Gosto de sobremesas. Pronto, gosto de comer no geral mas particularmente gosto de doces. Mas também gosto de salgados... Bom, o que é certo é que de vez em quando apetece uma coisa que seja boa, rápida de fazer e que não martirize muito a balança.
Isto, por exemplo:
Leite Creme Mexicano
600 ml. de leite
1 colher de sobremesa de canela
2 colheres de soap de farinha maizena
3 colheres de sopa de cacau em pó
6 colheres de sopa de açúcar
Misturam-se bem os ingredientes secos e acrescenta-se o leite, pouco de cada vez para não formar grumos. Mexe-se bem esta mistura e leva-se ao lume num tacho, sempre a mexer para não pegar, até engrossar, mais ou menos por 10 minutos. Tem que se ter paciência e mexer sempre para não agarrar ao fundo do tacho. Quando começar a ferver e estiver um creme grosso deita-se em taças.
Deixar arrefecer e comer. É um mimo.
Para um jantar leve, sem complicações, aqui fica uma sugestão:
Quiche de Espinafres
1 base de tarte (massa quebrada)
300 gramas de folhas de espinafres, frescas
1 cebola
azeite
3 ovos
1 iogurte natural
meio pacote de natas
1 mão cheia de azeitonas pretas às rodelas
1 queijo mozzarella fresco
adobo q.b.
Numa frigideira salteia-se em azeite a cebola cortada em meias luas. Deixa-se alourar e juntam-se as folhas de espinafres lavadas e escorridas. Tempera-se com adobo ou sal e pimenta.
Coloca-se a massa numa tarteira e nesta base deitam-se os espinafres e cebola. Numa taça batem-se os ovos inteiros, o iogurte e as natas. Nesta receita usei natas de soja. Tempera-se com adobo ou com sal e pimenta, a gosto. Corta-se o queijo em rodelas, dispõem-se sobre os espinafres juntamente com as azeitonas e por cima deita-se a mistura dos ovos batidos, iogurte e natas.
Vai ao forno por cerca de 20 minutos ou até estar bem lourinho por cima.
Serve-se com uma salada de alface, cebola e coentros.
Tenho andado a pensar em queques de aveia. Este fim de semana, que se antecipava de chuva, era o ideal para experiências na cozinha. Decidi recorrer a esta receita que, depois de adaptada ao que por cá havia, deu uma boa dúzia destes simpáticos bolos.
Queques de Aveia
1 1/2 copos de flocos de aveia
1 1/2 copos de 'buttermilk' *
2 ovos batidos
3/4 de copo de açúcar mascavado
1/4 de copo de óleo
1/4 de copo de compota de maçã
2 colheres de chá de baunilha
1 1/2 copos de farinha
1 1/2 colheres de chá de fermento em pó
3/4 de colher de chá de bicarbonato de sódio
1/2 coher de chá de sal
Numa taça misturam-se os flocos de aveia e o 'buttermilk' e deixam-se repousar por 15 minutos.
Untam-se formas de queques ou então forram-se com forminhas de papel. Reservam-se.
Numa taça misturam-se os ingredientes secos: farinha, fermento, bicarbonato e sal.
Ao preparado de aveia misturam-se os ovos, o açúcar, o óleo, a compota de maçã e a baunilha. Mexe-se bem e juntam-se os ingredientes secos, apenas a misturar, não se deve mexer muito.
Deita-se a massa nas forminhas e vai ao forno cerca de 15 a 20 minutos, convém verificar para que não cozam demais.
* Por cá não temos acesso a este produto lácteo mas podemos substiruir com o mesmo efeito da seguinte forma:
para 1 1/2 copos de leite misturamos 1 1/2 colheres de sopa de vinagre e deixamos repousar cinco minutos. Depois é só utilizar conforme a receita.
Ainda não tinha mostrado os frutos da árvore que mencionei aqui.
Estão a dar em grande estilo e quantidade e para quem gosta de sabores tropicais, este é um fruto excelente e tem muita vitamina C além de fibra. Segundo li, as cascas podem ser utilizadas para exfoliar a pele!
A meio da semana, refeição vegetariana, para desenjoar das carnes e peixes e cada vez mais para ser a comida com mais presença...
Caril de Cogumelos
1 cebola grande picada
2 dentes de alho picados
azeite qb
1 colher de chá de açafrão
1 colher de chá de pó de caril
1 colher de chá de sal
1 copo de água
1 embalagem de cogumelos portobello cortados em fatias
meio pacote de natas*
salsa picada
Leva-se a cebola a alourar em lume forte, juntam-se os alhos picados e as especiarias e deixa-se apurar. Adicionam-se os cogumelos e um bocado de água. Se a água desaparecer, junta-se mais um bocadinho, pode não ser necessário usar um copo cheio. Qunado os cogumelos estiverem cozinhados, cerca de 10 minutos, juntam-se as natas e mexe-se bem. Deixa-se levantar fervura, polvilha-se com a salsa picada e serve-se. Fica bem com massa ou arroz branco.
* Usei natas de soja do Pingo Doce
Ainda com muitas cenouras para gastar, as experiências continuam.
Bolo de Cenouras
3 cenouras grandes picadas
4 ovos inteiros
meia chávena de óleo
2 chávenas de açúcar
2 chávenas e meia de farinha com fermento
Numa taça mistura-se o açúcar e a farinha. Num liquidificador colocam-se as cenouras, os ovos e o óleo. Liquidificar esta mistura e depois juntar a mistura de farinha e açúcar, deixar triturar até estar tudo bem misturado, fica uma massa fina. Levar ao forno cerca de 35 minutos em forma untada.
Se usarmos uma forma sem buraco, este bolo é excelente para rechear.
Já fiz duas versões:
A primeira foi rechear com queijo batido (tipo philadelphia) misturado com açúcar amarelo e gengibre em pó. A cobertura do bolo foi uma tablete de chocolate negro derretido com uma colher de sopa de natas.
A segunda (na foto) foi um caramelo feito com 200 gramas de açúcar e uma colher de sopa de água. Depois de feito deixa-se arrefecer e misturam-se 3 colheres de sopa de natas espessas (usei a marca Paturages, do Intermarché) e uma pitada de flor de sal.
Recheei o bolo com este creme e como era muito deu para cobrir. Para enfeitar, torrei côco ralado e polvilhei.
Há dias que pedem coisas simples: amizades, conversas, um bom jantar.
E para a sobremesa, esta salada de frutas. Há quanto tempo não comem uma? Eu já nem me lembrava...
Salada de Frutas
Salada:
meio abacaxi
1 manga
1 pera madura
1 papaia
1 meloa
2 clementinas
1 banana
1 romã
1 cacho de uvas
1 mão cheia de physalis
Calda:
1 copo de água
2 colheres de sopa açúcar amarelo
2 colheres de sopa de Triple Sec ou outro licor
sumo de 1 limão
sumo de 1 laranja
1 pau de canela
1 estrela de anis
Colocar os ingredientes da calda num tachinho e levar ao lume. Deixar ferver por 5 minutos.
Numa taça dispor as frutas em camadas, cortadas à medida desejada, conjugando cores.
Por cima deitar a calda fria e deixar apurar os sabores.
Vista aérea:
Cenouras, cenouras e mais cenouras... 10 kgs para ser exacta. Agora é arranjar maneira de as gastar.
Comecemos com esta.
Sopa de Cenouras e Gengibre *
2 colheres de sopa de azeite
1 cebola média cortada aos bocados
5 cenouras médias
2 batatas médias
1 bocado de gengibre (cerca de 2 cms)
água q.b.
1 caldo de galinha
sal
pimenta
Numa panela alourar a cebola e o gengibre no azeite. Juntar as cenouras e as batatas cortadas em cubos, adicionar água e o cubo de caldo de galinha e deixar levantar fervura. Baixar o lume e deixar cozer cerca de 30 minutos.
Retirar o bocado de gengibre e derreter a sopa com a varinha mágica. Adicionar sal se for necessário.
Servir e copos de shot como entrada ou então no prato, polvilhado de pimenta e acompanhado de pão tostado.
* adaptada do livro Soup for all Seasons
Favas com chouriço. É um nome assim meio foleiro, não é? Se calhar é porque não sou fã deste prato mas cá em casa há quem o considere um dos melhores pitéus à face da terra. Assim como eu acho o arroz de cabidela. Isto dos gostos, cada um tem o seu e de vez em quando faz-se um armistício e lá vêm as belas das favas. Só não me peçam que seja ao som da música dos José Cid, por favor...
Favas com Chouriço
1 kg de favas
1 chouriço de carne
1 chouriço de vinho
1 morcela
1 farinheira
Meio quilo de carne de porco da barriga, cortada em cubos
1 cebola grande
1 copo de vinho branco
1 copo de água
azeite
sal
coentros
A versão que faço é mais ou menos a olho, como via a minha mãe fazer, e sem refogado. Põe-se tudo em crú no tacho e vai ao lume, ou seja, põe-se a cebola picada, o azeite, a carne, o sal (pouco pois os enchidos são apetitosos), as favas e os enchidos inteiros. Por cima o vinho e a água. Leva-se ao lume e de vez em quando abana-se o tacho para os sabores misturarem (as favas não devem ser mexidas com a colher de pau). Verifica-se o molho, se for necessário acrescenta-se mais água e vinho. Quando estiver quase pronto, polvilha-se com os coentros picados.
Para servir cortam-se os enchidos às rodelas grossas.
Na minha versão ponho sempre ovo a escalfar, quase no fim. Como não gosto muito deste prato, o ovo é a minha recompensa...
Todos os cogumelos são cometíveis... alguns apenas uma vez...
foto retirada de http://www.bbc.co.uk/food/
Isto é um Physalis. É muito rico em vitamina C e tem um gosto um bocadinho ácido. É muito levezinho e são precisos muitos para pesar 100 gramas... o melhor é ir comendo à medida que vão amadurecendo!
Hoje é o Dia Mundial da Alimentação. Em todo o mundo, mas principalmente na Ásia-Pacífico e África Subsaariana, 1 em cada 6 pessoas passa fome.
Já que não podemos fazer como o Bill Gates, que doou 120 milhões de dólares para apoiar o desenvolvimento da agricultura, ao menos tenhamos o cuidado de não desperdiçar, nem água nem comida, e sejamos conscientes de que o facto de termos que comer é uma benção.
foto retirada daqui
Tentar guardar o verão em frascos... É o que parecem as conservas que se vão fazendo para preservar o excesso de fruta que não conseguimos comer de uma vez e que ao longo do inverno nos vão trazendo memórias de dias mais quentes.
Conserva de Pera e Cardamomo
2 kgs de peras
1,600 kg de açúcar
5 vagens de cardamomo
Levam-se as peras descascadas e cortadas em quadradinhos ao lume num tacho largo. Juntam-se as vagens de cardamomo e o açúcar e deixa-se ganhar calda. Aumenta-se o lume e deixa-se ferver cerca de 45 minutos até a calda engrossar. Guardar em frascos esterilizados.
Esta conserva é boa para acompanhar queijos, frescos ou curados.
As primeiras chuvas de outono dão-me sempre vontade de fazer biscoitos. Fiz uma pesquisa e encontrei esta receita. Pareceu-me bem. Aqui está o resultado.
Os melhores biscoitos de aveia
3 ovos
1 copo de passas
1 colher de chá de baunilha
1 copo de margarina
1 copo de açúcar amarelo
1 copo de açúcar
2.5 copos de farinha
meia colher de chá de sal
1 colher de chá de canela
2 colheres de chá de bicarbonato de sódio
2 copos de aveia
1º passo: bater os ovos, juntar a baunilha e as passas e deixar repousar enquanto se prepara o resto da receita.
Ligar o forno e colocar papel nas formas (não é necessário untar).
Bater a margarina e os açúcares.
Juntar a farinha, sal, canela e bicarbonato.
Adicionar a mistura de ovos e passas e a aveia. A massa fica bastante espessa.
Com uma colher de sobremesa, colocam-se montinhos de massa do tamanho de nozes no tabuleiro. Leva-se ao forno quente por cerca de 10 minutos.
Dá cerca de 70 biscoitos.
As cores quentes, vermelhos, laranjas, verdes escuros, fazem lembrar as folhas que caem. Estes são os restos de um verão tem entrado pelo outono dentro e que hoje, apesar da temperatura quente, está a começar a tomar o seu lugar no calendário...
Estes pêssegos são conhecidos como pêssegos-de-aparta, o que significa que se separam as duas metades muito facilmente. São feios como tudo, como se pode ver na foto, muito manchados e tortos mas têm um aroma maravilhoso.
Depois de ultrapassada a questão do excesso de penugem que estes pêssegos serôdios têm (sim, que me faz muita impressão mexer em pele de pêssego, tem que ser debaixo de água...) lá os consegui descascar para fazer uma compota. Juntei-lhe uma folha de erva-príncipe que tem um aroma muito parecido com o do limão, mas mais adocicado.
Compota de Pêssego e Erva-Príncipe
1 kg de pêssegos
750 gr. de açúcar
1 folha de erva-príncipe
Num tacho colocar os três ingredientes e deixar ferver até estar no ponto desejado (cerca de uma hora). Retirar a espuma que forma e colocar em frascos esterilizados.
Não, não estou a chamar nomes a ninguém ![]()
Tenho esta planta no meu quintal, pensava que era uma melancia e afinal é uma planta que dá aquelas buchas vegetais, que se usam para tomar banho, servem de esfoliante, parecem esponja mas são naturais.
Confesso que pensava que aquelas luvas e esponjas que se vendem nas lojas de artigos de beleza (tipo Body Shop) eram fabricados, não imaginava que eram mesmo naturais. Mas, vivendo e aprendendo. Esta é apenas uma ainda minúscula, quando grandes podem medir 40 cms. Depois mostro...
Nesta fase de pré-outono há coisas que se repetem ano após ano. São os marmelos que estão prontinhos a serem tranformados em geleia e marmelada, são as uvas prontas a apanhar e também as maçãs, que caem sem que o vento lhes toque, talvez cansadas de estar seguras apenas pelo pedúnculo, tão frágil e que aguenta tanto peso.
Com algumas fiz esta receita.
Apple Crisp
3 ou 4 maçãs grandes
1 copo de açúcar amarelo
4 colheres de sopa de farinha
1 colher de sopa de canela
1 copo de água
1 copo de açúcar mascavado
1 copo de flocos de aveia
1 copo de farinha
1 colher de sobremesa de 'mixed spices' *
2/3 de copo de margarina
Descascar as maçãs e cortar em meias luas fininhas. Colocar num tabuleiro. Numa tigela misturar o açúcar com as 4 colheres de sopa de farinha e a colher de canela. Polvilhar sobre as maçãs e por cima deitar o copo de água.
Mexer o açúcar com os flocos de aveia, o copo de farinha, as especiarias e a margarina cortada em pedacinhos. O melhor é usar as mãos e esta mistura deve ficar com aspecto de migalhas grandes. Colocar esta mistura sobre as maçãs e levar ao forno cerca de 45 minutos até a parte de cima estar bem tostada.
É excelente só ou acompanhado por uma bola de gelado.
* Mixed Spices é uma mistura de especiarias moidas que leva canela, noz-moscada, gengibre, curcuma, oregãos, cravinho, aneto, funcho e sementes de alcaravia. Quando não tenho uso apenas canela e noz-moscada
As minhas uvas são americanas, também conhecidas por morangueiras mais para sul. Não são muito boas para comer, na minha opinião, embora haja quem as ache deliciosas. Para não as deitar fora, e porque também não somos apreciadores de vinho americano, damos a oportunidade a quem gosta, neste caso a um senhor Moldavo que vive na nossa rua. Ele agradece, nós também!
Também conhecido por Bacalhau à Liberdade (não consegui saber porquê) este prato é bastante famoso nos restaurantes do norte e centro, com o nome de Bacalhau à moda de Braga. Não é nada difícil de fazer embora seja um pouco trabalhoso porque é feito em vários passos. Aqui fica a minha versão:
Bacalhau à Braga
2 postas médias de bacalhau, bem demolhadas
1 cebola grande cortada em meias luas
2 dentes de alho
meia folha de louro
azeite
vinagre
picles
sal e pimenta
Batatas fritas às rodelas grossas
Numa frigideira coloca-se o azeite e quando quente fritam-se as postas de bacalhau. Reservam-se. No azeite que ficou na frigideira, alouram-se as cebolas e o alho com a folha de louro para dar gosto. Quando bem fritas juntam-se umas gotas de vinagre, os picles picadinhos e o sal e a pimenta.
Emprata-se com uma posta do bacalhau, cebola por cima e ao lado as batatas às rodelas.
Enfeita-se com azeitonas e acompanha-se de uma salada ou vagens cozidas.
Agosto é sem dúvida parco em notícias e as que aparecem são muitas vezes meias parvas ![]()
Numa delas li que havia um designer de joalheria que tinha criado uns aneis com relva, viva, que tinha que ser regada e aparada como a relva do jardim.... Chamou-lhe Growing Jewelry e o intuito é aproximar a Natureza do Homem. Provavelmente não terá ouvido falar em vasos, jardins, parques, etc.
Ah, e tem uma loja no Museu de Arte de Reykjavik. Quem quiser criar laços com a Natureza já sabe...
Os cogumelo portobello são muito versáteis e, a nível de textura, dos mais agradáveis que já comi.
Fiz umas experiências que resultaram num prato delicioso e que abriram o caminho para novas opções. São excelentes para 'limpar o frigorífico' ![]()
Cogumelos Portobello Recheados
Primeiro de tudo, limpar os cogumelos. Não devem ser lavados, devem ser limpos e a pele retirada, sai bem com a mão. Depois, com uma colher, retira-se o interior, aquelas coisas que parecem guelras de peixe... não é que não prestem mas largam uma cor acastanhada que se sobrepõe a tudo.
Quando as capinhas estiverem limpas, recheiam-se. Fiz duas versões e deu para ver que a imaginação pode ser o limite.
Num deles coloquei: tomate muito maduro aos bocadinhos, o pé do cogumelo picado, meia fatia de presunto picadinha, queijo (daquele normal de casca branca) aí uma colher de sopa, óregãos e azeite. Este ficou tipo pizza.
No outro, mais uma vez o pé picadinho, azeitonas picadas, cebolinho picado e queijo feta esfarelado. Por cima tirinhas muito finas de pimentos de Padrón e azeite. Foram a grelhar numa frigideira antiaderente, tapados com papel de alumínio.
Não consigo escolher o favorito porque estavam os dois muito bons. Acompanhados de esparguete integral salteado em azeite e cebola. Sugiro acompanhar com uma salada em vez do esparguete pois é muito nutritivo.
A foto podia ser melhor... mas não se pode ter tudo.
Para aqueles que nem um ovo sabem cozer, chegou a 'salvação':
Alguém se lembrou de vender ovos já cozidos, prontos a comer...
Pergunto: qual é a ideia? Por mais apressados que estejamos, cozer um ovo, água a ferver, menos de 10 minutos...
Por favor, dêem-me com uma marreta e acordem-me apenas quando as pessoas voltarem a ter juizo...
Quem já os provou, sabe que são a modos como uma roleta russa de picante. Mas picante a sério, principalmente se, como eu, forem audazes o suficiente para comer um inteiro, sem trinquinhas pequeninas a testar a sua ferocidade. Ainda são poucos mas já deu para ver que este ano a roleta vai rolar!!!
No outro dia precisei de fazer um bolo bom e que rendesse muito, que fosse apelativo e de que as pessoas gostassem. Não pude escolher outra receita senão esta, que é excelente, não dá trabalho nenhum a fazer e é preciso ter duas mãos esquerdas para conseguir arruinar ![]()
Esta versão não levou cobertura, é tão bom que na realidade não é necessário, aconselho a cobertura quando é para uma festa ou quando queremos mesmo mostrar a toda a gente que não temos problema nenhum com as calorias!!!
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