Segunda-feira, 6 de Julho de 2015

Uma coisa nova por dia…

 

Não é possível fazer omeletes sem ovos mas já se podem bater claras em castelo sem… claras???

A comunidade vegan [ao contrário do que muitos imaginam, é mais uma maneira de estar na vida do que apenas não comer carne e peixe] na sua senda de encontrar alternativas a todo e qualquer produto com origem animal acabou por desencantar uma maneira de fazer ‘claras em castelo’ sem usar claras.

Claro que esta descoberta acaba por vir beneficiar também aqueles que têm alergias aos ovos e que procuram outros produtos que os substituam.

Eu não sou vegan, felizmente não tenho alergias alimentares, mas gosto de experimentar coisas que parecem mágicas, aliás, acho que muita coisa na cozinha é pura magia… (ou então sou como o Zé da Carriça, tudo o que vê, tudo cobiça  )

É aqui que entra a Aquafaba (do latim aqua (água) + faba (feijão, grão)). A aquafaba é o líquido de cozer grão ou feijão e um engenheiro com muito tempo livre  descobriu que era o ideal para fazer merengues, suspiros, pavlovas, etc.

É facílimo, só temos que escorrer o líquido de cozer grão por exemplo (que foi o que usei), pô-lo na batedeira e esquecer que aquilo está a fazer a sua magia aí por uns dez minutos. Depois junta-se açúcar, bate-se mais uns dois minutos e voilà, prontíssimo a usar! E pode-se virar a taça ao contrário que não cai.

 

Merengue

 

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200 ml de líquido de uma lata de grão

3 colheres de sopa de açúcar

5 gotas de limão

 

Pôr o líquido de cozer o grão-de-bico coado na taça da batedeira e ligar. Deixar bater em velocidade média por cerca de dez minutos. Juntar o açúcar e as gotas do limão e continuar a bater mais uns minutos até estar com uma consistência idêntica às das claras batidas em castelo.

De seguida usar da maneira preferida, pode ser no forno para fazer suspiros ou numa mousse de chocolate, que foi a maneira que usei. A receita virá em breve.

 

Nota: Tanto pode ser usado o líquido de latas, frascos ou dos legumes cozidos em casa;

 

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Sexta-feira, 3 de Julho de 2015

what a mess...

 

Esta sobremesa foi inspirada numa sobremesa inglesa chamada Eton Mess.

Eton Mess, ou Trapalhada de Eton, é uma sobremesa servida num colégio de Inglaterra onde andam príncipes e demais realeza bem como gente mais normal, ou nem por isso  

É feita normalmente com morangos (também já experimentei) mas desta vez fiz com framboesas pois tinha uma carrada delas para gastar e nada melhor do que uma sobremesa fresca em que o doce contrasta com o ácido.

 

Sobremesa Fresca de Framboesa

 

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200 grs de framboesas

350 grs de queijo Quark

150 grs de queijo-creme

1 colher de sopa de açúcar em pó

1 vagem de baunilha

1 suspiro, grande

 

Esmagar 150 grs de framboesas. Reservar.

Bater os queijos com o açúcar em pó e as sementes da vagem de baunilha (ou pode ser substituído por extracto de baunilha). Adicionar as framboesas esmagadas e o suspiro esfarelado em pedaços.

Deitar esta mistura em taças alternando com framboesas inteiras.

Levar ao frigorífico até servir.

 

Nota: Usei um suspiro comprado, daqueles grandes

 

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Quinta-feira, 2 de Julho de 2015

dos tempos...

 

Adoro a Grécia.

Já gostava antes quando eram uns despreocupados, como nós, com as carradas de dinheiro a fluir via Fundo Social Europeu e a ser gasto à tripa forra em tudo menos naquilo em que devia ser, como nós, e gosto agora, quando estão a sofrer na pele uma Europa que antes dos seus cidadãos prefere salvar os bancos… (basicamente como nós…).

E da Grécia, uma das coisas de que mais gosto é mesmo a sua gastronomia, devo ter sido grega noutra encarnação pois todos os sabores gregos se me colam como se de mim fizessem parte.

Aqui fica uma receita em jeito de homenagem singela.

 

Tranches de Pescada à Grega

 

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Azeite q.b.

1 cebola cortada em meias luas

2 dentes de alho picados

2 tomates bem maduros

1 malagueta

4 tranches de pescada

Sal q.b.

Orégãos q.b.

½ copo de vinho branco

 

Colocar os ingredientes numa caçarola na ordem indicada. Refogar em lume brando durante cerca de 20 minutos (vai formar bastante molho). Depois aumentar o lume para ferver um bocado e engrossar o molho.

Servir com puré ou batatas cozidas e uma salada.

 

Nota: usei tomates congelados

 

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Terça-feira, 30 de Junho de 2015

amanhem-se!

 

Já chegaram! E vieram para ficar todo o verão 

Sim, são elas, as curgetes.

Se não souberem o que lhes fazer, já sabem que aqui há sempre sugestões para o gosto de cada freguês, das doces às salgadas.

Não há desculpas!

 

Fritas de Curgete

 

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1 curgete ralada

2 colheres de sopa de requeijão de Seia

2 colheres de sopa de queijo Feta

2 colheres de sopa de farinha

1 colher de chá de fermento em pó

1 ovo

2 colheres de sopa de ervas aromáticas picadas *

Sal e pimenta q.b.

Azeite para fritar q.b.

 

Ralar a curgete e deixar por dez minutos numa taça salpicada com uma colher de chá de sal.

Ao fim desse tempo, espremer bem o excesso de líquido que a curgete larga e adicionar os restantes ingredientes, mexendo bem.

Aquecer um pouco de azeite numa frigideira e fritar colheradas da mistura de curgete, uns dois minutos de cada lado.

Retirar e escorrer sobre papel de cozinha.

Servir quente ou frio acompanhado com molho de iogurte.

  

Nota: * usei salsa, cebolinho e aneto

 

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Segunda-feira, 29 de Junho de 2015

Combinações inusitadas…

 

Quando com pouco se faz muito…

Estas tostas são o exemplo de que nem sempre é preciso fazer refeições de prato cheio para ficarmos completamente saciados.

 

Tosta de Abacate e Salmão Defumado

 

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2 fatias de pão rústico

½ abacate

2 fatias de salmão

2 ovos estrelados

1 raminho de aneto (endro)

Sal e pimenta q.b.

 

Tostar ligeiramente o pão.

Esmagar o abacate e temperar de sal e pimenta a gosto. Barrar as tostas com o abacate. Por cima pôr uma fatia de salmão defumado e polvilhar com aneto picado. Em cima do salmão põe-se o ovo estrelado (ou escalfado) e polvilha-se com pimenta preta moída na altura.

 

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Sexta-feira, 26 de Junho de 2015

Banquecas!

 

Já tinha visto várias versões desta receita. A primeira vez que experimentei fui muito impaciente e acabei com uma espécie de ovos mexidos com banana 

A sertã também não ajudou já que a parte anti, do antiaderente, já não existia…

Passado um mês e munida de uma sertã novinha a estrear, experimentei novamente e desta vez com a paciência para esperar três ou quatro minutos antes de tentar virar a panqueca com a ajuda de uma espátula fina.

Valeu a pena a paciência pois o que inicialmente parecia impossível deu afinal um prato de umas belas panquecas, de apenas dois ingredientes!

  

Panquecas de Banana

 

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1 banana pequena

1 ovo grande

 

Esmagar bem a banana com um garfo e misturar o ovo. Mexer muito bem de modo a ficar um creme liso.

Aquecer uma frigideira antiaderente e deitar o equivalente a duas colheres de sopa de massa.

Deixar fritar em lume muito brando por cerca de três a quatro minutos, depois virar a panqueca com bastante cuidado (é muito manhosa) e deixar mais um minuto ou dois do outro lado.

Fazer até acabar a massa. Esta quantidade deu para cinco panquecas.

Servir com iogurte grego e doce de morango ou apenas polvilhadas com canela.

 

Nota: Fiz novamente com acréscimo de uma colher de café de fermento (passa a três ingredientes  ) e ficam um pouco mais altas e fofas. Fica a dica.

 

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Quinta-feira, 25 de Junho de 2015

sem batota

 

Pronto, não são fritas! Que mania de olharem às ‘tecnicalidades’!!!

Mas são boas. E são doces. E são mesmo, mesmo boas! (já tinha dito?)

 

Batata Doce ‘Frita’ no Forno

 

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3 batatas doces

1 colher de sopa de farinha Maizena

Sal, pimenta q.b.

Ervas aromáticas q.b.(ervas da Provença, por exemplo)

Azeite q.b.

 

Lavar e cortar as batatas doces em palitos grossos (com a pele). Pôr numa bacia com água fria e deixar estar por meia ou uma hora.

Ao fim desse tempo escorrer bem e secar com um pano da louça... limpo… 

Num saco de plástico põe-se a farinha Maizena, o sal, pimenta e ervas aromáticas e os palitos de batata. Fecha-se o saco e sacode-se bem para que todos os palitos fiquem cobertos com a mistura. Sacudir o excesso e colocar os palitos de batata doce num tabuleiro previamente forrado com papel vegetal. Devem ficar afastados uns dos outros para que fiquem mais tostados.

Deitar um fio de azeite por cima das batatas e levar a forno bem quente por cerca de 45 minutos ou até estarem estaladiças.

Acompanhar com maionese misturada com abacate e chilli em pó ou outro picante a gosto (Molho de piripiri, Harissa, Tabasco, etc.).

 

Nota: usei batata-doce cor de laranja, cultivada em Portugal, comprada no Lidl.

 

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Quarta-feira, 24 de Junho de 2015

perishable thoughts...

 

Quando era pequena havia perto de minha casa um pomar com várias arvores de fruto, daqueles pomares que pareciam não ter dono e onde as crianças e adultos das redondezas se consolavam a apanhar e comer frutas variadas.

Havia também uma amoreira branca (Morus alba L.) onde costumávamos apanhar as folhas para alimentar os bichos-da-seda que mantínhamos em caixas de sapatos (não me perguntem porquê, talvez porque toda a gente fizesse o mesmo ).

Mais tarde o pomar acabou por desaparecer e agora toda aquela zona tem vivendas e, tratando-se de Portugal, nenhuma árvore das que lá havia…

Desde essa época, nunca mais comi amoras desta espécie embora continue a apanhar as que crescem nas silvas (Rubus) que não têm nada a ver com as outras, apenas o nome e o aspecto.

Há uns dias, uma amiga deu-me uma mão-cheia de amoras brancas. Mal provei uma vieram-me à memória aqueles tempos da infância, de subir às árvores, dos risos e da despreocupação e o registo do sabor que se manteve no meu cérebro todo este tempo!

Estas amoras são originárias da China onde sempre houve grande criação de bichos-da-seda e as folhas de amoreira branca são a alimentação destes pequenos produtores de fio que mais tarde dá origem à seda. Também são utilizadas, quer os frutos, folhas ou cascas, na medicina tradicional e crê-se que ajudam a prevenir ou a tratar doenças como os diabetes, o colesterol, pressão sanguínea elevada, artrite, queda de cabelo e até o embranquecimento precoce do cabelo!

Na índia e Médio Oriente os frutos são secos e consumidos como bombons.

 

Amoras Brancas

 

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E vocês, alguma vez comeram amoras de árvore, brancas, pretas ou vermelhas?

 

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Terça-feira, 23 de Junho de 2015

jantar leve

 

Nem é carne nem é peixe, faz-se num instante, pode ser com qualquer ingrediente que esteja à mão e normalmente ajuda a safar um jantar em grande estilo.

 

Quiche de Curgete e Pistachos

 

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1 base de massa folhada

1 curgete grande

1 dente de alho grande

Azeite q.b.

Sal e pimenta q.b.

3 ovos

100 ml de natas (usei de soja)

15 pistachos picados

 

 

Aquecer o forno. Estender a massa e forrar uma forma de tarte.

Numa frigideira aquecer um pouco de azeite com o alho picado e saltear a curgete cortada ao alto com o descascador de batatas (para fazer umas fatias finas e longas).

Dispôr as tiras de curgete salteadas sobre a massa. Bater os ovos com as natas e temperar com sal e pimenta e deitar esta mistura sobre as curgetes. Por cima espalhar os pistachos picados.

Levar ao forno por cerca de 30 minutos, até estar dourada.

Servir com um chá preto fresco de limão e menta.

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Segunda-feira, 22 de Junho de 2015

pão com queijo

Fácil de fazer e faz um brilharete num convívio. Tinha esta receita há muito tempo para experimentar (há várias versões na net) e por uma ou outra razão nunca me lembrava dela. Cá está!

 

Pão de Alho e Queijo

  

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1 pão rústico

50 grs de manteiga

50 ml de azeite

3 dentes de alho esmagados

1 colher de sopa de mostarda

1 colher de sopa de sementes de papoila

150 grs de queijo ralado (usei mistura de queijos)

 

Com uma faca muito afiada (ou xis-acto) cortar o pão na diagonal mas sem cortar as fatias até ao fundo. Cortar de maneira a ficar em losangos, com o cuidado de não cortar até abaixo.

Misturar a manteiga derretida com o azeite, os dentes de alho ralados, a mostarda e as sementes de papoila. Deitar às colheradas por entre as fatias e por cima até esgotar a mistura. Depois põe-se o queijo ralado também nos intervalos das fatias (com paciência e persistência  )

Embrulhar o pão num pedaço de papel de alumínio e levar a forno bem quente por cerca de 20 minutos, depois abrir o papel de alumínio de forma a ficar com a parte de cima do pão à mostra e deixar mais uns minutos no forno para tostar.

Servir de imediato para que o queijo esteja bem derretido (o da foto já tinha viajado entre o meu forno e a casa de uma amiga).

 

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Sexta-feira, 19 de Junho de 2015

ai, ai...

 

Ambrósio, apetecia-me algo…

Homessa, é para já!

 

Mousse de Banana e Cacau

 

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2 bananas

2 colheres de sopa de cacau

2 colheres de sopa de manteiga de amêndoa (ou de amendoim)

2 colheres de sopa de mel

 

Triturar tudo com a varinha mágica e deitar em taças.

Levar ao frigorífico até servir.

 

Nota: deu quatro taças pequenas

 

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Quinta-feira, 18 de Junho de 2015

massas e tal

 

Para quem achar que isto são hidratos de carbono a mais num só prato, substituam a massa integral (que adoro!) por fios de curgete, o tão badalado ‘espargete’ 

 

Massa com Pão Ralado

 

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1 copo de pão de véspera, bem seco

1 dente de alho

Azeite

Piripiri

Salsa picada

Sal

Massa integral

 

Cozer a massa conforme instruções da embalagem.

Triturar o pão no robot de cozinha ou num moinho.

Alourar o dente de alho picado em azeite e juntar o pão ralado e fritar até alourar. Temperar com sal a gosto e adicionar a massa escorrida mas ainda com um pouco de líquido agarrado.

Rectificar os temperos e polvilhar com salsa picada.

 

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Quarta-feira, 17 de Junho de 2015

perishable thoughts...

 

Ai as nêsperas, muito haveria a dizer sobre elas mas fiquemo-nos por isto:

  • Vieram da China há muito tempo (embora se chame japónica o que nos levaria a pensar que vieram do Japão… até as árvores são esquisitas…); 
  • Quando madurinhas, são suculentas e doces, com um leve toque ácido
  • Quando estão verdes, é melhor nem experimentar ; 
  • São um fruto de Junho e não duram muito tempo;
  • Os melros e outros pássaros adoram-nas e normalmente temos que ver quem lhes chega primeiro;
  • Têm umas sementes enormes, quase mais de metade da fruta são sementes;
  • Parecem ter um pelinho muito macio na casca mas basta passar por água para desaparecer;
  • Têm poucas calorias (47 calorias por cada 100 gramas de nêsperas);
  • São ricas em fibra e pectina e excelentes para regular o funcionamento dos intestinos;
  • Muito ricas em Vitamina A e antioxidantes;
  • Têm muito potássio e também ferro, cobre, cálcio e manganésio;
  • Podem ser comidas ao natural ou usadas em receitas, nomeadamente em compotas;
  • Não se devem comer as sementes já que são toxicas.

 

Nêsperas (Eriobotrya japonica)

 

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Estas que apanhei da árvore da minha vizinha antes dos melros eram mesmo boas!

 

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Terça-feira, 16 de Junho de 2015

à Galega

 

Uma receita muito fácil e que apesar de parecer peixe cozido comum, fica bem diferente com a utilização deste molho.

A receita original leva ervilhas mas como tenho tido abundância de ervilhas tortas e como as prefiro às normais, usei as tortas.

De resto é comer e chorar por mais…

 

Pescada à Galega

 

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2 postas de pescada

4 batatas

1 mão-cheia de ervilhas tortas

½ cebola

2 dentes de alho

Azeite q.b.

Sal

1 colher de pimentão em pó

 

Cozer as batatas cortadas em rodelas grossas juntamente com a cebola. Quando estiverem quase cozidas, adicionar as postas de pescada e deixar levantar fervura. De seguida adicionam-se as ervilhas tortas e deixa-se acabar de cozer, cerca de cinco minutos ou um pouco mais, dependendo da grossura das postas de pescada.

Entretanto numa frigideira salteiam-se os alhos amachucados, com pele, no azeite apenas até dourar. Retira-se a frigideira do lume e retiram-se os alhos. Deixa-se arrefecer ligeiramente o azeite e adiciona-se o pimentão, mexendo. Deita-se esta mistura para uma taça para repousar o pimentão no fundo.

Escorre-se a água às batatas, ervilhas e pescada e servem-se com o molho de azeite e pimentão.

 

Nota: esta forma de cozinhar o peixe é muito usual na Galiza e pode-se usar, além de pescada, raia, bacalhau fresco, tamboril, etc.

 

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Segunda-feira, 15 de Junho de 2015

e o tempo???

 

Logo de manhã vejo pessoas na estação que parecem estar em continentes diferentes. Uns de sandálias, mangas curtas, calções, outros de sapatos ou sapatilhas, camisolas e lenços ao pescoço, outros ainda de gabardines, casacos grossos de malha, botas! Bem, costuma-se dizer que Deus dá a roupa consoante o frio…

E a minha horta dá beterrabas consoante as minhas necessidades 

 

Creme de Cenoura e Beterraba

 

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3 cenouras

1 beterraba

1 curgete

1 cebola

2 batatas

750 ml de água a ferver (ou caldo de vegetais)

Sal q.b.

Azeite q.b.

 

Descascar todos os ingredientes e cortar em pedaços.

Levar ao lume numa panela com azeite no fundo e ir mexendo para não pegar. Temperar de sal e adicionar a água a ferver. Tapar e deixar cozer por 20 minutos.

Passar com a varinha mágica e servir polvilhado com Za’hatar*.

  

* Za’atar caseiro

4 colheres de sopa de sementes de sésamo

1 colher de sopa de tomilho seco

Sal fino aromatizado com raspa de limão

Tostar as sementes de sésamo numa frigideira, com cuidado para não queimarem. Depois de frias misturam-se num almofariz com as folhas secas de tomilho e o sal aromatizado com raspa de limão. Esmaga-se com o pilão de modo a ficar um pó solto mas com algumas sementes de sésamo visíveis.

 

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Sexta-feira, 12 de Junho de 2015

que gelado!

 

Ora aqui está um gelado bem fácil de fazer e visto que para comer gelado não precisa de estar calor (que não está!), aproveitem que ainda estamos na época das cerejas (estão cada vez mais gradas e doces)!

Se preferirem, podem fazer com morangos que também andam docinhos.

  

Gelado de Cerejas

 

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200 grs de queijo Quark

150 grs de iogurte grego

Mel q.b.

12 cerejas descaroçadas

 

No copo da varinha mágica bate-se o queijo com o iogurte e o mel.

Pôr metade deste creme nos copos de gelado e por cima uma cereja.

Ao restante creme juntam-se as restante oito cerejas e tritura-se com a varinha mágica.

Deita-se esta mistura sobre o creme anterior.

Levar ao congelador por quatro horas e servir.

 

Nota: deu quatro gelados; para retirar de dentro do copo de gelado basta passar por água corrente

 

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Quinta-feira, 11 de Junho de 2015

mais uma salada

 

Estamos no limbo no que às temperaturas diz respeito.

Tanto pode estar um dia em que quase não se pode respirar, abafado e com temperaturas altíssimas como no dia a seguir pode estar encoberto, temperaturas baixas e a ameaçar chuva durante todo o dia.

É o que há…

 

Salada de Bacalhau com Grão

 

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1 posta alta de bacalhau

6 batatas

1 mão-cheia de grão-de-bico

2 ovos

1 cebola

Azeite q.b.

Salsa picada

 

Cozer a posta de bacalhau, as batatas com a pele e os ovos.

Escorrer e retirar pele e espinhas ao bacalhau e separar em lascas, retirar a pele às batatas e a casca aos ovos.

Fazer uma cebolada com a cebola cortada em meias luas no azeite até estar dourada.

Cortar as batatas em rodelas.

Pôr batatas no fundo de uma taça ou pyrex e por cima as lascas do bacalhau, o grão e a cebolada. Polvilhar com salsa picada e enfeitar com os ovos cortados em quartos.

Servir quente ou frio.

 

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Terça-feira, 9 de Junho de 2015

Faz Hoje

 

Nove anos / Nueve años / Nou anys / Nine years / Neuf années / Nove anni / Novem annis / 9 Jahre / Εννέα χρόνια / Negen jaar / 9年 / Девять лет / Dokuz yil / נייַן יאָרן / e iwa nga tau / نه سال / chín năm / deviņus gadus

Nove Anos!

 

(Estas panquecas são para aqueles dias em que precisamos urgentemente de um pequeno-almoço de luxo!)

 

Panquecas de Iogurte Grego

 

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½ copo de farinha com fermento

½ copo de farinha integral

1 colher de chá de fermento em pó

1 colher de sopa de açúcar

1 pitada de sal

1 ovo grande

2 colheres de sopa de manteiga derretida ou óleo de girassol

½ colher de sopa de extracto de baunilha

½ copo de iogurte grego natural

½ copo de leite (de vaca, coco, aveia, amêndoa, qualquer um serve)

Açúcar em pó q.b.

 

Numa taça juntam-se os ingredientes secos.

Noutra taça bate-se o ovo, a manteiga derretida ou óleo, a baunilha e o iogurte. Adiciona-se o leite e mexe-se. Deita-se esta mistura nos ingredientes secos e envolve-se sem bater.

Aquecer uma frigideira antiaderente untada com óleo e deitar com uma concha massa suficiente par fazer uma panqueca. Com o lume baixo deixar cozer por dois ou três minutos e virar deixando acabar de cozer por mais dois minutos. Verificar o lume se está forte demais, devem ficar douradas.

Servir com fruta fresca polvilhado com açúcar em pó.

 

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Segunda-feira, 8 de Junho de 2015

de volta

 

Diz que está calor!

  

Água Fresca

 

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500 ml de água

1 ramo de limonete (lúcia-lima)

Morangos, cerejas, mirtilos, amoras q.b.

Gelo

 

Fazer como está na foto. Saborear. 

 

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Sexta-feira, 29 de Maio de 2015

minimalismo

 

Palavras para quê?

 

Mousse de Abacate

 

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1 abacate grande, maduro

1 banana madura

Mel q.b.

 

Triturar todos os ingredientes com a varinha mágica.

Servir.

 

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Quinta-feira, 28 de Maio de 2015

colorida

 

Uma salada para os dias que já pedem frescura e pouco tempo na cozinha.

Fica bonita se for feita numa taça de vidro, conseguem ver-se as camadas. Só me lembrei disso depois de comer, é a história da minha vida… 

 

Salada em Camadas

 

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Mistura de alfaces

3 batatas cozidas com a pele, frias

Feijão verde cozido, frio

1 tomate maduro

Azeitonas

Ovo cozido

Atum em conserva desfiado

Azeite e vinagre q.b.

 

 

Numa taça põe-se a alface em pedacinhos, bem escorrida. Pode ser usada uma embalagem das pré-lavadas. Usei a da horta.

Retira-se a pele às batatas e cortam-se em cubos. Põem-se sobre a alface. Espalha-se também as vagens cozidas e o tomate cortado em cubos. Por cima o ovo cozido bem picado e as azeitonas. A última camada é de atum desfiado mas sem estar esfarelado.

Tempera-se com uma mistura de azeite e vinagre e serve-se frio.

 

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Terça-feira, 26 de Maio de 2015

ingredientes menos comuns

 

Hoje em dia é fácil ter acesso a alguns ingredientes que ainda há bem poucos anos não fazíamos ideia do que eram e para que serviam (e algumas pessoas nem hoje sabem!).

Com a facilidade da internet, dos programas de culinária nas televisões por cabo e até das viagens, alguns ingredientes passaram rapidamente a fazer parte do nosso dia-a-dia.

O molho de soja é um deles. E outros de cariz asiático como o óleo de sésamo, o molho de ostras, e o molho de peixe. Todos entram nesta receita e são eles, apesar de entrarem em pequenas quantidades, que transformam um ‘monte de hortaliças’ num prato de sabor invulgar.

Para quem tem dificuldade em encontrá-los, a maioria existe à venda esporadicamente no Lidl e também em hipermercadoscomo o Jumbo. Podem parecer carotes mas se pensarmos que a sua utilização se resume a uma ou duas colheres de sopa por receita, valem o custo pois rendem bastante.

  

Mistura de Vegetais com Molho Asiático

 

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1 cebola

8 cogumelos

1 couve bok choy (ou meia couve chinesa)

1 cenoura

¼ de pimento vermelho

½ alho francês

1 pedaço de gengibre

1 colher de sopa de óleo de sésamo

1 colher de sopa de óleo de girassol

2 colheres de sopa de molho de soja

 

Molho:

1 colher de sopa de óleo de sésamo

2 colher de sopa de molho de soja

1 colher de sopa de molho de ostras

1 colher de sopa de molho de peixe

 

Cortar a cebola em meias luas e os restantes ingredientes (os cogumelos, o alho francês, o pimento, a cenoura e o gengibre) em fatias finas e a couve em quartos.

Aquecer no wok ou frigideira larga os óleos de sésamo e de girassol. Alourar a cebola e juntar o gengibre, restantes vegetais e molho de soja. Deixar cozinhar por uns cinco minutos (não é para ficar cozido demais)

Numa taça misturar os ingredientes para o molho. Deitar sobre os vegetais e mexer, deixar apurar mais uns dois minutos.

Servir com arroz basmati.

 

Nota: em tempos falei de alguns destes ingredientes menos conhecidos, aqui.

 

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Segunda-feira, 25 de Maio de 2015

a tostar

 

Para ser a verdadeira ‘tosta mística’ só falta os cogumelos serem ‘alucinaeugénios’ 

 

Tostas Grelhadas com Cogumelos

 

IMG_4315.JPG

  

10 cogumelos

1 colher de sopa de azeite

1 pitada de orégãos

4 fatias de pão rústico

4 fatias de queijo

Manteiga q.b.

 

Fatiar os cogumelos e saltear no azeite por uns cinco minutos. Temperar com sal e orégãos.

Dividir os cogumelos sobre duas fatias de pão, por cima põem-se as fatias de queijo (ou queijo ralado) e cobre-se com as restantes fatias de pão. Barra-se o topo do pão com manteiga e leva-se à máquina de fazer tostas mistas até estar com o queijo derretido.

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Sexta-feira, 22 de Maio de 2015

perfeito para o fim-de-semana

 

Quase a acabar a ‘sézon’ dos morangos, ainda deu para mais uma sobremesa daquelas que se faz enquanto o diabo esfrega um olho.

Os palitos de Champanhe, também conhecidos por palitos La Reine, são excelentes para preparar sobremesas em camadas.

Aqui está uma versão muito fácil (mas mesmo muito).

Experimentem, não se vão arrepender.

 

Parfait de Morangos e Palitos Champanhe

 

18426205_EocfF.PNG

 

20 morangos grandes bem maduros

½ cálice de vinho do Porto

1 colher de sopa de mel

1 embalagem de queijo Quark (250 grs)

Mel q.b.

10 palitos de champanhe

1 chávena de café sem açúcar

 

Cortar metade dos morangos em pedacinhos, temperar com uma colher de mel e o vinho do Porto e reservar.

Triturar os restantes com o queijo Quark e o mel a gosto até ficar um puré sedoso.

Passar os palitos, cortados em metades ou terços, pelo café e colocar em camadas nas taças:

Uma camada de palitos, uma de creme de queijo e outra de morangos em pedacinhos. Repetir.

Esta quantidade deu para 4 taças.

 

 

 

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Destaques

Olha o Sapo a destacar-me com esta receita!!!!!

Obrigada 

 

  • BELITA, A RAINHA DOS COURATOS

    choc...

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Quinta-feira, 21 de Maio de 2015

mais um empadao

 

Este é um prato que se faz de seguida ou por partes. Este foi feito de seguida. O coelho na panela de pressão não dá trabalho nenhum, faz-se quase sozinho 

Depois é esperar que arrefeça um pouco para desfiar e preparar um puré, que até pode ser instantâneo (não neste caso) e levar ao forno só para alourar.

Excelente para uma manhã de domingo, entre isto e sobremesa, é um bom programa.

 

Empadão de Coelho

 

coelho.png

 

1 coelho inteiro, pequeno

1 cebola picada

2 dentes de alho picados

4 tomates picados, sem pele

1 ramo de carqueja

1 ramo de tomilho

1 colher de chá de piripiri

½ copo de água

½ copo de vinho branco

Sal q.b.

Azeite q.b.

 

Puré de batata q.b.

1 gema de ovo

 

Colocar os ingredientes para o coelho na panela de pressão, fechar e levar ao lume. Quando começar a ferver, baixa-se o lume e deixa-se cozer por 45 minutos.

Deixar arrefecer e quando estiver morno, desfiar o coelho, retirando todos os ossos. Como cozeu bastante tempo, desfia-se quase ao toque. Com uma escumadeira retirar a parte grossa do molho (pedaços de tomate e cebola picada) e reservar.

Num tabuleiro espalha-se metade do puré de batata. Por cima põe-se o coelho desfiado e a parte que se reservou do molho. Cobre-se com o restante puré e pincela-se com uma gema de ovo batida.

Vai ao forno até alourar, cerca de 20 minutos.

Serve-se com salada, espargos grelhados, legumes cozidos, o que apetecer.

 

Nota: O coelho pode fazer-se na véspera, enquanto se prepara o jantar

 

 

 

 

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Quarta-feira, 20 de Maio de 2015

perishable thoughts...

 

Até há relativamente pouco tempo não existiam palavras que agora fazem parte do nosso dia-a-dia. Por exemplo clicar, Bimby, Iphone, etc.

Outras, já existiam mas se calhar nunca as tínhamos ouvido, como Umami.

Todos conhecemos os cinco sentidos: audição, visão, tacto, olfacto e paladar. E no que nos interessa agora, o paladar, há quatro gostos, que são comummente conhecidos: o doce, o amargo, o ácido e o salgado.

E o umami! O quinto gosto.

Confesso que até há pouco tempo não conhecia nem esta palavra nem o seu significado. O umami é um dos sabores que as nossas papilas gustativas reconhecem. Foi identificado em 1908 por um cientista japonês (Kikunae Ikeda).

“O Umami possui um gosto residual suave mas duradouro, difícil de descrever. Ele induz a salivação e uma sensação aveludada na língua; pode estimular a garganta, o palato e a parte de trás da boca (Yamaguchi, 1998).”

Embora muitos ingredientes sejam ricos em umami, a conjugação deles é que torna os pratos mais saborosos, um dos exemplos é o esparguete à bolonhesa, por ter tomate, carne e queijo parmesão, todos riquíssimos em umami por si só mas quando combinados resultam num gosto ainda mais acentuado.

Como se costuma dizer, gostos não se discutem e na minha humilde opinião, são muito difíceis de explicar. Além de que, para um gosto básico, é estranho que o umami tenha que ser explicado recorrendo à neurociência e pesquisa em laboratório ao passo que os restantes (doce, amargo, ácido e salgado) são claros como água para qualquer um de nós.

Mas vou estar mais atenta a ver se encontro o umami nas coisas que como.

E vocês, já tinham ouvido falar?

 

Umami - O 5º gosto

 

IMG_13092-2yeiv15zne0fas5eh0q51c.jpg

foto retirada daqui

 

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Terça-feira, 19 de Maio de 2015

Ui!

 

A primeira vez que comi salmão sem ser à posta, grelhado, foi há cerca de um mês… pois, nem eu sei debaixo de que pedra é que andava mas é assim, só há um mês comi pela primeira vez salmão feito de outra maneira.

E gostei tanto que tive que experimentar em casa uma coisa parecida. Ficou mesmo bom e parece-me que brevemente haverá mais variações.

‘Me aguardem!’

 

Salmão assado com aneto

 

IMG_4273.JPG

 

2 tranches de salmão

1 colher de sopa de azeite

Raspa e sumo de meio limão

Sal e pimenta preta moída de fresco

Aneto (endro) picado

 

Numa tacinha misturar o azeite com o sumo e raspa de limão, o sal e pimenta e o aneto picado. Deitar esta mistura sobre as tranches de salmão e deixar marinar por uma hora.

Levar ao forno quente por cerca de 15 minutos.

Servir com medalhões de vegetais e com couve salteada, ou espargos ou uma salada.

 

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Segunda-feira, 18 de Maio de 2015

experiências

 

Aqui há uns tempos comi uns medalhões de vegetais que estavam mesmo bons. Mas que sabiam muito a natas e manteiga… o que em termos de sabor é excelente mas em termos de, digamos, calorias, já não é lá assim tão bom…

Decidi experimentar em casa e reduzir as gorduras para ver se mesmo assim ficavam bem. E não é que ficaram???

  

Medalhões de Vegetais

 

IMG_4293.JPG

 

3 batatas

1 alho francês (apenas a parte branca)

100 grs de brócolos

100 grs de couve-flor

1 dente de alho

Sal q.b.

1 ovo

3 colheres de sopa de natas

 

Cozer as batatas descascadas e cortadas em cubos com o alho francês em rodelas, os brócolos, a couve-flor e o dente de alho em água temperada com sal.

Quando estiverem cozidos escorrer e esmagar deixando alguns bocados ainda inteiros (não é para ficar puré).

Misturar o ovo e as natas e mexer.

Deitar esta mistura em formas de queque bem untadas. Encher até 1/3 das formas.

Levar ao forno por 20 a 25 minutos até estar ligeiramente dourado.

 

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Sexta-feira, 15 de Maio de 2015

para acabar em beleza...

 

Para acabar a época das laranjas que já estão a ficar secas e também para dar lugar aos frutos que por agora aparecem e de tantas variedades que nem sabemos quais escolher (sei sim, são cerejas!!!), aqui fica um singelo mas delicioso bolo de laranja.

Para o ano há mais.

 

Bolo de Laranja

 

IMG_20150503_141130.jpg

 

 

Bolo:

5 ovos (separar gemas das claras)

100 grs de margarina (usei Becel Cozinha)

1 copo de açúcar

2 copos de farinha

2 colheres de chá de fermento em pó

Sumo e raspa de uma laranja

 

Calda:

Sumo de uma laranja

2 colheres de sopa de açúcar

 

No micro-ondas derrete-se a margarina juntamente com a raspa da laranja.

Batem-se as gemas com o açúcar até ficar um creme esbranquiçado e com o triplo do volume.

Junta-se a farinha com o fermento alternadamente com a margarina e a raspa.

Finalmente adicionam-se as claras batidas em  castelo.

Deita-se a massa numa forma com buraco untada e leva-se a cozer em forno médio por cerca de 45 minutos (depende do forno, verificar com um palito).

Retirar do forno e desenformar sobre uma rede para arrefecer.

Numa taça dissolve-se o açúcar com o sumo de laranja e leva-se ao micro-ondas por um minuto.

Deita-se esta calda sobre o bolo.

 

Nota: a receita veio daqui.

 

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Quinta-feira, 14 de Maio de 2015

almoços portáteis #12

 

Como é que, tendo sempre tantos limões, ainda me dá para fazer limão em conserva? Pois, nem sei explicar. O que é certo é que uns não têm nada a ver com os outros, em termos de sabor.

Se por acaso tiverem alguns limões à mão, nem que seja só três ou quatro, experimentem fazer esta conserva que nem sequer implica usar o fogão. É só lavar e cortar os limões (pode ser em rodelas, quartos, metades, etc.) e pôr num frasco com sal, muito sal e sumo de mais limão. Deixa-se estar sossegadito (ou vai-se abanando de vez em quando) e ao fim de três semanas já se pode ir usando.

Vale a pena! Eu uso quer o limão (apenas a casca, normalmente deito fora a polpa) quer o líquido da salmoura para temperar carne ou peixe. Fica mesmo saboroso, diferente.

Não tendo, podem temperar estes bifes com raspa e sumo de limão, como de costume.

 

Bife de peru grelhado

 

IMG_4216.JPG

 

2 bifes de peru

1 malagueta

¼ de limão em conserva (ou sumo e raspa de um limão)

1 colher de chá do líquido da conserva (ou 1 colher de chá de sal)

 

Temperar os bifes de peru com o limão em conserva e a salmoura (ou com raspa e sumo de um limão e sal).

Deixar apurar por uma ou duas horas.

Grelhar no grelhador ou numa frigideira sem gordura.

Servir com molho de iogurte e hortelã, acompanhado de arroz de açafrão, beterraba e couve frita. Ou com outra coisa qualquer…

 

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Quarta-feira, 13 de Maio de 2015

a tempo...

 

Estes quase não tinham registo fotográfico, ficaram tão bons que quando se deu por ela já estavam no fim…

 

Filetes de Pescada no forno

 

20141212_205120.jpg

 

3 dentes de alho picados

Azeite q.b.

Batatas cortadas em rodelas finas

Filetes de pescada (ou outro peixe)

Mistura de ervas aromáticas secas (por ex: ervas de Provença)

Orégãos

Sal

 

Num tacho com água temperada com sal cozem-se as batatas cortadas em rodelas finas, mas com a casca. Ao fim de oito minutos de fervura escorrer.

Num tabuleiro refractário espalhar os dentes de alho picados. Por cima as rodelas de batata, os filetes e polvilha-se com sal, com a mistura de ervas aromáticas e com os orégãos. Regar com um fio de azeite e levar ao  forno até os filetes estarem cozidos, 20 a 25 minutos.

 

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Segunda-feira, 11 de Maio de 2015

an apple e coiso...

 

Ó pá, isto é tão bom que nem sei!!!

Para começar, maçãs. Os ingleses bem têm razão: ‘an apple a day keeps the doctor away’ ou seja: uma maçã por dia mantém o médico afastado. (quer-se dizer, por cá quem mantém o médico afastado é mesmo o SNS mas enfim…)

Mas pronto, maçãs, como pelo menos uma por dia apenas por uma razão muito simples: são a minha fruta favorita.

E se vier assim bem acompanhada, então nem se fala!

 

Maçãs com Creme de Iogurte

 

untitled.PNG

 

100 ml de iogurte natural (usei grego)

1 colher de sopa de manteiga de amêndoa (ou de amendoim)

1 colher de sopa de mel

1 maçã

 

Misturar o iogurte com a manteiga de amêndoa e o mel até ficar um creme macio.

Cortar uma maçã em fatias finas e servir com este creme.

 

Nota: a inspiração veio daqui

  

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Sexta-feira, 8 de Maio de 2015

choc...

 

Gosto de chocolate, muito! Mas o bolo de chocolate não é o meu favorito de todos, não.

Qualquer bolo de maçã passa à frente do mais vistoso bolo de chocolate… mas, como dizia o Rei quando ía dar umas voltinhas ao convento de Odivelas: ‘nem sempre galinha, nem sempre rainha’…

 

Bolo de Chocolate

 

IMG_4282.JPG

 

2 copos de açúcar

1 ¾ copos de farinha

¾ copo de cacau em pó

1 pitada de sal

1 ½ colheres de sobremesa de fermento em pó

1 ½ colheres de sobremesa de bicarbonato de sódio

2 ovos

1 copo de leite

¼ de copo de óleo de girassol

1 colher de chá de baunilha

½ copo de café forte e bem quente (fiz instantâneo)

 

250 grs de queijo-creme (tipo Philadelphia)

Mel ou açúcar a gosto

Açúcar em pó

Framboesas

 

Aquecer o forno a 175ºC. Untar duas formas redondas com 20 cm de diâmetro, sem buraco. 

Numa taça grande misturar o açúcar, a farinha, o cacau, o sal, o fermento e o bicarbonato de sódio. Adicionar os ovos, o leite, o óleo e a baunilha e mexer bem. Juntar o café bem quente e envolver. A massa fica líquida mas é mesmo assim.

Deitar nas formas untadas e levar ao forno por cerca de 25 a 35 minutos (verificar com um palito pois depende de cada forno).

Retirar do forno e deixar arrefecer por dez minutos na forma. Desenformar sobre uma rede e deixar arrefecer completamente.

Bater o queijo-creme com o mel até estar cremoso e liso e pôr sobre um dos bolos. Cobrir com o outro bolo e polvilhar com açúcar em pó. Enfeitar com framboesas.

 

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Quinta-feira, 7 de Maio de 2015

outros sabores

 

Mais uma receita que não tem muito de original mas que acaba por ter um sabor diferente do sempiterno sabor a alho&limão!

 

Febras com Mostarda

 

febras.png

 

4 febras de porco

Sumo de uma laranja

1 colher de sopa de mostarda à antiga

Sal q.b.

2 colheres de sopa de azeite

 

 

Temperar as febras com sumo de laranja, mostarda e sal. Deixar repousar por uma hora.

Aquecer o azeite numa sertã e fritar as febras até estarem bem cozidas e douradas, uns cinco minutos de cada lado.

Servir com uma salada.

 

Nota: mostarda à antiga é a que tem os grãos de mostarda misturados

 

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Terça-feira, 5 de Maio de 2015

bolsas...

 

Uma boa opção para aqueles filetes de pescada que não queremos fritar. Fica muito bom e, confessem, as batatas assim em forminhas de queque fazem um vistaço! (e ficam muito melhor do que batatas fritas).

 

Filetes em Bolsa com Batatas em Rodelas

 

IMG_4147.JPG

 

Para as batatas:

4 batatas

1 dente de alho ralado

Sal e pimenta q.b.

Azeite

 

Para os filetes:

2 filetes de pescada

1 dente de alho

2 colheres de chá de mostarda em grão

Sal e pimenta q.b.

Azeite

 

Aquecer o forno.

Lavar bem as batatas e cortar em rodelas bem finas com a pele. Ralar um dente de alho grande ou dois pequenos e com as mãos envolver nas batatas juntamente com o sal e pimenta ou outro tempero a gosto (ervas aromáticas) e um fio de azeite. Misturar bem e dividir por seis formas de queque previamente untadas com azeite.

Levar as batatas ao forno enquanto se preparam os filetes.

Estender um pedaço de papel de alumínio na bancada. No sítio onde se vai pôr o filete esfregar o dente de alho no alumínio e por cima espalhar uma colher de mostarda. Pôr o filete sobre a mostarda, esfregar com o dente de alho, temperar com sal e pimenta e um fio de azeite. Fechar bem o alumínio de forma a fazer uma bolsa estanque, para não sair o vapor. Fazer o mesmo para o outro filete.

Cerca de meia hora depois de as batatas estarem no forno, pôr as bolsas com os filetes também no forno.

Deixar por cerca de 20 minutos e depois retirar e servir com uma salada de agriões e rúcula ou alface.

 

Nota: parece mais trabalhoso do que na realidade é e combina muito bem

 

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Segunda-feira, 4 de Maio de 2015

espiralizar... por aí...

 

Com a novidade dos espiralizadores, de que já falei aqui, aproveitei para experimentar fazer ‘esparguete de curgete’ (se calhar podemos chamar-lhe espargete?!!?!).

Como não tenho aquela máquina toda xpto, usei a minha modesta alfaia e lá fiz os fios de curgete. Depois foi só saltear uns minutos e ficou pronto.

Mesmo bom e apesar de já ter feito inúmeras vezes curgete salteada às rodelas, o corte faz a diferença, o sabor não é mesmo o mesmo! 

 

‘Esparguete’ de Curgete

 

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1 curgete

1 dente de alho

2 colheres de sopa de azeite

Sal e pimenta q.b.

 

Cortar a curgete em tiras muito finas como o esparguete.

Alourar o alho picado no azeite, juntar a curgete e saltear por dois ou três minutos. Tempera com sal e pimenta preta moída na altura.

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Quinta-feira, 30 de Abril de 2015

maçã&caramelo

 

É necessário uma sobremesa rápida, fácil e vá… com coisas à mão?

Cá está ela, que não vos falte. (e não, não tem lá grande ar mas ficou muito bom!)

 

Meias luas de maçã e creme caramelo

 

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1 embalagem de massa fina para doces e salgados

2 maçãs cozidas

Creme caramelo

Leite q.b.

 

No meio de cada rodela de massa põe-se uma colher de sopa de maçã cozida esmagada e uma colher de chá de creme caramelo.

Fecha-se a rodela de massa em feitio de meia lua unindo bem as pontas e pincela-se com leite.

Levar a forno bem quente por cerca de 20 minutos, até estarem douradinhos.

 

Notas:

  • comprei a massa fina no supermercado, é da marca Buitoni e está na secção dos congelados;
  • pode-se substituir o creme caramelo por leite condensado cozido;
  • as maçãs foram cozidas com canela e açúcar amarelo e esmagadas para formar um puré grosseiro;

 

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Quarta-feira, 29 de Abril de 2015

perishable thoughts...

 

O tamarilho (Solanum betaceum) também conhecido como tomate-de-árvore, é uma planta originária dos Andes e do Peru. É da família dos tomates, beringelas e até dos pimentos chilli.

O fruto tem uma casca vermelha e é muito bonito à vista mas nem sempre o sabor está a condizer  se não estiverem bem madurinhos podem ser uma decepção pois tendem a ser muito amargos.

É um fruto muito rico em fibras e pobre em calorias – 100 grs de fruta têm apenas 31 calorias - o que me parece muito bem! Também é uma fonte de antioxidantes e vitaminas A, B6, C e E.

É rico em potássio, que ajuda a controlar a pressão arterial e tem também pequenas quantidades de minerais como o cobre, o magnésio, fósforo, zinco e ferro.

Na zona onde vivo vejo árvores deste fruto em muitos quintais pelo que provavelmente não é difícil de cuidar. Costumo comprá-los na praça, na senhora que me vende as cebolas, e são baratinhos, costumam ser a menos de um euro o quilo. Nunca os vi à venda em supermercados.

 

Tamarilho

 

IMG_4269.JPG

 

Normalmente como-os em salada de frutas ou assim, ao natural, retirando a polpa com uma colher (a pele é bastante amarga). Ainda não me aventurei em compotas ou outras iguarias mas em breve vou experimentar nos sumos matinais.

Já conheciam?

 

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Terça-feira, 28 de Abril de 2015

negrito

 

Aqui há uns tempos comprei um pacote de esparguete negro (é feito com tinta de choco).

Como imaginei que já tivesse um certo sabor a peixe, decidi juntar-lhe camarões e só digo que ficou muito bom.

 

Esparguete Negro com Camarões

 

IMG_4154.JPG

 

250 grs de esparguete negro

200 grs de camarões descascados (usei congelados)

2 dentes de alho palitados

1 colher de chá de piripiri ou azeite picante

1 mão cheia de rúcula

1 raminho de coentros

Azeite q.b.

 

Cozer o esparguete conforme instruções na embalagem.

Numa frigideira alourar os dentes de alho no azeite. Juntar os camarões, os coentros e o piripiri e mexer, fritando até os camarões estarem rosados.

Adicionar o esparguete escorrido com um pouquinho da água de cozer e a rúcula. Envolver bem. A rúcula vai ficar amolecida com o calor mas é mesmo assim.

Servir de imediato com pão estaladiço.

 

Nota: a rúcula pode ser substituída por espinafres

 

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Segunda-feira, 27 de Abril de 2015

de cada dia...

 

Foi dos melhores pães que fiz e apesar de demorar um pouco entre a preparação e cozedura é bastante fácil de fazer.

A opinião foi unânime, quem estava adorou e pediu para repetir. Um dia destes 

A receita veio do Minimalist Baker.

 

Pão de Mistura

 

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1 e 1/2 copos de água morna

1 pacote de fermento granulado (ou duas colheres de chá)

1 colher de chá de mel

1 colher de chá de sal (ou um pouco menos)

1 colher de sopa de sementes de linhaça moídas

2 copos de farinha integral

1 e ¾ copos de farinha sem fermento

2 colheres de sopa de sementes de girassol

2 colheres de sopa de flocos de aveia

 

Numa bacia misturar a água morna com o fermento, o mel, o sal, as sementes de linhaça moídas e as farinhas e mexe-se com uma colher até envolver tudo ou com as mãos se necessário. Levantar a bola de massa e untar a bacia com um pouco de óleo. Voltar a pôr a massa na bacia e tapar com um pano da louça limpo. Deixar repousar por duas horas à temperatura ambiente e mais duas horas no frigorífico.

Retirar do frigorífico e fazer um buraco na massa onde se põem as sementes de girassol e a aveia. Polvilhar a bancada com farinha e pôr lá a massa que se deve amassar umas vinte vezes. Não deve estar a pegar às mãos. Molda-se um pão e põe-se num tabuleiro forrado com papel de ir ao forno. Polvilha-se com um pouco de farinha e deixa-se estar em repouso, a levedar, por mais uns 45 a 60 minutos. Com uma faca fazem-se dois ou três cortes na massa. Pôr o tabuleiro no forno na prateleira do meio.

Na prateleira de baixo deve estar uma forma onde se verte um copo de água a ferver que vai largar vapor. Fecha-se a porta do forno e deixa-se cozer o pão por cerca de 20 a 25 minutos.

Retirar do tabuleiro e pôr numa rede para arrefecer.

 

Nota: a água a ferver para criar vapor ajuda a criar uma crosta mais rija no pão

 

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Quinta-feira, 23 de Abril de 2015

e é isto...

 

Em tempos fiquei alojada num hotel onde, ao fazer o check-in, oferecem um biscoito de pepitas de chocolate, morno, enorme, que é das melhores coisinhas que já me deram num hotel!

Eu sei que é estranho isto que vou dizer e acreditem, tenho muitos outros interesses na vida, mas de vez em quando lembrava-me do tal biscoito e só me apetecia ir registar num hotel dessa cadeia só para me darem outro (sim, ando a tomar a medicação direitinha mas o que é que querem?).

No outro dia fez-se luz, atirei-me ao santo Google a pesquisar e pasmem: há na net a receita do biscoito! Ou uma parecida, não quero saber.

Daí a experimentar foi um tirinho e não sendo exactamente igual (a emoção de se estar em lazer, num hotel, acrescenta mais à experiência do que estar apenas na minha cozinha) está muito perto e além disso está ali, à mão, e o do hotel, não.

Dou-vos duas alternativas: ou fazem esta receita, ou vão a correr registar-se no hotel para terem direito a um bolinho morno mal entram na recepção para fazer check-in!

 

Biscoitos de Pepitas de Chocolate ‘Double Tree

 

IMG_4222.JPG

 

½ copo de flocos de aveia

2 e ¼ copos de farinha

1 e ½ colheres de chá de bicarbonato de soda

1 pitada de sal

¼ de colher de chá de canela em pó

175 grs de manteiga amolecida

¾ de copo de açúcar granulado

¾ de copo de açúcar amarelo

1 e ½ colheres de chá de extracto de baunilha

½ colher de chá de sumo de limão

2 ovos

2 copos de pepitas de chocolate

1 copo de nozes picadas

 

Triturar os flocos de aveia num moinho ou robot de cozinha. Misturar com a farinha, bicarbonato, sal e canela numa taça.

Noutra taça bater a manteiga com os dois açúcares, a baunilha e o sumo de limão. Pode ser com a batedeira ou à mão. Juntar os ovos e mexer até estarem bem incorporados. Adicionar a mistura da farinha e de seguida as pepitas de chocolate e as nozes.

(Pode-se reservar a massa no frigorífico de um dia para o outro, ao que parece fica melhor mas eu fiz os biscoitos de seguida).

Moldar os biscoitos (fazer cada um com duas colheres de sopa bem cheias da massa) e pôr em tabuleiros forrados com papel de ir ao forno. Não deve ficar muito próximos pois crescem um pedaço. Pus oito em cada tabuleiro.

Cozem por cerca de 16 a 18 minutos. Retirar do forno, deixar dois ou três minutos no tabuleiro e retirar para uma rede para acabarem de arrefecer (mas são muito bons ainda mornos!).

 

Nota: enquanto o primeiro tabuleiro estava no forno, arranjei um segundo tabuleiro com biscoitos e levei ao congelador enquanto os primeiros coziam. Fiz o mesmo para o terceiro tabuleiro.

 

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Quarta-feira, 22 de Abril de 2015

perishable thoughts...

 

Tenho um limoeiro que dá mais do que a conta… Do estilo quando entro no trabalho, com um saco na mão, os meus colegas escondem-se debaixo das secretárias a pensar: espero que ela não traga MAIS limões!!! Do estilo podia gastar limões todos os dias que mesmo assim teria sempre limões para gastar. Estão a ver o estilo?

Pronto, para não martirizar mais as pessoas com ofertas de limões, comecei mesmo a gastar limões todos os dias. Uma amiga disse-me que bebia sempre um copo de água morna com sumo de limão em jejum e que isso era muito bom e fazia bem ao corpo em geral. Fui pesquisar e parece que sim, que é uma excelente maneira de começar o dia: em jejum, beber um copo com água morna e sumo de meio limão. Os benefícios são muitos mas podemos apontar os mais importantes, que são os seguintes:

  • Estimula o funcionamento do fígado, fazendo com que deite fora as toxinas que por lá andam;
  • Ajuda a remover o ácido úrico das articulações, evitando assim o aparecimento de inflamações;
  • Ajuda à digestão devido ao ácido cítrico;
  • Devido às propriedades anti-inflamatórias do limão, ajuda a combater infecções ao nível do aparelho respiratório;
  • Ajuda ao funcionamento dos intestinos;
  • Devido à grande quantidade de potássio, ajuda a combater estados de depressão e ansiedade;
  • O seu consumo diário pode ajudar a baixar a pressão sanguínea (óptimo para quem tem tensão alta);
  • A vitamina C do limão ajuda a melhorar o estado da pele, rejuvenescendo-a, quando consumido regularmente;
  • O limão tem bastante fibra, o que dá uma sensação de saciedade pelo que pode também ajudar a perder peso.

 

Água morna com sumo de limão

 

agua.png

  

Por isso, se tiverem limões, experimentem por uma ou duas semanas a ver se notam alguma diferença.

Um copo com água morna, sumo de meio limão, beber em jejum uns 15 a 20 minutos antes de tomar o pequeno-almoço.

 

Nota: os limões sem pesticidas são os melhores

 

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Terça-feira, 21 de Abril de 2015

Uau!

 

Esta salada bem podia chamar-se salada de ‘o que é que há no frigorífico?’.

Porque pode ser feita com sobras (usei sobras de arroz, sobras de grão-de-bico), com quaisquer verduras (usei folhas de beterraba e rúcula da horta mas pode ser com alface, espinafres, etc). Até pode ser com sobras de frango, uma lata de atum e por aí fora. É mesmo ao gosto do freguês.

E num frasco, só porque fica mais bonitinha (e porque o Pinterest é uma grande fonte de inspiração ).

 

Salada em Frasco

 

salada.png

  

Arroz 

Rabanetes

Folhas de beterraba

Rúcula

Coentros

Aipo

Queijo Feta

Grão-de-bico

Sementes de girassol tostadas

Ovo cozido

Sal e pimenta

Molho vinagrete

 

Pôr em camadas num frasco largo.

Temperar com sal e pimenta e o molho vinagrete (fiz com azeite e vinagre e molho de soja).

 

Nota: usei arroz com açafrão das Índias

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Segunda-feira, 20 de Abril de 2015

vai um batido?

 

Muito me agrada!

 

Batido de Morangos e Banana

 

download.png

 

1 mão-cheia de morangos

½ banana

1 colher de sopa de sementes de chia

1 colher de chá de mel

1 copo de leite

 

Bater tudo no liquidificador.

 

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Sexta-feira, 17 de Abril de 2015

bolinho!

 

Já fiz vários Bolos de Cenoura. Mas este até agora foi sem dúvida o melhor.

Pronto... é um bolo... mas além disso leva cenoura, tem vitaminas, faz bem aos olhos, só coisas a favor de experimentarem.

 

Bolo de Cenoura

 

20150405_125449.jpg

 

Para o bolo:

1 e 1/3 de copos de farinha

1 colher de chá de bicarbonato de soda

1 e ½ colheres de canela em pó

1 pitada de noz-moscada

1 pitada de sal

¾ de copo de açúcar granulado

¼ de copo de açúcar amarelo

½ copo de óleo

½ copo de buttermilk (leite com uma colher de chá de vinagre)

2 ovos

1 colher de chá de extracto de baunilha

1 copo de cenouras raladas

½ copo de ananás em calda, escorrido e cortado em pedacinhos

½ copo de coco ralado

½ copo de nozes picadas

½ copo de uvas passas

 

Para a cobertura:

250 grs de queijo-creme

50 grs de manteiga

2 copos de açúcar em pó, peneirado

¼ de copo de buttermilk (leite com uma colher de café de vinagre)

1 colher de chá de extracto de baunilha

 

Aquecer o forno a 180ºC.

Untar a base de duas formas redondas com 20 cms de largura. No fundo untado pôr uma rodela de papel vegetal e untar também.

Numa taça misturar a farinha, bicarbonato, canela, noz-moscada e sal.

Numa taça grande bater o açúcar, o açúcar amarelo, o óleo, o buttermilk e os ovos até ficar um creme liso. Adicionar a mistura da farinha, um pouco de cada vez. A seguir adicionar a cenoura ralada, o ananás, o coco, as nozes e as passas e envolver bem sem mexer demais.

Dividir a massa pelas duas formas e levar ao forno por 25 a 30 minutos (verificar com um palito). Retirar do forno e deixar arrefecer por uns minutos nas formas. Depois virar os bolos para uma rede para arrefecerem completamente.

Na taça da batedeira bater o queijo-creme com a manteiga e o açúcar até ficar liso. Adicionar o buttermilk e o extracto de baunilha e voltar a bater até ficar um creme brilhante.

Pôr um dos bolos num prato de servir. Por cima espalhar metade do creme. Pôr o outro bolo por cima e novamente o restante creme.

Enfeitar com uma cenoura de maçapão (a da foto é mesmo uma cenoura e a rama foi feita com salsa – quem não tem cão…)

 

Nota: a receita veio daqui.

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Quinta-feira, 16 de Abril de 2015

... lá a ver...

 

Esta receita pareceu-me bem por ser feita com cerveja.

E por ser com coelho, por mais politicamente incorrecto que seja, adoro coelho, fui criada a comer coelho, frango, pato, porco e ainda não consegui dar o salto e olhar para eles como animais fofinhos, que também são.

Por isso de vez em quando cozinho coelho, caseiro. Nunca comprei coelho no talho ou no supermercado.

A receita foi adaptada nas quantidades e procedimentos, acho que ficou mais simples.

 

Coelho em Cerveja

 

IMG_4073.JPG

 

½ coelho cortado em pedaços

½ copo de farinha

2 colheres de sopa de azeite

1 cebola grande cortada em meias luas

2 dentes de alho

3 raminhos de tomilho

1 cerveja mini

½ copo de água

1 pitada de sal

Pimenta preta moída q.b.

1 colher de chá de mostarda (daquela que tem grãos)

1 colher de sopa de salsa picada

 

Temperar o coelho com sal e passar por farinha, sacudindo o excesso.

Num tacho largo, alourar o coelho no azeite bem quente até estar dourado e retirar para um prato. No mesmo tacho fritar a cebola (se necessário juntar mais uma colher de sopa de azeite) mexendo para soltar do fundo do tacho pedacinhos que tenham ficado da fritura do coelho. Juntar os dentes de alho e o tomilho e deixar cozinhar até a cebola ter amolecido.

Juntar a cerveja, deixar levantar fervura e adicionar a água. Temperar com sal e pimenta e repôr os pedaços de coelho no tacho, sem sobrepor. Cozinhar por 45 minutos ou mais, até a carne estar tenra. Quando estiver, adicionar a mostarda e mexer. Servir salpicado de salsa com arroz branco ou um puré de batata.

 

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Quarta-feira, 15 de Abril de 2015

perishable thoughts...

 

Quando era miúda a minha mãe criava patos e galinhas (às vezes também perus). Eu adorava os ovos de pata. Correcção: Eu adoro todos os ovos e como os de pata eram ainda maiores do que os de galinha, gostava mais.

Mas sim, adorava e há muito tempo que não os comia.

Na praça onde faço compras há uma senhora que me vende as sementes para a minha horta e aqui há uns tempos, em conversa, disse-me que tinha uma pata. Foi a deixa ideal para lhe pedir que me trouxesse ovos.

A pata apareceu em casa dela num dia de natal há 3 anos. Não sabe de onde veio nem porque se decidiu a ficar em casa dela mas mal apareceu, juntou-se às galinhas e por lá ficou. Chama-se Natalina. E põe ovos 

 

Agora os ovos:

  • São maiores do que os de galinha;
  • Têm perto do dobro do valor nutricional dos ovos de galinha (e também do colesterol… está mal!);
  • Têm mais gorduras Omega 3 do que os ovos de galinha;
  • Têm mais quantidade de vitaminas (A, B12, D e E {têm 6 vezes mais vitamina D});
  • São ricos em selénio e em ferro e outros minerais;
  • Deixam o ph do sangue mais alcalino do que ácido (as células cancerígenas não prosperam em ambientes alcalinos);
  • A sua casca é mais dura e por isso conservam-se mais tempo;
  • Têm uma gema maior (Yey!!!!);
  • Têm mais calorias (Oh não!!!!);
  • São melhores para utilizar em pastelaria (os bolos crescem mais);
  • Sabem bem!

Ovos de Pata e de Galinha

 

 IMG_4209.JPG

 O ovo de pata é o maior.

 

Nota: Atenção a cozinhar (fritar ou cozer) pois se estiverem muito tempo ao lume a sua clara fica a parecer borracha.

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Terça-feira, 14 de Abril de 2015

das revistas

 

Esta receita estava na revista Good Food de março. Estava numa página de publicidade a uma espécie de mistura de manteiga e azeite que nem existe cá à venda (já agora a marca é a Lurpak, para quem quiser saber). Mas parecia mesmo boa e acabei por fazer, substituindo essa mistura por azeite que, diga-se, é o que faço quase sempre que uma receita que não seja doce pede por manteiga. Manias…

Mas gosto tanto de azeite (e o que uso até conheço quem o faz) que prefiro sem dúvida usá-lo na vez de outras gorduras.

Mas não se percam nestes considerandos. Experimentem esta receita porque vale mesmo a pena, é fácil de fazer e é cinco estrelas. Com azeite 

 

Rosti de batata com salmão defumado

 

IMG_4186.JPG

  

2 batatas grandes

40 ml de azeite

1 colher de sopa cheia de farinha

½ colher de chá de sementes de erva-doce (funcho)

Sal e pimenta q.b.

1 colher de chá de vinagre

2 ovos

4 cornichons fatiados

½ cebola roxa cortada em fatias finas

4 colheres de sopa de beterraba cozida, em cubinhos

2 fatias de salmão defumado

Cebolinho picado q.b.

2 colheres de sopa de iogurte grego

Raspa de meio limão

 

Ralar a batata e espremer o excesso de líquido.

Misturar com a farinha, sementes de funco, azeite e temperar com sal e pimenta.

Fritar esta mistura espalmada numa frigideira antiaderente em lume brando por 5 ou 6 minutos, depois vira-se para um prato e volta-se a pôr na frigideira para fritar do outro lado. Deve ficar bem tostado, entre o dourado e o castanho. Reserva-se.

Pôr um tachinho ao lume com água e o vinagre. Quando ferver escalfam-se os ovos por 3 ou 4 minutos. Retiram-se com uma escumadeira e reservam-se.

Dividir o rosti de batata por dois pratos. Por cima pôr uma fatia de salmão. Por cima do salmão, o ovo escalfado. À volta espalham-se as fatias de cornichon, as rodelas de cebola roxa e o cebolinho picado.

Põe-se a beterraba e uma colherada de iogurte grego na beira do prato. Salpica-se tudo com sal e pimenta e raspa de limão.

Serve-se.

 

Notas: pode-se substituir os cornichons por outros picles, a cebola roxa por cebola branca (foi o que fiz) e a beterraba por outra salada. Fica bom na mesma.

  

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Segunda-feira, 13 de Abril de 2015

pela fresca...

 

Gosto de variar os pequenos almoços. São a minha refeição favorita e esforço-me para que seja diferente, diversificada, apelativa e saudável.

Uma taça desta mistura deixa-nos bem ‘cheios’ durante umas horas.

Experimentem e verão que não estou errada.

 

Flocos de aveia amolecidos

 

novo.PNG

 

½ banana bem madura

3 colheres de sopa de flocos de aveia

1 pitada de canela

½ copo de leite

1 colher de chá de mel (opcional)

½ colher de chá de sementes de chia

1 colher de sopa de nozes picadas

1 colher de sopa de arandos (cranberries) picados

 

Esmagar a banana e misturar com os flocos de aveia, a canela e o mel. Juntar o leite e envolver bem. Polvilhar com as sementes de chia e levar ao frigorífico por umas horas (de preferência até à manhã seguinte).

Na hora de servir polvilhar com as nozes e os arandos picados.

 

Nota: pode ser feito com qualquer tipo de leite - de vaca, soja, amêndoas, aveia, arroz, etc

 

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