2 dentes de alho

1 talo de aipo em rodelas

2 colheres de sopa de azeite

1 colher de sopa de manteiga

2 tomates bem maduros picados

½ copo de vinho branco

1 lata de atum em lascas

1 copo de arroz carolino

sal

Água a ferver q.b.

 

Num tachinho aloura-se a cebola, o aipo e os dentes de alho em azeite e manteiga. Adiciona-se o arroz bem lavado e mexe-se. Junta-se o vinho branco e deixa-se evaporar. Adiciona-se o tomate bem picado e o atum em lascas grandes e mexe-se bem.

Vai-se adicionando água a ferver, aos poucos, deixando evaporar entre cada adição. Deve-se mexer para não pegar ao fundo. Vai-se acrescentando água e tempera-se com o sal. Quando o arroz estiver cozido o molho deve-se apresentar grossinho e cremoso.

 

Nota: usei Becel cozinha em vez de manteiga

 

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Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2012

a biblia da cozinha da Nigella

Baseado na receita Mushroom Risotto, do livro How to Eat, da Nigella Lawson.

Este é um dos meus livros de cozinha favoritos. Tem quinhentas e tal páginas e apenas meia dúzia de fotografias. No entanto tem histórias associadas às receitas que são muito interessantes de ler e na sua maioria fazem-nos ter vontade de experimentar aquelas receitas todas. Um dia… 

 

Risotto de Cogumelos

 

 

1 cebola picada

1 colher de sopa de manteiga

120 grs de arroz

½ copo de vinho branco

150 grs de cogumelos

750 ml de líquido (água ou caldo de galinha)

sal

salsa picada (opcional)

 

Saltear os cogumelos numa frigideira, apenas para mingarem.

Alourar a cebola na manteiga. Juntar o arroz, de preferência especial para risotto (usei da marca Caçarola). Adicionar o vinho e deixar evaporar mexendo sempre.

Ir adicionando água o caldo de galinha que deve estar a ferver. Uma boa maneira é ir juntando uma concha de líquido de cada vez e quando esse líquido desaparecer, adicionar mais. Mais ou menos ao fim de dez minutos, juntar os cogumelos e temperar com sal. Continuar a juntar o líquido até o arroz estar no ponto, deve estar ligeiramente duro e o molho bem cremoso.

Servir enfeitado com salsa picada.

 

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Segunda-feira, 21 de Novembro de 2011

transformações

Mais uma opção para aproveitar arroz que sobrou de outra refeição.

Esta é a altura para transformar, reinventar, aproveitar, já que se para uns as dificuldades vão agora começar a aparecer, para outros elas vão-se agravar bastante.

 

Empadão de Cogumelos

 

 

1 embalagem de cogumelos brancos fechados

4 tiras de bacon

5 dentes de alho

Azeite

Sal&Pimenta

2 colheres de sopa de vinho do Porto

1 colher de sopa de molho Inglês

½ copo de nozes picadas

50 grs de quijo mozarela ralado

Arroz cozido (solto)

Azeitonas

 

Saltear o bacon em bocados numa frigideira sem gordura e reservar.

Na mesma frigideira alouram-se os alhos esmagados no azeite, juntam-se os cogumelos cortados em fatias e tempera-se com sal e pimenta.

Junta-se o vinho do Porto (ou Moscatel) e o molho Inglês. Deixar apurar e juntar as nozes picadas.

Num pyrex ou outro tabuleiro refractário põe-se metade do arroz, por cima espalham-se os cogumelos e o bacon, o restante arroz e o queijo ralado por cima. Enfeita-se com azeitonas e leva-se a forno quente até alourar.

 

Nota:

Este prato pode bem ser transformado num prato vegetariano, basta omitir o bacon.

 

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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2011

isto nem receita é...

Este arroz foi feito sem olhar a medidas e por isso acabou por sobrar bastante. Para o gastar, numa noite em que não havia muito tempo para cozinhar, nada como uma anti-receita… é que convenhamos, não se pode chamar receita a isto, de tão fácil que é.

Mas muito bom!!!

 

Arroz com Atum

  

 

2 copos de arroz cozido

1 lata de atum

1 cebola

2 colheres de sopa de azeite

Salsa e coentros picados

 

Saltear a cebola picada no azeite.

Juntar o atum desfiado e o arroz. Mexer bem e deixar aquecer.

Servir polvilhado com a salsa e coentros picados.

 

Nota: Pode comer-se frio.

 

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Terça-feira, 16 de Agosto de 2011

malandrinho..

Há pratos que andam a ganhar forma na nossa mente, isto se calhar era capaz de ficar bom… hei-de experimentar, um dia destes, quando calhar…

E calhou de haver cabeça de corvina na praça num destes sábados. Eu não gosto de comer cabeças de peixe cozidas, espinhas a mais, embora haja quem adore. Mas também sei que a cabeça do peixe é muito saborosa. Por isso lá dei dois euros e meio por uma cabeça de corvina (uma pechincha, se calhar por a praça já ir adiantada na hora…) e isto foi o que de lá saiu.

 

Arroz de Corvina

 

 

Cozer uma cabeça de corvina em água temperada com sal e com um raminho de salsa, uma haste de aipo e uma folha de louro.

Depois de cozido côa-se a água e aproveita-se o peixe em lascas retirando peles e espinhas.

Para fazer o arroz, alourar uma cebola picada e dois dentes de alho, também picados, em azeite.

Juntar um copo de arroz carolino e fritar ligeiramente. Misturar ¼ de copo de vinho branco e mexer. Adicionar a polpa de dois tomates grandes e bem maduros, de preferência coração de boi e mexer.

Adicionar a água de cozer o peixe a ferver, meio copo de cada vez, deixar evaporar, mexer, juntar mais água e assim sucessivamente até o arroz estar cozido e o molho cremoso (necessita de cerca de 1,5 lts de água).

Juntar o peixe desfiado e polvilhar com coentros.

Servir.

 

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Segunda-feira, 1 de Agosto de 2011

arroz amarelo

Gosto de comida com cor e adoro compor o prato com varias cores que combinem entre si em sabor, cor, textura, etc.

Este arroz é feito muitas vezes para acompanhar qualquer coisa que não tenha o melhor aspecto visual, da última vez foi para acompanhamento do Goulash à Hungara

 

Arroz de Alho e Curcuma

 

 

4 dentes do alho

azeite q.b.

1 colher de chá de curcuma

1 copo de arroz estufado

2 copos de água

sal q.b.

 

Num tachinho alouram-se os alhos no azeite e adiciona-se o arroz, mexendo sempre para não pegar. Junta-se o pó de curcuma e mexe-se. Deixa-se fritar bem o arroz e junta-se a água a ferver, tempera-se de sal a gosto e deixa-se cozer, com o tacho tapado, por 20 minutos até absorver  a água.

 

Nota: A curcuma compra-se em qualquer supermercado.

 

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Segunda-feira, 27 de Junho de 2011

Marinhas de Arroz

Na zona onde vivo existem marinhas de arroz e alguns lavradores ainda cultivam, para seu consumo e pouco mais, arroz carolino.

Aqui há uns dias houve um Mercado à Moda Antiga cá na terra e aproveitei para comprar do tal arroz. Mais caro do que aquele que compramos normalmente mas este dá para saber quem o cultivou, apanhou e preparou para consumo.

Para experimentar este arroz, de grão miúdo, fiz uma receita que o deixasse malandrinho pois acho que é nesta condição que o arroz carolino melhor se dá a conhecer. 

 

Arroz Malandrinho de Frango e Açafrão

 

 

1 cebola icada
1 alho picado
2 colheres de sopa de azeite
1 colher de sopa de manteiga
1 peito de frango do campo cortado em cubinhos
4 colheres de sopa de vinho branco seco
1 copo de arroz carolino lavado
1 envelope de estames de açafrão
1 mão cheia de ervilhas
sal
1,5 litros de caldo de galinha

Aquecer o caldo de galinha até ferver e juntar os estames de açafrão. Reservar.
Refogar a cebola e o alho no azeite e manteiga.
Juntar o frango e mexer bem. Adicionar o vinho e deixar evaporar.
Juntar o arroz e as ervilhas e deixar fritar mexendo sempre.
Acrescentar uma concha de caldo de galinha a ferver. Mexer e deixar evaporar. Ir acrescentando o caldo aos bocados, deixando evaporar entre cada adição.
Quando estiver cremoso e os grãos de arroz cozidos, servir de imediato enfeitando com cebolinho.

Nota: Adaptada de uma receita da revista La Cucina Italiana, edição especial  Riso & Risotti, 2007

 

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Quinta-feira, 19 de Maio de 2011

à moda da minha Mãe

A minha Mãe é de uma freguesia que pertence a Sever do Vouga. Esta zona é muito afamada pela sua vitela assada e arroz de forno, normalmente feitos em forno de lenha (a minha Mãe tem um) onde também se coze a broa de milho.

Esta receita é à moda de lá, como já é feita há muitos anos e apesar da sua simplicidade, é excelente.

Não há festa ou ocasião especial que não tenha este prato à mesa.

Experimentem!

 

Vitela assada à Severense com Arroz de Forno

 

 

1 cebola cortada em quartos

1 tomate cortado em pedaços

1 folha de louro

1 naco de vitela

batatas descascadas com um golpe

vinho q.b.

água q.b.

azeite q.b.

pingue q.b.

sal

 

Arroz de Forno

1 copo de arroz

2 copos de água

sal

1 cebola pequena

1 pé de salsa

1 golpe de azeite

 

Para a Vitela:

Colocar os ingredientes num tabuleiro de barro pela ordem, temperar com sal grosso e levar ao forno bem quente por cerca de duas horas. A carne pode ser cortada em nacos grandes ou apenas numa peça. A meio da cozedura podem-se voltar as carnes e batatas para tostar por igual.

 

Para o Arroz:

Colocar os ingredientes numa caçarola de barro e levar ao forno. Fica seco e tostado.

 

Nota: Esta foi temperada pela minha Mãe {#emotions_dlg.orangeflower}

 

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Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2011

para os reis

Que vieram, senão da Arábia, pelo menos do Oriente, segundo reza a lenda.

 

Arroz Árabe

 

 

1 cebola finamente picada

1 dl de azeite

1 colher de café de açafrão das Índias

1 copo de arroz basmati

2 colheres de sopa de amêndoa em lascas

2 colheres de sopa de uvas passas douradas

2 copos de água a ferver

sal a gosto

 

Num tacho aloura-se a cebola no azeite. Junta-se o pó de açafrão, a amêndoa e as passas e mexe-se.

Adiciona-se o arroz para fritar ligeiramente e mexe-se bem. Por cima põe-se a água a ferver e tempera-se de sal dando mais uma mexida para misturar bem todos os ingredientes. Deixa-se cozer em lume brando por cerca de 15 a 20 minutos (o arroz basmati coze mais rápido do que o arroz tradicional).

Servir como acompanhamento.

 

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Terça-feira, 4 de Janeiro de 2011

sabor oriental

O arroz doce costuma fazer parte das festividades do natal e fim de ano. Costumo fazer esta receita mas este ano quis variar um pouco o sabor e em vez de um gosto mais tradicional fiz uma espécie de fusão com um sabor mais oriental, o que me agradou bastante.

 

Arroz Doce com Açafrão

 

 

100 grs de arroz basmati

1 litro de leite

2  tiras de casca de limão

2 vagens de cardamomo esmagadas

1 pau de canela

10 estames de açafrão

30 grs de manteiga

200 grs de açúcar

1 gema de ovo

canela em pó

 

Levar o arroz ao lume tapado com água temperada com uma pitadinha de sal. Deixar cozer até desaparecer a água.

Num tacho ferve-se o leite com a casca de limão, as vagens de cardamomo, o pau de canela e os estames de açafrão. Baixa-se o lume e junta-se o arroz. Deixa-se cozer por 30 minutos em lume brando.

Adicionar a manteiga e o açúcar e mexer bem. Continua a fervilhar de modo a ir evaporando o leite e ficando mais cremoso.

Bate-se a gema de ovo com um pouquinho de leite e adiciona-se ao arroz doce sem deixar ferver.

Deitar numa ou mais taças e enfeitar com canela em pó.

 

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Quarta-feira, 15 de Dezembro de 2010

vem mesmo a tempo

Esta receita é mesmo muito boa e agora que as festas se aproximam vertiginosamente, é uma boa opção para a mesa do dia de Natal.

Nem toda a gente gosta do peru assado no forno pois por vezes tende a ficar muito seco.

É também óptima porque permite fazer em grande quantidade, o que nestas alturas é sempre uma ajuda.

A receita original é feita por uma das minhas cunhadas e como já não me lembrava bem de como era, fiz assim. Ficou mesmo boa!

 

Arroz de Peru no Forno

 

 

1 perna de peru

1 cebola grande

1 mão cheia de sultanas

1 mão cheia de amêndoas peladas

2 copos de arroz vaporizado

2 e 1/2 copos de água de cozer o peru

1 dl de azeite

 

Numa panela grande coze-se a perna de peru em água temperada de sal. A esta água pode-se acrescentar uma raminho de salsa, aipo, grãos de pimenta da Jamaica, tomilho, etc., de forma a dar um sabor mais intenso à água que depois vai servir para o arroz. Coze por duas horas para ficar bem tenro.

Depois de cozido, desfia-se o peru e reserva-se a água.

Num tabuleiro de barro põe-se no fundo a cebola cortada em meias luas fininhas. Por cima dispõe-se a carne desfiada. Sobre esta as sultanas e as amêndoas (podem ser usados outros frutos secos). Espalham-se dois copos de arroz vaporizado sobre os restantes ingredientes e por cima de tudo a água de cozer o peru, dois copos e meio e o azeite.

Mexe-se ligeiramente com um garfo, apenas para misturar os ingredientes e vai a forno bem quente por cerca de 1 hora ou até ter o topo bem tostado.

 

 

 

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Terça-feira, 23 de Novembro de 2010

que malandrinho

Sabem quando temos um cachorrito, e ele descobre que é bom a fazer buracos, ou seja, faz muitos, com vários tipos de profundidade e largura. Na relva, no leirão das nabiças, nas couves, no ruibarbo.

 

E nós: Cão Feio! Não, isso não se faz! Mau!!! Peste! Cão Mau!!! E ele percebe: Bá Bá Bá!!! Bá! Báá!!!E apontamos para os buracos e ele: Ei, ela reparou nos buracos giros que fiz. Vou fazer mais!!! Mas vou fazer quando ela não estiver a ver para ser surpresa!!!

Sabem?!? Calculei que não...

E entretanto vamos fazer um arroz cujo nome condiz com o cachorro.

 

Arroz Malandrinho

 

 

 

 

1 cebola picada

2 dentes de alho picados

1 haste de aipo picada

0,5 dl de azeite

1 copo de arroz

0,5 dl de vinho branco

3 tomates bem maduros

Água a ferver q.b (cerca de 1 litro)

 

Num tacho alouram-se a cebola, os alhos e o aipo no azeite. Junta-se o arroz, mexe-se sem deixar pegar e adiciona-se o vinho. Mexe-se novamente e juntam-se os tomates pelados e picados. Tempera-se de sal, deixa-se ferver e mistura-se um pouco de água, cerca de meio copo, sempre a mexer para não agarrar. Deixa-se evaporar a água e junta-se mais, novamente meio copo. Este processo vai-se repetindo até esgotar a água e o arroz estar cozido mas ainda com bastante molho que para o fim fica muito cremoso.

Excelente acompanhado de peixe frito.

 

 

 

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