Esta pasta de barrar é para audazes porque tem um sabor bem vincado. Eu gostei!
Pasta de Queijo Feta
100 grs de queijo feta
1 colher de chá de raspa de limão
1 colher de sopa de sumo de limão
Pimenta preta
Azeite q.b.
Misturar todos os ingredientes excepto o azeite com um garfo e esmagar bem para ficar uma pasta macia. Transferir para uma taça e deitar um pouquinho de azeite por cima.
Servir fresco com fatias de pão ou tostas ou gressinos.
Gosto de fazer bolos que levem fruta ou mesmo vegetais, como a curgete ou a cenoura. Sei que é uma ilusão mas até parece que estamos a comer coisas saudáveis porque o bolo afinal também tem coisas que nos fazem bem…
Engana-me que eu gosto ![]()
Bolo de Cenoura
175 grs de açúcar amarelo ou mascavado
100 ml de óleo de girassol
3 ovos grandes, ligeiramente batidos
140 grs de cenoura ralada finamente
75 grs de nozes
Raspa de uma laranja
175 grs de farinha com fermento
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 colher de chá de canela em pó
1/4 de colher de chá de noz moscada
Açúcar em pó para polvilhar
Untar uma forma ou forrar com papel de ir ao forno. Reservar.
Deitar o açúcar numa taça e juntar o óleo e os ovos mexendo bem. Adicionar a cenoura ralada e a raspa da laranja.
Adicionar a farinha, bicarbonato e especiarias e mexer juntando por fim as nozes.
Deitar na forma e levar ao forno por cerca de 45 minutos. Verificar com um palito se está cozido e retirar do forno.
Deixar arrefecer numa rede depois de desenformado e quando frio polvilhar com açúcar em pó.
Rápido de fazer e suja apenas um recipiente. Esta é a solução ideal para refeições à semana, quando há menos tempo mas mesmo assim queremos coisas boas e saborosas.
Biryani de Peru
3 colheres de sopa de óleo de girassol
1 cebola picada
1 dente de alho picado
250 grs de peru cortado em tirinhas
1 colher de chá de coentros em pó
1 colher de chá de açafrão das Índias
1 mão-cheia de sultanas
1 mão-cheia de ervilhas (congeladas)
1 copo de arroz
3 copos de água a ferver (ou caldo de galinha)
Sal e pimenta q.b.
Coentros picados (opcional)
Numa frigideira ou tacho largo aquecer o óleo e alourar a cebola e o alho. Juntar o peru e as especiarias e mexer até o peru perder o aspecto cru.
Juntar as sultanas, as ervilhas e o arroz e mexer para não pegar. Adicionar a água e temperar com sal e pimenta. Baixar o lume e deixar cozer até a água evaporar.
Servir com coentros picados.
Nota: O arroz pode ser vaporizado ou basmati.
Felizmente, não tenho qualquer intolerância alimentar (a não ser que contemos aquelas coisas que detestamos, como os nabos
).
Mas há muita gente que é intolerante a coisas tão simples como ovos, farinha de trigo (por causa do glúten), amendoins ou outros frutos secos, etc.
Hoje vou dar duas sugestões para substituir os ovos em algumas preparações culinárias, nomeadamente em pães, bolos, biscoitos, queques, etc.
Atenção que estas substituições funcionam apenas em algumas receitas e para substituir um ou dois ovos, ninguém pense que pode fazer um Pão de Ló de Ovar com substituições destas ![]()
Outros ‘ovos’
(esqª: sementes de linhaça - dtª sementes de chia)
As sementes de chia (Salvia hispanica L) estão agora a começar a aparecer por cá, embora existam e sejam consumidas há milhares de anos na América do Sul.
Consideradas um ‘super alimento’ são ricas em Omega 3, antioxidantes e ajudam a baixar a pressão arterial. Também dizem que são excelentes para ajudar a perder peso, por serem muito ricas em fibra.
Para fazer um substituto de ovo, mistura-se uma colher de sopa de sementes de chia com 3 colheres de sopa de água morna. Aguarda-se 15 minutos e usa-se como normalmente se usaria um ovo na receita. A mistura fica super gelatinosa, é mesmo assim.
As sementes de linhaça (Linum usitatissimum), outro ‘super alimento’, já eram conhecidas na Babilónia há pelo menos 5000 anos.
Também são muito ricas em Omega 3 e fibra e estudos recentes mostraram que o seu consumo pode baixar os níveis de mau colesterol e estabilizar os diabetes, entre outros benefícios.
Para fazer um substituto de ovo, mistura-se uma colher de sopa de sementes de linhaça moídas com 3 colheres de sopa de água morna. Aguarda-se 15 minutos e usa-se como normalmente se usaria um ovo na receita.
Experimentei esta substituição (da linhaça) numa receita de biscoitos de aveia que costumo fazer e a única diferença, para melhor, que notei foi que os biscoitos ficaram muito mais estaladiços.
Por agora é só, mais tarde darei mais algumas indicações sobre outros usos destas sementes e também de outras, como o sésamo.
Apesar da quantidade de ingredientes, esta massa é super fácil e rápida de fazer.
Basta ter os ingredientes todos à mão e é um instante a pôr na mesa.
Massa Chinesa com Camarões e Shiitake
10 camarões
1 cebola
10 cogumelos shiitake fatiados
200 grs de massa chinesa (noodles)
2 cms de gengibre ralado
2 dentes de alho ralados
1 colher de chá de piripiri
5 colheres de sopa de óleo de girassol
5 colheres de sopa de molho de soja
2 colheres de sopa de molho de peixe
1 colher de sopa de vinagre de arroz (opcional)
1 colher de chá de piripiri
2 colheres de sopa de sementes de sésamo
Cozer a massa de acordo com as instruções da embalagem. Reservar.
Retirar a casca e a veia escura aos camarões (ou usar congelados já descascados).
Num wok aquecer o óleo e alourar a cebola cortada em meias luas. Adicionar o alho e o gengibre ralados e mexer. Juntar as fatias de cogumelos e os camarões juntamente com o piripiri e mexer deixando fritar até os camarões estarem rosados.
Deitar os molhos (de soja e de peixe) sobre os camarões e envolver juntamente com a massa. Deitar um esguicho de vinagre de arroz.
Se necessário adicionar mais molho de soja.
Polvilhar com sementes de sésamo e servir.
Notas:
Usei cogumelos shiitake secos que demolhei em água quente por cerca de 30 minutos mas podem ser frescos.
Usei uma mistura de óleo de girassol com óleo de sésamo.
Esta é a típica receita de tempo quente. Apetece comer ao ar livre e pode ser alterada ao gosto de cada um, em vez de ervilhas pode-se usar couve-flor, brócolos, milho, etc.
A maionese pode ser caseira ou de compra e a quantidade também é ao gosto de cada um.
Maionese de Atum
4 batatas
2 cenouras
50 grs de ervilhas
50 grs de feijão verde
2 ovos
1 lata de atum
Azeitonas q.b.
Maionese q.b.
Cozer as batatas e as cenouras cortadas em quadradinhos. Quando ferverem juntar as ervilhas e as vagens cortadas (usei congeladas) e os ovos.
Deixar ferver até as batatas estarem cozidas. Escorrer e deixar arrefecer.
Descascar os ovos. Escorrer o atum do líquido da lata.
Misturar a salada russa com o atum e envolver com maionese.
Enfeitar com os ovos cortados em quartos e com azeitonas.
Servir frio.
Nota: Como a maionese já tem gordura usei atum em salmoura mas pode ser em óleo ou azeite.
Estou rendida a estas sobremesas gulosas e no entanto sem muita gordura a acompanhar.
Vejam os ingredientes: iogurte, fruta, cereais, mel!
Acho que vou comer disto a todas as refeições!!!
Parfaits de Morango Balsâmico
150 grs de morangos
1 colher de sopa de açúcar amarelo
1 colher de sopa de vinagre balsâmico
250 grs de iogurte grego natural
2 colheres de sopa de mel
Granola q.b.
Levar os morangos ao lume, cortados em quartos, com o açúcar e o vinagre. Deixar levantar fervura e cozer em lume brando por cerca de 5 minutos. Reservar até estar frio.
Misturar o iogurte com o mel.
Em copos altos (ou outro recipiente) deitar uma colherada de granola, por cima duas ou três colheres de iogurte e morangos. Repetir até encher o recipiente. Finalizar com morangos e um pouco do molho que criaram.
Reservar no frio até servir.
Nota: estas quantidades deram dois copos de pé alto e duas taças mais pequenas.
Quando fiz arroz de pato, sobrou alguma carne do dito desfiada e também água de o cozer.
Na altura não tinha rumo a dar-lhe pelo que congelei à espera de melhores dias.
Quando me lembrei desses ingredientes, à espera de serem gastos, pensei em fazer um empadão meio aldrabado e cá está a receita dele.
Empadão de Pato
200 grs de peito de pato desfiado
1 cebola picada
2 dentes de alho picados
1 colher de sopa de azeite picante
2 colheres de sopa de azeite
1 gole de vinho branco
Água de cozer o pato
1 embalagem de puré de batata instantâneo
Água, leite, manteiga, sal, noz moscada e pimenta para o puré
1 cenoura pequena ralada
1 ovo batido
Fazer um refogado com a cebola, alhos e azeites. Juntar o peito de pato desfiado e borrifar com o vinho branco. Mexer e ir adicionando alguma água de cozer o pato para evitar que a carne seque.
Entretanto fazer o puré de acordo com as instruções da embalagem e adicionar a cenoura ralada. Mexer bem e deitar metade do puré num pyrex, por cima põe-se o refogado e tapa-se com o restante puré.
Pincela-se com um ovo batido e leva-se ao forno até ficar dourado.
Servir com uma salada ou verduras cozidas.
Nota: Pode ser feito com frango desfiado
Há uns tempo vi uma receita de bacalhau no blogue Outras Comidas e lembrei-me que já tinha dado por essa receita (ou uma parecida) num livrinho que tenho, só de receitas de bacalhau.
Lá fui procurar o dito livro e embora não exactamente igual, a receita é muito parecida. Logo que pude experimentei e devo dizer que é uma excelente maneira de cozinhar bacalhau. É simples mas fica muito apetitoso.
Bacalhau à Congregado
2 postas de lombo de bacalhau
500 grs de batatas
200 grs de cebolas
3 dl de azeite
2 dentes de alho
6 cravinhos
Salsa picada
Sal
Pimenta moída
Cortar as batatas e as cebolas em rodelas. Picar grosseiramente os alhos e a salsa. Separar o bacalhau em lascas grandes, retirando peles e espinhas.
Num tacho de barro põem-se as cebolas em rodelas. Por cima salpica-se o alho e a salsa picada, pimenta e os cravinhos inteiros. Dispõem-se as batatas em rodelas e por cima as lascas do bacalhau. Rega-se com o azeite e leva-se ao lume. Deixa-se cozer em lume brando por cerca de 45 minutos, abanando o tacho se necessário para não pegar.
Nota: Receita retirada da revista “111 receitas de bacalhau”
Seis meses na terra, uma praga de pulgão, chuva sem parar e no fim lá se conseguiram juntar favas suficientes para um petisco.
Favinhas salteadas
1 mão cheia de favas pequenas
2 colheres de sopa de azeite
2 dentes de alho picados
1 colher de chá de coentros em pó
Sal q.b.
1 dl de água
Numa frigideira pequena estalar o alho no azeite sem deixar alourar e juntar as favas e os coentros em pó. Temperar com sal e abanar a frigideira de quando em quando.
Se necessário acrescentar água aos bocadinhos. Deixar apurar por dez a quinze minutos, as favas são frescas, pequeninas, não precisam de muito tempo ao lume.
A Primavera nota-se pelas temperaturas (e esta, já com algum tempo, só nos últimos dias se fez sentir) e também pelos produtos que vão aparecendo nas bancas do mercado.
No caso dos morangos, embora se vejam quase todo o ano, é por esta altura que os preços estão mais baixos e nos convidam a usar e abusar deste fruto. Os da minha horta, pelo andar da carruagem, só lá para o verão é que os vejo…
Tarteletes de Morango
Massa das tarteletes
1 embalagem de massa quebrada
Creme de Leite
½ litro de leite
2 tiras de casca de limão
100 grs de açúcar
2 colheres de sopa de farinha Maizena ou Custarda
2 gemas
Morangos
200 grs de morangos maduros
Folhas de hortelã
Forrar as formas de tarteletes com a massa da tarte e picar o fundo com um garfo. Levar ao forno até cozer, cerca de 20 minutos. Deixar arrefecer.
Juntar o açúcar com a farinha Maizena e adicionar o leite mexendo de modo a não criar grumos. Adicionar as gemas e mexer bem. Juntar a casca de limão e levar ao lume até engrossar, tendo o cuidado de mexer para não agarrar.
Deixar arrefecer.
Na base das tarteletes deitar o creme de leite já bem frio. Por cima dispõem-se os morangos cortados em fatias e enfeita-se com folhas de hortelã.
Serve-se fresco.
Nota: Fiz a massa para estas tarteletes com uma mistura de farinha com farinha integral mas perdi a receita ![]()
Em alternativa é feita com massa quebrada de compra, que também já utilizei para fazer estas tarteletes.
Mais uma variação de uma receita de que gosto muito. A original era feita com ruibarbo mas já fiz com muitos outros ingredientes e sai sempre bem!
Bolo de Banana
2 e ¾ copos de farinha com fermento
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 pitada de sal
1 copo de açúcar amarelo
1 copo de leite com 1 colher de sopa de vinagre
½ copo de óleo de girassol
1 ovo
1 colher de chá de extracto de baunilha
3 bananas esmagadas
Numa taça misturar a farinha com o bicarbonato, o sal e o açúcar.
Noutra taça bater o ovo com o óleo, o leite (com o vinagre) e a baunilha.
Juntar os conteúdos das duas taças mexendo com um garfo. Adicionar a banana esmagada. Deitar numa forma untada e levar ao forno por cerca de 35 a 40 minutos.
Para uma sobremesa rápida de fazer e de comer! E gastam-se amoras, que é para ir libertando espaço na arca congeladora para as que vou apanhar no verão ![]()
Tarte Tatin de Maçã e Amoras
5 maçãs pequenas
1 mão cheia de amoras
100 grs de açúcar amarelo
50 grs de manteiga em cubinhos
1 base de massa folhada
Descascar as maçãs, cortar em quartos e depois em fatias grossas.
No fundo de uma tarteira de fundo fixo põe-se o açúcar e a manteiga.
Por cima as maçãs e as amoras.
Tapar com a massa folhada e levar a forno quente por 25 minutos, até a massa estar toda dourada.
Virar para um prato mais largo do que a forma, de modo a que as maçãs e as amoras fiquem para cima.
Este fim de semana comprei morangos. O preço estava tão bom (0,74€ o kg) que deu para comprar até para fazer uma compota, à qual juntei uns talos de ruibarbo, os primeiros da época.
O melhor do doce de morango é o cheirinho maravilhoso que deixa pela casa quando está a fervilhar ao lume. Maravilha!
Doce de Morango, Ruibarbo e Tomilho
700 grs de morangos limpos
200 grs de ruibarbo
500 grs de açúcar
2 hastes de tomilho-limão
Misturar os morangos cortados em pedacinhos com o ruibarbo também em rodelas e o açúcar. Mexer e juntar o tomilho. Reservar por uma ou duas horas.
Levar ao lume até levantar fervura. Baixar o lume e deixar fervilhar por cerca de uma hora. Esmagar ou triturar com a varinha mágica caso pretenda um doce mais uniforme.
Verificar se tem o ponto deitando uma colherada de doce num prato frio. Passar com o dedo a meio do doce e verificar se não se une de imediato. Nesse caso deverá estar com a consistência adequada. Se necessário, deixar ferver um pouco mais.
Deitar em frascos esterilizados e fechar.
Notas:
Pode ser feito apenas com morangos, neste caso 900 grs.
Esta receita deu para quatro frascos de 250 grs.
As caldeiradas são normalmente associadas a peixe, muita variedade de peixe. No entanto, podem ser feitas com outros produtos até porque são fáceis de preparar e depois ficam lá no fogão, a apurar. Esta foi de carne.
Caldeirada de Febras
1 cebola cortada em rodelas
2 dentes de alhos cortados em rodelas
2 tomates cortados em rodelas (podem ser congelados)
1 malagueta
½ folha de louro
1 raminho de salsa
4 febras de porco finas
6 batatas cortadas em rodelas grossas
Sal q.b.
Vinho branco q.b.
Azeite q.b.
Colocar os ingredientes num tacho na ordem apresentada.
Levar ao lume até levantar fervura e depois baixar o lume e deixar fervilhar até tudo estar bem cozido, cerca de 35 a 40 minutos.
Não mexer, se necessário abana-se o tacho.
Ao longo de mais ou menos um mês realiza-se em Aveiro uma das mais antigas Feiras do país. De seu nome Feira de Março (embora actualmente ocorra maioritariamente no mês de abril), ali se pode encontrar de tudo um pouco, desde alfaias agrícolas, utensílios para o lar, mantas de trapos, louças, bijuterias, doces, queijos e presuntos da serra. Também se vendem plantas, flores, casas pré fabricadas (sim, casas pré fabricadas!), tractores e roupa.
Além disso, há das melhores sandes de leitão que se podem comer, acompanhadas de uma taça de espumante tinto! Ou outras iguarias típicas desta região. Ah, e as farturas, não esquecer as farturas!
Esta feira existe desde 1434, quando D. Duarte concedeu à então vila de Aveiro o privilégio de realizar uma feira franca anual e celebra este ano o seu 579º aniversário.
Já sabem, até ao próximo dia 28 de Abril podem (e devem) visitar esta Feira.
O inverno é sinónimo de molhadas de grelos nas bancas do mercado. No outro dia comprei um molho deles que eram tão grandes e tão tenros que deram para aproveitar de várias maneiras.
Dos talos mais grossos mas ainda bem tenros, saiu este aproveitamento já que esta não é uma época de desperdícios (a bem dizer, nenhuma é…)
Ovos mexidos com talos verdes
Talos grossos de grelos
1 colher de sopa de azeite
4 ovos
Sal q.b.
Pimenta moída q.b.
Descascar os talos dos grelos e cortar com cerca de 2 cms. Dar-lhes uma fervura em água temperada com sal, por quatro ou cinco minutos.
Aquecer o azeite numa frigideira e juntar os talos fervidos. Adicionar os ovos e mexer bem. Temperar a gosto com sal e pimenta e mexer até estar no ponto desejado.
Servir sobre tostas ou torradas com manteiga.
Aqui há uns dias tive que ir ao Porto e entre os dois compromissos que tinha havia algum tempo livre que ocupei a dar uma volta pelo Mercado do Bolhão e algumas das lojas míticas que existem por ali à volta.
Adoro aquelas mercearias antiquíssimas que vendem avulso artigos que na maioria das vezes já não se encontram noutros locais, como a cevada em grão, os frutos secos a peso, as ervilhas secas, a mistura para sopas (feijão pequenino, ervilhas secas, cevada em grão, lentilhas), etc.
Muitas, a par destes ingredientes à antiga, vendem também produtos finos vindos de outras culturas.
Vale mesmo a pena visitar estas lojas, uma a uma, e deixar-se seduzir por ingredientes invulgares que depois são embalados em cartuchos de papel, como estas ervilhas que são descascadas, têm uma cor verde seco e podem ser utilizadas para fazer uma bela sopa.
Digo eu, que não aprecio muito ervilhas…
Sopa de ervilhas secas
1 cebola pequena
1 alho francês pequeno
Azeite q.b.
1 copo de ervilhas secas
1 curgete
3 batatas médias
750 ml de água
Sal q.b.
Escolher as ervilhas de pedras e ciscos. Passar por água e escorrer.
Alourar a cebola e o alho francês no azeite. Adicionar as ervilhas, a curgete descascada e cortada em bocados e as batatas também descascadas e cortadas em bocados. Mexer, temperar com sal e adicionar a água. Deixar levantar fervura em lume forte e baixar para deixar cozer, cerca de 25 minutos.
Passar com a varinha mágica de maneira a ficar um creme liso e sem grumos.
Agora escolham: ou um pequeno almoço riquíssimo ou uma sobremesa muito saudável…
Parfaits de iogurte, granola e caramelo de tâmaras
12 tâmaras
½ copo de leite
200 grs de iogurte grego
Mel q.b.
Granola q.b.
Para fazer o caramelo de tâmaras: Retiram-se os caroços às tâmaras e cortam-se em pedacinhos. Misturam-se com o leite no liquidificador até desfazer. Deita-se esta mistura numa caçarola e leva-se ao lume por cerca de 10 minutos até começar a engrossar. Deve-se mexer para não pegar.
Deixa-se arrefecer e tenta-se ao máximo não comer aquilo tudo de uma assentada porque senão já não fazemos os Parfaits…
Numa taça, frasco, copo ou outro recipiente coloca-se pela seguinte ordem: granola, iogurte (adoçado a gosto com o mel), caramelo, e por aí fora até gastar os ingredientes.
Voilá!!!
Esta Granola é excelente para o pequeno almoço com iogurte ou leite ou, melhor ainda, para petiscar ao longo do dia.
Que guloseima!
Granola
3 copos de flocos de aveia
½ copo de amêndoas em lascas
½ copo de coco ralado
¼ de copo de sementes de girassol
¼ de copo de sementes de sésamo
2 colheres de sopa de sementes de linhaça moidas
1 colher de chá de baunilha
1 pitada de sal
¼ de copo de mel
¼ de copo de azeite (ou óleo de girassol)
½ copo de tâmaras cortadas
½ copo de uvas passas douradas
Misturar todos os ingredientes (excepto tâmaras e uvas passas).
Levar ao forno num tabuleiro forrado com papel vegetal por 20 a 30 minutos, até dourar, mexendo de quando em quando.
Retirar do forno e misturar as tâmaras e as passas douradas. Deixar arrefecer e guardar em recipiente hermético.
Para variar, a meio da semana, um bolo fácil de fazer, rápido e com ingredientes que normalmente temos à mão.
Quanto à compota, pode ser de qualquer outro fruto, de ameixa, de morango, de frutos vermelhos... A ideia é que ao espalhar a compota com uma faca fiquem uns desenhos giros. O que não aconteceu com o meu mas isso não é nada de invulgar porque desenhos giros é coisa que não me assiste
Bolo com compota de cereja
1 e ¾ de copo de farinha de trigo
1 copo de farinha de trigo integral
1 copo de açúcar amarelo
1 colher de chá de fermento em pó
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
½ colher de chá de cardamomo em pó
1 pitada de sal
1 ovo grande
½ copo de óleo
1 copo de leite
1 colher de sopa de vinagre
4 colheres de sopa de compota de cereja
Numa malga mistura-se o leite e o vinagre e reserva-se.
Numa taça misturam-se as farinhas, açúcar, fermento, sal, bicarbonato e cardamomo.
Noutra taça bate-se o ovo com o óleo e o leite com a vinagre.
Junta-se esta mistura à da farinha e mexe-se para envolver, sem mexer demais.
Deita-se num tabuleiro forrado com papel de ir ao forno e por cima espalha-se a compota em montinhos e com a ajuda da ponta de uma faca tenta-se fazer um efeito (o que fiz perdeu-se com a cozedura).
Vai ao forno a cozer por cerca de 35 a 40 minutos.
Retirar do forno e deixar arrefecer numa rede.
Só vou dizer isto uma vez: Experimentem!
Esparguete Carbonara com Espargos
50 grs de bacon
50 ml de natas
2 gemas
Pimenta preta
10 espargos
Sal q.b.
200 grs de esparguete
Cozer o esparguete em água temperada com sal. Quando ferver juntar os espargos cortados em três e deixar cozer com o esparguete por cerca de seis ou sete minutos. Escorrer e reservar.
Numa taça bater as gemas com as natas e temperar com pimenta moída.
Saltear o bacon cortado em tirinhas numa frigideira.
Juntar o esparguete e os espargos ao bacon e misturar rapidamente com a mistura das natas e gemas. Envolver bem e servir.
Esta pasta é excelente para barrar. Também é conhecida como chutney de coentros e é óptima para gastar o excesso de coentros que com esta chuva toda estão a crescer como se o mundo fosse acabar.
Pasta de Coentros
1 mão cheia de coentros
1 pedaço de gengibre
1 malagueta (opcional)
2 colheres de sopa de coco ralado
2 colheres de sopa de sumo de lima ou limão
2 colheres de sopa de azeite
2 colheres de sopa de água
Triturar todos os ingredientes num copo com a varinha mágica até estarem em puré.
Refrigerar e servir com tostas.
Este pudim foi feito para aproveitar uma sobra de leite de coco. Ficou muito bom, sem um sabor excessivo a coco. Parecia veludo.
Quem quiser uma textura mais marcante, pode juntar duas colheres de sopa de coco ralado.
Pudim de Leite de Coco
200 ml de leite de coco
500 ml de leite
4 ovos pequenos
1 colher de sopa de farinha Maizena
150 grs de açúcar
1 pitada de sal
Caramelo líquido
Bater os ovos com o açúcar, o sal e a farinha Maizena. Adicionar o leite de coco, que é muito cremoso e o leite. Bater bem para não ficar com grumos.
Deitar numa forma com caramelo líquido, tapar e levar ao lume dentro de um tacho com água a ferver por uma hora.
Retirar a forma do tacho e deixar arrefecer. Levar ao frigorífico depois de frio e deixar de preferência até ao dia seguinte.
Desenformar e servir.
Não vejo muitos programas de culinária embora agora se possam ver a qualquer hora do dia ou da noite via televisão por cabo. Mas de vez em quando, lá dou uma espreitadela e no outro dia descobri uma cozinheira neozelandesa com uma aproximação muito terra-a-terra às receitas, estilo Jamie Oliver, mas de saias ![]()
Ficou-me na memória uma marinada que ela fez para uma carne que tentei reproduzir na minha cozinha. Como não tomei nota da receita não ficou igualzinha mas mesmo assim ficou muito boa!
Lombo de Porco Assado
1 lombo de porco (com cerca de 1 kg)
3 dentes de alho ralados
1 pedaço de gengibre ralado
1 colher de chá de açafrão das índias
1 colher de chá de coentros em pó
1 malagueta
Sal q.b.
Azeite q.b.
½ copo de vinho branco
1 copo de água
Batatas q.b.
Misturar os alhos e o gengibre ralado com o açafrão das índias, os coentros, a malagueta picada e o sal e 2 colheres de sopa de azeite. Barrar o lombo de porco com esta pasta e reservar por umas horas ou até ao dia seguinte.
Aquecer o forno. Num tabuleiro põe-se o lombo e as batatinhas descascadas. Na taça onde esteve o lombo a marinar põe-se o vinho e a água e mexe-se para aproveitar todos os restos da marinada. Deita-se este líquido no tabuleiro e por cima deitam-se uns goles de azeite.
Vai ao forno coberto com papel de alumínio por cerca de uma hora ou um pouco mais, até as batatas estarem cozidas. Se necessário vai-se acrescentando mais um pouco de água para manter o molho.
Servir com grelos cozidos ou outra verdura cozida.
Eu gosto de louça. Se pudesse, trocava toda a que tenho em casa por nova, para variar…
Como não posso, de vez em quando vou a uma loja que há em Aveiro e compro uma ou duas peças, para juntar à minha coleção.
E não podia deixar de vos falar dela. Afinal, há tanta gente lá fora que conhece esta louça que parecia mal não a divulgar aqui.
Primeiro, porque é uma empresa portuguesa; segundo porque é do distrito de Aveiro; terceiro porque tem uma loja Outlet mesmo no centro da cidade de Aveiro e além de ter da louça mais bonita que já vi, tem uns preços mesmo a jeito!
Lojas americanas como a Ralph Lauren, na gama de produtos para a casa, vendem desta louça!
Os grandes armazéns Williams-Sonoma em Nova York vendem esta louça, aliás, quem andar a passear pela Quinta Avenida o mais certo é ‘tropeçar’ em louça da Grestel pelo menos em cinco lojas!
A Marks & Spencer, em Inglaterra, vende esta louça!
A decoradora e cozinheira americana Martha Stewart também gostou visto que a promoveu no seu número especial de casamento e o ‘nosso’ chefe José Avillez também usa desta louça.
As coleções são tão mimosas que apetece levar tudo para casa.
Mas o melhor mesmo é ir até lá, ver e comprovar o que estou a dizer.
Louça Grestel
Esta é minha, comprei-a eu, e não, ninguém me paga para dizer bem deles mas eu gosto tanto que digo na mesma ![]()
Esta receita foi inspirada numa encontrada no Garficopo.
Gostei da ideia de não ter que cozer o polvo antes, que basicamente é o que se vê em todas as receitas de polvo no forno.
Sim, confesso: Sou preguiçosa! Mas compensou, ficou mesmo bom!
Polvo no Forno
1 polvo médio (800 grs)
Batatas miúdas q.b.
4 dentes de alho picados
½ folha de louro
1 colher de chá de colorau
Sal q.b.
¼ de copo de vinho
Azeite, umas boas goladas
No fundo de um tabuleiro de cerâmica põe-se um pouco de azeite e o louro. No meio o polvo e à volta as batatinhas descascadas e com um golpe a meio. Salpica-se o colorau e o sal sobre as batatas. Por cima de tudo espalham-se os alhos bem picadinhos, verte-se o vinho (pode ser branco ou tinto) e rega-se com mais azeite.
Tapa-se o tabuleiro com uma folha de papel de alumínio e leva-se a forno médio por uma hora. Destapa-se e deixa-se apurar por mais uns 20 a 30 minutos, o molho evapora e fica praticamente só o azeite.
Servir com grelos cozidos e azeitonas.
Esta massa chama-se Lumaca em italiano e tem esse nome porque se assemelha à concha de um caracol.
É óptima para rechear e o recheio pode ser qualquer um, desde carne picada a queijos, como neste caso.
Conchas Recheadas
(antes de ir ao forno)
300 grs de conchas
1 requeijão
100 grs de queijo Feta
50 grs de queijo parmesão ralado
1 ovo
Pimenta q.b.
Folhas de manjericão picadas
Cozer a massa em água abundante temperada com sal. Escorrer e reservar.
Numa taça misturar os queijos, o ovo, a pimenta (sal não deve ser necessário porque o queijo Feta tem bastante) e o manjericão.
Rechear as conchas com este preparado e dispor num tabuleiro onde já se colocou um fundo de molho de tomate.
Deita-se o restante molho de tomate sobre as conchas e vai ao forno por cerca de 20 minutos.
Servir com uma salada.
Nota: Pode-se usar molho de tomate caseiro ou de compra, cerca de meio litro
Páscoa, ovinhos, coelhinhos, coelhinhos cenouras, cenouras bolo, bolo bom.
Pronto, convenceu-me!
Bolo de Cenoura
1 copo de açúcar amarelo
¾ de copo de óleo de girassol
¼ de copo de iogurte natural (usei grego)
3 ovos grandes
2 colheres de chá de extracto de baunilha (usei 1)
2 copos de farinha de trigo
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
2 colheres de chá de canela em pó
1 pitada de noz moscada
1 pitada de sal
2 copos de cenoura ralada finamente
½ copo de nozes picadas (opcional)
Cobertura
200 grs de queijo creme
2 colheres de sopa de açúcar amarelo
Metades de nozes
Aquecer o forno e untar uma forma redonda.
Bater o açúcar e o óleo. Adicionar o iogurte, os ovos um a um e a baunilha.
Numa taça misturar a farinha com o bicarbonato, a canela, a noz moscada e o sal.
Misturar a farinha com a mistura de ovos e óleo até envolver. Adicionar a cenoura ralada e as nozes. Deitar na forma e levar ao forno por cerca de 30 a 35 minutos. Verificar com um palito.
Retirar do forno e deixar arrefecer por uns minutos na forma. Desenformar e deixar arrefecer numa rede até estar completamente frio.
Bater o queijo creme com o açúcar amarelo e barrar topo do bolo com esta mistura. Enfeitar com metades de nozes.
A receita foi ligeiramente adaptada desta.
Concordo com a mãe de uma amiga minha que diz que na Quaresma [e na vida], pecado é o que sai da boca e não o que entra…
Mas para quem estiver a fazer jejum, aqui está uma receita bem singela.
Filetes de Maruca Estufados
5 filetes de maruca
Sal q.b.
Sumo de um limão
Salsa picada
1 cebola picada
Azeite q.b.
1 colher de sopa de caril em pó
1 colher de sopa de farinha
400 ml de caldo de peixe
Salsa picada
Temperar os filetes com sal, sumo de limão e salsa picada. Reservar.
Numa frigideira alourar a cebola picada em azeite e juntar o caril e a farinha mexendo bem. Adicionar o caldo de peixe e deixar levantar fervura.
Dispor os filetes sobre este molho e deixar cozer por cerca de 15 minutos. Rectificar os temperos se necessário.
Servir com puré de batata e salada de beterraba.
Nota: podem ser usados outros filetes
Não digam que leva feijão, ninguém vai descobrir!
Queques de Cacau e Feijão Preto
1 copo de feijão preto cozido, escorrido
3 ovos grandes
½ copo de açúcar amarelo
3 colheres de sopa de cacau em pó
1 colher de chá de café instantâneo
1 colher de chá de extracto de baunilha
1 colher de chá de fermento em pó
Sumo e raspa de ½ laranja
1 pitada de sal
50 grs de chocolate negro partido em pedacinhos
Aquecer o forno e untar 12 forminhas (ou forrá-las com papel plissado) ou uma forma quadrada.
No liquidificador pulverizar todos os ingredientes à exccepção dos pedacinhos de chocolate. Manter a máquina a trabalhar por dois ou três minutos. A massa fica muito líquida, é normal.
Deitar a massa nas forminhas e no meio de cada põe-se uns bocadinhos de chocolate.
Levar ao forno por 20 minutos se a opção forem queques, 35 se for numa forma grande, até estar cozido.
Esta receita foi encontrada aqui.
Estas pataniscas de cebola são um petisco indiano. São ‘picantinhas’ e acompanham mesmo bem com uma cerveja gelada.
Pataniscas de Cebola [Onion Bhajis]
2 cebolas
2 dentes de alho
1 pedaço de gengibre
½ colher de chá de açafrão das Índias
½ colher de chá de Garam Masala
1 colher de chá de piripiri
1 pitada de cominhos moídos
100 grs de farinha de grão de bico
60 ml de água
Sal
Óleo de girassol
Cortar as cebolas em meias luas e separar todas as fatias. Cortar os alhos em fatias muito finas e juntar às cebolas. Juntar todas as especiarias e a farinha de gão de bico. Mexer e adicionar a água e uma colher de sopa de óleo de girassol.
Aquecer um bocadinho de óleo de girassol (ou óleo vegetal) numa frigideira e fritar a mistura às colheradas até ficar dourado. Retirar para um prato com papel absorvente.
Pode ser servido quente ou frio.
Nota: A farinha de grão de bico pode ser substituída por farinha de trigo
A Sericaia é, segundo o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, um doce de origem alentejana feito com ovos, leite, farinha, açúcar e canela. Também é uma “iguaria fina de Malaca”.
Há outras versões que dizem que veio do Brasil, outras da Índia (daí Malaca) e outras que foi mesmo do Alentejo.
Seja este doce originário de onde for, é muito bom!
Esta receita foi-me dada por uma colega de trabalho.
Sericaia
Meio litro de leite
1 pau de canela
3 tiras de casca de limão
250 grs de açúcar
6 ovos (separar gemas das claras)
6 colheres de sopa de farinha
Canela em pó
Levar o leite ao lume até ferver com o pau de canela e a casca de limão.
Bater as gemas com o açúcar e a farinha. Adicionar o leite coado em fio, mexendo sempre.
Entretanto batem-se as claras em castelo e envolvem-se na mistura anterior.
Deita-se o preparado numa forma de barro untada com manteiga e polvilha-se de canela em pó.
Vai ao forno por cerca de 25 minutos, uma maneira de verificar se está pronto é quando apresenta rachas na superfície.
Nota: A Sericaia é normalmente servida acompanhada por Ameixas D’Elvas
Aqui está um prato bem rápido de preparar e sempre varia dos peitos de frango grelhados.
A maçã ralada impede que os hambúrgueres fiquem secos.
Muito bom!
Mini-Burguers de Frango
2 peitos de frango
1 maçã ralada
1 dente de alho ralado
1 pedacinho de gengibre ralado
1 pitada de sal
1 pitada de coentros em pó
1 fatia de pão rijo ralado
1 colher de sopa de sementes de linhaça raladas (opcional)
Azeite para fritar
Picar os peitos de frango (cortei com uma faca muito afiada em pedacinhos muito pequeninos).
Misturar todos os ingredientes numa taça e moldar pequenos hambúrgueres espalmados.
Aquecer um pouquinho de azeite numa frigideira anti aderente (apenas o suficiente para engordurar a frigideira) e fritar os mini hambúrgueres até estarem douradinhos dos dois lados.
Servir com arroz de grelos.
Toda a gente conhece as qualidades do gengibre quer na alimentação, quer na medicina onde é conhecido como “medicamento universal”.
Algumas das suas propriedades são: analgésico, anticoagulante, anti-inflamatório, anti-séptico entre outras nem sequer sei o que significam ![]()
Hoje não vamos falar disso mas sim da maneira mais fácil que existe de o descascar.
Sim, já toda a gente descascou gengibre com uma faca ou com um descascador, é parecido com descascar batatas mas sai uma data de pele.
A melhor maneira é usar uma colher. Sim, a colher da sopa! Por incrível que pareça (e de certeza há uma explicação toda xpto para isso) apenas retira a pele e o gengibre mantém toda a sua qualidade que não se perde nas cascas (imaginem quando se descascam batatas novas, apenas sai aquela pele fininha).
Por isso só temos que pegar na colher como se fosse uma faca e raspamos. E porque é que não o fazemos antes com uma faca perguntam vocês? Porque não é a mesma coisa. Experimentem, vá!
E depois é usar e abusar porque o gengibre faz bem, faz bem e faz bem. E é excelente para curar a ressaca! ![]()
Quando vi esta receita quis logo experimentar.
E ainda bem, fica excelente e é uma maneira de gastar filetes de pescada sem ser os eternamente fritos. Uma maravilha!
Almondegas de Pescada
400 grs de filetes de pescada
1 ovo
100 ml de leite
1 fatia grossa de pão rijo
3 dentes de alho picados
Sal q.b.
Farinha q.b.
Azeite q.b.
1 raminho de salsa picada
1 cebola picada
50 ml de vinho
500 ml de caldo de peixe
Demolhar o pão no leite. Reservar.
Cortar os filetes em tiras finas e depois em quadradinhos pequeninos. Juntar numa taça com o ovo, o pão demolhado no leite e escorrido, um dente de alho bem picadinho e uma pitada de sal. Moldar bolas do tamanho desejado e passar por farinha. Fritar em pouco azeite (ou óleo) apenas para alourar, dois ou três minutos. Reservar.
Num tacho leva-se a cebola e os restantes dentes de alho ao lume, a alourar em azeite. Junta-se o vinho e deixa-se evaporar. Adiciona-se a salsa e o caldo de peixe e dispõem-se a almondegas no fundo do tacho. Deixa-se cozinhar por dez a quinze minutos, de modo a que o molho reduza e engrosse um pouco.
Servir com puré, arroz branco ou com outro acompanhamento à escolha.
Estas foram acompanhadas de arroz de hortos.
Esta receita é facílima de fazer e nem sequer é preciso ter forno. Fica excelente feita no fogão e além de rápida é muito nutritiva.
Experimentem!
Cogumelos Portobello Recheados
4 cogumelos Portobello médios
1 cebola picada
4 colheres de sopa de azeite
Salsa picada
1 colher de sopa de sultanas douradas
1 colher de sopa de miolo de avelã
4 colheres de sopa de miolo de pão fresco ralado
Pimenta moída
75 grs de queijo cabra Palhais
Retirar os pés aos cogumelos e picar.
Numa frigideira saltear a cebola com o azeite. Juntar os pés dos cogumelos picados, a salsa, as sultanas, o miolo de avelã e o miolo de pão e temperar com pimenta fresca moída.
Rechear os cogumelos com esta mistura e por cima espalhar o queijo esfarelado.
Colocar os cogumelos recheados na frigideira (pode ser a mesma) e levar a lume brando, tapado com folha de alumínio por 15 a 20 minutos.
Servir como entrada ou prato principal, acompanhado de legumes salteados.
Nunca fui muito fã de chocolates ‘de aviário’ tipo Mars, Lion, KitKat, etc.
Excepto do chocolate de coco Bounty! Não como há muito mas adorava estes, eram mesmo uma perdição.
Lá teve que ser, quando descobri esta receita que adpatei ligeiramente…
Chocolates Bounty
1 lata de leite de coco
1 e ¾ de copo de coco ralado
2 ou 3 colheres de sopa de açúcar
1 pitada de sal
300 grs de chocolate negro
Retirar a parte cremosa da lata de leite de coco (se não a abanarmos, o líquido fica em baixo e o creme fica em cima, sendo o creme cerca de dois terços do conteúdo. Também ajuda se a lata estiver meia hora no congelador antes de se tirar o creme).
Numa taça misturar o creme de coco, o açúcar e o coco ralado com uma pitada de sal. Forrar um tabuleiro com papel de alumínio ou película aderente e deitar aí a mistura de coco. Espalhar bem (deve ficar com uma altura de um dedo) e levar ao frigorífico por umas horas.
Derreter o chocolate em banho-maria. Cortar quadrados ou retângulos da pasta de coco e passar cada um pelo chocolate derretido com a ajuda de dois garfos. Colocar numa travessa forrada com papel de ir ao forno (é mais fácil para retirar depois de solidificado).
Notas:
Usei metade de chocolate de cobertura e metade de chocolate com 70% de cacau.
Deu para 15 rectangulos.
Para quem gosta de coelho {não é para todos!} esta é uma excelente maneira de o cozinhar.
E não chega ao nariz!!!
Coelho com Mostarda
1 coelho cortado em bocados
3 colheres de sopa de mostarda
2 cebolas
4 dentes de alho
1 folha de louro
Sal q.b.
½ copo de vinho branco
1 copo de água
Azeite q.b.
50 ml de natas
Barrar o coelho com a mostarda e deixar repousar.
Cortar as cebolas em meias luas finas e os dentes de alho em rodelas finas.
Num tacho colocar as cebolas, os dentes de alho, a folha de louro, o coelho, o sal, o vinho e a água. Deitar umas goladas de azeite e levar ao lume, tapado, até fervilhar. Baixar o lume e deixar cozer até o coelho estar tenro. Se necessário acrescentar mais um pouco de água ao longo da cozedura para manter o molho.
Quando o coelho estiver cozido, juntar as natas e mexer bem.
Servir com puré de batata e cenoura.
Nota: Usei mostarda da marca Cigalou, de que gosto muito (penso que é Intermarché)
Utensílios – outros usos
Adoro utensílios de cozinha, gosto de ver as novidades e por minha vontade tinha muitos mais do que os que tenho.
Mas na realidade compro muito poucos. A maioria, principalmente os mais ‘esquisitos’ foram ofertas. E alguns só existem mesmo para ocupar espaço porque a sua funcionalidade deixa muito a desejar. Mas a cavalo dado…
E depois há aqueles outros objectos que temos por casa e que parecem ter um função bem definida e de repente alguém nos chama a atenção para outras possíveis utilizações e nós: Ei! Não é que é verdade???
Por exemplo, quem usa lentes de contacto, sabe que em cada embalagem do líquido para as lentes vem uma caixinha para guardar as mesmas. Só que não estamos sempre a mudar de caixinhas e elas acabam por se acumular sem qualquer préstimo.
Mas isso acabou! Agora, uso algumas delas para transportar ervas e/ou especiarias para temperar os meus almoços portáteis.
Quando falei disto a uma colega ela arranjou logo outro uso: quando vai para formação noutra cidade e tem que ficar num hotel, em vez de levar as embalagens dos cremes da cara, dos olhos, etc, leva um bocadinho de creme de dia num lado, creme de noite no outro.
Como se costuma dizer, da discussão nasce a luz ![]()
Outra coisa que é costume termos em casa são as toucas de banho, aquelas de plástico que nos dão nos hotéis. Nem sempre as usamos em casa mas podem muito bem dar jeito para tapar alguma coisa que está à espera de ser utilizada, seja uma salada, um pão a levedar, um doce, uma marinada [como neste caso].
Também estão muito na moda os pulverizadores de óleo ou azeite, existem à venda em muitas lojas da especialidade e alguns deles a preços de fazer corar. O meu custou 0,50€ e faz o mesmo efeito.
Uso-o para dosear a quantidade de óleo que deito numa frigideira, por exemplo, para pulverizar numa salada, para untar uma forma de bolo, etc.
Como veem, muitas vezes temos as coisas à mão, não sabemos é o que fazer com elas.
Claro que devem ser novas e nunca terem sido usadas nas suas ‘verdadeiras’ funções ![]()
Espero ter ajudado!
As noites durante a semana pedem jantares mais rápidos e leves mas nem por isso sensaborões!
Esparguete com Presunto e Azeitonas
Esparguete q.b.
1 cebola picada
Azeite q.b.
6 fatias finas de presunto
12 azeitonas pretas
3 tomates maduros
¼ de copo de vinho branco
Sal q.b.
Salsa picada
Cozer o esparguete em água abundante, temperada com sal.
Entretanto aloura-se a cebola no azeite. Juntam-se as azeitonas cortadas em pedaços e mexe-se. Seguidamente juntam-se os tomates cortados em dados (com a pele) e o vinho branco. Mexe-se e tempera-se de sal. Juntam-se as fatias de presunto e envolve-se com o esparguete cozido. Se necessário adicionar um pouco de água da cozedura da massa.
Servir polvilhado com salsa picada.
O nome desta receita demora quase mais tempo a dizer do que a fazê-la!
A sério, super rápido e melhor ainda, super fácil.
Esta versão foi com alho francês e queijo de cabra Palhais mas pode ser com curgete, espinafres, queijo Feta, cogumelos, é mesmo à escolha do freguês.
Queques de Alho Francês e Queijo de Cabra
1 copo de farinha
1 colher de chá de fermento em pó
½ copo de leite
¼ de copo de óleo
1 ovo
1 pitada de açúcar
1 pitada de sal
1 alho francês
2 colheres de sopa de azeite
50 grs de queijo de cabra
Cortar o alho francês em rodelas e saltear numa frigideira no azeite quente. Reservar.
Numa taça misturar a farinha, o fermento, o açúcar e o sal. Juntar o leite, óleo e ovo e mexer com um garfo. Adicionar o alho francês e o queijo esfarelado.
Deitar em seis forminhas untadas e levar a forno quente por cerca de 20 minutos.
Delicioso!
Este é um bolo de inverno, quente, aconchegante. Posto isto, tem aveia que é uma dos meus flocos favoritos, e gengibre.
Gengibre, já deu para perceber que gosto, gosto, gosto!
Este é um bolo típico do Yorkshire, em Inglaterra, e de certeza que já era conhecido na época do ‘Senhor dos Aneis’. De certeza!
Parkin
125 g de manteiga
125 g de golden syrup
125 g de melaço
125 g de açúcar
250g de farinha
250 grs de flocos de aveia
1 pitada de sal
4 colheres de chá de gengibre em pó
2 colheres de chá de canela em pó
1 pitada de noz moscada ralada
1 colher de chá de bicarbonato de soda
1 ovo batido
Aquecer o forno a 150ºC. Forrar um tabuleiro com papel de ir ao forno.
Num tachinho põe-se a manteiga, o golden syrup, o melaço e o açúcar e leva-se a lume brando até derreter e dissolver o açúcar.
Numa taça mistura-se a farinha, aveia, sal, bicarbonato, gengibre, noz moscada e canela.
Fazer um buraco no meio e deitar aí a manteiga e restantes ingredientes derretidos. Mexer bem e adicionar o ovo batido. Se a massa estiver muito seca pode-se juntar uma ou duas colheres de leite.
Deitar na forma forrada e levar ao forno por cerca de 50 minutos a uma hora.
Deixar arrefecer antes de cortar em quadrados.
Guardar numa lata forrada com papel de ir ao forno.
Notas:
Esta receita é uma daquelas que toda a gente deve ter, toda a gente que gosta de biscoitos, pelo menos. E deve estar sempre à mão quando temos mesmo, mesmo que comer uns biscoitinhos e a lata está vazia…
Ficam muito bons e a receita foi ‘roubada’ do blogue Frango do Campo.
Aqui está ela!
Biscoitos de Chocolate (no Micro-ondas)
1 copo de farinha
1/4 de copo de açúcar amarelo
1 ovo
1 pitada de sal
1 colher de sopa de chocolate em pó
1 colher de sopa de manteiga amolecida
Numa tigela misture a farinha, o açúcar, o sal, o chocolate em pó, a manteiga e por fim o ovo.
Misture bem (se for necessário acrescente um pouco de leite para diluir, eu não precisei).
Com as mãos forme pequenas bolinhas achatadas e coloque num prato barrado com manteiga. Deu 15 biscoitos generosos.
Leve ao micro-ondas cerca de 5 minutos, parando de minuto a minuto e deixando "repousar" uns 20 segundos.
Deixar arrefecer uns minutos para que fiquem durinhas e estaladiças.
Nota: usei Becel Cozinha em vez de manteiga
Se de repente precisarmos de um pão para o jantar, há opções rápidas que não envolvem nem a máquina de fazer pão, nem amassar loucamente, nem esperar horas para que levede…
Pode-se sempre fazer um pão rápido de bicarbonato de sódio, também conhecido por Irish Soda Bread.
Esta versão foi feita com farinha de espelta que tem um sabor muito agradável, a frutos secos.
Pão Rápido de Espelta
150 grs de farinha de espelta
100 grs de farinha de trigo integral
3 colheres de sopa de sementes de linhaça moídas
1 pitada de sal
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 copo de leite
1 colher de chá de mel
2 colheres de sopa de azeite
1 colher de chá de sumo de limão
Sementes para polvilhar (opcional)
Aquecer o forno a 180ºC.
Numa taça misturam-se as farinhas com a linhaça, sal e bicarbonato de sódio.
Noutra taça mistura-se o leite com o mel, o azeite e o sumo de limão.
Deitar esta mistura sobre as farinhas e mexer até não se ver farinha.
Retirar esta massa da taça e moldar uma bola (se necessário enfarinhar as mãos).
Colocar num tabuleiro enfarinhado e com uma faca fazer uma cruz na massa. Pincelar com leite e polvilhar com sementes (de sésamo, girassol, etc).
Levar ao forno por 25 minutos, depois baixar o lume para 160ºC e cozer por mais uns dez minutos.
Deixar arrefecer e servir. Pode ser torrado no dia seguinte.
Nota: A farinha de espelta pode ser encontrada em lojas de produtos naturais ou em hipermercados
Meus amores e minhas amoras, é só para dizer que a Belita também já está no Facebook.
Vejam ali ao lado a ligação e ‘amiguem-se’ se quiserem.
Posto isto, ainda bem que é sexta-feira.
Cá está um doce!
Mini Pavlovas
3 claras
150 grs de açúcar
1 colher de chá de farinha Maizena
1 colher de chá de vinagre
8 colheres de sopa de iogurte grego
2 colheres de sopa de açúcar em pó
4 colheres de sopa de doce de cereja
Açúcar em pó para polvilhar (opcional)
Bater as claras em castelo. Adicionar o açúcar continuando a bater as claras, adicionar também a farinha Maizena e por fim o vinagre, sem parar de bater.
Fazer 4 montes de claras batidas num tabuleiro forrado com papel vegetal. Alisar o topo de modo a ficar com espaço para colocar o recheio mais tarde.
Levar ao forno a 120ºC por cerca de quarenta minutos. Desligar o forno e deixar arrefecer sem retirar as pavlovas (como fiz à noite, deixei até ao dia seguinte).
Bater o iogurte com o açúcar em pó e dividir pelas pavlovas. Por cima deitar o doce de cereja e polvilhar com açúcar em pó imediatamente antes de servir.
Nota: Pode ser usado outro doce qualquer ou mesmo fazer uma compota rápida de frutos vermelhos com um pouquinho de açúcar
Este prato até pode dar um bocado de trabalho a fazer mas, vão por mim, vale mesmo a pena!!!
Arroz de Pato
1 pato
6 bagas de Pimenta da Jamaica
6 bagas de pimenta preta
1 cenoura pequena
salsa
½ folha de louro
sal q.b.
50 grs de toucinho fumado
1 chouriço corrente
1 cebola
Azeite q.b.
2 copos de arroz agulha ou estufado
1 ovo batido
Cozer o pato em água temperada com sal com as bagas das pimentas, a cenoura inteira, o louro e a salsa.
À parte cozer o toucinho e o chouriço. Reservar.
Quando o pato estiver cozido, deixa-se arrefecer, de preferência de um dia para o outro, no frigorífico para que a gordura solidifique ao de cima. Retirar essa gordura e descartar.
Desfiar o pato, retirando peles e ossos. Cortar a cenoura em rodelas bem como o chouriço e o toucinho em fatias.
Coar o caldo de cozer o pato e levar ao lume para aquecer novamente.
Fazer um refogado com a cebola picada e azeite. Fritar o arroz e adicionar a água de cozer o pato, em volume suficiente para a quantidade de arroz, 4 a 6 copos. Rectificar o sal e deixar cozer por cerca de 15 minutos, o arroz deve ficar ainda durinho pois acaba de cozer no forno.
Num tabuleiro deita-se metade do arroz, espalha-se a carne do pato desfiada e e cenoura cortada em rodelas e cobre-se com o restante arroz.
Pincela-se com o ovo batido e por cima enfeita-se com as rodelas de chouriço e o bacon.
Vai ao forno até alourar.
Servir com uma salada.
Eu não trabalho em nada que se relacione com comida. Esta parte da minha vida é pura paixão mesmo.
Eu trabalho em telecomunicações, nada a ver, embora se possa comunicar através da comida (as pessoas podem ser todas muito diferentes mas todas têm que comer, é universal).
Aqui há uns tempos, numa iniciativa de ‘fortalecer o espírito de equipa’ a empresa onde trabalho surpreendeu-nos com uma acção que juntava pessoas de vários pontos do país, muitos nem se conheciam, e fomos cozinhar, numa cozinha profissional, com um formador a orientar e a ver se nos desenrascávamos com pouco equipamento, alguns ingredientes, muita gente e sobretudo, muita confusão: "Preciso de uma faca, uma faca, alguém tem uma faca que empreste?! Como é que se liga o forno? Onde é que está a salsa?"
A equipa de que fazia parte tinha a cargo as receitas de Petiscos Portugueses.
Este foi um dos que fizemos, e estava muito bom mesmo!!!
Viva o trabalho de equipa!
Bolinhas de Farinheira Panadas
1 farinheira
100 grs de farinha
100 grs de Panko (pão ralado japonês)
2 ovos batidos
Óleo q.b. para fritar
Doce de Abóbora para servir
Retirar a pele à farinheira, espalmar e levar a forno quente por cerca de 5 minutos.
Retirar do forno e moldar bolinhas do tamanho de berlindes grandes.
Passar as bolinhas de farinheira por farinha, de seguida por ovo batido e no fim pelo pão ralado.
Fritar em óleo bem quente, rapidamente, até ficarem bem lourinhas.
Servir com o doce de abóbora.
Nota: Pode ser usado outro pão ralado, a diferença é que este é mais crocante
Já cá faltavam!!! Ainda bem que descobri esta receita porque já não sabia o que havia de fazer…
Biscoitos à Vaqueiro (Cowboy Cookies)
2 copos de farinha
2 copos de flocos de aveia
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
½ colher de chá de fermento em pó
1 pitada de sal
½ copo de açúcar granulado
½ copo de açúcar amarelo
1 copo de manteiga (usei Becel cozinha)
2 ovos
1 colher de chá de baunilha
1/3 de copo de pepitas de chocolate
½ copo de sultanas douradas
½ copo de coco ralado
Aquecer o forno. Forrar o tabuleiro com papel de ir ao forno.
Numa taça misturar a farinha, aveia, bicarbonato de sódio, fermento em pó e sal. Reservar.
Numa taça maior bater a manteiga com os açúcares. Juntar os ovos e a baunilha e mexer bem. Juntar a mistura de farinha, aveia, etc. até estar bem envolvido e depois adicionam-se as pepitas, sultanas e coco.
Moldar bolas achatadas e colocar no tabuleiro, não muito juntas porque vão crescer um bocadinho.
Levar ao forno por oito a dez minutos até estarem cozidos. Retirar do forno e deixar arrefecer numa rede.
Nota: Esta receita deu 52 biscoitos.
Gosto muito de caju e embora não seja o fruto seco que mais aprecio (talvez seja a avelã, a amêndoa, não sei…) é sempre bem vindo. Desta vez usei um pouco de cajus numa receita recorrente de cogumelos, apenas para variar e porque estavam mesmo à mão.
Cogumelos com Caju
1 embalagem de cogumelos brancos
1 cebola fatiada em meias luas
2 dentes de alho picados
3 colheres de sopa de azeite
½ cubo de caldo de galinha
½ copo de água a ferver
100 ml de natas de soja
3 colheres de sopa de cajus picados
Cortar os cogumelos em fatias grossas.
Saltear a cebola e o alho no azeite numa frigideira larga. Juntar os cogumelos e mexer.
Dissolver o caldo de galinha na água a ferver e adicionar aos cogumelos. Deixar ferver por uns cinco minutos e adicionar as natas envolvendo bem. Rectificar os temperos (atenção ao sal porque o caldo de galinha já tem sal) e juntar os cajus picados.
Servir com massa ou arroz branco.
Os meus links