Nem toda a gente gosta de coelho. Eu gosto muito. Quando era miuda a minha mãe criava coelhos e eu tinha que ajudar quando eram arranjados.
A minha função era segurar neles, já depois de terem ido para o 'outro lado' (e não, o 'outro lado' não era o terreno do vizinho...) para que as peles fossem retiradas.
Agora, já não era capaz de o fazer. Mas como continuo a gostar de os comer, a minha vizinha faz-me o favor de os arranjar.
Coelho assado no forno com Mostarda
1 coelho médio
2 colheres de sopa de mostarda
1 copo de vinho branco
1/2 copo de água
1 haste de alecrim
1 haste de tomilho
1 raminho de salvia
3 dentes de alho
sal
pimenta
azeite
Numa tigela tempera-se o coelho, cortado aos bocados, com a mostarda dissolvida no vinho, água, sal, pimenta, alho e as ervas aromáticas. Deixa-se marinar duas horas.
Coloca-se o coelho e a marinada num tabuleiro, rega-se com duas boas goladas de azeite e leva-se ao forno por cerca de uma hora.
Servir com arroz branco e legumes cozidos.
Em grego, a palavra portokali (πορτοκάλι) quer dizer laranja e portogalia (Πορτογαλλία) significa Portugal. Interessante, não é?
Parece que deram o nome ao fruto a partir do país que o divulgou. Os portugueses foram os primeiros a trazer laranjas da Índia e China para a Europa e em algumas línguas as palavras do fruto e do país são idênticas (ex: na Roménia, Bulgária, algumas cidades de Itália, Turquia, etc.)
Tarte de Laranja (Portokalopita)
Tarte:
1/2 copo de açúcar
2 colheres de chá de fermento em pó
4 ovos
1/2 copo de óleo
raspa e sumo de uma laranja
1 copo de iogurte grego*
1 colher de chá de extracto de baunilha (opcional)
1 colher de sopa de Triple Sec (opcional)
1/2 copo de passas douradas (opcional)
1 embalagem de massa Phyllo (10 folhas)
Xarope:
1 copo de açúcar
1 1/2 copos de água
raspa e sumo de uma laranja
Fazer o xarope para que arrefeça enquanto se faz a tarte. Num tachinho juntar todos os ingredientes e levar ao lume até levantar fervura. Deixar apurar por 15 minutos. Retirar do lume e deixar arrefecer.
Desfazer a massa phyllo em bocados, folha a folha e deixar secar cerca de 15 minutos.
Numa taça bater muito bem todos os ingredientes e adicionar a massa phyllo aos bocados. Envolver bem e deitar numa forma previamente untada.
Vai ao forno cerca de 30 minutos, até estar cozido (experimentar com um palito. Retira-se do forno e enquanto quente deita-se o xarope frio por cima. Pode ser polvilhado com canela.
*4 iogurtes naturais deixados a escorrer num filtro de café durante a noite
Normalmente a massa phyllo é muito traiçoeira para usar porque é necessário que esteja sempre húmida para se poder trabalhar e tem que ser pincelada com manteiga. Neste caso, nada disso. É mesmo para secar e é mesmo a maneira mais fácil de a usar. Pode ser encontrada em qualquer hipermercado ao pé da massa folhada e da massa quebrada.
Quando estou em 'modo inspirado' apetece-me fazer coisas diferentes. E não há dúvida, sopa de urtigas é diferente!
Primeiro porque para as apanhar temos que nos munir de luvas, tesoura e coragem. Depois, o mesmo para as arranjar, luvas enfiadas até aos cotovelos porque as urtigas picam que se fartam quando em contacto com a pele.
Diz que as picadas fazem bem ao reumático mas eu cá prefiro ficar na dúvida...
Creme de Urtigas
1 molho de urtigas
1 cebola
4 batatas grandes
1 nabo
azeite q.b
sal q.b.
1 1/2 litros de água
Numa panela refoga-se a cebola no azeite. Adicionam-se as batatas e o nabo cortados aos bocados, a água e tempera-se de sal. Deixa-se levantar fervura e juntam-se as folhas das urtigas, cerca de 100 grs. Deixa-se cozer 20 minutos e passa-se tudo muito bem com a varinha mágica.
As urtigas são ricas em vitaminas do grupo B, vitamina C, minerais, oligo-elementos, aminoácidos e proteínas.
Hoje acendi o meu fogão a lenha. Há quase um ano que não o acendia e como deve ser usado de vez em quando, principalmente porque já tem cerca de 30 anos, se não for usado acaba por estragar-se. Aproveitei para cozer feijões, fazer sopa, fazer arroz de forno, um assado de galo caseiro e uma tarte de laranja. Este é o aspecto do fogão e forno. Acende-se de lado e aquece também um pequeno depósito de água.
Mais uma receita ganhadora, com ingredientes fáceis de ter à mão. O queijo ricota pode ser substituido por requeijão.
Mini Cheesecakes de Limão
Para a base
200 grs de bolachas Digestive
1/2 copo de côco ralado
50 grs de margarina
Para o recheio
250 grs de queijo ricota
1 iogurte natural
100 grs de açúcar branco
2 ovos
raspa de 2 limões
sumo de 1 limão
Na picadora moer as bolachas juntamente com o côco. Adicionar a manteiga e forrar a base de uma tarteira. Levar ao frigorífico enquanto se prepara o recheio.
Numa taça juntar o queijo, o iogurte, o açúcar, os ovos, a raspa e o sumo do limão. Bater bem com a batedeira ou com uma vara de arames. Deitar sobre a base que está na tarteira e levar ao lume cerca de 30 minutos, até alourar, não se pretende que fique cozido demais.
Deixar arrefecer e servir.
Este da foto foi cortado com cortadores de biscoitos para um efeito diferente.
Para variar do strogonoff e porque pretendo usar menos natas na comida, encontrei uma receita num site brasileiro que me pareceu uma boa opção. É uma receita Indiana e a carne usada na receita original é cabrito mas como não sou muito adepta dessa carne, troquei por carne de vaca. Os puristas que me perdoem...
Depois de muitas adaptações, ficou assim:
Carne de Vaca com Caril e Côco
1 cebola cortada em meias luas
1 dl de azeite
6 cravinhos da Índia
1/2 colher de café de canela em pó
1 colher de sopa de caril
2 bifes da alcatra, cortados em tirinhas
2 tomates maduros, sem pele nem grainhas
2 copos de água
1/2 copo de uvas passas
1 copo de leite de côco*
salsa e coentros picados
Aloura-se a cebola no azeite. Juntam-se os cravinhos, a canela e o caril e mexe-se bem. Adiciona-se a carne e deixa-se refogar um bocadinho e depois junta-se o tomate. Deixa-se cozinhar cerca de 5 minutos, mexendo de vez em quando e adicionam-se dois copos de água. Ao levantar fervura, adicionam-se as uvas passas e deixa-se cozinhar cerca de meia hora. Quase no fim adiciona-se o leite de côco (com cuidado para não talhar o molho), deixa-se cozinhar mais uns 5 minutos e por fim polvilha-se com os cheiros verdes.
Servir com arroz basmati cozido em água abundante e sal.
*Como não tinha leite de côco, fervi meio copo de côco ralado num copo de leite durante cerca de 10 minutos e coei.
Não, não estou a chamar nomes a ninguém. Este é o nome da receita, uma especialidade italiana e quer dizer muito simplesmente Almôndegas de Peixe Azul e, mais simplificado ainda, almôndegas de sardinha, por exemplo, ou de cavala, ou de anchova, enfim, de qualquer peixe azul, muito ricos em omega 3 e 6 o que só nos faz bem.
Esta confecção foi-me ensinada por um Chef Italiano. A foto não é do melhor, foi tirada com um telemóvel mas garanto que é uma almôndega com molho de tomate.
Almôndegas de Peixe Azul
10 sardinhas passadas na chapa
4 pães
1 copo de vinho
4 ovos
2 dentes de alho
1 raminho de salsa
ovo e pão ralado para panar
óleo para fritar
Tirar a pele e as espinhas das sardinhas. Demolhar o pão no vinho, espremer e juntar o pão ao peixe. Adicionar os alhos picados, a salsa picada e os ovos e amassar bem.
Moldar almôndegas do tamanho de tangerinas, passar por ovo e pão ralado e fritar em óleo bem quente.
Servir acompanhado de molho de tomate.
Uma receita excelente para aproveitamento das sardinhas assadas que sobram das sardinhadas de verão.
Na senda de gastar o mais possível dos citrinos lá de casa, experimentei uma receita de limões em conserva, muito comum na culinária de Marrocos e do Médio Oriente .
Eu tenho limões durante todo o ano mas o sabor dos limões em conserva é uma coisa completamente à parte do sabor dos limões ao natural.
E há certas receitas que pura e simplesmente brilham com este ingrediente.
Limões em Conserva
10 limões
200 grs de sal marinho grosso
Lavam-se muito bem 8 limões e cortam-se às rodelas. Descartar as pontas.
Num frasco colecam-se rodelas de limão passadas no sal até encher o frasco. Por cima põe-se o restante sal e o sumo de dois limões. Tapa-se e agita-se bem para misturar.
Deixa-se em repouso por um mês, virando ao contrário uma vez por outra para que todos os limões se envolvam no líquido.
Para usar, após um mês de repouso, retira-se a polpa do limão e deita-se fora usando apenas a casca. Depois explico como...
Fiz esta receita de queijo ricota caseiro. Nunca tinha experimentado pois pensava que era difícil mas não, foi facílimo de fazer. Agora é só usar noutra receita onde é ingrediente principal.
Queijo Ricota
1 litro de leite gordo
1 1/2 colheres de sopa de vinagre
Aquecer o leite até atingir 80ºC. Retirar do lume e misturar o vinagre. Deixar repousar por 5 minutos. Retirar com uma escumadeira os coalhos para um filtro de café e deixar escorrer o soro.
Levar o leite restante novamente ao lume até chegar aos 80ºC e recolher os restantes coalhos. Deixar escorrer bem e tentar dar-lhe a forma de um queijo. Eu usei mesmo uma peça de alumínio própria para fazer queijo que já tenho há dois anos e nunca tinha usado...
Esta receita, descoberta por acaso, é mesmo daquelas que me fazem pensar onde é que eu andei estes anos todos, que só agora a descobri!!!
Tem um ingrediente que adoro, grão-de-bico, e é um aperitivo excelente para quando apetece fazer um raide à dispensa. É só juntar uma cervejinha.
Grão-de-Bico Tostado
1 lata de gão-de-bico
1 colher de chá de pimentão doce
1/2 colher de chá de sal
1 colher de chá de pimenta de caiena
2 colheres de sopa de azeite
Retirar o grão-de-bico de uma lata ou frasco e passar por água. Deixar escorrer bem e colocar numa taça onde já temos misturado uma colher de chá de pimentão doce, meia colher de chá de sal e uma colher de chá de pimenta de caiena.
Abana-se bem para que os grãos fiquem cobertos com esta mistura e por cima deitamos uma a duas colheres de sopa de azeite. Volta-se a mexer bem para que todos os grãos fiquem envoltos na mistura.
Vai ao forno num tabuleiro por cerca de uma hora. Deve-se ir abanando o tabuleiro de vez em quando para tostar de todos os lados.Os grãos devem ficar bem crocantes.
É uma boa maneira de aproveitar o forno quando se faz um assado, por exemplo, e sobra sempre espaço para pôr outro tabuleiro.
Este bolo tem um aspecto mesmo luminoso, não é só porque os ovos usados são caseiros mas porque o azeite lhe dá um tom amarelo que é mesmo apetecível. Para quem quiser experimentar um bolo que não vai em conversas de dietas...
Bolo de Azeite e Limão
1 1/5 copos de açúcar
3 ovos
1 copo de azeite extra virgem
1 1/5 copos de leite
raspa de um limão
2 copos de farinha
1 colher de chá de fermento em pó
1 pitada de sal
Peneirar a farinha, o fermento em pó e o sal para uma taça.
Noutra taça bate-se o açúcar com os ovos até ficar bem cremoso. Junta-se o azeite, o leite e a raspa de limão e bate-se bem.
Misturar aos ingredientes secos de modo a não criar grumos e ficar bem misturado.
Deitar em forma untada e passada por farinha e levar a forno bem quente cerca de 50 minutos, verificar com um palito, deve estar sequinho.
Retirar do forno e deixar arrefecer na forma. Virar para um prato e servir.
Parece luz!
Nunca tinha feito Bacalhau Espiritual. Comi uma vez num restaurante, há anos, e não gostei por isso não me tentava a experimentar.
Aqui há uns tempos, a espreitar blogs de cozinha que aprecio, descobri uma receita que me pareceu boa e que, se não fosse, também não vinha mal ao mundo porque não dava muito trabalho a fazer.
Ficou espectacular e já faz parte das minhas preferências. Esta receita é uma variação de uma que veio daqui.
Bacalhau Espiritual
2 postas médias de bacalhau demolhado
2 cenouras grandes
1 cebola grande
2 dentes de alho
azeite q.b.
sal e pimenta q.b.
3 pães
1 copo de leite morno
Molho Béchamel
2 colheres de sopa de margarina
2 colheres de sopa de farinha
1 copo de leite*
1 copo de água de ferver o bacalhau*
2 ovos (separar gemas das claras)
Pique a cebola, as cenouras e os dentes de alho na picadora. Aloure tudo num tacho com azeite durante cerca de 5 minutos.
Escalde as postas de bacalhau num tacho com água, deixando levantar fervura. Retire o bacalhau para arrefecer e reserve a água para fazer o molho bechamel.
Desfie o bacalhau e junte-o ao refogado.
Entretanto demolhe o pão partido em pedaços no leite morno, escorra e junte o pão à mistura de bacalhau. Envolva bem.
Faça um molho bechamel com 2 colheres de sopa de margarina derretida num tachinho, adicione-lhe 2 colheres de farinha mexendo sempre e adicione 1 copo da água de cozer o bacalhau e 1 copo de leite. Mexa sempre até engrossar, ajuste o líquido se necessário e tempere com sal, pimenta e noz moscada.
A metade do molho bechamel junte as 2 gemas de ovo e envolva tudo no preparado anterior.
Verifique os temperos. Coloque a mistura num tabuleiro de ir ao forno.
Bata as 2 claras em castelo firme e junte-lhes o restante bechamel. Cubra o preparado de bacalhau com este bechamel e leve a forno quente até ficar dourado. Sirva de imediato com uma salada verde ou com legumes cozidos (grelos, feijão verde, bróculos, etc.)
* Esta receita é versátil e se tivermos bacalhau já desfiado de compra, pode-se fazer sem ser necessário fervê-lo pelo que nesse caso, para o molho bechamel, pode usar apenas leite e saltar o passo de ferver e desfiar o bacalhau...
Pronto, confesso: sou gulosa. Adoro biscoitos, bolachas, essas coisas, mas os que se compram são excessivamente doces para o meu gosto e com muita gordura, muitos 'Equalquer coisa' que normalmente só fazem com que coisas boas se tornem não tão saudáveis.
É por isso que faço a maioria dos biscoitos que por cá se consomem. Há uns que dão mais trabalho do que outros mas na maioria são fáceis de fazer, então quando é só fazer bolinhas e achatar, não pode ser melhor.
Estes, além disso, permitem gastar mais uma laranjita...
Biscoitos de Pepitas de Chocolate e Laranja
1 copo de açúcar
2/3 de copo de margarina amolecida (150 grs)
raspa de uma laranja
1 ovo
1 1/2 copos de farinha
1/3 de copo de cacau em pó
1/4 de colher de chá de sal
1/4 de colher de chá de bicarbonato de sódio
1/4 de colher de chá de fermento em pó
1 copo de nozes picadas
100 grs de pepitas de chocolate
1 - Ligar o forno para aquecer.
2 - Bater o açúcar, margarina, raspa de laranja e ovo numa taça grande.
3 - Adicionar o cacau, farinha, sal, bicarbonato e fermento. Mexer bem.
4 - Juntar as nozes e as pepitas de chocolate.
5 - Moldar bolinhas do tamanho de nozes e espalmar.
6 - Colocar num tabuleiro forrado com papel de ir ao forno*.
7 - Cozer cerca de 10 minutos.
8 - Retirar do tabuleiro e deixar arrefecer.
Se quiserem podem colocar metades de noz sobre os biscoitos antes de levar ao forno.
* à venda em supermercados
Gosto de romãs. Nunca contei os bagos mas parece que são exactamente 613, o mesmo número dos mandamentos da Torah, o livro sagrado dos Judeus.
Nós chamamos-lhe romã que é uma palavra que deriva do árabe 'rummân' enquanto que noutros países lhe chamam pomegranate ou granada e é costume comer-se no dia de Reis.
As suas propriedades são tantas que é conhecida como 'antibiótico natural'. Tem muita vitamina C, é antioxidante, ajuda a prevenir o cancro da próstata, evita a criação de gordura no sangue, ajuda nas inflamações da garganta como as amigdalites, faringites, etc. e é mesmo muito saborosa.
Toca a experimentar porque além do mais, a operação de retirar os bagos pode ser calmante e a cor é maravilhosa... e já agora, confirmem se sempre são 613.
Sempre tive curiosidade por alcachofras mas são um ingrediente que utilizo pouco. Nunca as comi frescas e tenho a certeza de que quando isso acontecer vai suceder o mesmo que com os espargos: os frescos estão a anos luz dos de conserva.
Mas, por enquanto, contento-me com as de conserva, neste caso eram corações de alcachofra (também há fundos de alcachofra).
Tarte de Alcachofras e queijo Feta
1 base de massa folhada
1 lata de corações de alcachofra
4 ovos
1 pacote de natas
50 grs de queijo Feta
sal e pimenta
Numa tarteira põe-se a base da massa folhada. Por cima colocam-se os corações de alcachofra escorridos e cortados aos bocados. Esfarela-se o queijo com as mãos sobre as alcachofras.
Numa taça batem-se os ovos com as natas e tempera-se com sal e pimenta. Não se deve usar muito sal já que o queijo Feta é bastante salgado.
Deita-se esta mistura sobre as alcachofras e leva-se ao forno bem quente por cerca de 30 minutos, até ficar bem lourinho.
Serve como prato principal acompanhado de uma salada ou como complemento a uma sopa, para o jantar.
Tenho esta receita, escrita pela mão de uma amiga, há cerca de 15 anos. Nunca a tinha experimentado mas na altura era uma sobremesa muito em voga. Percebo agora porque é que era tão badalada, é mesmo boa.
Bolo Mousse de Chocolate
6 ovos
1 tablete de chocolate com 200 grs
125 grs de manteiga
125 grs de açúcar
1 colher de sopa de farinha
Bate-se o açúcar com a manteiga até ficar em creme. Misturam-se as gemas dos ovos, uma de cada vez, batendo bem.
Entretanto põe-se o chocolate a derreter numa caçarola ou no microondas. Adiciona-se o chocolate derretido ao preparado anterior. Batem-se as claras em castelo bem firme e misturam-se à massa sem bater para não quebrar as claras.
Divide-se o preparado em duas partes: 1/3 põe-se numa taça e leva-se ao frigorífico, aos outros 2/3 acrescenta-se a colher de farinha, bem cheia, a fazer monte, e mistura-se suavemente.
Leva-se esta massa ao forno, em forma sem buraco untada com margarina. Fica no forno por 20 minutos mas deve-se verificar a partir dos 15 pois rapidamente coze demais. No meu forno levou exactamente 20 minutos, em forno médio (não tem termostato).
Desenforma-se, deixa-se arrefecer (vai abater um pouco) e por cima deita-se a mousse que se guardou no frigorífico. Polvilhar com açúcar em pó e comer bem fresco.
Chá, adoro chá. Preto, daquele mesmo forte. Estes são alguns dos que me têm oferecido (pronto, alguns dos que eu tenho pedinchado sem qualquer tipo de vergonha sempre que alguém conhecido vai 'lá fora'...
)
Já perceberam, é a época das laranjas e tenho que encontrar maneira de ir gastando algumas para além dos sumos e de dar a quem não tem a sorte de ter umas árvores tão generosas.
Este bolo é muito simples, deve ser o primeiro bolo que alguém faz, pela sua simplicidade e por raramente correr mal. A novidade aqui é a calda que lhe acrescento, com muita laranja.
Bolo de Iogurte com Calda de Laranja
1 iogurte natural
4 ovos
3 medidas de iogurte de açúcar
3 medidas de iogurte de farinha com fermento
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 medida de iogurte de óleo
Misturam-se o açúcar, a farinha e o bicarbonato de sódio numa tigela. Juntam-se os restantes ingrediente e mexe-se bem. Deita-se a massa numa forma untada e leva-se a forno quente por cerca de 30 minutos.
Enquanto o bolo coze, faz-se a calda.
Calda de Laranja
1/2 copo de açúcar
1 copo de água
2 laranjas (raspa e sumo)
Num tachinho misturam-se bem todos os ingredientes e levam-se ao lume até ferver, mexendo de vez em quando. Deixar apurar em lume brando por 15 minutos.
Depois de desenformado o bolo, fazem-se um furinhos com um palito e deita-se a calda sobre o bolo.
Quando sobra carne assada e não queremos andar uma semana a comer sandes, ou vamos deixando ficar até que acaba por se estragar, ou pensamos numa maneira catita de disfarçar a dita carne.
Um empadão é sempre uma boa opção, rende bastante e normalmente ninguém adivinha que aquilo são as sobras do assado de domingo.
Empadão de lombo de porco assado
Faz-se um refogado com uma cebola, azeite e um tomate pelado. Salpicam-se umas gotas de vinho e mistura-se carne assada entretanto picada na picadora. Deixa-se apurar e rectificam-se os temperos a gosto.
Num tacho à parte cozem-se batatas com um dente de alho e sal. Escorre-se a água e faz-se um puré juntando um pouco de azeite e leite quente*. Tempera-se com bastante noz moscada, ralada na altura.
Num tabuleiro põe-se uma base de puré, por cima põe-se a carne picada, sobre a carne podem por-se sobras de legumes cozidos (feijão verde, cenouras, bróculos, grelos, etc.) e tapa-se tudo com o restante puré. Alisa-se bem e pincela-se com uma gema de ovo batida.
Vai a forno médio, bem quente, cerca de 20 minutos ou até estar bem douradinho.
Servir com rodelas de beterraba cozida.
* pode usar-se margarina em vez do azeite
Para abrilhantar umas febras de porco grelhadas, era preciso um molho que não fosse gordo mas que fosse muito saboroso. Este!
Molho de Iogurte e Hortelã
1 iogurte natural
1/2 colher de chá de adobo *
3 folhas de hortelã
Escorrer o iogurte num filtro de café para perder o soro (30 minutos é suficiente).
Adicionar ao iogurte o adobo (ou sal e pimenta) e as folhas de hortelã muito bem picadinhas. Mexer e servir. Excelente também para acompanhar hamburguers ou apenas batatas fritas.
*pode ser substituído por sal e pimenta
Depois de ver esta receita em alguns blogs, tive que experimentar. Embora tenha uma máquina de fazer pão e varie bastante as receitas, a textura do pão da máquina é quase sempre idêntica.
A massa deste pão fica parecida com aquele pão com chouriço que se vende nas feiras, ou com a massa do Pão de Mafra que se vê mais para sul.
O prático disto é que, tendo a massa feita, apenas demora cerca de 30 minutos a cozer e enquanto se faz o jantar, está a cozer um belo pão para acompanhar.
Tenho feito apenas metade da receita original que me dá para duas vezes. Noto que o pão que cozo mais tarde fica mais fofo pelo que me parece que quanto mais estiver a levedar a massa, melhor fica o pão.
Pão Artesanal
3 copos e 1/4 de farinha de trigo
1 copo e 1/2 de água
1 colher de sobremesa de sal
1 colher de sobremesa de fermento de padeiro granulado
Num recipiente de plástico, que tenha tampa, misturar a farinha, o sal e o fermento e juntar a água. Mexer com uma colher até tudo estar envolvido. Tapar e deixar repousar pelo menos duas horas, embora ache que fica melhor de um dia para o outro. Guardar no frigorífico.
Retirar metade da massa sem a mexer muito, dar-lhe a forma desejada, e colocar num tabuleiro polvilhado de farinha de milho ou de trigo. Fazer uns cortes com uma faca (em cruz ou na diagonal) e voltar a polvilhar. Deixar repousar enquanto o forno aquece e levar ao forno por 30 minutos ou até estar bem douradinho.
É assim todos os anos e ainda bem. A tangerineira está carregada de bolinhas cor de laranja, sumarentas, cheias de cheiro e de sabor. Para além de fantásticos sumos, também são boas em bolos. Este é muito cremoso, muito aromático e foi adaptado desta receita.
Bolo Pudim de Tangerina
100 gramas de açúcar
2 ovos
100 ml de leite
80 ml de sumo de tangerina
duas colheres de sopa bem cheias de farinha com fermento
raspa de 4 tangerinas
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 pitada de sal
Aquecer o forno. Untar 4 forminhas tipo ramequins.
Bater as claras em castelo firme.
Numa taça bater o açúcar com as gemas até ficar um creme esbranquiçado. Juntar o sumo e raspa de tangerina, o leite e a farinha misturada com o bicarbonato. Envolver suavemente as claras em castelo nesta mistura.
Dividir a massa por quatro forminhas que vão ao forno em banho-maria, num tabuleiro com água bem quente. Cozem cerca de 30 minutos, retiram-se do forno e polvilham-se com açúcar em pó.
Estes foram servidos mornos, acompanhados de um cálice de vinho do Porto.
Ora vamos a ver se ainda me lembro de como fiz isto. É super simples e tem um ingrediente que me enche as medidas e do qual não me canso: massa!
Esparguete com presunto e pinhões
Cozer esparguete de modo a ficar tenrinho. Escorrer.
Numa frigideira sem gordura, salteiam-se os pinhões. Reservam-se.
Na mesma frigideira, ainda sem gordura, salteiam-se duas fatias de presunto aos bocados (daquele que não é nem muito seco, nem muito salgado). Reserva-se.
Na mesma frigideira (quem é amiga, quem é?!) aloura-se uma cebola grande picadinha em azeite. Quando estiver lourinha juntam-se os bocados de presunto, a massa e os pinhões e tempera-se com pimenta moida.
Salteia-se tudo muito bem e serve-se.
Para desenjoar dos excessos da época, aqui está uma sugestão para o jantar.
Para acompanhar, torradas de pão saloio em que se barrou tomate maduro e por cima se deitou um fio de azeite. Depois foi só polvilhar com orégãos. Maravilha.
Creme de Favas
250 gr de favas congeladas*
1 cebola
1 courgete
4 batatas
1 litro de água
azeite
sal
Numa panela aloura-se a cebola em azeite, apenas para estalar. Juntam-se as favas, a courgete e as batatas cortadas aos bocados e mexe-se. Tempera-se com sal. Se gostarem, podem acrescentar meio caldo de galinha, dá outro sabor.
Acrescenta-se a água, deixa-se levantar fervura e coze por cerca de 30 minutos. Derrete-se tudo com a varinha mágica e está pronto a servir.
*as favas que eu tinha eram da horta e por isso tive que as deixar amolecer um bocadinho para lhes tirar as camisinhas
Para mim são as Delícias do Mar!

Como é que alguém, no seu juizo perfeito, pode chamar delícias do mar a um aglomerado de peixe, que é banhado até à exaustão com jactos de água até perder todo o gosto e cor, para depois lhe acrescentarem sabores artificiais a carangueijo ou lagosta, cortar em blocos e pintar para se parecer com marisco???
Sou só eu???
Para terminar a época festiva, e com uma abóbora a querer ter o desplante de apodrecer, tive que pensar em utilizá-la noutra coisa que não os bilharacos (e ainda bem porque a minha vizinha ofereceu-me um pratinho deles há bocadinho).
Lembrei-me de um pudim que uma das minhas cunhadas fazia, e que costumava ficar muito bom, nada a não ser o nome o identificava como tendo abóbora.
Aqui está ele (aham, o bocadinho que está ao lado foi de propósito, a sério...)
Pudim de Abóbora
500 gramas de abóbora cozida e escorrida
50 gr de manteiga derretida
50 gr de côco ralado
1 colher de sopa de farinha maizena
1 colher de chá de canela em pó
250 gr de açúcar
3 ovos
125 gr de açúcar para o caramelo
Fazer um caramelo claro e forrar uma forma de pudim.
Reduzir a abóbora a puré. Juntar os restantes ingredientes e mexer bem.
Por a massa do pudim na forma e levar a cozer em banho-maria cerca de uma hora em lume médio.
Desenformar depois de frio.
Naquelas noites em que não apetece ir para o fogão, mas apetece qualquer coisa que nos 'encha as medidas' (literalmente...) podem-se sempre inventar comidas diferentes. Apetecia uma tosta mista mas só havia presunto, não morro de amores pelo dito. Hmm, raid ao frigorífico, chapéu do Prof. Pardal em acção e 'vuálá':
Tosta de Salmão Fumado e Requeijão de Seia
Numa fatia de pão rústico espalhei salmão fumado, um resto que esperava destino. Por cima coloquei meio requeijão, daquele cremoso. Tapei com outra fatia de pão e barrei a parte de cima do pão com manteiga (ok, foi com Becel, sempre deu aquele ar de comida saudável...). Na tostadeira esteve cerca de 15 minutos até ficar com este aspecto maravilhoso. Copo de vinho branco a acompanhar.
Esta sobremesa fez furor na mesa dos doces de Natal!
Pannacotta
5 pacotes de natas (1 litro)
8 folhas de gelatina (incolor)
2 colher de chá de essência de baunilha
250 g de açúcar
Aquecer as natas com o açúcar e a baunilha sem deixar ferver.
Molhar as folhas da gelatina em água fria e quando estiverem moles, juntar às natas mexendo até a gelatina se dissolver.
Deitar numa forma de pudim ou em taças individuais.
Levar ao frigorífico para solidificar.
Serve-se com um molho de frutos silvestres ou polvilhado com canela.
Molho de frutos silvestres
250 grs de frutos ilvestres congelados
2 colheres de sopa de açúcar.
Levar ao lume num tachinho durante 10 minutos. Deixar arrefecer.
Pode-se fazer apenas metade da receita da pannacotta.
Estas quantidades deram para 20 pessoas.
Os Bilharacos já estão prontos.
Estes fritos feitos de abóbora têm outros nomes pelo país fora: sonhos, beilhós, velhoses, etc. Por cá sempre os conhecemos assim e achamos que nós é que temos razão e que este é que é o nome correcto. Manias...
Bilharacos
1 kg de puré de abóbora*
200 grs. de açúcar
1 pitada de sal
1 colher de sopa de canela
1 cálice de vinho do Porto
raspa e sumo de uma laranja
óleo para fritar
açúcar e canela para polvilhar
Numa tigela grande misturar muito bem todos os ingredientes.
Fritar colheradas de massa, mais ou menos como se faz para os pasteis de bacalhau, em óleo bem quente. Quando estiverem lourinhos retiram-se para uma taça e polvilham-se abundantemente com uma mistura de açúcar e canela.
(em metade da massa misturei pinhões e nozes cortadas aos bocadinhos)
* A abóbora pesava cerca de 5 kgs inteira...
Não gosto muito de tâmaras, são muito doces e um bocadinho enjoativas mas têm um sabor exótico que me transporta para oásis no meio do deserto quando me decido a comê-las. Fazem um bolo excepcional, mas desta vez apresento-as de outra maneira.
Tâmaras Disfarçadas
1 embalagem de tâmaras
sementes de sésamo
côco ralado
Retiram-se os caroços às tâmaras. Picam-se muito bem picadinhas (faz uma massa muito peganhenta, é mesmo assim). Fazem-se bolinhas pequeninas (do tamanho de uma avelã) e passam-se em sementes de sésamo ou em côco ralado. Se quiserem também se podem passar em confetis daqueles de enfeitar os bolos das crianças.
São excelentes para ter numa tacinha e ir petiscando. Pelo menos não fazem tantos danos como os bonbons...
De vez em quando não há muita imaginação para o jantar. Vou ao frigorífico, vejo o que há e tento fazer alguma coisa diferente. Foi o que aconteceu com uns cogumelos na data limite, uma embalagem de queijo mozarela que até já tinha passado o prazo (em dois dias...) e um bocado de broa feita por um irmão meu.
A minha mãe fez broa toda a vida, faz parte das nossas memórias de sábado à noite quando se cozia a fornada da semana. Hoje ela tem 84 anos e poucas forças para amassar a massa. Um dos meus irmãos (somos 9!) decidiu tomar essa tarefa para si, comprou um forno de lenha e lá vai fazendo a bela da broa. É mesmo boa, com manteiga então, nem dá para explicar.
O que fiz foi mais ou menos isto, nem sequer é uma receita: Retirei os pés aos cogumelos, salpiquei sal no chapéu do cogumelo, um fio de azeite, uma fatia do queijo, uns oregãos polvilhados e por cima mais um fiozinho de azeite. Assentados os cogumelos em cima de fatias fininhas de broa, lá foi o tabuleiro ao forno até derreter o queijo e o cheiro na cozinha ser quase proibido de bom. Com vinho tinto!
Aqui há uns anos 'conheci' através de um forum de receitas (what else?) uma senhora da Carolina do Norte. Ela tinha cerca de 77 anos e gostava de experimentar receitas novas, tal como eu. Deu-me uma receita de Bonecos de Gengibre mas como na época não havia aquelas forminhas cá, eu não os podia fazer.
No ano seguinte, perto do Natal, recebi via CTT uma enorme caixa procedente da Carolina do Norte. Lá dentro vinham dezenas de forminhas para cortar os biscoitos, com feitios que íam desde o típico Homem de Gengibre a Árvores de Natal, Estrelas, Luvas, etc. Eram mesmo muitas.
Desde essa altura é minha tradição fazer dúzias de biscoitos pelo Natal e espero conservar aquelas forminhas pela vida fora como tenho conservado a amizade longínqua e virtual com a Peachy.
Choveu todo o santo dia! A melhor desculpa para fazer BISCOITOS!!!
Estes chamam-se ANZAC e este acrónimo quer dizer: Australia & New Zealand Army Corps. Que nome tão estranho para um biscoito... mas tem a sua explicação: como ficam bem sequinhos, são bons para transportar e não se estragam rapidamente e por isso eram levados pelos soldados nas suas mochilas para poderem ter um bocadinho de sabor a casa quando estavam no meio das trincheiras na I Guerra Mundial.
Acho esta história muito bonita e faço estes biscoitos muitas vezes pois além de tudo o mais são muito fáceis de fazer. Normalmente uso outra receita mas hoje fiz esta.
ANZAC BISCUITS
1 copo de farinha de trigo integral
1 copo de flocos de aveia
1 copo de côco ralado
1/2 copo de açúcar granulado
1/2 copo de açúcar amarelo
1/2 colher de chá de sal
100 gramas de manteiga
2 colheres de sopa de mel
1 colher de sopa de água a ferver
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
Numa tigela juntam-se a farinha (usei metade integral e metade normal), a aveia, o côco, os açúcares e o sal.
Num tachinho pequeno derrete-se a manteiga e o mel até derreter. Numa chávena dissolve-se o bicarbonato na água a ferver e adiciona-se à manteiga e mel. Faz uma espuma, é normal. Deita-se esta mistura sobre a mistura da farinha e restantes ingredientes e mexe-se bem. Moldam-se bolinhas com as mãos ou com uma colher de gelado (acho mais fácil com as mãos), achatam-se e põem-se num tabuleiro forrado com papel de ir ao forno. Não juntar muito os biscoitos pois vão alargar um bocadinho.
Vão ao forno cerca de 12 a 15 minutos. Deixa-se arrefecer um bocado e põem-se numa rede a acabar de arrefecer. Ficam muito estaladiços.
Deve ser defeito congénito mas o que é certo é que não consigo seguir uma receita sem fazer qualquer alteração. Não é que ache que sei mais do que quem inventou a receita... não, a sério... mas 'prontos', dá-me para aí!
Esta receita era para ser Bacalhau à Conde da Guarda. E depois de eu a fazer ficou Bacalhau à Conde da Guarda com cenoura ralada...
2 postas de bacalhau bem demolhado
2 cebolas grandes
3 dentes de alho
azeite
2 cenouras raladas
1 kg de batatas farinhentas
leite e manteiga q.b
noz moscada
2dl de natas
sal e pimenta q.b.
pão ralado
Cozem-se as postas de bacalhau, retiram-se da água e deixam-se arrefecer. Na mesma água cozem-se as batatas (juntar um dente de alho, fica bem melhor). Faz-se um puré com as batatas, o leite e um pouco de manteiga. Noz moscada, muito importante no puré!
Numa frigideira alouram-se em azeite as cebolas cortadas em meias luas. Juntam-se os dentes de alho, as cenouras raladas e depois o bacalhau entretanto desfiado. Tempera-se de sal e pimenta. Adiciona-se o puré e as natas a esta mistura e mexe-se bem. Coloca-se tudo num tabuleiro untado e polvilha-se com pão ralado. Vai ao forno cerca de 20 minutos, até alourar.
De vez em quando apetece alterar receitas que já de si são um sucesso. Nesta, juntei o chá verde e o moscatel e retirei a canela que levava a receita original. Ficou excelente!
Pudim de Leite e Chá Verde
750 ml. de leite
1 saqueta de chá verde
5 ovos
10 colheres de sopa de açúcar
1 colher de sopa de farinha maizena
1 cálice de moscatel
Ferve-se o leite com a saqueta de chá e deixa-se arrefecer. Numa taça mistura-se o açúcar com a farinha e juntam-se os ovos, mexendo bem. Adiciona-se o leite, sem a saqueta de chá e junta-se também o moscatel. Deita-se numa forma de pudim previamente forrada com caramelo líquido. Vai a cozer em banho maria por 40 minutos. Deixa-se arrefecer e leva-se ao frigorífico. Desenforma-se apenas no momento de servir.
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