Não sei se já disse aqui mas tenho uma limeira. Nos primeiros anos depois de plantada nem flores deu, depois os cães partiram-na, depois passaram mais uns anos sem se passar nada a não ser folhas e agora, de há três anos para cá começou a dar. E este ano DEU!!!
Mais limas do que as que se podem gastar, mesmo se fizermos caipirinhas por atacado ![]()
Tarte de Lima com Merengue
200 grs de bolachas Digestive
100 grs de manteiga amolecida
4 ovos
4 colheres de sopa de açúcar
1 lata de leite condensado
½ copo de sumo de lima
Raspa de uma lima
Triturar as bolachas e juntar a manteiga. Deitar esta mistura na base de uma forma de tarte de fundo amovível.
Numa taça batem-se as gemas com o leite condensado e o sumo de lima. Deita-se este creme sobre a base da tarte e vai ao forno por dez minutos.
Entretanto batem-se as claras em castelo, junta-se o açúcar e a raspa da lima.
Retira-se a tarte do forno, espalha-se o merengue por cima e vai novamente ao forno até alourar (outros dez minutos).
Nota: Usei margarina Becel Cozinha em vez da manteiga
Após comprar um quilo de iogurte grego e embora não me importasse de me esconder do resto do pessoal e comê-lo todo à colherada com mel, decidi que o mesmo devia ser usado de várias maneiras.
Esta foi apenas mais uma onde deu perfeitamente para substituir as natas que originalmente entram na confecção desta receita.
Frango com cogumelos e iogurte grego
2 peitos de frango
6 dentes de alho esmagados
Sumo de meio limão
Sal
Azeite q.b.
1 tomate grande pelado e picado
200 grs de cogumelos pequenos cortados em quartos
3 colheres de sopa bem cheias de iogurte grego
1 colher de chá de ervas de Provença
Cortar o frango em tirinhas finas e temperar com os alhos sal e sumo de limão.
Saltear em azeite e juntar o tomate picado e os cogumelos. Deixar apurar e ganhar molho, se necessário juntar um pouquinho de água (pode ser da de cozer a massa).
Juntar o iogurte grego e as ervas e mexer bem sem deixar ferver.
Servir com massa cozida, bem envolvido.
Nota: Os cogumelos podem ser de lata embora os frescos sejam muito mais saborosos
Esta é uma receita que é super rápida de pôr em prática e quando se come parece que estivemos ali horas a batalhar com o fogão para fazer uma coisa tão boa. Não contem às visitas que não dá trabalho nenhum a fazer... ![]()
Tortellinis com molho de salsa
1 embalagem de tortellinis frescos
Água
Sal
1 cebola
4 colheres de sopa de azeite
1 dl de natas
Sal & pimenta
1 raminho de salsa
Cozer os tortellinis em água a ferver temperada com sal.
Escorrer e reservar um pouco da água (cerca de uma concha).
Entretanto salteia-se a cebola bem picadinha em azeite até alourar. Tempera-se com sal e pimenta e junta-se as natas e um pouco da água de cozer a massa, se necessário, para que o molho não fique grosso demais. Mistura-se a salsa bem picada e mexe-se.
Envolvem-se os tortellinis no molho e servem-se bem quentes.
Nota: Existem tortellinis com vários tipos de recheio, escolha o que mais lhe agradar.
Um prato que é fácil de fazer e fica super saboroso.
Bacalhau com Broa e Presunto
2 postas de bacalhau
6 batatas às rodelas
1 ovo
1 cebola
2 dentes de alho
Vinagre
Azeite
1 copo de miolo de broa
2 fatias de presunto
1 dente de alho
1 raminho de salsa
Sal
Pimenta
Cozer o bacalhau. Retirar da água de cozedura e deixar arrefecer.
Nessa água cozem-se as batatas e o ovo.
Quando cozidos, escorrer e reservar.
Entretanto retiram-se as peles e espinhas ao bacalhau e desfia-se em lascas.
Aloura-se a cebola e 2 dentes de alho em azeite. Salpica-se com um esguicho de vinagre.
Numa taça mistura-se o miolo de broa, o presunto picado bem como a salsa e dente de alho picados miudinhos.
Num tabuleiro põem-se as rodelas das batatas, por cima o bacalhau em lascas e o ovo cortado em rodelas. Cobre-se tudo com a mistura de broa e por cima a cebola alourada com o azeite.
Vai a forno bem quente por 20 minutos.
Esta receita foi feita propositadamente para estrear esta forma que me ofereceram no Natal (obrigada Afilhada!).
Andava há bastante tempo à procura de uma forma destas e estava vai não vai para mandar vir ‘de fora’. Faz um efeito muito bonito, não acham? Fiquei mesmo contente com o presente.
Entretanto descobri iogurte grego em embalagens de litro (no Lidl) e além de ser fabuloso para o pequeno almoço, pode bem ser usado para substituir natas em qualquer receita (desde que não sejam para bater) pois é tão ou mais cremoso que as natas.
Tarte de cebola caramelizada
1 base de tarte
2 cebolas grandes
Azeite
200 grs de iogurte grego
75 grs de queijo da Ilha
3 ovos
Sal e pimenta
1 dl de leite
Alourar a cebola em pouquinho azeite até caramelizar, entre dez a quinze minutos, mexendo de vez em quando para não queimar. A cebola ao largar os açúcares que a compõem fica como que caramelizada.
Entretanto faz-se uma massa de tarte (fiz esta receita) ou então estende-se uma massa quebrada de compra.
Numa taça batem-se os ovos com o iogurte, o leite e os temperos a gosto.
Por cima da base da tarte espalha-se a cebola caramelizada e rala-se o queijo por cima da cebola. Deita-se a mistura de ovos, leite e iogurte sobre a tarte. Vai ao forno por 25 a 30 minutos.
Serve-se como prato principal com uma salada ou a acompanhar uma sopa.
Nota: A receita do creme e mesmo a da massa é bastante pelo que deu para fazer mais duas tarteletes que fiz do seguinte modo:
Tarteletes de Atum e Passas
Forram-se as formas com massa, por cima rala-se queijo, põem-se uma passas de uva e sementes de abóbora ou de girassol, uma lata pequena de atum dividida pelas duas tartes e por cima a mistura de iogurte. Coze em forno quente por 20 minutos, até alourar.
Para acompanhar o carapau grelhado, este é o molho que prefiro. A diferença deste para o molho verde é que este leva o colorau, o que lhe dá uma cor com mais ‘salero’!!!
Molho à Espanhola
1 cebola pequena
1 ramo de salsa
1 colher de café de colorau
1 parte de vinagre
3 partes de azeite
Misturar bem todos os ingredientes.
Usar sobre carapau (ou outro peixe) grelhado.
Baseado na receita Mushroom Risotto, do livro How to Eat, da Nigella Lawson.
Este é um dos meus livros de cozinha favoritos. Tem quinhentas e tal páginas e apenas meia dúzia de fotografias. No entanto tem histórias associadas às receitas que são muito interessantes de ler e na sua maioria fazem-nos ter vontade de experimentar aquelas receitas todas. Um dia…
Risotto de Cogumelos
1 cebola picada
1 colher de sopa de manteiga
120 grs de arroz
½ copo de vinho branco
150 grs de cogumelos
750 ml de líquido (água ou caldo de galinha)
sal
salsa picada (opcional)
Saltear os cogumelos numa frigideira, apenas para mingarem.
Alourar a cebola na manteiga. Juntar o arroz, de preferência especial para risotto (usei da marca Caçarola). Adicionar o vinho e deixar evaporar mexendo sempre.
Ir adicionando água o caldo de galinha que deve estar a ferver. Uma boa maneira é ir juntando uma concha de líquido de cada vez e quando esse líquido desaparecer, adicionar mais. Mais ou menos ao fim de dez minutos, juntar os cogumelos e temperar com sal. Continuar a juntar o líquido até o arroz estar no ponto, deve estar ligeiramente duro e o molho bem cremoso.
Servir enfeitado com salsa picada.
Para variar o tempero que costumo pôr nas febras, que por norma é limão, desta vez usei laranja e ficou muito saboroso.
Febras com Laranja
2 febras de porco
Sal q.b.
2 dentes de alho
1 malagueta
½ folha de louro
Sumo de uma laranja grande
Azeite
Pingue
Temperar as febras com o sal, a malagueta picada, os alhos cortados em palitos, a folha de louro e o sumo da laranja. Deixar repousar por uma hora.
Numa frigideira aquece-se o azeite e mistura-se uma colher de sopa de pingue.
Fritam-se as bifanas e a meio junta-se o molho da marinada, deixa-se fervilhar até reduzir um pouco o volume e serve-se com arroz de alho e legumes salteados.
Nem todas as invenções culinárias que passam pelo meu fogão são um sucesso. Algumas são excelentes, muitas são boas, bastantes são medianas e outras parecem autênticos acidentes rodoviários. Esta foi uma delas.
Como gosto bastante de sardinhas enlatadas e já estava cansada de as comer apenas com pão, decidi experimentar numa receita.
O veredicto é que ficou muito enjoativo, muito mesmo, mas acho que foi por ser comido quente porque o que sobrou experimentei depois de frio, saído do frigorífico, e até que não era mau de todo.
Sardinhas de conserva com esparguete e tomatinhos cereja
1 Cebola
Azeite q.b.
1 lata de sardinhas em óleo
Tomates cereja q.b.
4 hastes de cebolinho
Sal
Pimenta
200 grs de esparguete
Cozer o esparguete em água abundante com sal. Escorrer e reservar.
Retirar a pele e espinhas às sardinhas e separar em lascas grandes.
Numa frigideira salteia-se a cebola picada em azeite até alourar, adicionam-se as sardinhas, os tomatinhos e o esparguete cozido e envolve-se bem. Ajustam-se os temperos com sal e pimenta e salpica-se com o cebolinho cortado.
Nota: Usei um bocado do óleo da lata com o azeite para saltear a cebola. Possivelmente também ajudou a que ficasse com um sabor extremamente forte…
Ora, como não podia deixar de ser, a primeira sobremesa que aqui deixo este ano é de MAÇÃ!!!
Crumble de Maçãs e Nozes
4 ou 5 maçãs
1 colher de sopa de açúcar amarelo
Sumo de ½ laranja
100 grs de farinha
50 grs de flocos de aveia
3 colheres de sopa de açúcar amarelo
Raspa de noz-moscada
1 colher de chá de canela em pó
2 colheres de sopa de nozes picadas
60 grs de manteiga
Descascar as maçãs, fatiar em meias luas e pôr numa forma que possa ir ao forno e à mesa. Salpicar com o sumo de laranja e o açúcar e reservar.
Numa taça mistura-se a farinha com os flocos de aveia, o açúcar, a noz-moscada e a canela. Junta-se a manteiga bem fria cortada em quadrados e mistura-se bem com a ponta dos dedos até ficar a parecer migalhas. Juntam-se as nozes picadinhas e mexe-se bem para misturar.
Põe-se esta mistura sobre as maçãs e leva-se ao forno por meia hora, até alourar.
Nos restaurantes em Lisboa era costume haver um prato que se chamava Frango à Passarinho (se calhar ainda há).
Decidi adaptar essa receita com coelho e ficou maravilhosa!
Coelho Frito à Passarinho
½ coelho cortado em bocados pequeninos
1 raminho de carqueja
6 dentes de alho picados
Sal q.b.
1 malagueta picada
½ copo de vinho branco
Azeite para fritar
Misturar todos os ingredientes (excepto o azeite para fritar) numa taça e mexer bem. Deixar repousar por uma hora ou mais.
Aquecer o azeite numa frigideira e fitar os pedacinhos de coelho com a marinada até ficarem bem lourinhos.
Servir com quartos de limão como aperitivo ou com arroz e salada como prato principal.
Nota: o nome à passarinho significa que os bocados são pequeninos
Estes 'pudins' são salgados e acompanham normalmente a carne assada (também conhecida como Sunday Roast) nas mesas do Reino Unido. São servidos no mesmo prato com a restante comida e normalmente enchem-se de molho, devido ao seu formato que parece uma tacinha.
Estes foram servidos juntamente com frango assado e ficaram mesmo bons!
Yorkshire puddings
115 grs de farinha
3 ovos
275 ml de leite
Sal
Óleo q.b.
Numa taça misturar bem os ovos, a farinha e uma pitada de sal.
Adicionar o leite mexendo constantemente para não formar grumos.
Deixar esta massa repousar por uma hora (até 12 horas).
No fundo de dez forminhas de queques põe-se uma colher de sopa de óleo. Pode ser usado um tabuleiro de formas de muffins.
Levam-se as formas com o óleo ao forno bem quente por dez minutos.
Retiram-se do forno e imediatamente se deita a massa nas formas. Levam-se novamente ao forno e deixam-se cozer por cerca de 25 minutos, até estarem douradinhos, mais altos dos lados e afundados no meio.
Nota: O óleo tem que estar mesmo muito quente. Pode ser substituído por pingue (banha) ou outra gordura.
Para um recomeço, que por motivos vários não foi logo no início do ano e que por razões pessoais pode não vir a ser tão assíduo como até aqui, escolhi uma receita de Pão, que desejo não falte na mesa de ninguém ao longo do ano que há pouco começou.
Pão de farinha de Espelta e Centeio
2 copos de farinha de espelta
1 copo de farinha de centeio
3 copos de farinha de trigo
Sal q.b.
1 colher de sopa de fermento de padeiro granulado
3 copos de água
Farinha de milho para polvilhar
Misturar todos os ingredientes à excepção da farinha de milho. Mexer com uma colher de pau e deixar repousar por duas horas no mínimo.
Moldar o pão com ajuda de uns salpicos de farinha de milho, pode ser cozido numa forma ou tabuleiro.
Vai a forno bem quente a cozer por 35 minutos.
Esta quantidade de massa dá para três pães tipo pão de forma pequenos.
Se a massa não for usada toda de uma vez, a restante pode ser guardada por uma semana no frigorífico, sendo retirada meia hora antes de ir ao forno para atingir a temperatura ambiente.
Nota: A espelta é um grão da família do Triticum (trigo). Pode ser encontrada em lojas de produtos naturais.
Ontem li uma frase que achei sublime: ‘O passado é uma ciência exacta’.
Mas o passado já foi futuro e dele não sabíamos com o que contar… apenas o que para ele desejávamos.
Para o futuro ano que se avizinha, desejo que a vida nos dê sempre motivos para sorrir...
Feliz 2012
Estes biscoitos salgados de aveia são excelentes para acompanhamento de queijos.
Foram a companhia perfeita para os presentes que fiz de queijos em azeite.
Biscoitos de Aveia
110 grs de aveia
110 grs de farinha de trigo
55 grs de manteiga
1 pitada de sal
água fria
1 ovo
1 colher de sopa de leite
1 colher de chá de açúcar
Juntar a aveia, farinha, sal e manteiga cortada em pedaços. Misturar bem com as mãos e adicionar água fria de modo a formar uma massa que não se pegue às mãos (cerca de 5 colheres de sopa de água).
Estender a massa com um rolo e cortar com um copo ou cortador de biscoitos.
Pincelar as bolachas com a mistura do ovo, leite e açúcar.
Leva-se ao forno em tabuleiro forrado com papel vegetal.
Cozem por cerca de 12 a 15 minutos, dependendo da grossura.
Numa outra versão, juntei uma colher de sopa de sementes de papoila à aveia e farinha.
Nota: Receita do James Martin
Esta é uma versão ainda mais fácil do Bolo de Frutas porque neste caso mete-se tudo numa panela, vai ao lume, mexe-se e ferve, vai ao forno e pronto!
Eu sei que já parece uma empreitada mas como quase de certeza ainda há quem não saiba que doces há-de fazer para a passagem de ano, fica mais esta sugestão!.
Bolo de Frutas de Cacau
250 grs de tâmaras picadas
200 grs de sultanas douradas
170 grs de arandos cristalizados (cranberries)
175 grs de açúcar mascavado
170 ml de mel
125 ml de licor de café
Raspa e sumo de uma laranja
2 colheres de chá de canela em pó
½ colher de chá de noz moscada
½ colher de chá de cravinho
2 colheres de sopa de cacau em pó
3 ovos batidos
150 grs de farinha com fermento
75 grs de amêndoas moídas
½ colher de chá de fermento em pó
½ colher de chá de bicarbonato de sódio
Untar e forrar um a forma com papel de ir ao forno.
Aquecer o forno a 150ºC.
Pôr todos os ingredientes num tacho e levar ao lume até derreter a manteiga e o açúcar, mexendo sempre. Deixa-se fervilhar por cerca de 10 minutos, sempre a mexer para não agarrar ao fundo.
Verter a massa para a forma e levar ao forno por cerca de uma hora ou até o bolo estar cozido.
Deixar arrefecer numa rede e enfeitar como desejado.
Nota: esta receita foi encontrada aqui. É uma adaptação de um famoso bolo da Nigella Lawson, do seu livro Nigella Christmas.
Este foi o bolo de frutas que usei este Natal. Foi uma solução de último recurso, porque já pensava não fazer nenhum. Agora, este vai ser o que vou fazer SEMPRE!
É facílimo e ficou espectacular.
Além disso pode ser feito ao longo do ano, quando apetecer, afinal bolo de frutas não tem que ser apenas no Natal…
Bolo de Frutas 'Ferve e Mexe'
175 grs de manteiga
200 grs de açúcar mascavado (escuro)
750 grs de mistura de frutas secas ou cristalizadas (alperces, sultanas, corintos, casca de laranja, arandos, cerejas)
Raspa e sumo de uma laranja
Raspa de um limão
100 ml de brandy (usei uma mistura de amêndoa amarga, triple sec e cachaça) + 4 colheres de sopa
85 grs de nozes ou nozes macadâmia
3 ovos grandes, batidos
85 grs de amêndoa moída
200 grs de farinha com fermento
½ colher de chá de fermento em pó
1 colher de chá de ‘mixed spice’
1 colher de chá de canela em pó
¼ de colher de chá de pimenta da Jamaica (allspice)
Numa panela põe-se a manteiga, açúcar, frutas, raspas de laranja e limão, sumo de laranja e o brandy.
Deixar derreter a manteiga em lume baixo até ferver, mexendo sempre e deixar fervilhar por dez minutos. Não esquecer de mexer para não agarrar ao fundo.
Retirar do lume e deixar arrefecer por 30 minutos.
Entretanto aquece-se o forno a uma temperatura de 150ºC (no meu caso no ‘maior mínimo’ possível).
Unta-se e forra-se uma forma quadrada ou redonda ou rectangular com papel de ir ao forno.
Tostam-se ligeiramente as nozes numa frigideira para libertarem os óleos e cortam-se em bocados mais pequenos.
Misturar os ovos, as nozes e a amêndoa moída à mistura de açúcar e frutas entretanto mais fria e mexe-se bem. Peneira-se a farinha, fermento e especiarias para a mistura e novamente mexe-se de modo a ficar tudo bem envolvido.
Deita-se a massa na forma e leva-se ao forno por cerca de 40 minutos, depois baixa-se ainda mais a temperatura se tal for possível (para 140ºC) e deixa-se cozer por mais uma hora (no caso do meu forno, o bolo cozeu muito bem em apenas uma hora no total).
À medida que vai cozendo, deve verificar-se se está a ficar escuro, se for necessário põe-se um papel de alumínio a tapar.
Quando estiver cozido (experimenta-se com um palito) retira-se do forno, pica-se com um palito e deitam-se as quatro colheres de brandy sobre o bolo. Deixar arrefecer na forma e depois desenformar.
Se for para esperar, deve-se ir ‘dando de beber’ ao bolo com mais brandy semana sim semana não. Neste caso guarda-se embrulhado em papel vegetal e pode esperar por cerca de três meses.
Pode ser consumido logo, como foi o caso deste que por razões várias não foi feito com a antecedência que é costume.
Para servir fiz uma cobertura com massapão (comprado) e enfeitei.
Notas:
A mixed spice pode ser substituída por ½ colher de chá de canela, ¼ de colher de chá de noz moscada e ¼ de colher de chá de cravinho
A foto de baixo foi do bolo da prova, sem enfeites
Quem pesquisa receitas em inglês na inernet já se deparou com certeza com uma história rocambolesca acerca de uma receita de biscoitos de uma cadeia de lojas americana.
Considerada um mito urbano, a história resume-se a uma cliente que pediu a receita de uns biscoitos que comeu e disseram-lhe que a vendiam, não a davam. Ela aceitou pensando que o preço eram dois dólares e meio mas quando recebeu a conta do cartão de crédito viu que lhe tinham cobrado duzentos e cinquenta dólares pela receita. Jurando vingança (!) decidiu divulgar a receita por toda a gente que conhecia.
Enfim, é apenas uma história nada credível até porque o site da cadeia de lojas tem lá a receita para quem a quiser ver.
Seja como for, estes são dos melhores biscoitos que já tive o prazer de fazer, e fazer, e fazer, e fazer… são assim tão bons!!!
Biscoitos Neiman Marcus
1 copo de manteiga
1 copo de açúcar castanho
1 copo de açúcar granulado
2 ovos
1 colher de chá de baunilha
2 copos de farinha
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
2 e ½ copos de aveia moída
½ colher de chá de sal
1 colher de chá de fermento em pó
350 grs de chocolate aos bocadinhos
1 copo de nozes picadas
Bater bem a manteiga com os açúcares. Juntar os ovos e a baunilha e bater bem. Adicionar a farinha, aveia, sal, bicarbonato e fermento. Juntar o chocolate partido em pedacinhos pequeninos (podem ser pepitas de chocolate) e as nozes picadas.
Moldar bolinhas do tamanho de nozes, achatar ligeiramente e pôr num tabuleiro forrado com papel de ir ao forno.
Leva-se a forno quente e deixam-se cozer por cerca de 10 a 12 minutos.
Nota: A receita que uso foi-me dada por uma amiga americana há anos e, curiosamente, não é nada parecida com a original…
Não costumo usar castanhas das congeladas. Normalmente quando é altura das castanhas, sempre que cozo ou asso guardo algumas já descascadas no congelador para usar mais tarde.
Esta receita deu para usar algumas das que preparava para guardar no congelador e ficou muito bem.
Frango com Castanhas e Tomilho
2 peitos de frango
Sal
Pimenta
1 ramo de tomilho
Azeite q.b.
Castanhas assadas descascadas
Cortar o frango em tiras largas e temperar com sal e pimenta fresca moída e o tomilho. Deixar repousar por uma hora.
Aquecer o azeite na frigideira e fritar o frango em lume brando. Voltar as tiras para que dourem do outro lado e juntar as castanhas para que absorvam a gordura e aqueçam.
Já vos disse que adoro chá? De todas as maneiras??? ![]()
Biscoitos de Chá
1 copo de farinha
¼ de copo de açúcar
¼ de copo de açúcar de pasteleiro
1 colher de sopa de folhas de chá*
¼ de colher de chá de sal
1 colher de chá de água
½ copo de manteiga (100 grs)
Aquecer o forno.
No processador põe-se os ingredientes secos e liga-se até pulverizar as folhas de chá.
Junta-se a baunilha, água e manteiga e continua a mexer-se até formar uma massa homogénea.
Rola-se a massa na banca da cozinha para formar um rolo comprido e envolve-se em pelicula aderente. Leva-se ao frigorífico por 30 minutos.
Retira-se do frio, descarta-se a pelicula e cortam-se bolachas com uma faca afiada.
Levam-se ao forno num tabuleiro por cerca de 12 a 15 minutos.
Deixa-se arrefecer e servem-se ou guardam-se numa caixa hermética.
*Usei uma saqueta de chá
Nota: o chá, na receita original, é Earl Grey mas usei chá preto normal.
Fiz a receita toda numa taça, não usei o processador porque as folhas de chá das saquetas já são muito miudinhas.
Eu achava que não gostava de sopa de peixe (bem, eu achava que não gostava de peixe!) até que uma colega de trabalho me deu esta receita há montes de anos.
Desde aí, tem sido uma sopa recorrente, especialmente quando há certas partes de peixe que são melhores desfiadas do que inteiras.
É fácil de fazer, é super saborosa, pode ser acompanhada com pão e um bom vinho que faz uma refeição maravilhosa! E ainda por cima é melhor no dia seguinte por isso toca a fazer em maior quantidade e usar como ‘almoços portáteis’!!!
Sopa de Peixe
1 cebola grande picada
2 dentes de alho
4 tomates grandes e bem maduros
½ folha de louro
1 raminho de salsa
1 malagueta
¼ copo de vinho branco
¼ de copo de azeite
Sal q.b.
3 postas de peixe
Água
Cotovelinhos
Numa panela larga põem-se a cebola grosseiramente picada, os tomates sem pele em pedaços, o louro, a salsa, a malagueta e o peixe. Usei uma posta pequena de tintureira e dois rabos de pescada mas podem ser usados outros peixes, a maruca fica muito bem nesta sopa. Tempera-se com sal e por cima deita-se o vinho e o azeite.
Leva-se ao lume e quando ferver põe-se em lume brando e deixa-se refogar por 20 minutos.
Retiram-se as postas de peixe, a salsa, a malagueta e o louro e passa-se o restante com a varinha mágica.
Desfia-se o peixe, retirando peles e espinhas.
Volta-se a pôr a panela ao lume, junta-se água, o peixe desfiado e a massa. Rectificam-se os temperos e deixa-se fervilhar até a massa estar cozida (cerca de 12 a 15 minutos).
As tâmaras são um alimento que é muito rico em vitaminas A, B, C e minerais como cálcio, ferro e potássio, magnésio e cobre.
São um calmante natural por serem ricas em ácido pantoténico, além de que estimulam a formação de melatonina que ajuda a evitar a insónia.
Têm também alto teor de celuloses e outras fibras, não têm colesterol e ajudam o organismo a defender-se de gripes e outras viroses.
Com tantas coisas boas e mais alguma, do que é que estão à espera para fazer estes bolinhos???
Queques de Tâmaras
250 grs de tâmaras sem caroço, picadas
1 e ¼ copos de água
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
¼ de copo de margarina (cerca de 50 grs)
2 ovos grandes
1 colher de chá de baunilha
1 e ¼ copos de farinha de trigo com fermento
2/3 de copo de açúcar amarelo
Colocar as tâmaras e a água num tachinho ao lume. Quando começar a ferver junta-se o bicarbonato de sódio (vai fazer espuma) e a margarina. Mexe-se e retira-se do lume. Deixa-se arrefecer por 25 minutos.
Aquecer o forno a 180ºC.
Untar uma forma redonda ou então colocar forminhas plissadas em formas de muffins. Não é preciso untar as formas de muffins.
Esmagar com um garfo as tâmaras para que os bocados fiquem mais pequenos. Juntar os ovos e a baunilha à mistura das tâmaras e mexer bem.
Numa taça mistura-se a farinha com o açúcar. Adicionam-se as tâmaras com o líquido e mexe-se para envolver.
Deita-se a massa na forma ou formas e leva-se ao forno. Se for numa forma grande, leva cerca de 45 a 50 minutos a cozer. Em formas de muffins e no meu forno que não tem medidor de temperatura, levou 18 minutos até estar bem cozido.
Das comidas que conheço, penso que apenas uma não consigo comer. A sua textura faz-me tanta impressão que não consigo sequer mastigar.
Falo dos fígados, sejam eles de aves, porco, vaca, o que for. Não sou capaz de comer qualquer tipo de fígado!
Mas há quem adore, por isso de vez em quando tenho de fazer e, quem diria, adoro o cheiro e fico cheia de pena por não conseguir comer…
Iscas ‘com elas’
4 bifinhos de fígado (vitela, vaca ou porco)
4 dentes de alho
1 malagueta
½ folha de louro
¼ de copo de vinho tinto
Sal q.b
1 colher de sopa de pingue
2 colheres de sopa de azeite
Temperar o fígado com os alhos em lascas finas, o louro e a malagueta em pedaços e o sal. Por cima deita-se o vinho e mexe-se. Deixa-se repousar por cerca de uma hora.
Numa frigideira aquece-se o pingue e o azeite, quando bem quente põem-se os bifes a fritar. Deixa-se fritar em lume médio por cinco minutos, depois voltam-se os bifes para o outro lado e junta-se o que restar da marinada. Deixa-se acabar de fritar, mais três ou quatro minutos e serve-se sobre batatas cozidas.
Acompanhar com uma salada ou legumes cozidos (cozi nabiças).
Este utensílio é excelente se utilizado em queijos que não sejam muito rijos. Mediante a abertura que se der, faz fatias mais grossas ou mais finas.
Óptimo para ter numa tábua de queijos, já agora na companhia de um ‘ratinho’ ![]()
Cortador de Queijo
Mais uma sugestão: Quando temos que usar o forno, podemos aproveitar também para assar batatas-doces. Embrulham-se em papel de alumínio e põem-se dentro do forno até estarem assadas. Não tem manutenção nenhuma e podem depois ser comidas assim ou usadas noutras comidas, como esta.
Sopa de Batata-doce assada
1 alho francês
Azeite q.b.
2 batatas médias
1 curgete pequena
1 batata-doce assada
4 dentes de alho assados
750 ml de água
Sal q.b.
Sementes de abóbora
Numa panela salteia-se o alho francês em rodelas no azeite.
Juntam-se as batatas cortadas em pedaços, a curgete (sem casca) também cortada em pedaços, a batata-doce assada e sem pele e a polpa dos alhos assados. Mexe-se bem e junta-se a água. Tempera-se com sal a gosto e deixa-se cozer por 20 minutos.
Passa-se com a varinha mágica e serve-se com sementes de abóbora salteadas numa frigideira sem gordura (cuidado que saltam como se fossem pipocas…)
É raríssimo fazer pratos que levem batatas fritas, como a carne de porco à alentejana ou o bacalhau com natas.
Por norma não fazia batatas fritas em casa, até ter descoberto uma maneira mais saudável de as fazer. E isso permite-me saborear alguns pratos tradicionais da nossa gastronomia, que são mesmo bons.
Carne de Porco à Portuguesa
400 grs de carne de porco cortada em quadrados
1 colher de sopa de massa de pimentão
1 dl de vinho branco
1 folha de louro
Sal
Pingue
Azeite
Batatas fritas em quadrados
Coentros
Pôr a carne com a massa de pimentão, o sal, o louro e o vinho branco a marinar por umas horas (pode ser de véspera).
Numa frigideira, põe-se uma colher de sopa bem cheia de pingue e duas colheres de azeite. Quando estiver quente, frita-se a carne. Vai-se mexendo para que a carne aloure por todos os lados. Se necessário vai-se acrescentando líquido da marinada para ficar com molho.
Juntam-se as batatas previamente fritas e envolve-se bem. Polvilha-se com coentros e serve-se com uma boa salada.
Nota: As batatas foram fritas usando este método.
Uma maneira de gastar o alho assado é esta.
O Hummus é um prato tradicional do Médio Oriente e é excelente para servir de entretém além de que é muito mais saudável do que a manteiga ou patés de compra que é o que normalmente usamos enquanto esperamos pela refeição.
Hummus
1 lata pequena de grão de bico
4 dentes de alho assados
1 colher de sopa de tahini (pasta de sésamo)
1 pitada de sal
Raspa de ½ limão
1 dl de azeite
1 colher de chá de pimentão-doce em pó (opcional)
No liquidificador põe-se o grão-de-bico cozido (reservar um bocadinho da água da lata) a polpa dos dentes de alho, o tahini (pode ser substituído por manteiga de amendoim), o sal, a raspa do limão e o azeite.
Triturar tudo (se necessário acrescentar um bocadinho da água do grão, duas ou três colheres de sopa).
Pôr numa taça e polvilhar com pimentão-doce em pó (paprica) e um fiozinho de azeite.
Nota: Servir com gressinos ou tostas
Isto não é uma receita, é mais uma sugestão.
Quando temos que usar o forno para fazer algum assado, aproveitamos e embrulhamos uma cabeça de alho inteira num bocado de papel de alumínio, vai ao forno por cerca de 40 minutos.
A utilização deste alho assado é muito vasta e uma das coisas boas é que não ficamos com aquele hálito de afasta vampiros que tem o alho cru…
Para usar basta apertar um dente de alho que a polpa sai toda, maravilhosa!
Cabeça de Alho assada
Depois darei receitas para usar o alho assado mas posso desde já dizer que barrado em pão estaladiço é um luxo!!!
É uma receita típica da gastronomia espanhola e crê-se que seja de origem árabe. Antigamente era feito apenas com os miúdos do frango ou galinha.
Este tipo de preparação ‘en pepitoria’ pressupõe que o molho seja engrossado com uma pasta feita de gema de ovo cozida e amêndoas. É muito bom, vale mesmo a pena experimentar!
Frango com molho de Amêndoas
4 coxas e sobrecoxas de frango
1 ovo cozido
1 cebola
½ copo de vinho branco
4 dentes de alho
20 amêndoas sem pele
Farinha
Azeite
Sal
Pimenta preta
Estames de açafrão
Água ou caldo de galinha
Temperar o frango com sal e pimenta. Passar por farinha e reservar.
Colocar um tacho ao lume com um fundo de azeite. Quando quente fritam-se os dentes de alho inteiros. Retiram-se do tacho e reservam-se. A seguir aloura-se o frango passado por farinha no azeite sem deixar tostar. Junta-se a cebola bem picada e mexe-se para não pegar. Seguidamente adiciona-se o vinho e deixa-se reduzir. Quando o vinho tiver quase evaporado junta-se a água ou caldo de galinha até cobrir o frango e deixa-se levantar fervura. Reduz-se o fogo e deixa-se cozer por uns 20 minutos.
Entretanto preparamos a pasta que se vai adicionar. Num almofariz põem-se os alhos inteiros (que estão fritos) a gema do ovo cozido, as amêndoas cruas e os estames de açafrão. Com o pilão esmagam-se estes ingredientes muito bem de modo a formar uma pasta.
Verificam-se os temperos do frango e ajustam-se se necessário. Depois mistura-se a pasta que está no almofariz e mexe-se. Esta pasta vai fazer o molho engrossar. Deixa-se ferver por mais 10 a 15 minutos, até o frango estar cozido.
Para servir pica-se muito finamente a clara de ovo cozida e polvilha-se sobre o frango.
Servir com arroz branco ou puré.
Nota: acrescentei salsa picada
Gosto de ter no frigorífico uma base de tarte de massa folhada, pronta a usar. Normalmente é comprada sem ter destino marcado e por vezes está mesmo no fim do prazo e ainda nem foi usada.
Foi o caso desta que teve que ser gasta à pressa e a maneira de a gastar foi esta, pensada à medida que se ía fazendo.
Tartinhas de atum
1 embalagem de massa folhada
1 lata de atum
Azeite q.b.
1 cebola
1 colher de sopa de passas
10 azeitonas
Pimenta
Salsa picada
2 ovos
1 dl de leite
sal e pimenta (ou Adobo)
Dividir a massa pelas formas aproveitando o papel para forrar.
Alourar a cebola cortada em meias luas muito fininhas no azeite. Juntar o atum desfiado, as passas e a salsa picada e temperar com pimenta.
Numa taça batem-se os ovos com o leite e os temperos.
No fundo da massa da tarte põem-se as azeitonas picadas. Por cima espalha-se a mistura de atum e cobre-se com o ovo e leite batidos.
Vai a forno médio por cerca de 25 minutos, até alourar.
Há mais de 20 anos fui a França e estive na zona da Bretanha por uma semana. Uma das duas refeições que ainda recordo com saudade foi esta que comi numa Galetterie. A outra foi um pato caseiro assado numa quinta rural.
As outras, infelizmente não me consigo esquecer delas, de tão más que foram…
Galettes Bretonnes
Para fazer os crepes:
250 grs de farinha de trigo-sarraceno
1 ovo
Sal
4 a 5 dl de água
Numa taça põe-se a farinha de trigo-sarraceno e o sal, faz-se um buraco no meio e parte-se o ovo. Mistura-se bem, adicionando a água pouco a pouco. Esta mistura fica sem grumos e deve ser batida no mínimo por cinco minutos para que entre bastante ar na massa. Deixa-se repousar por uma hora ou mais.
Para fazer os crepes, aquece-se uma frigideira grande (untar com um bocadinho de gordura antes de fazer o primeiro crepe), mexe-se bem a massa novamente e deita-se uma concha de massa na frigideira. Roda-se para espalhar a massa e deixa-se cozer por dois ou três minutos (fica com uns furinhos na massa). Vira-se o crepe para o outro lado e deixa-se acabar de cozer, mais dois minutos.
Fazer crepes até gastar a massa. Guardam-se num prato largo tapado com papel de alumínio para se manterem quentes. Os crepes que sobrarem podem ser congelados ou usados noutras preparações.
Para cada Galette Bretonne
1 ovo
Fiambre
Queijo ralado
Põe-se um crepe na frigideira, espalha-se o fiambre no centro, por cima abre-se um ovo e cobre-se com queijo ralado. Dobra-se o crepe no formato desejado e deixa-se estar ao lume até o ovo estar ‘frito’ e o queijo derretido.
Nota: O trigo-sarraceno, também conhecido como trigo mourisco, não contém glúten. Pode ser comprado em lojas de produtos naturais.
Este prato foi mais uma descoberta das férias deste ano. Comi em casa de uma prima e foi mesmo uma surpresa. É que couve-flor, digamos que não é a minha ideia de ‘comida boa’!
Mas sabem como é, agora que já somos crescidos não podemos fazer blhaaaaack quando nos põem uma coisa que nos agrada menos à frente. Mandam as regras que provemos ao menos. E ainda bem. Olhem o que eu ía perder…
Couve-flor Gratinada
1 couve-flor
1 colher de sopa bem cheia de margarina
1 colher de sopa bem cheia de farinha
4 dl de leite
100 grs de queijo emmental ralado
1 pitada de noz-moscada ralada
Pimenta fresca moída
Cozer a couve-flor cortada em quatro em água temperada com sal. Escorrer e pôr num Pyrex para ir ao forno.
Derrete-se a margarina num tachinho, junta-se a farinha e mexe-se. Adiciona-se o leite mexendo sempre para não criar grumos e deixar engrossar, mas sem ficar muito espesso.
Retirar do lume, temperar com pimenta e noz-moscada. Juntar o queixo ralado e mexer para derreter. Deitar este molho sobre a couve-flor e levar ao forno a gratinar por 30 minutos.
Não posso ver nada! Vou logo copiar. Pelo menos as boas ideias, as que merecem, como é o caso desta sugestão excelente da Moira. Já estão em modo ‘espera’ para ver se ficam tão bons como parecem.
Já me cheira a presentes de Natal…
Quejo de Cabra com Tomilho e Pimentas
1 ramo de tomilho
1 colher de chá de mistura de pimentas e sementes de coentro
150 ml de azeite extra virgem (4º acidez)
Cortar o queijo em pedaços. Colocar todos os ingredientes no frasco e deixar apurar os sabores por umas semanas.
Queijo de Mistura com Alecrim
1 queijo de mistura (vaca e cabra)
2 malaguetas
Raminhos de alecrim
150 ml de azeite extra virgem (4º acidez)
Cortar o queijo em pedaços. Colocar todos os ingredientes no frasco e deixar apurar os sabores por umas semanas.
Notas:
O queijo de mistura vaca e cabra que usei é 'Dom Cabral', da Saloio);
Usei azeite caseiro
Esta receita é muito simples mas muito saborosa. Tanto serve de entrada como de prato principal e a inspiração veio de uma Sopa de Tomate à Alentejana que a Suspeita uma vez publicou.
Agora vai servir para responder ao desafio da Moira, que pedia receitas para a Maria, voluntária das Nações Unidas em Timor Leste e que tem acesso a muito poucos ingredientes e ainda menos utensílios de cozinha.
Ovos em Tomatada
1 cebola média
3 tomates maduros
1 raminho de salsa
4 colheres de sopa de azeite
4 colheres de sopa de vinho branco (ou água)
Sal
2 ovos
Orégãos
Num tachinho põe-se a cebola bem picadinha. Por cima os tomates pelados e cortados em bocadinhos e a salsa (inteira). Salpica-se de sal e rega-se com o vinho e azeite.
Leva-se ao lume até começar a ferver, baixa-se o fogo e deixa-se refogar por cerca de 15 minutos mexendo de vez em quando, até o molho engrossar.
Parte-se um ovo de cada vez para um recipiente e deita-se sobre o molho de tomate cuidadosamente. Salpica-se com os orégãos e deixa-se acabar de cozer (cerca de 5 minutos).
Servir com pão (para aproveitar o molho todo!)
Nota: Os ingredientes utilizados fazem parte da lista de ingredientes a que a Maria tem acesso
Este bolo saiu melhor do que a encomenda!
Além disso permitiu gastar bananas muito maduras que já estavam a ser olhadas de lado…
Bolo de Banana e pedaços de Chocolate
2 copos de farinha de trigo
¾ de copo de açúcar mascavado
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 pitada de sal
100 grs de chocolate picado em pedacinhos
1/3 de copo de óleo de girassol
2 ovos ligeiramente batidos
3 bananas bem maduras esmagadas
¼ de copo de iogurte natural
1 colher de chá de raspa de limão
1 colher de chá de baunilha
Aquecer o forno.
Numa taça grande misturam-se a farinha com o açúcar, o bicarbonato, o sal e os pedacinhos de chocolate.
Noutra taça misturam-se o óleo, ovos, banana esmagada, iogurte, raspa de limão e baunilha.
Junta-se esta mistura da banana com a mistura da farinha e envolve-se bem.
Deita-se a massa numa forma untada e leva-se ao forno por cerca de 35 a 40 minutos. Verificar com um palito para ver quando está cozido e retirar. Deixar arrefecer por 5 minutos na forma e depois desenforma-se para uma rede para acabar de arrefecer.
Nota: O meu forno é a gás e não tem qualquer ‘mariquice’ associada, como temperatura, ventoinha, etc.
Ou seja, tenho mesmo que estar atenta se quero que os bolos, biscoitos e afins saiam cozidos e não esturricados. É por essa razão que não sei dizer a que temperatura é que se devem cozer os bolos. Para mim é máximo e mínimo… espero ter ajudado.
Mais uma sugestão para comer em casa ou levar para o trabalho. Feita com sobras de frango de churrasco (ganho numa rifa!!!) e, claro, com massa colorida. Tenho um fraquinho por massas às cores ![]()
Salada de Frango e Massa Colorida
Para o Molho:
2 colheres de sopa de maionese
1 colher de sopa de iogurte natural
1 colher de sopa de mostarda
1 colher de chá de sumo de limão
Massa cozida (torcidinhos)
Frango desfiado
Maçã cortada em quadradinhos
Aipo cortado em rodelas
Amêndoas em lascas, tostadas
Queijo Manchego (uma fatia grossa cortada em quadradinhos
Sal
Pimenta
Misturar todos os ingredientes para o molho.
Numa taça põe-se o frango desfiado, o aipo cortado em rodelas, a maçã cortada em quadradinhos (quanto mais ácida for, melhor), o queijo cortado em quadradinhos (pode ser outra qualidade de queijo) e as amêndoas em lascas, tostadinhas. Juntar a massa cozida, temperar com sal e pimenta e misturar bem. Envolver o molho na salada e servir à temperatura ambiente.
Embora o nome seja Cinco Especiarias Chinesas, esta mistura pode por vezes ter mais especiarias e o número cinco refere-se antes aos cinco elementos: madeira, fogo, terra, metal e água.
Segundo as crenças chinesas, todos estes elementos fazem parte do corpo humano e o seu desequilíbrio pode provocar doenças.
Usada há milhares de anos, esta mistura de especiarias pode levar: Pimenta Sichuan, Anis Estrelado, Cravinho da Índia, Canela, Funcho, Cardamomo, Cominhos e é muito utilizada em pratos de carne de porco e de pato e também em doces, como no caso destes biscoitos.
Biscoitos de Cinco Especiarias Chinesas
1 copo de açúcar
1/2 copo de margarina
1 ovo grande
1 colher de chá de baunilha
1 1/2 copos de farinha
3 colheres de chá de 'cinco especiarias'
1 colher de chá de fermento
1/4 de colher de chá de sal
Bater a margarina com o açúcar, juntar o ovo e a baunilha e bater bem. Adicionar a farinha, especiarias, fermento e sal e mexer bem.
Retirar bocadinhos de massa e rolar nas mãos, fazendo umas bolinhas do tamanho de nozes.
Passar numa mistura de 3 colheres de sopa de açúcar com 2 colheres de sopa de 'cinco especiarias' e achatar.
Colocar num tabuleiro forrado com papel de ir ao forno e levar a forno médio por cerca de 10 a 15 minutos.
Deixar arrefecer numa rede.
Nota: Podem ser guardados em latas ou outros recipientes que fechem hermeticamente
Aqui há uns dias fui ao supermercado (um supermercado local, não pertence a uma cadeia) e descobri que tinham uma massa tricolor chamada Tulipas. Nunca tinha visto e era da marca Caçarola. O preço era o mesmo das outras massas tricolores (torcidinhos ou lacinhos) e como era tão gira tive que a trazer.
Para a estrear fiz esta receita. Penso que qualquer prato com molho vai bem com esta massa porque devido ao seu feitio é excelente para absorver os sabores.
Vitela com Massa
(antes)
250 grs de vitela
6 dentes de alho
Azeite q.b.
Sal & Pimenta
3 colheres de sopa de vinho Moscatel
1 colher de sopa de molho Inglês
1,5 dl de natas
Massa Cozida (Tulipas tricolores)
Cozer a massa em água abundante temperada de sal.
Saltear os alhos esmagados (com a casca) em azeite e juntar a carne cortada em tirinhas finas. Deixar fritar até perder a cor rosada. Juntar o Moscatel e deixar evaporar. Temperar com sal e pimenta e deixar fervilhar em lume brando por 10 minutos.
Verificar o molho para que não seque. Salpicar com o molho Inglês e juntar as natas e um pouco de água de cozer a massa.
Juntar a massa na frigideira e envolver.
Servir rapidamente.
(depois)
Mais uma opção para aproveitar arroz que sobrou de outra refeição.
Esta é a altura para transformar, reinventar, aproveitar, já que se para uns as dificuldades vão agora começar a aparecer, para outros elas vão-se agravar bastante.
Empadão de Cogumelos
1 embalagem de cogumelos brancos fechados
4 tiras de bacon
5 dentes de alho
Azeite
Sal&Pimenta
2 colheres de sopa de vinho do Porto
1 colher de sopa de molho Inglês
½ copo de nozes picadas
50 grs de quijo mozarela ralado
Arroz cozido (solto)
Azeitonas
Saltear o bacon em bocados numa frigideira sem gordura e reservar.
Na mesma frigideira alouram-se os alhos esmagados no azeite, juntam-se os cogumelos cortados em fatias e tempera-se com sal e pimenta.
Junta-se o vinho do Porto (ou Moscatel) e o molho Inglês. Deixar apurar e juntar as nozes picadas.
Num pyrex ou outro tabuleiro refractário põe-se metade do arroz, por cima espalham-se os cogumelos e o bacon, o restante arroz e o queijo ralado por cima. Enfeita-se com azeitonas e leva-se a forno quente até alourar.
Nota:
Este prato pode bem ser transformado num prato vegetariano, basta omitir o bacon.
Eu tenho muitos sobrinhos. Muitos mesmo! A maioria são adultos e todos são muito bem dispostos, acho que esse é uma das características da minha família (outra é que falamos alto demais quando estamos juntos à mesa, num género ‘arraçados de italianos’).
Vem isto ao caso de a maioria dos meus sobrinhos já não estranhar as minhas receitas com ingredientes ‘esquisitos’…
Bolo de… Nabo
2 ovos
100 grs de açúcar amarelo
2 colheres de sopa de melaço
150 ml de óleo de girassol
150 grs de nabo descascado e ralado
150 grs de farinha
2 colheres de chá de fermento em pó
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
1colher de chá de gengibre em pó
Açúcar em pó para polvilhar (opcional)
Aquecer o forno e untar uma forma pequena com buraco.
Bater os ovos com o açúcar até quase duplicar de volume. Juntar o melaço e o óleo e continuar a bater.
Adicionar a farinha com o fermento, bicarbonato e gengibre e envolver bem. De seguida juntar o nabo ralado e ligeiramente espremido. Mexer bem e deitar na forma.
Vai a forno médio por cerca de 30 minutos.
Desenformar e depois de frio polvilhar com açúcar em pó.
Nota: adaptado desta receita.
Este verão estive em casa de familiares que tinham como animais de estimação coelhos! Fofinhos e peludinhos.
Sinceramente, não me faz impressão comer alguns animais, tem a ver com a maneira como fomos criados e em minha casa, galinhas, coelhos, porcos e cabras eram animais de criação e cães e gatos eram animais de estimação. Era incapaz de comer cão ou gato mas os restantes não me fazem qualquer espécie…
Coelho de Fricassé
½ coelho, com cerca de 600 grs
Azeite q.b.
4 dentes de alho
1 cebola
1 haste de tomilho
1 ramo de carqueja
½ copo de vinho branco
Água q.b.
Sal
1 gema de ovo
Sumo de ½ limão
1 colher de sopa de mostarda
1 colher de sopa de natas
Salsa picada
Num tacho com azeite aloura-se o coelho cortado em bocados pequenos. Retira-se o coelho e reserva-se.
Adiciona-se a cebola e os alhos picados e deixa-se alourar. Junta-se o tomilho, a carqueja e ½ copo de vinho branco. Deixar ferver até quase evaporar. Juntar o coelho ao tacho com o líquido que entretanto criou. Adicionar água e temperar com sal. Deixar cozer tapado em lume brando por cerca de 45 minutos. Juntar água ao longo a cozedura, se necessário, para manter um molho abundante.
Numa taça junta-se a gema, o sumo de limão, a mostarda e as natas e mexe-se bem. Adicionar ao molho do coelho e deixar levantar fervura para engrossar.
Polvilhar com salsa picada.
Servir com puré de batata, beringelas grelhadas e pimentos de Padrón fritos.
Nota: usei natas de soja
Não sou muito fã de ervilhas. Dito isto, adoro creme de ervilhas, super aveludado!
Vá-se lá entender…
Creme de Ervilhas
1 cebola grande
Azeite q.b.
1 batata grande
1 chuchu
1 curgete
1 copo de ervilhas
1 litro de água ou caldo de galinha
Sal
Hortelã (opcional)
Numa panela salteia-se em azeite a cebola cortada em quartos. Junta-se a batata cortada em quadrados com o chuchu, a curgete e as ervilhas. Adiciona-se a água (ou caldo de galinha) e tempera-se com sal a gosto.
Deixa-se levantar fervura e adiciona-se umas folhinhas de hortelã.
Quando estiver cozido retiram-se a folhas de hortelã e passa-se a sopa com a varinha mágica.
Serve-se bem quente.
Para finalizar a saqueta de filetes de Peixe-gato, fiz esta receita que ficou muito boa. Um bocadinho trabalhosa mas algumas coisas são tão boas que se apenas estalássemos os dedos para aparecerem, não lhes dávamos o devido valor!
Com isto termino a minha utilização destes filetes. Venha quem vier, os de pescada ou de palmeta são muito superiores. Mas esta receita vale mesmo a pena!
Filetes no Forno com Espinafres
4 filetes de peixe gato
Sumo de um limão
Sal q.b.
Mistura de ervas da Provença
4 batatas médias
1 cebola grande
3 dl de azeite
200 grs de espinafres
Tempera-se o peixe com sal, a mistura de ervas aromáticas e o sumo de limão. Reserva-se.
Numa frigideira larga, põe-se azeite no fundo e fritam-se as batatas cortadas em rodelas e a cebola cortada em meias luas. Não se deixa fritar demais pois ainda vão ao forno.
Escorrem-se as batatas do azeite e salpicam-se de sal.
Na mesma frigideira salteiam-se os espinafres sem adicionar mais gordura, apenas por dois minutos.
Colocam-se as batatas no fundo de um tabuleiro e espalham-se os espinafres sobre as batatas.
Por cima dispõem-se os filetes. Deitam-se cinco ou seis colheres de sopa do azeite de fritar as batatas sobre os filetes e leva-se o tabuleiro ao forno bem quente por 20 minutos ou até os filetes estarem cozidos.
Nota: em vez de espinafres pode-se usar curgete em rodelas, também salteadas.
Este verão alastrou pelo outono dentro e até meados de outubro tivemos temperaturas dignas de julho ou agosto. Por causa disso, algumas variedades de hortícolas deram muito para lá da altura em que normalmente acabam, como esta variedade de feijão-verde.
Veio da Grécia há uns anos e ano após ano produz umas vagens compridas como não é costume ver por cá. Já ouvi chamar-lhes feijão de metro. As maiores que apanhei tinham 72 cms.
Na fotografia dá para ver a diferença entre o feijão-verde riscado, de tamanho normal, e as outras vagens da minha horta. E não são do Entroncamento!!!
Vagens
A produção deste ano veio bem mais cedo, talvez pelas temperaturas que andaram fora do normal. E em força, já que todos os dias sob a árvore estava um tapete de feijoas prontinhas a comer.
Ao natural são excelentes mas com tantas, tive que experimentar de outra maneira e ainda bem. A repetir!
Bolo de Feijoa
230 grs de farinha de trigo com fermento
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
100 grs de côco ralado
150 grs de açúcar
150 ml de óleo
2 ovos
1 colher de chá de extracto de baunilha
¾ de copo de leite com 1 colher de sobremesa de vinagre
1 copo de feijoas picadas e ligeiramente esmagadas
Aquecer o forno e untar uma forma.
Numa taça misturar a farinha, o bicarbonato, o côco e o açúcar.
Noutra taça mistura-se o óleo com os ovos, a baunilha e o leite.
Misturar com a farinha e mexer bem. Acrescentar as feijoas picadas.
Deitar na forma e levar ao forno por cerca de 40 minutos.
Nota: as feijoas podem ser substituídas por goiaba ou banana
No Brasil, quando se fala em castanhas, toda a gente pensa logo em ‘castanhas do Maranhão’ ao passo que as castanhas que nós cá conhecemos são lá chamadas de ‘castanhas Portuguesas’.
Por cá, quando falamos em castanhas toda a gente pensa logo naquelas dos ouriços e para falar das outras temos mesmo que lhes chamar ‘castanhas do Maranhão’.
Confuso? Este é um dos casos em que a mesma língua nos separa em vez de nos unir ![]()
Biscoitos de Aveia e Castanhas do Maranhão
200 grs de margarina
1 copo de açúcar amarelo
2 ovos
1 ¾ de copos de farinha
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 pitada de sal
¼ de colher de chá de noz-moscada
1 colher de chá de canela
2 copos de flocos de aveia
½ copo de castanhas do maranhão bem picadinhas
½ copo de sultanas douradas
¼ copo de rum
Numa tigela deita-se o rum por cima das sultanas e reserva-se.
Entretanto numa taça junta-se a farinha, bicarbonato, sal, noz-moscada, canela e aveia.
Na batedeira bate-se a margarina com o açúcar até estar bem cremoso. Juntam-se os ovos, um de cada vez, batendo bem entre cada adição. Junta-se a mistura da farinha e aveia aos poucos ao creme e mexe-se até estar completamente incorporado.
Escorrem-se as sultanas do rum e juntam-se à massa bem como as castanhas do maranhão.
Esta massa pode reservar-se por umas horas no frigorífico ou cozer de imediato.
Deitam-se colheradas da massa em tabuleiro forrado com papel de ir ao forno e leva-se a forno bem quente por cerca de 18 minutos.
Quando os biscoitos estiverem cozidos, retiram-se do forno e deixam-se arrefecer numa rede.
Nota: as castanhas do maranhão podem ser substituídas por nozes, avelãs ou amêndoas.
Estas belezas de outono (dióspiro, quivi, maçã e castanhas) foram apanhadas no quintal da minha Mãe, num espaço de quatro ou cinco metros. Também lhes podia ter juntado figos (os últimos) e avelãs (as primeiras) mas tive preguiça... afinal, os fins de semana também servem para isso, para preguiçar ![]()
Frutas de Outono
Para gastar algumas das amoras que se apanharam no verão e se congelaram, uma bebida agradável e que dá energia.
Batido de Banana e Amoras
1 copo de leite
1 banana bem madura
1 mão cheia de amoras
1 colher de sopa de maple syrup (ou mel)
Colocar todos os ingredientes no liquidificador e triturar até ficar cremoso e com espuma.
Os meus links