Sexta-feira, 28 de Agosto de 2015

volto já...

 

A entrar em modo repouso, não vos posso deixar sem uma receita de biscoitos.

O outono está aí à espreita e nada melhor do que umas bolachinhas e uma caneca de chá para um reconforto imediato.

Fiquem bem.

 

Biscoitos de Coco e Farinha de Espelta

 

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1 copo de flocos de aveia

1 copo de farinha de espelta

½ copo de açúcar amarelo

¾ de copo de coco ralado

½  copo de óleo de coco (pode ser substituído por manteiga)

2 colheres de sopa de Golden Syrup (pode ser substituído por mel)

1 colher de chá de bicarbonato de sódio

 

Numa taça juntar os flocos de aveia, a farinha, o açúcar e o coco.

Numa caçarola levar ao lume o óleo de coco (ou manteiga) e o Golden Syrup (ou mel) até derreter. Adicionar o bicarbonato de sódio (vai fazer espuma) e juntar à mistura da aveia. Mexer bem até estar completamente incorporado.

Com as mãos formar bolas achatadas e pôr num tabuleiro forrado com papel vegetal. Levar a forno quente por 15 a 20 minutos (até estarem bem dourados). Retirar do forno e deixar repousar por cinco minutos no tabuleiro. Depois passar para uma rede para que arrefeçam completamente.

Guardar os sobrantes numa lata ou frasco hermético (Ha!)

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Quinta-feira, 27 de Agosto de 2015

¡Ay caramba!

É preciso ter coragem para chamar paelha a este prato. Felizmente estamos do lado de cá e o mais certo é não haver nenhum ‘nuestro hermano’ a ler isto, senão era capaz de ser apedrejada pela heresia 

É que em Espanha, principalmente em Valência, chamar paelha a um prato obedece a critérios tão rigorosos que uma pessoa até podia pensar que as piores paelhas que já comeu não foram servidas em Espanha…

Ó amigos, atinem!

 

Paelha Mista

 

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1 cebola picada

1 febra de porco (cerca de 150 grs)

15 gambas

Azeite q.b.

1 tomate bem grande, maduro

¼ de pimento vermelho

1 copo de arroz agulha

Água de cozer as gambas

150 grs de vagens

1 envelope de estames de açafrão (se não tiverem pode ser usada 1 colher de chá de açafrão das Índias)

 

Descascar as gambas. Cozer as cabeças e as cascas em água (cerca de um litro) e reservar a água.

Numa paella ou tacho largo alourar a cebola picada no azeite. juntar a febra cortada em quadradinhos e fritar. Adicionar o tomate e o pimento picados. Mexer e deixar refogar uns minutos.

Juntar o arroz e mexer para envolver no tomate. Temperar com sal a gosto e adicionar a água de cozer as gambas e os estames de açafrão e mexer (não voltar a mexer, se necessário abanar o tacho ao longo da cozedura).

Por cima espalhar as vagens cortadas em pedaços de dois cms e as gambas descascadas. Deixar cozer sem tapar e ver se é necessário acrescentar mais um pouco de água. Deve ficar seco e o arroz do fundo até um pouquinho agarrado ao tacho (é o chamado ‘socarrat’ das paelhas).

 

Nota: O arroz utilizado em Espanha para fazer paelhas é de uma variedade chamada ‘bomba’ mas como não tinha utilizei arroz agulha

 

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Quarta-feira, 26 de Agosto de 2015

quem gosta

 

Mais uma daquelas favoritas.

Mistura-se tudo antes de ir dormir e acorda-se para esta maravilha!

 

Aveia com Cacau

  

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½ banana esmagada

1 colher de chá de manteiga de amendoim

1 colher de chá de cacau

1 colher de chá de mel

3 colheres de sopa de flocos de aveia

125 ml de leite

1 colher de chá de coco ralado para polvilhar

 

Pôr todos os ingredientes numa taça e mexer (excepto o coco ralado).

Pôr no frigorífico atá ao dia seguinte.

Polvilhar com coco ralado.

Comer.

 

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Terça-feira, 25 de Agosto de 2015

da horta

Gosto de preparar receitas em que a maioria dos ingredientes sejam da minha horta.

Algumas vezes, têm que se gastar quer se queira ou não queira porque são muitos, dão quase todos ao mesmo tempo e também se estragam todos com rapidez.

Foi aí que vi esta receita e assim nasceu este crumble de vegetais apanhados da horta. Ficou mesmo bom e foi o suficiente para acompanhar umas tirinhas de porco. Nada de arroz, massa, batatas. Apenas isto.

  

Crumble de Vegetais

 

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2 curgetes médias

2 beringelas pequenas

1 cebola roxa

1 dente de alho ralado

2 tomates chucha vermelhos

2 tomates pera amarelos (novidade deste verão!)

½ pimento vermelho

Sal e pimenta q.b.

3 colheres de sopa de azeite

 

Cobertura:

1 copo de farinha

50 grs de manteiga fria cortada em cubos

1 raminho de tomilho

Sal e pimenta q.b.

1 colher de sopa de água fria

 

Cortar os vegetais em pedaços pequenos e uniformes. Misturar com o azeite e temperar com sal e pimenta a gosto e pôr num pyrex ou tabuleiro refractário.

Fazer a cobertura misturando a farinha com a manteiga. Esfarelar com as mãos de modo a parecer migalhas. Adicionar o sal e pimenta e as folhinhas de tomilho (pode ser com orégãos). Salpicar a água por cima e misturar com um garfo.

Deitar estas migalhas sobre os vegetais e levar o tabuleiro ao forno até estar bem dourado, cerca de uma hora.

É bom quente ou frio.

 

Nota: Pode-se substituir metade da farinha por flocos de aveia

 

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Segunda-feira, 24 de Agosto de 2015

orientações importantes

 

Em caso de fim de semana chuvoso, fazer panquecas…

  

Panquecas de Chocolate

 

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½  copo de farinha de trigo

¼ de copo de farinha de trigo integral

2 colheres de sopa de cacau em pó

2 colheres de sopa de açúcar amarelo

1 colher de café de fermento em pó

1 colher de café de bicarbonato de sódio

1 pitada de sal

2 colheres de sopa de manteiga derretida (ou óleo)

1 colher de café de extracto de baunilha

200 ml de leite

 

Numa taça mistura-se as farinhas, o cacau, o açúcar, o fermento, o bicarbonato e o sal. Adiciona-se a manteiga derretida, a baunilha e o leite e mexe-se.

Aquece-se uma frigideira antiaderente e unta-se com uma colher de óleo retirando o excesso com papel de cozinha, pretende-se que a frigideira fique apenas untada.

Deita-se colheradas de massa de forma a fazer as panquecas (usei uma colher de servir para fazer panquecas pequenas).

Deixa-se cozinhar em lume brando até que forme umas bolhinhas, cerca de dois minutos, vira-se para o outro lado por mais um minuto e retira-se para um prato. Estas panquecas ficam com uma textura parecida com a dos brownies. Repetir até acabar a massa e servir polvilhado com mel ou xarope de ácer (maple syrup) e açúcar em pó.

 

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Sexta-feira, 21 de Agosto de 2015

Nada a declarar...

 

Mas nada mesmo!

 

Camadas de Oreo

 

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1 embalagem de bolachas Oreo (16 bolachas)

1 embalagem de queijo-creme

250 ml de iogurte grego

Açúcar, mel ou xarope de ácer para adoçar

Compota de morango

 

Triturar as bolachas até parecerem terra 

Bater o queijo-creme com o iogurte e o adoçante escolhido. Não precisa ser muito porque as bolachas e a compota já são bem doces.

Numa taça ou copo pôr primeiro bolachas esmagadas, a seguir a mistura de queijo-creme e por cima uma colherada de compota. Repetir. (deu para quatro copos).

Levar ao frigorífico para refrescar.

 

Nota: Fiz dois com compota de morango e dois com geleia de amora

 

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Quarta-feira, 19 de Agosto de 2015

che cosa fare...

 

Há ingredientes em certas receitas que nos lembram logo outros países. (…a sério? Sou só eu???)

No caso da Grécia, quando alguma coisa leva orégãos (e queijo Feta, vá) penso logo em comida grega. Se algum prato levar estragão, por exemplo, penso logo em comida francesa. Se leva tomate e manjericão, penso logo em comida italiana.

Conclusão: estou sempre a pensar em comida!!!

 

Frango à Italiana

 

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1 peito de frango do campo cortado em bifinhos pequenos

Sal, pimenta e sumo de limão q.b.

2 dentes de alho

4 tomates bem maduros picados

1 malagueta pequena

¼ de pimento vermelho em tirinhas

1 curgete pequena em rodelas

1 beringela pequena em quadrados

¼ de copo de vinho branco

3 raminhos de manjericão

Azeite q.b.

 

Temperar o frango com o sal, a pimenta, o sumo de limão e os dentes de alho bem picados.

No fundo de uma frigideira põe-se azeite e por cima os restantes ingredientes. Leva-se ao lume e tapa-se a frigideira com uma tampa deixando refogar em lume brando por cerca de 25 a 30 minutos.

Verificar o molho, se necessário pôr um pouco de água e rectificar os temperos (no meu caso não foi preciso, o tomate largou bastante suco).

 

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Terça-feira, 18 de Agosto de 2015

para variar...

 

Toda a gente já fez filetes. Toda a gente já fez salada de grão. Isto não é uma receita original.

E foi o almoço um destes dias 

 

Salada de Grão com Douradinhos

 

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Salada:

1 lata de gão-de-bico

1 tomate maduro em quadrados pequenos

1 cebola roxa pequena em rodelas

1 mão-cheia de folhas de rúcula

Azeitonas pretas

Sal, pimenta, azeite e sumo de limão q.b.

 

Douradinhos:

2 filetes de pescada cortados em bocados pequenos

Sal e pimenta q.b.

Sumo de um limão pequeno

4 colheres de sopa de farinha

1 ovo batido

Óleo para fritar

 

Misturar todos os ingredientes da salada e reservar para apurarem sabores.

Temperar os filetes com sal, pimenta e sumo de limão.

Passar por farinha e ovo batido e fritar em óleo de girassol.

Escorrer em papel de cozinha.

Servir com a salada de grão-de-bico.

 

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Segunda-feira, 17 de Agosto de 2015

do que é bom

 

Sempre que vou à Galiza tenho que comer empanadas. Sejam de atum, de bacalhau com passas, de ‘berberechos’ (berbigão) ou de carne, tem mesmo que ser!

Vi esta receita e a massa pareceu-me bem fácil de fazer. Pareceu e é, não me lembro de fazer uma massa tão rápido e tê-la logo pronta a usar. Daí a uma mega empanada, foi o tempo de a cozer.

Bom apetite!

 

Empanada de Atum

 

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Massa:

500 grs de farinha de trigo

150 grs de óleo de girassol

150 grs de leite

1 ovo

1 pitada de sal

Recheio:

2 cebolas

100 ml de massa de tomate

1 colher de chá de pimentão doce em pó

3 latas de atum escorrido

6 tirinhas de pimento vermelho

1 pitada de sal

Azeite q.b.

Gema de ovo para pincelar

 

Numa bacia põe-se a farinha e faz-se um buraco no meio. Aí deitar os restantes ingredientes da massa. Segurar a bacia com uma mão e com a outra amassar, é muito rápido a massa fica logo numa bola. Tapar com um pano por uns 15 minutos.

 

Pôr o atum a escorrer (se for em azeite, pode-se aproveitar algum do azeite para refogar a cebola).

Picar a cebola e refogar num pouco de azeite até ficar translúcida. Adicionar o tomate o sal e o pimentão doce. Deixar refogar por uns minutos e adicionar o atum e as tirinhas de pimento. Mais dois ou três minutos ao lume e desligar. Deixar arrefecer.

 

Dividir a massa em duas partes (uma ligeiramente maior). Estender metade da massa e forrar um tabuleiro rectangular ou redondo. Por cima espalha-se o refogado de atum. Estende-se a restante massa e tapa-se o refogado. Fazer um rolinho para pôr à volta do tabuleiro. Com alguma massa que tenha sobrado pode-se fazer algo para enfeitar (eu fiz um arremesso de folhas  ). [E esqueci-me mas deve-se pincelar a massa com uma gema batida]

No meio da empanada abre-se um buraco para servir de chaminé e sair o vapor quando estiver a cozer.

Leva-se ao forno por uns 45 minutos ou até estar bem douradinha.

Deixar arrefecer ligeiramente e servir, como entrada ou com uma salada para uma refeição mais completa.

Pode-se congelar o que sobrar e depois aquecer no forno ou no micro-ondas.

 

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Sexta-feira, 14 de Agosto de 2015

nomes e tal...

 

Tenho uma pereira. O meu último nome é Pereira. Não é por isso que a tenho mas acaba por combinar.

Este ano deu muitas peras, grandes e com aspecto de sãs quando se viam na árvore. Mais ao perto, via-se que tinham hóspedes e que se não fossem rapidamente gastas os ditos hóspedes eram capazes de dar cabo delas. E eu não ando a sustentar uma pereira o ano inteiro para depois não poder comer as peras que dá!

Por isso já fiz uma data de coisas com elas. Já se guardaram, já se deram e também já se fizeram experiências que saíram muito bem. Como esta receita.

 

Cobbler de Pera e Amoras

 

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5 peras

1 mão-cheia de amoras pretas

¼ de copo de açúcar amarelo

1 colher de chá de sumo de limão

2 colheres de chá de farinha Maizena

½ colher de chá de canela em pó

1 pitada de noz-moscada

 

Cobertura:

¼ de copo de açúcar amarelo

2 colheres de sopa de açúcar granulado

1 colher de chá de fermento em pó

1 pitada de sal

1 copo de farinha

75 grs de manteiga fria cortada em cubos

¼ de copo de água a ferver

 

Descascar as peras e cortar em quartos. Salpicar com o sumo de limão e envolver no açúcar amarelo, na farinha Maizena, canela e noz-moscada. Pôr num pyrex ou outra forma sem ser de metal. Espalhar as amoras sobre as peras.

Numa taça misturar a farinha, os açúcares, o sal e o fermento em pó. Adicionar a manteiga e com as mãos esfarelar de modo a ficar parecido com migalhas. Adicionar a água a ferver e misturar com uma colher ou garfo. Deitar às colheradas sobre as peras e amoras.

Levar ao forno médio por cerca de 30 minutos ou até estar a borbulhar e o topo dourado.

Servir morno ou frio. Excelente com uma bola de gelado de natas ou baunilha.

 

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Notas:

Receita inspirada nesta

 

O Cobbler é uma sobremesa típica do sul dos Estados Unidos da América

 

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 peras apanhadas com a 'ladra' 

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Quinta-feira, 13 de Agosto de 2015

no talho

 

Quando vou ao talho da praça e peço febras, costumo dizer sempre que são para panar que é para escolherem as fininhas e mais bem cortadas. Se não disser nada mandam-me umas trancas de carne que depois nem sei bem para que servem…

Da última vez lá pedi as febras e recomendei que eram para panar. Escolheram umas tão direitinhas que em casa achei que tinha que fazer jus ao pedido e optei por fazer uns panados, embora não seja muito costume fazer fritos do género.

Mas de vez em quando lá calha e desta vez calhou mesmo bem!

 

Febras Panadas com Salva

 

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4 febras de porco pequenas

1 raminho de salva

1 colher de chá de piripiri

Sumo de limão q.b.

Sal q.b.

Pão de centeio seco para ralar

1 colher de sopa de sementes de linhaça raladas (opcional)

1 ovo

Óleo de girassol para fritar

 

Temperar as febras com o piripiri, o sal, o sumo de limão e a salva picada.

Ralar o pão seco num moinho de café (em alternativa usar pão ralado de compra mas garanto que o pão ralado em casa faz toda a diferença!). Adicionar ao pão as sementes de linhaça raladas.

Bater o ovo e passar as febras no ovo e seguidamente no pão ralado.

Aquecer o óleo numa frigideira e fritar os panados em lume brando (para não esturricar o pão ralado mas fritar bem a carne por dentro).

Escorrer em papel de cozinha e servir com mais limão.

 

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Terça-feira, 11 de Agosto de 2015

Siga!

Costuma-se dizer que na perfeição não se mexe mas sinceramente, com tantas acelgas tão coloridas para gastar, tive que as acrescentar a uma ‘espécie’ de Shakshuka, já que a original leva muito mais pimento.

Adoro este prato, é tão simples e no entanto é do mais reconfortante que há.

Shakshuka forever!!!

 

Shakshuka de Acelgas Coloridas

 

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1 cebola picada

2 colheres de sopa de azeite

2 tomates bem maduros

¼ de pimento vermelho

1 mão-cheia de talos de acelgas

1 colher de chá de piripiri

1 pitada de sal

3 ovos

Pimenta q.b.

 

Picar a cebola e alourar no azeite. Adicionar o pimento picado, os talos de acelgas cortados em rodelas e o tomate picado sem pele. Temperar com sal e piripiri.

Deixar refogar em lume brando até engrossar um pouco. Se necessário adicionar um pouquinho de água.

Quando estiver com um molho grossinho, adicionar os ovos, um de cada vez e tapar a frigideira com um testo grande. Deixar cozer os ovos de acordo com a preferência (mais ou menos líquidos), polvilhar com pimenta e servir com bastante pão estaladiço e um copo de vinho!

 

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(acelgas coloridas)

 

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Segunda-feira, 10 de Agosto de 2015

cenas da vida da horta

 

As minhas acelgas são bastante produtivas. O problema é que há quem na horta goste mesmo muito delas e se consiga antecipar a mim na sua recolha. Falo dos caracóis, não sei se é o cheiro ou o que é mas não há folha de acelga que resista às suas investidas, ficam a parecer uma renda daquelas de bilros.

Nada que me incomode já que ponho na horta coisas suficientes para todos, até para dar, e arranjo sempre maneira de gastar o que sobra, que neste caso são os talos das acelgas.

Não digam nada aos caracóis, que é para mantermos esta harmonia, mas prefiro os talos às folhas 

 

Fitada de Acelgas

 

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1 cebola pequena

1 mão cheia de talos de acelgas

4 ovos

Salsa picada

Sal e pimenta q.b.

2 colheres de sopa de azeite

 

Picar a cebola e alourar no azeite. Adicionar os talos de acelga cortados em rodelas finas e temperar com o sal e a pimenta. Saltear até estar tenro, uns cinco minutos. Entretanto bater os ovos com uma pitada de sal e deitar sobre os talos de acelgas. Por cima polvilhar com salsa picada e tapar com um testo grande, deixando cozinhar em lume brando.

Verificar se parte de cima já não está líquida e retirar do lume.

Servir de imediato com uma salada de tomate bem maduro.

 

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Sexta-feira, 7 de Agosto de 2015

isto promete

 

Imagino que por esse país fora estejam belíssimas temperaturas, a pedir mergulhos e muito protector solar.

Mas aqui, na zona onde vivo, as máximas para hoje são de 22ºC, com nortada... Yey!!!!

Por isso bolo 

 

(outro) Bolo de Banana

 

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2 ovos

100 ml de leite

1 colher de chá de vinagre

100 ml de óleo de girassol

2 a 3 bananas esmagadas

1 copo de açúcar amarelo

1 colher de chá de extracto de baunilha

2 copos de farinha

1 colher de chá de bicarbonato de sódio

1 pitada de sal

 

Numa tigela misturar o leite e o vinagre.

Aquecer o forno e untar uma forma de bolo inglês.

Numa taça bater os ovos com a mistura de leite e vinagre, e o óleo.

Adicionar as bananas esmagadas, o açúcar e a baunilha. Mexer bem.

Seguidamente adicionar a farinha com o bicarbonato e o sal. Envolver sem mexer demais.

Deitar na forma untada e levar ao forno por cerca de 50 minutos. Verificar com um palito se sai seco. Retirar do forno e deixar arrefecer sobre uma rede.

 

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Quinta-feira, 6 de Agosto de 2015

às vezes

Há comidas que são mais dos dias frios mas de vez em quando, em pleno verão, apetecem.

Foi o caso deste coelho que me deram e que por vir já a descongelar, teve que ter destino rápido.

 

Coelho com Molho de Alho

 

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1 coelho

5 dentes de alho

Farinha

Sal e pimenta

Azeite

200 ml de vinho branco

200 ml de água

1 ramo de carqueja

1 ramo de tomilho

Sumo de ½ limão

100 ml de natas (usei de soja)

1 colher de sopa de mostarda

 

Temperar o coelho cortado em pedaços com sal e pimenta. Passar pela farinha e sacudir o excesso.

Num tacho largo aquece-se azeite e aloura-se o coelho. Adicionam-se os dentes de alho picados e o vinho. Deixa-se evaporar e junta-se a água, a carqueja e o tomilho e rectificam-se os temperos.

Deixa-se estufar com o tacho tapado até o coelho estar tenrinho, se necessário acrescenta-se mais um pouco de água.

Quando estiver cozido salpica-se o sumo de limão por cima. Misturam-se as natas com a mostarda e junta-se ao molho do coelho, mexendo para dissolver.

Servir com arroz frito e espinafres salteados.

 

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Terça-feira, 4 de Agosto de 2015

novas oportunidades

 

Não sou muito fã de alguma cozinha asiática, nomeadamente da que vem do Japão e da Tailândia. Não é que as conheça muito bem mas assim à primeira vista não me agradam e pronto.

Mas de vez em quando é preciso dar novas oportunidades aos nossos preconceitos e por isso aqui está um prato ao estilo japonês que ficou mesmo bom.

 

Salmão Teriyaki

 

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2 tranches de salmão

2 colheres de sopa de molho de soja

2 colheres de sopa de vinho de arroz

1 colher de chá de mel

1 colher de sopa de óleo de sésamo (opcional)

1 colher de sopa de gengibre ralado

1 colher de sopa de azeite

Sementes de sésamo q.b.

 

 

Misturar o molho de soja com o vinho de arroz, o óleo de sésamo, o mel e o gengibre ralado. Envolver nas tranches de salmão e deixar tomar gosto por uns 20 minutos.

Numa frigideira aquecer o azeite e fritar o salmão em lume brando para não queimar (como tem mel tem tendência a ficar logo bastante escuro). Quando estiver de um lado vira-se para o outro e deixa-se estar mais um ou dois minutos.

Servir com batata e feijão verde cozidos polvilhado com sementes de sésamo.

 

Nota: se não tiver vinho de arroz pode ser usado vinho branco

 

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Segunda-feira, 3 de Agosto de 2015

o supra-sumo

 

Um melão a cair de maduro, e tão doce que até enjoava (nunca se está bem, se não é doce é porque parece uma cabaça…)

 

Sumo de melão

 

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No liquidificador põe-se pedaços de melão bem fresco e um pouco de água ou chá verde.

Triturar e adicionar mais água ou gelo para ficar com a consistência desejada.

 

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Sexta-feira, 31 de Julho de 2015

reutilizar

 

Ultimamente tenho feito tantas sobremesas ao estilo Parfait (uma colherada disto, uma camada de qualquer bolacha esmigalhada, outra de alguma fruta para enganar e voilà!) que elas quase podiam fazer-se sozinhas mal eu estalasse os dedos!

Esta foi com os pêssegos que sobraram do Chá Gelado de Pêssegos mas pode ser com qualquer fruta que esteja à mão, ou mesmo com compota.

 

Parfaits de Pêssego

 

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200 grs de queijo Mascarpone

Adoçante a gosto (usei mel)

6 bolachas Digestive esmagadas

Pêssegos q.b.

 

Bater o queijo com o adoçante (açúcar, mel, xarope de ácer, etc). Esmigalhar as bolachas.

Pôr em camadas em copos ou taças e levar ao frio até servir.

 

Nota: pode ser usada fruta crua, bem madura

 

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Terça-feira, 28 de Julho de 2015

frescura

 

Não há muito a dizer.

É fácil de fazer, rápido, fresco e sabe muito bem para quem, como eu, adora atum.

Não me canso!

 

Massa com atum e aipo

 

 

Esparguete cozido frio

1 lata de atum

2 talos de aipo em rodelas

1 cebola roxa picada

Tomates cereja

Azeitonas

Maionese qb.

 

Escorrer o atum do líquido (usei ao natural).

Numa taça misturar todos os ingredientes e envolver na maionese.

 

Notas:

o aipo pode ser substituído por cebolinho ou mesmo salsa picada

pode-se usar uma mistura de maionese e abacate esmagado para uma refeição igualmente calórica mas com gorduras melhores 

 

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Segunda-feira, 27 de Julho de 2015

ameixas

 

É este o tempo delas.

Há-as amarelas (chamamos-lhes brancas), vermelhas, alaranjadas, com sabor a ananás, com nome de rainha, de vários tipos e feitios.

E como podem aborrecer de ser comidas ao natural, aqui deixo algumas sugestões para gastarem aquelas que teimam em ir ficando no cesto.

 

 

Algumas receitas com Ameixas

 

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Sexta-feira, 24 de Julho de 2015

viu-se negra...

 

Que me lembre, nunca comi Bolo Floresta Negra.

É um daqueles bolos de que já toda a gente ouviu falar, uma receita alemã muito conhecida e que alia o chocolate às cerejas. Não pode falhar esta parceria.

Não provei o bolo mas provei esta mousse, que não sendo a mesma coisa, não lhe deve ficar muito atrás.

Além de que é muito mais fácil e rápida de pôr na mesa!

 

Mousse ‘Floresta Negra’

 

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1 lata de leite de coco (cerca de 400 ml)

2 colheres de sopa de mel

100 grs de chocolate negro

Cerejas descaroçadas

 

Na véspera põe-se a lata de leite de coco no frigorífico para ficar sólido.

Retirar o leite de coco da lata deixando a parte líquida no fundo, pode ser usada noutra coisa qualquer*.

Derreter o chocolate no micro-ondas ou no fogão. Reservar.

Bater o leite de coco com o mel com a batedeira até engrossar e ficar parecido com chantilly. Retirar 3 colheres de sopa deste creme e reservar.

Ao restante creme adicionar o chocolate derretido e continuar a bater com a batedeira até estar bem incorporado.

Pôr umas colheres de creme de chocolate em copos ou taças, por cima põem-se cerejas cortadas, mais creme de chocolate e finaliza-se com o creme de coco batido enfeitando-se com mais cerejas no topo.

Pode-se finalizar com umas raspas de chocolate (de que eu me esqueci…)

 

*costumo comprar o leite de coco do minipreço e depois de ir ao frigorífico fica completamente em creme não sobrando  quase nenhum líquido; quando sobra uso em batidos por exemplo

 

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Quinta-feira, 23 de Julho de 2015

do nosso mar

 

No mercado onde faço compras há várias bancas de venda de peixe fresco ‘do nosso mar’. A pescada é normalmente da Póvoa de Varzim e de vez em quando há por ali uns exemplares de meter respeito, enormes!

Quando compro uma peço com pouco mais de um quilo. Depois peço para retirarem os lombos inteiros mas que ponham tudo no saco pois tudo vai ser usado, inclusive as espinhas e cabeça, seja para um arroz, uma sopa de peixe ou outra coisa qualquer.

A peixeira onde compro é muito terra-a-terra e apesar de já saber escalar um peixe, o conceito de retirar os lombos inteiros ainda é um bocado à frente por isso costumo sair de lá com pedaços… isto porque é daqueles sítios onde não estamos à espera que nos arranjem o peixe. Vamos lá, escolhemos, dizemos o que queremos e vamos ao resto das compras. No fim é pagar e pegar. E ver que não são lombos, são bocados. Mas tudo se aproveita 

 

Filetes em capa de ervas aromáticas

 

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2 filetes de pescada fresca

1 fatia de pão seco

1 ramo de ervas aromáticas

Sal e pimenta q.b.

Sumo de limão

Azeite

 

Temperar os filetes com sal e pimenta e umas gotas de sumo de limão.

Ralar o pão num moinho ou esfarelar muito bem. Cortar as ervas (usei salsa, aneto, menta vietnamita) e adicionar ao pão ralado. Passar bem os filetes nesta mistura pressionando com as mãos para agarrar bem.

Aquecer um fundo de azeite numa frigideira e fritar os filetes até estarem dourados e estaladiços.

 

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Terça-feira, 21 de Julho de 2015

'xaláver...

Na zona onde vivo as temperaturas têm estado à volta dos 23ºC. Muito diferentes das temperaturas do interior ou mais a sul que têm atingido os 38ºC. Num país tão pequeno, é obra esta amplitude de temperaturas…

Mas, para o quente e para o menos quente há sempre comidas que caem bem.

Se forem servidas ao jantar são o ideal por não serem muito pesadas, falo das saladas que acabam por ser uma espécie de ‘ ‘xaláver o que é que anda por aqui a precisar de ser gasto antes que se estrague’.

É isto.

 

Salada de Frango

 

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Alface cortada em tiras

Rúcula

Coentros

Aipo em rodelas

Cebola roxa em rodelas

Tomate em quadradinhos

Azeitonas sem caroço

Frango desfiado

Nozes

Uvas passas

Bagas Goji

Molho vinagrete

 

Tudo q.b.

Juntar todos os ingredientes e temperar com o molho vinagrete.

 

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Segunda-feira, 20 de Julho de 2015

com chá, dos Açores

A pedido de várias famílias… não, foi apenas de uma. Ok, não foi de nenhuma, foi um desafio lançado pela cozinha100segredos, um blogue de uma Açoriana que promove, e bem, os produtos Açorianos.

Assim à primeira vista, eu achei que não tinha nada genuinamente açoriano em casa, coisas de comer, estão a ver. Mas depois ela disse que também podia ser uma bebida e lembrei-me de um chá da Gorreana que uma amiga me trouxe quando visitou os Açores.

E chá é mesmo uma das minhas bebidas preferidas e o da Gorreana (Broken Leaf) é mesmo muito bom por isso foi só juntar o útil ao agradável e aceitar o desafio.

Coisa simples 

 

Chá Gelado de Pêssego

 

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3 pêssegos (usei dos carecas)

1 copo de água (250 ml)

1 copo de açúcar

 

2 colheres de sopa de folhas de chá Broken Leaf da Gorreana

250 ml de água a ferver

Água tónica gelada

Gelo

 

Cortar os pêssegos em meias luas e juntar numa caçarola com o copo de água e com o copo de açúcar. Levar ao fogão e deixar ferver em lume brando por uns 15 minutos. Coar e reservar quer o xarope, quer os pêssegos (estes para usar noutra receita, em breve).

Com a água a ferver, fazer um chá forte. Coar e reservar.

 

Quando tudo estiver bem frio, põe-se num copo grande cerca de 50 ml do xarope, a mesma quantidade de chá, gelo ‘a dar com um pau’ e água tónica (ou água gelada). Verificar a doçura, eu gosto das bebidas pouco doces pelo que juntei quase duas garrafas de água tónica.

Quando se junta a água tónica, a bebida parece que fica com duas cores, uma mais clara em baixo (a água tónica) e outra mais escura (a mistura do xarope e do chá) em cima. Pura magia.

Refrescante!

 

Nota: podem ser usadas saquetas de chá preto

 

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Sexta-feira, 17 de Julho de 2015

aimanheeeee

 

Perfeito!

É o que posso dizer deste bolo, que encontrei no blogue As Minhas Receitas, um dos que sigo religiosamente.

E claro, é fazer, comer e chorar por mais.

Ora confiram lá!

 

Bolo Brownie de Chocolate e Framboesas

 

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200 grs de chocolate (70% cacau)
100 grs de açúcar amarelo

60 grs de manteiga
60 ml de natas
3 ovos

40 grs de farinha
125 grs de framboesas frescas
açúcar em pó para polvilhar q.b.

 

Numa caçarola põe-se o chocolate em pedaços pequenos, o açúcar, a manteiga e as natas e leva-se a lume muito brando até estar tudo derretido.

Numa taça misturam-se os ovos com a farinha e adiciona-se a mistura do chocolate derretido, mexendo bem até estar um creme liso e sem grumos.

Unta-se uma forma redonda (de preferência das de mola), forra-se com papel vegetal e deita-se a massa na forma. Por cima dispõem-se as framboesas reservando algumas para decoração final (se se lembrarem…) e leva-se ao forno previamente aquecido, a 160ºC, por cerca de 35 minutos. O meu forno não tem medidor por isso pus no mínimo, com a chama baixa.

Retira-se do forno e deixa-se arrefecer uns minutos antes de desenformar. Deixa-se arrefecer completamente e polvilha-se com açúcar em pó e enfeita-se com framboesas frescas (se nos lembrarmos…)

Vai lindamente com uma bola de gelado.

 

Nota: usei uma forma redonda de 20 cms, sem mola. Para poder desenformar bem, fiz umas tiras de papel vegetal que coloquei na forma em forma de X com as abas altas. Por cima, no fundo, pus uma rodela de papel vegetal e untei. Depois foi fácil pegar naquelas abas e levantar o bolo para um prato.

 

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Quinta-feira, 16 de Julho de 2015

pimenta...

Há alguns anos tive um colega que tinha uma condição chamada Hemocromatose. E não podia comer verduras, nomeadamente espinafres já que são muito ricos em ferro.

Isto para dizer que era o companheiro ideal para ir almoçar já que eu podia pescar todas as verduras para o meu prato 

E também para lembrar que, na alimentação (como, aliás, em tudo na vida) o que é bom para uns pode ser muito mau para outros.

Pensem nisso.

 

Amaranto Salteado

 

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1 molho de amaranto

2 dentes de alho

3 colheres de sopa de azeite

Sal e pimenta q.b.

 

Retirar as folhas do amaranto, lavar e escorrer.

Aquecer o azeite numa frigideira e alourar os alhos picados. Juntar as folhas e ir mexendo para que percam rapidamente o volume. Temperar com sal e pimenta a gosto e deixar saltear em lume baixo por uns cinco minutos.

Servir quente ou frio com umas gotas de sumo de limão.

 

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Quarta-feira, 15 de Julho de 2015

perishable thoughts...

 

Sou contra o desperdício, em qualquer forma. Então se falarmos em desperdício alimentar, fico mesmo possessa, considerando que há milhões de pessoas que não têm possibilidade de fazer uma refeição por dia ao passo que outros milhões deitam fora, deixam estragar, alimentos em perfeitas condições.

E depois há aquele desperdício que não parece bem desperdício mas que se formos a ver bem, até é. Estou a falar das ervas daninhas.

Ai, que ela agora passou-se de vez!!!

Não, a sério, já há bastante tempo que deixei de ver as urtigas como uma peste na minha horta, agora até as rego para poder fazer sopas, esparregados e outras coisas. E é bom demais! E as beldroegas, fantásticas.

Mas há muitas mais ervas que nos passam ao lado e o Amaranto (Amaranthus L.) é uma delas. Quase toda a gente já viu estas ervas, quem tem hortas ou vive em terras com caminhos está fartinho de as ver a orlar esses caminhos.

Eu, até há um ou dois anos, andava sempre à cata delas para as arrancar, pequeninas, para que nem sequer chegassem a crescer e deitar as sementes, tal era a praga que eu as considerava.

Mas agora, embora digam que burro velho não aprende línguas, aprendi a vê-las como mais um aliado na minha cozinha. E atenção, é que em certos países asiáticos e africanos é uma hortaliça e é vendida em molhinhos nos mercados. Na Jamaica chama-se callaloo e no Brasil, onde também é bastante utilizada, chamam-lhe caruru ou bredo.

Repitam todos: O amaranto é bom!

Só vos digo, não precisam de atenção nenhuma, aliás, ao contrário dos espinafres, cujo sabor é bastante parecido, estes quase não precisam de água para crescerem lindas e vivaças.

E além disso, são muito ricos em nutrientes, uma boa fonte de vitaminas C e  A e repletos de minerais como ferro, cálcio, potássio, zinco, cobre e manganês.

Eu sei que é sempre arriscado comer ervas que não se conhecem (pelo sim pelo não, da primeira vez mais vale apenas uma pessoa da casa comer… nunca fiando ) mas pesquisem e se virem as vaquinhas e as cabrinhas a comerem, podem ter quase a certeza que se não lhes faz mal a elas, também não nos faz mal a nós 

 

Amaranto

 

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Terça-feira, 14 de Julho de 2015

o que é bom, é bom. ponto.

 

As experiências feitas com o líquido de cozer grão-de-bico deixaram um agradável  problema: ter que gastar o dito grão-de-bico!

Que chatice, pensam alguns. Que bom, penso eu.

E toca de fazer uma bela de uma salada. Que uma salada de grão com atum não tem que ser sensaborona, pode e deve até ser bem colorida, a condizer com a estação.

 

Grão com Atum

 

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1 lata de grão de bico (400 grs)

1 lata de posta de atum em azeite

1 tomate maduro, rijo

1 ovo cozido (usei de pata)

1 mão-cheia de azeitonas pretas

Salsa e cebolinho picados

1 pitada de colorau

Azeite e vinagre q.b.

 

Cortar o que for de cortar em pedacinhos e misturar com o grão-de-bico. Separar a posta de atum em lascas e envolver na restante salada. Adicionar as ervas picadas (podem ser usadas outras, a gosto) e temperar com azeite e vinagre. Salpicar a salada com um pouquinho de colorau.

 

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Segunda-feira, 13 de Julho de 2015

são nobres

 

Há milhentas maneiras de tornar uma ‘sande’ num petisco.

Eu sou fã de comer coisas entre duas fatias de pão e quem inventou a moda (embora o conceito existisse há muito, o nome veio do 4º Conde de Sandwich) está de parabéns pois veio facilitar muitas indecisões na hora de pôr a comida na mesa.

Principalmente ao fim-de-semana, as sandes vêm ajudar a comer bem sem muito trabalho.

Confiram.

 

Sandes de Salmão

 

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150 grs de queijo-creme

100 grs de salmão defumado

Raminhos de aneto

Piripiri

Sumo de meio limão

Alface

Rúcula

Pão caseiro integral

 

Picar o salmão (com uma faca cortar muito miudinho) e misturar com o queijo-creme, o aneto (ou salsa picada), piripiri e sumo de limão.

Barrar fatias de pão com esta mistura e por cima pôr alface e rúcula.

Servir acompanhado de uma bebida fresca.

 

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Sexta-feira, 10 de Julho de 2015

eh láááá

 

Este ano tenho comido framboesas como se o mundo fosse acabar e eu tivesse que comer todas aquelas que não comi nos anos anteriores para ficar quite (as estilo ‘estamos quites’) com as framboesas da vida.

Por isso, sejam no iogurte ao pequeno almoço, em mousses, em gelados ou em tartes, elas têm sido presença constante.          

 

Tarte Fresca de Framboesas

 

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200 grs bolachas (usei Maria Fibra)

50 grs de nozes tostadas

75 grs de manteiga

250 grs de queijo-creme

125 grs de iogurte grego

Mel q.b. (ou outro adoçante)

100 grs de chocolate branco

200 grs de framboesas

 

Ralar as bolachas ou esmagar, dentro de um saco de plástico, com o rolo da massa. Juntar as nozes e a manteiga derretida e misturar bem.

Forrar a base de uma tarteira com esta mistura e reservar.

Bater o queijo-creme com o iogurte natural grego e o mel (ou açúcar). Derreter o chocolate branco no micro-ondas e envolver no queijo. Pôr este creme sobre a base de bolacha. Enfeitar com as framboesas e levar ao frio até servir.

 

Nota: o chocolate branco que usei não era o ideal para culinária e não derreteu até ficar mesmo cremoso por isso, em vez de o envolver na mistura de queijo-creme e iogurte, barrei com ele a base de bolacha e por cima espalhei a mistura de queijo-creme.

 

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Quinta-feira, 9 de Julho de 2015

cá está!

 

Depois de este escrito ter causado tanto furor e tanta admiração (também a mim, confesso!) está na hora de vos dar uma receita para usarem as ‘claras’ de Aquafaba, que isto não é só experimentar para ficar a meio.

Ao que parece, podem ser usadas quer em doces quer em salgados, no forno, sem ser no forno e por aí fora.

Eu experimentei da maneira mais fácil, numa mousse de chocolate, até porque embora o tempo por aqui esteja tipo concertina, um dia quente outro dia nem por isso, no dia em que fiz a experiência estava bastante calor e não me apetecia acender o forno para estar duas horas a cozer uma Pavlova, mas lá virá…

 

Mousse de Chocolate de Aquafaba

 

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200 ml do líquido de cozer grão-de-bico (ou feijão)

3 colheres de sopa de açúcar

5 gotas de limão

150 grs de chocolate negro, para mousse

 

Pôr o líquido de cozer o grão-de-bico coado na taça da batedeira e ligar. Deixar bater em velocidade média por cerca de dez minutos. Juntar o açúcar e as gotas do limão e continuar a bater mais uns minutos até estar com uma consistência idêntica às das claras batidas em castelo.

Derreter o chocolate no micro-ondas ou no fogão e mexer bem para ficar liso e brilhante. Adicionar à batedeira em velocidade média e incorporar nas ‘claras’ até estar todo envolvido.

Vai ficar um pouco líquido e a parecer que de mousse aquilo não tem nada. Não desesperem! Depois de estar no frio, fica com uma consistência muito agradável.

Deitar em taças e levar ao frigorífico por umas horas.

Servir enfeitado com framboesas, ou não.

 

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Quarta-feira, 8 de Julho de 2015

verde profundo

 

Quando está muito calor podem-se servir sopas frias, que ajudam a refrescar ao mesmo tempo que nos dão os nutrientes necessários para enfrentar o dia-a-dia.

Blá, blá, blá, passa mas é essa sopa para cá! E quentinha, que hoje está frio!!! 

 

Creme de Agriões

 

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1 cebola

1 curgete

1 nabo

3 batatas

1 molhinho de agriões

750 ml de água ou caldo de galinha, a ferver

Sal q.b.

Azeite q.b.

 

Numa panela com um fundinho de azeite alourar ligeiramente a cebola. Juntar a curgete com a casca, o nabo e as batatas cortados em quadrados, mexer e adicionar a água a ferver. Temperar com sal a gosto e deixar cozer por uns 15 minutos.

Adicionam-se os agriões bem escolhidos, deixa-se ferver novamente por mais uns cinco minutos e passa-se com a varinha mágica.

Servir quente ou frio.

 

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Segunda-feira, 6 de Julho de 2015

Uma coisa nova por dia…

 

Não é possível fazer omeletes sem ovos mas já se podem bater claras em castelo sem… claras???

A comunidade vegan [ao contrário do que muitos imaginam, é mais uma maneira de estar na vida do que apenas não comer carne e peixe] na sua senda de encontrar alternativas a todo e qualquer produto com origem animal acabou por desencantar uma maneira de fazer ‘claras em castelo’ sem usar claras.

Claro que esta descoberta acaba por vir beneficiar também aqueles que têm alergias aos ovos e que procuram outros produtos que os substituam.

Eu não sou vegan, felizmente não tenho alergias alimentares, mas gosto de experimentar coisas que parecem mágicas, aliás, acho que muita coisa na cozinha é pura magia… (ou então sou como o Zé da Carriça, tudo o que vê, tudo cobiça  )

É aqui que entra a Aquafaba (do latim aqua (água) + faba (feijão, grão)). A aquafaba é o líquido de cozer grão ou feijão e um engenheiro com muito tempo livre  descobriu que era o ideal para fazer merengues, suspiros, pavlovas, etc.

É facílimo, só temos que escorrer o líquido de cozer grão por exemplo (que foi o que usei), pô-lo na batedeira e esquecer que aquilo está a fazer a sua magia aí por uns dez minutos. Depois junta-se açúcar, bate-se mais uns dois minutos e voilà, prontíssimo a usar! E pode-se virar a taça ao contrário que não cai.

 

Merengue

 

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200 ml de líquido de uma lata de grão

3 colheres de sopa de açúcar

5 gotas de limão

 

Pôr o líquido de cozer o grão-de-bico coado na taça da batedeira e ligar. Deixar bater em velocidade média por cerca de dez minutos. Juntar o açúcar e as gotas do limão e continuar a bater mais uns minutos até estar com uma consistência idêntica às das claras batidas em castelo.

De seguida usar da maneira preferida, pode ser no forno para fazer suspiros ou numa mousse de chocolate, que foi a maneira que usei. A receita virá em breve.

 

Nota: Tanto pode ser usado o líquido de latas, frascos ou dos legumes cozidos em casa;

 

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Sexta-feira, 3 de Julho de 2015

what a mess...

 

Esta sobremesa foi inspirada numa sobremesa inglesa chamada Eton Mess.

Eton Mess, ou Trapalhada de Eton, é uma sobremesa servida num colégio de Inglaterra onde andam príncipes e demais realeza bem como gente mais normal, ou nem por isso  

É feita normalmente com morangos (também já experimentei) mas desta vez fiz com framboesas pois tinha uma carrada delas para gastar e nada melhor do que uma sobremesa fresca em que o doce contrasta com o ácido.

 

Sobremesa Fresca de Framboesa

 

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200 grs de framboesas

350 grs de queijo Quark

150 grs de queijo-creme

1 colher de sopa de açúcar em pó

1 vagem de baunilha

1 suspiro, grande

 

Esmagar 150 grs de framboesas. Reservar.

Bater os queijos com o açúcar em pó e as sementes da vagem de baunilha (ou pode ser substituído por extracto de baunilha). Adicionar as framboesas esmagadas e o suspiro esfarelado em pedaços.

Deitar esta mistura em taças alternando com framboesas inteiras.

Levar ao frigorífico até servir.

 

Nota: Usei um suspiro comprado, daqueles grandes

 

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Quinta-feira, 2 de Julho de 2015

dos tempos...

 

Adoro a Grécia.

Já gostava antes quando eram uns despreocupados, como nós, com as carradas de dinheiro a fluir via Fundo Social Europeu e a ser gasto à tripa forra em tudo menos naquilo em que devia ser, como nós, e gosto agora, quando estão a sofrer na pele uma Europa que antes dos seus cidadãos prefere salvar os bancos… (basicamente como nós…).

E da Grécia, uma das coisas de que mais gosto é mesmo a sua gastronomia, devo ter sido grega noutra encarnação pois todos os sabores gregos se me colam como se de mim fizessem parte.

Aqui fica uma receita em jeito de homenagem singela.

 

Tranches de Pescada à Grega

 

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Azeite q.b.

1 cebola cortada em meias luas

2 dentes de alho picados

2 tomates bem maduros

1 malagueta

4 tranches de pescada

Sal q.b.

Orégãos q.b.

½ copo de vinho branco

 

Colocar os ingredientes numa caçarola na ordem indicada. Refogar em lume brando durante cerca de 20 minutos (vai formar bastante molho). Depois aumentar o lume para ferver um bocado e engrossar o molho.

Servir com puré ou batatas cozidas e uma salada.

 

Nota: usei tomates congelados

 

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Terça-feira, 30 de Junho de 2015

amanhem-se!

 

Já chegaram! E vieram para ficar todo o verão 

Sim, são elas, as curgetes.

Se não souberem o que lhes fazer, já sabem que aqui há sempre sugestões para o gosto de cada freguês, das doces às salgadas.

Não há desculpas!

 

Fritas de Curgete

 

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1 curgete ralada

2 colheres de sopa de requeijão de Seia

2 colheres de sopa de queijo Feta

2 colheres de sopa de farinha

1 colher de chá de fermento em pó

1 ovo

2 colheres de sopa de ervas aromáticas picadas *

Sal e pimenta q.b.

Azeite para fritar q.b.

 

Ralar a curgete e deixar por dez minutos numa taça salpicada com uma colher de chá de sal.

Ao fim desse tempo, espremer bem o excesso de líquido que a curgete larga e adicionar os restantes ingredientes, mexendo bem.

Aquecer um pouco de azeite numa frigideira e fritar colheradas da mistura de curgete, uns dois minutos de cada lado.

Retirar e escorrer sobre papel de cozinha.

Servir quente ou frio acompanhado com molho de iogurte.

  

Nota: * usei salsa, cebolinho e aneto

 

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Segunda-feira, 29 de Junho de 2015

Combinações inusitadas…

 

Quando com pouco se faz muito…

Estas tostas são o exemplo de que nem sempre é preciso fazer refeições de prato cheio para ficarmos completamente saciados.

 

Tosta de Abacate e Salmão Defumado

 

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2 fatias de pão rústico

½ abacate

2 fatias de salmão

2 ovos estrelados

1 raminho de aneto (endro)

Sal e pimenta q.b.

 

Tostar ligeiramente o pão.

Esmagar o abacate e temperar de sal e pimenta a gosto. Barrar as tostas com o abacate. Por cima pôr uma fatia de salmão defumado e polvilhar com aneto picado. Em cima do salmão põe-se o ovo estrelado (ou escalfado) e polvilha-se com pimenta preta moída na altura.

 

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Sexta-feira, 26 de Junho de 2015

Banquecas!

 

Já tinha visto várias versões desta receita. A primeira vez que experimentei fui muito impaciente e acabei com uma espécie de ovos mexidos com banana 

A sertã também não ajudou já que a parte anti, do antiaderente, já não existia…

Passado um mês e munida de uma sertã novinha a estrear, experimentei novamente e desta vez com a paciência para esperar três ou quatro minutos antes de tentar virar a panqueca com a ajuda de uma espátula fina.

Valeu a pena a paciência pois o que inicialmente parecia impossível deu afinal um prato de umas belas panquecas, de apenas dois ingredientes!

  

Panquecas de Banana

 

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1 banana pequena

1 ovo grande

 

Esmagar bem a banana com um garfo e misturar o ovo. Mexer muito bem de modo a ficar um creme liso.

Aquecer uma frigideira antiaderente e deitar o equivalente a duas colheres de sopa de massa.

Deixar fritar em lume muito brando por cerca de três a quatro minutos, depois virar a panqueca com bastante cuidado (é muito manhosa) e deixar mais um minuto ou dois do outro lado.

Fazer até acabar a massa. Esta quantidade deu para cinco panquecas.

Servir com iogurte grego e doce de morango ou apenas polvilhadas com canela.

 

Nota: Fiz novamente com acréscimo de uma colher de café de fermento (passa a três ingredientes  ) e ficam um pouco mais altas e fofas. Fica a dica.

 

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Quinta-feira, 25 de Junho de 2015

sem batota

 

Pronto, não são fritas! Que mania de olharem às ‘tecnicalidades’!!!

Mas são boas. E são doces. E são mesmo, mesmo boas! (já tinha dito?)

 

Batata Doce ‘Frita’ no Forno

 

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3 batatas doces

1 colher de sopa de farinha Maizena

Sal, pimenta q.b.

Ervas aromáticas q.b.(ervas da Provença, por exemplo)

Azeite q.b.

 

Lavar e cortar as batatas doces em palitos grossos (com a pele). Pôr numa bacia com água fria e deixar estar por meia ou uma hora.

Ao fim desse tempo escorrer bem e secar com um pano da louça... limpo… 

Num saco de plástico põe-se a farinha Maizena, o sal, pimenta e ervas aromáticas e os palitos de batata. Fecha-se o saco e sacode-se bem para que todos os palitos fiquem cobertos com a mistura. Sacudir o excesso e colocar os palitos de batata doce num tabuleiro previamente forrado com papel vegetal. Devem ficar afastados uns dos outros para que fiquem mais tostados.

Deitar um fio de azeite por cima das batatas e levar a forno bem quente por cerca de 45 minutos ou até estarem estaladiças.

Acompanhar com maionese misturada com abacate e chilli em pó ou outro picante a gosto (Molho de piripiri, Harissa, Tabasco, etc.).

 

Nota: usei batata-doce cor de laranja, cultivada em Portugal, comprada no Lidl.

 

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Quarta-feira, 24 de Junho de 2015

perishable thoughts...

 

Quando era pequena havia perto de minha casa um pomar com várias arvores de fruto, daqueles pomares que pareciam não ter dono e onde as crianças e adultos das redondezas se consolavam a apanhar e comer frutas variadas.

Havia também uma amoreira branca (Morus alba L.) onde costumávamos apanhar as folhas para alimentar os bichos-da-seda que mantínhamos em caixas de sapatos (não me perguntem porquê, talvez porque toda a gente fizesse o mesmo ).

Mais tarde o pomar acabou por desaparecer e agora toda aquela zona tem vivendas e, tratando-se de Portugal, nenhuma árvore das que lá havia…

Desde essa época, nunca mais comi amoras desta espécie embora continue a apanhar as que crescem nas silvas (Rubus) que não têm nada a ver com as outras, apenas o nome e o aspecto.

Há uns dias, uma amiga deu-me uma mão-cheia de amoras brancas. Mal provei uma vieram-me à memória aqueles tempos da infância, de subir às árvores, dos risos e da despreocupação e o registo do sabor que se manteve no meu cérebro todo este tempo!

Estas amoras são originárias da China onde sempre houve grande criação de bichos-da-seda e as folhas de amoreira branca são a alimentação destes pequenos produtores de fio que mais tarde dá origem à seda. Também são utilizadas, quer os frutos, folhas ou cascas, na medicina tradicional e crê-se que ajudam a prevenir ou a tratar doenças como os diabetes, o colesterol, pressão sanguínea elevada, artrite, queda de cabelo e até o embranquecimento precoce do cabelo!

Na índia e Médio Oriente os frutos são secos e consumidos como bombons.

 

Amoras Brancas

 

20150527_201846.jpg

 

E vocês, alguma vez comeram amoras de árvore, brancas, pretas ou vermelhas?

 

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Terça-feira, 23 de Junho de 2015

jantar leve

 

Nem é carne nem é peixe, faz-se num instante, pode ser com qualquer ingrediente que esteja à mão e normalmente ajuda a safar um jantar em grande estilo.

 

Quiche de Curgete e Pistachos

 

quiche.PNG

 

1 base de massa folhada

1 curgete grande

1 dente de alho grande

Azeite q.b.

Sal e pimenta q.b.

3 ovos

100 ml de natas (usei de soja)

15 pistachos picados

 

 

Aquecer o forno. Estender a massa e forrar uma forma de tarte.

Numa frigideira aquecer um pouco de azeite com o alho picado e saltear a curgete cortada ao alto com o descascador de batatas (para fazer umas fatias finas e longas).

Dispôr as tiras de curgete salteadas sobre a massa. Bater os ovos com as natas e temperar com sal e pimenta e deitar esta mistura sobre as curgetes. Por cima espalhar os pistachos picados.

Levar ao forno por cerca de 30 minutos, até estar dourada.

Servir com um chá preto fresco de limão e menta.

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Segunda-feira, 22 de Junho de 2015

pão com queijo

Fácil de fazer e faz um brilharete num convívio. Tinha esta receita há muito tempo para experimentar (há várias versões na net) e por uma ou outra razão nunca me lembrava dela. Cá está!

 

Pão de Alho e Queijo

  

20150522_205126.jpg

 

1 pão rústico

50 grs de manteiga

50 ml de azeite

3 dentes de alho esmagados

1 colher de sopa de mostarda

1 colher de sopa de sementes de papoila

150 grs de queijo ralado (usei mistura de queijos)

 

Com uma faca muito afiada (ou xis-acto) cortar o pão na diagonal mas sem cortar as fatias até ao fundo. Cortar de maneira a ficar em losangos, com o cuidado de não cortar até abaixo.

Misturar a manteiga derretida com o azeite, os dentes de alho ralados, a mostarda e as sementes de papoila. Deitar às colheradas por entre as fatias e por cima até esgotar a mistura. Depois põe-se o queijo ralado também nos intervalos das fatias (com paciência e persistência  )

Embrulhar o pão num pedaço de papel de alumínio e levar a forno bem quente por cerca de 20 minutos, depois abrir o papel de alumínio de forma a ficar com a parte de cima do pão à mostra e deixar mais uns minutos no forno para tostar.

Servir de imediato para que o queijo esteja bem derretido (o da foto já tinha viajado entre o meu forno e a casa de uma amiga).

 

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Sexta-feira, 19 de Junho de 2015

ai, ai...

 

Ambrósio, apetecia-me algo…

Homessa, é para já!

 

Mousse de Banana e Cacau

 

IMG_4417.JPG

 

2 bananas

2 colheres de sopa de cacau

2 colheres de sopa de manteiga de amêndoa (ou de amendoim)

2 colheres de sopa de mel

 

Triturar tudo com a varinha mágica e deitar em taças.

Levar ao frigorífico até servir.

 

Nota: deu quatro taças pequenas

 

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Quinta-feira, 18 de Junho de 2015

massas e tal

 

Para quem achar que isto são hidratos de carbono a mais num só prato, substituam a massa integral (que adoro!) por fios de curgete, o tão badalado ‘espargete’ 

 

Massa com Pão Ralado

 

IMG_4124.JPG

 

1 copo de pão de véspera, bem seco

1 dente de alho

Azeite

Piripiri

Salsa picada

Sal

Massa integral

 

Cozer a massa conforme instruções da embalagem.

Triturar o pão no robot de cozinha ou num moinho.

Alourar o dente de alho picado em azeite e juntar o pão ralado e fritar até alourar. Temperar com sal a gosto e adicionar a massa escorrida mas ainda com um pouco de líquido agarrado.

Rectificar os temperos e polvilhar com salsa picada.

 

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Quarta-feira, 17 de Junho de 2015

perishable thoughts...

 

Ai as nêsperas, muito haveria a dizer sobre elas mas fiquemo-nos por isto:

  • Vieram da China há muito tempo (embora se chame japónica o que nos levaria a pensar que vieram do Japão… até as árvores são esquisitas…); 
  • Quando madurinhas, são suculentas e doces, com um leve toque ácido
  • Quando estão verdes, é melhor nem experimentar ; 
  • São um fruto de Junho e não duram muito tempo;
  • Os melros e outros pássaros adoram-nas e normalmente temos que ver quem lhes chega primeiro;
  • Têm umas sementes enormes, quase mais de metade da fruta são sementes;
  • Parecem ter um pelinho muito macio na casca mas basta passar por água para desaparecer;
  • Têm poucas calorias (47 calorias por cada 100 gramas de nêsperas);
  • São ricas em fibra e pectina e excelentes para regular o funcionamento dos intestinos;
  • Muito ricas em Vitamina A e antioxidantes;
  • Têm muito potássio e também ferro, cobre, cálcio e manganésio;
  • Podem ser comidas ao natural ou usadas em receitas, nomeadamente em compotas;
  • Não se devem comer as sementes já que são toxicas.

 

Nêsperas (Eriobotrya japonica)

 

20150605_183452.jpg

 

Estas que apanhei da árvore da minha vizinha antes dos melros eram mesmo boas!

 

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Terça-feira, 16 de Junho de 2015

à Galega

 

Uma receita muito fácil e que apesar de parecer peixe cozido comum, fica bem diferente com a utilização deste molho.

A receita original leva ervilhas mas como tenho tido abundância de ervilhas tortas e como as prefiro às normais, usei as tortas.

De resto é comer e chorar por mais…

 

Pescada à Galega

 

IMG_4328.JPG

 

2 postas de pescada

4 batatas

1 mão-cheia de ervilhas tortas

½ cebola

2 dentes de alho

Azeite q.b.

Sal

1 colher de pimentão em pó

 

Cozer as batatas cortadas em rodelas grossas juntamente com a cebola. Quando estiverem quase cozidas, adicionar as postas de pescada e deixar levantar fervura. De seguida adicionam-se as ervilhas tortas e deixa-se acabar de cozer, cerca de cinco minutos ou um pouco mais, dependendo da grossura das postas de pescada.

Entretanto numa frigideira salteiam-se os alhos amachucados, com pele, no azeite apenas até dourar. Retira-se a frigideira do lume e retiram-se os alhos. Deixa-se arrefecer ligeiramente o azeite e adiciona-se o pimentão, mexendo. Deita-se esta mistura para uma taça para repousar o pimentão no fundo.

Escorre-se a água às batatas, ervilhas e pescada e servem-se com o molho de azeite e pimentão.

 

Nota: esta forma de cozinhar o peixe é muito usual na Galiza e pode-se usar, além de pescada, raia, bacalhau fresco, tamboril, etc.

 

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Segunda-feira, 15 de Junho de 2015

e o tempo???

 

Logo de manhã vejo pessoas na estação que parecem estar em continentes diferentes. Uns de sandálias, mangas curtas, calções, outros de sapatos ou sapatilhas, camisolas e lenços ao pescoço, outros ainda de gabardines, casacos grossos de malha, botas! Bem, costuma-se dizer que Deus dá a roupa consoante o frio…

E a minha horta dá beterrabas consoante as minhas necessidades 

 

Creme de Cenoura e Beterraba

 

20150528_205224.jpg

 

3 cenouras

1 beterraba

1 curgete

1 cebola

2 batatas

750 ml de água a ferver (ou caldo de vegetais)

Sal q.b.

Azeite q.b.

 

Descascar todos os ingredientes e cortar em pedaços.

Levar ao lume numa panela com azeite no fundo e ir mexendo para não pegar. Temperar de sal e adicionar a água a ferver. Tapar e deixar cozer por 20 minutos.

Passar com a varinha mágica e servir polvilhado com Za’hatar*.

  

* Za’atar caseiro

4 colheres de sopa de sementes de sésamo

1 colher de sopa de tomilho seco

Sal fino aromatizado com raspa de limão

Tostar as sementes de sésamo numa frigideira, com cuidado para não queimarem. Depois de frias misturam-se num almofariz com as folhas secas de tomilho e o sal aromatizado com raspa de limão. Esmaga-se com o pilão de modo a ficar um pó solto mas com algumas sementes de sésamo visíveis.

 

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Sexta-feira, 12 de Junho de 2015

que gelado!

 

Ora aqui está um gelado bem fácil de fazer e visto que para comer gelado não precisa de estar calor (que não está!), aproveitem que ainda estamos na época das cerejas (estão cada vez mais gradas e doces)!

Se preferirem, podem fazer com morangos que também andam docinhos.

  

Gelado de Cerejas

 

20150602_194231.jpg

 

200 grs de queijo Quark

150 grs de iogurte grego

Mel q.b.

12 cerejas descaroçadas

 

No copo da varinha mágica bate-se o queijo com o iogurte e o mel.

Pôr metade deste creme nos copos de gelado e por cima uma cereja.

Ao restante creme juntam-se as restante oito cerejas e tritura-se com a varinha mágica.

Deita-se esta mistura sobre o creme anterior.

Levar ao congelador por quatro horas e servir.

 

Nota: deu quatro gelados; para retirar de dentro do copo de gelado basta passar por água corrente

 

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Quinta-feira, 11 de Junho de 2015

mais uma salada

 

Estamos no limbo no que às temperaturas diz respeito.

Tanto pode estar um dia em que quase não se pode respirar, abafado e com temperaturas altíssimas como no dia a seguir pode estar encoberto, temperaturas baixas e a ameaçar chuva durante todo o dia.

É o que há…

 

Salada de Bacalhau com Grão

 

IMG_4248.JPG

 

1 posta alta de bacalhau

6 batatas

1 mão-cheia de grão-de-bico

2 ovos

1 cebola

Azeite q.b.

Salsa picada

 

Cozer a posta de bacalhau, as batatas com a pele e os ovos.

Escorrer e retirar pele e espinhas ao bacalhau e separar em lascas, retirar a pele às batatas e a casca aos ovos.

Fazer uma cebolada com a cebola cortada em meias luas no azeite até estar dourada.

Cortar as batatas em rodelas.

Pôr batatas no fundo de uma taça ou pyrex e por cima as lascas do bacalhau, o grão e a cebolada. Polvilhar com salsa picada e enfeitar com os ovos cortados em quartos.

Servir quente ou frio.

 

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Terça-feira, 9 de Junho de 2015

Faz Hoje

 

Nove anos / Nueve años / Nou anys / Nine years / Neuf années / Nove anni / Novem annis / 9 Jahre / Εννέα χρόνια / Negen jaar / 9年 / Девять лет / Dokuz yil / נייַן יאָרן / e iwa nga tau / نه سال / chín năm / deviņus gadus

Nove Anos!

 

(Estas panquecas são para aqueles dias em que precisamos urgentemente de um pequeno-almoço de luxo!)

 

Panquecas de Iogurte Grego

 

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½ copo de farinha com fermento

½ copo de farinha integral

1 colher de chá de fermento em pó

1 colher de sopa de açúcar

1 pitada de sal

1 ovo grande

2 colheres de sopa de manteiga derretida ou óleo de girassol

½ colher de sopa de extracto de baunilha

½ copo de iogurte grego natural

½ copo de leite (de vaca, coco, aveia, amêndoa, qualquer um serve)

Açúcar em pó q.b.

 

Numa taça juntam-se os ingredientes secos.

Noutra taça bate-se o ovo, a manteiga derretida ou óleo, a baunilha e o iogurte. Adiciona-se o leite e mexe-se. Deita-se esta mistura nos ingredientes secos e envolve-se sem bater.

Aquecer uma frigideira antiaderente untada com óleo e deitar com uma concha massa suficiente par fazer uma panqueca. Com o lume baixo deixar cozer por dois ou três minutos e virar deixando acabar de cozer por mais dois minutos. Verificar o lume se está forte demais, devem ficar douradas.

Servir com fruta fresca polvilhado com açúcar em pó.

 

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